Creditado por muitos como o melhor jogador de futebol de todos os tempos, Lionel Messi colhe os frutos do prestígio dentro e fora das quatro linhas. Em 2006, antes mesmo de ganhar sua primeira Bola de Ouro, o atacante fechou parceria para se tornar garoto-propaganda da Adidas. A empresa alemã aceitou desembolsar anualmente ao craque o valor de € 20 milhões (cerca de R$ 125,1 milhões na cotação atual).
Para além do montante pago, a Adidas assinou vínculo vitalício, motivo que colabora para o depósito de valores adicionais. Ainda que esteja com 38 anos e disputando uma liga não muito reconhecida, o atacante da Seleção Argentina segue sendo o principal nome da empresa. O reflexo de sua dinastia foi notório para a marca em julho de 2023, quando deixou o Paris Saint-Germain para jogar no Inter Miami.

Mesmo que o futebol não seja popularizado nos Estados Unidos tanto quanto o basquete e o futebol americano, Messi conseguiu levar os holofotes para a Major League Soccer (MLS). De acordo com levantamento disposto pela revista Footwear News, ao fechar com a equipe norte-americana, o argentino impulsionou os acessos ao site da Adidas em 60% somente no país.
Contudo, mesmo sendo o jogador com mais Bolas de Ouro vencidas, Lionel está longe de ser o atleta mais bem pago fora das quatro linhas por um patrocinador. Esse status é ocupado por Neymar, que, junto à Puma, recebe anualmente 26 milhões de euros (R$ 162,7 milhões). Posteriormente, aparece Erling Haaland, com a Nike pagando 23 milhões de euros (R$ 143,9 milhões) e o argentino fechando o top 3.
Messi quer voltar a jogar com Neymar
A princípio, o camisa 10 possui contrato com o Inter Miami válido até o final da atual temporada, mas já alinha uma renovação para o próximo ano. Por sua vez, o jornal inglês “Daily Mail” entregou a informação de que o clube estadunidense está interessado em reunir novamente o trio MSN (Messi, Suárez e Neymar) nos próximos meses.
Contando com o argentino e uruguaio na equipe atual, resta apenas convencer o brasileiro a desembarcar na “Terra do Tio Sam”. O problema é que o meia-atacante prioriza mercados europeus, já que seu sonho é se despedir da Seleção Brasileira atuando na Copa do Mundo de 2026. No mais, é válido destacar que, a partir de janeiro, o cria do Santos se tornará agente livre no mercado.





