Nos últimos dias, o Governo Federal encaminhou o Orçamento no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, com a previsão de reajuste no salário mínimo nacional. Enquanto a documentação estabelece aumento para R$ 1.630 a partir do próximo ano, os vencimentos do Ministro da Fazenda do Brasil, Fernando Haddad, chegam a R$ 46.366,19.
O reajuste de 7,37% evidencia a disparidade salarial entre trabalhadores de carteira assinada e políticos, que muitas das vezes sequer exercem seus respectivos cargos com seriedade. Caso o orçamento seja aprovado, o aumento será menos que o concedido no ano de 2024 para 2025, já que na ocasião foi decretado o piso de R$ 1.412 para R$ 1.518.

De acordo com Haddad, a manutenção dos vencimentos é de extrema importância para preservar o poder de compra dos trabalhadores. Em entrevistas cedida à Rádio Cidade Caruaru, o petista afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém uma política de valorização do piso, ao contrário do que ocorreu nos governos anteriores.
“Durante o governo Temer e Bolsonaro, o salário mínimo ficou congelado por sete anos. Lula corrigiu a tabela do imposto de renda, que também estava há sete anos congelada. E agora quer ampliar a taxa de isenção para quem ganha até R$ 5.000 por mês para que as famílias possam enfrentar o custo de vida, principalmente, a questão da cesta básica”, destacou o Ministro da Fazenda.
Confira as propostas em função do salário mínimo
Segundo a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, o projeto analisado estabelece previsões para os próximos quatro anos. Em suma, o salário mínimo estará desenhado em R$ 1.630 (2026), R$ 1.724,00 (2027), R$ 1.823,00 (2028) e R$ 1.925,00 (2029).





