No Brasil, a caminhada ganhou uma dinâmica maior entre as pessoas, principalmente com os investimentos tanto em áreas urbanas quanto em espaços naturais. No entanto, mesmo que a atividade em questão seja colocada na rotina, nem sempre devolve os resultados esperados. Conforme um estudo publicado, os benefícios são potencializados quando aliados a novas estruturas.
Um levantamento efetuado pela Universidade da Virgínia Ocidental comprovou que, entre as pessoas que têm a caminhada como atividade principal, apenas 25% atendem às recomendações de exercícios aeróbicos e de fortalecimento muscular. Isso significa que praticam pelo menos 150 minutos de atividade intensiva moderada por semana e se envolvem em práticas de fortalecimento muscular duas vezes por semana.

Como resultado da análise dos dados fornecidos, ficou evidente que somente caminhar não garante o condicionamento físico completo e desejado pelos praticantes. Porém, é válido destacar que as caminhadas são de extrema importância na rotina, pois melhoram a circulação sanguínea, fortalecem ossos e músculos e auxiliam na perda de peso.
Local da residência impacta nos resultados
Conforme os especialistas, indivíduos que residem em áreas rurais tendem a preferir jardinagem, caça, pesca e trabalho agrícola como práticas do cotidiano. Em contrapartida, os moradores das cidades são mais propensos a se dedicar à corrida, musculação, ciclismo ou dança. Essas diferenças refletem a influência do ambiente, da infraestrutura e do estilo de vida nas escolhas esportivas.
Exemplificando, o estudo destacou que adultos rurais geralmente apresentam taxas de inatividade mais altas do que adultos urbanos. O desnível está diretamente ligado à presença de academias e programas esportivos nas áreas em questão. Dessa forma, quanto maiores forem as incidências de estabelecimentos que promovam a atividade física, maior será o número de interessados.





