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‘Internet do futuro’ chega ao Brasil com novas operadoras e promete aposentar os cabos

Por Iara Alencar
09/02/2026
‘Internet do futuro’ chega ao Brasil com novas operadoras e promete aposentar os cabos

Créditos: Freepik

Diante do cenário tecnológico rotativo, a presença da internet via satélite ganha novos contornos, especialmente com novas operadoras brigando pelo protagonismo que atualmente é ocupado pela Starlink. No Brasil, o serviço oferecido pelo bilionário Elon Musk desponta, mas a tendência é de que a conectividade direct-to-device assuma os embates.

A título de conhecimento, o novo modelo permite que o celular se conecte à internet de forma direta, sem a necessidade de antenas. No entanto, para que o serviço ganhe destaque no Brasil, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) prioriza incentivar um mercado mais competitivo. Isso porque a Starlink é detentora de aproximadamente 50% do mercado via satélite no país.

Créditos: Freepik

“Nós já temos autorizado cerca de 13 a 15 constelações de satélites em órbita baixa para operar no Brasil. A maioria dessas constelações pretende oferecer serviços de IoT (Internet das Coisas) via satélite, mas algumas delas pretendem fornecer também conexões de banda larga via satélite de órbita baixa”, avaliou o superintendente de Outorga e Recursos à Prestação da Anatel, ao Podcast Canaltech.

Na prática, não há lei que proíba a regulamentação para a entrada de novas empresas de comunicação em território brasileiro. Diante dessa questão, a Agência Nacional de Telecomunicações tem entregue autorização de curto prazo (5 anos) para reavaliar o cenário. Em outras palavras, o mecanismo evita monopólios.

Desafios da conectividade direct-to-device

A princípio, a Anatel autorizou os testes iniciais da tecnologia direct-to-device no Sandbox Regulatório, um ambiente experimental que permite às empresas atuarem com regras estabelecidas para fins de análise e demonstrações de novas soluções. O detalhe curioso é que a conexão funciona munindo a frequência de uma operadora móvel terrestre.

Sobretudo, é imprescindível que um acordo comercial entre a empresa de satélite e a operadora de celular seja assinado com a liberação da agência. Em resumo, as dificuldades encontradas são projetadas a um ritmo mais lento da conexão direta com os celulares. No mais, é possível ocorrer limitações de chamadas de emergência e mensagens de texto.

“A dificuldade é você ter um satélite que permite usar essa frequência temporariamente. Como um satélite está em movimento, ele cobre uma área só por 7 minutos. A janela de testes é de 7 minutos por dia, a menos que você tenha um terminal em vários lugares do Brasil”, explicou o especialista.

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Iara Alencar

Iara Alencar

Formada em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência com assessoria de comunicação, com passagem pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Maceió. Já atuou como redatora em sites esportivos (Portal Times) e na produção de conteúdo para web.

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