A partir de novembro de 2025, o Governo Federal exigirá o cadastro biométrico para os beneficiários do Bolsa Família. A medida, que utiliza impressão digital ou reconhecimento facial, tem como objetivo evitar fraudes e garantir que o benefício chegue a quem realmente precisa.
O processo integra a base da Carteira de Identidade Nacional (CIN) e outros sistemas oficiais, abrangendo cerca de 150 milhões de brasileiros. Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o cadastramento segue as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para assegurar a privacidade dos usuários.
A Caixa Econômica Federal também participa da iniciativa, usando sua base biométrica durante os pagamentos e reforçando o atendimento presencial nas agências. Idosos acima de 80 anos e pessoas com mobilidade reduzida poderão ser dispensados do procedimento, conforme o Decreto nº 12.561/2025, que regulamenta a implementação da nova regra.

Pagamentos começam nesta semana
Os pagamentos do Bolsa Família de novembro de 2025 começam nesta semana, seguindo o calendário escalonado da Caixa Econômica Federal. As famílias com Número de Identificação Social (NIS) final 1 serão as primeiras a receber, no dia 14 de novembro.
O valor médio é de R$ 600 por família, com adicionais conforme o perfil dos beneficiários. Os repasses seguem até o dia 28 de novembro, de acordo com o final do NIS. Para receber o benefício, é necessário estar inscrito e com os dados atualizados no Cadastro Único (CadÚnico).
O registro é o primeiro passo para análise e inclusão no programa. Além disso, as famílias devem cumprir as exigências de frequência escolar, vacinação e acompanhamento de saúde das gestantes. O valor pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa TEM, internet banking ou sacado em lotéricas e agências, utilizando o cartão do programa.





