O Bolsa Família passa a incluir um adicional de R$ 50 destinado a gestantes e jovens entre 7 e 18 anos, além do pagamento já existente de R$ 150 para crianças de até 6 anos. Essa medida faz parte da última atualização do programa e começa a ser paga a partir do dia 19.
O objetivo é reforçar a assistência às famílias cadastradas no Cadastro Único (CadÚnico) que atendam aos critérios de renda estabelecidos pelo governo federal, ampliando o suporte financeiro para despesas básicas e educação.
Para ter direito ao benefício, a renda familiar mensal por pessoa não pode ultrapassar R$ 218. O programa estabelece ainda um valor mínimo de pagamento de R$ 600 por família ou R$ 142 por integrante.
Atualmente, o valor médio pago é de R$ 672,45, o maior da história do Bolsa Família. Um exemplo prático é uma família de sete pessoas com apenas um salário mínimo de R$ 1.320: a renda per capita é de R$ 189, abaixo do limite, tornando a família elegível para o benefício.

Pagamento e critérios de elegibilidade
O pagamento do bônus segue o calendário do Bolsa Família e será feito conforme o Número de Inscrição Social (NIS) dos beneficiários. No primeiro dia, recebem a parcela aqueles cujo NIS termina em 1. Além do adicional de R$ 50, o programa mantém os outros valores previstos, garantindo cobertura para crianças, gestantes e jovens em idade escolar.
O Bolsa Família busca atender famílias em situação de vulnerabilidade social, incentivando a educação e o acompanhamento da saúde. elegibilidade depende do cadastro no CadÚnico e da renda familiar limitada, garantindo que os recursos cheguem a quem mais precisa.





