Escolher o nome de um filho é uma tarefa complicada, que requer identificação e significado. No entanto, é comum, em alguns casos, nomenclaturas divergentes chamarem a atenção do rol de possibilidades. Isso aconteceu com a advogada Daniele Pereira Brandão, que registrou sua segunda filha de Amayomi, conceito inédito nos cartórios brasileiros.
Remando contra todas as tendências da época, em 2022, a advogada muito pesquisou para tornar sua filha única entre os demais nomes conhecidos. A façanha em questão despertou a atenção não apenas pela singularidade, mas por evidenciar como os cartórios registram nomes que sequer foram colocados no sistema em outras décadas.
Para aqueles que acham que inventar qualquer tipo de nome é sinônimo de autorização para registro, está muito enganado. Quando os pais decidem impor uma nomenclatura incomum ou nunca utilizada, os cartórios exigem etapas adicionais. No caso da Amayomi, a mãe precisou solicitar uma autorização do cartório central.
Isso porque o procedimento avalia se o nome escolhido pode servir como forma de ridicularizarão ou de difícil pronúncia, garantindo a proteção da criança contra eventuais constrangimentos futuros. Em suma, o processo não demanda tempo, tendo em vista que o objetivo principal é enquadrar os nomes inéditos nos critérios exigidos por lei.
Quais os nomes mais registrados no Brasil em 2024?
A busca por exclusividade acaba colocando algumas ideais à mostra, mas o diferente pode servir como inspiração para outras pessoas. Diante do cenário das gravidezes de celebridades, alguns nomes ganharam destaque nos cartórios brasileiros em 2024. Sobretudo, “Helena”, terceira filha de Neymar, teve a maioria dos registros realizados.
Confira os nomes mais comuns no Brasil em 2024:
- 1º: Helena (24.532)
- 2º: Miguel (23.917)
- 3º: Gael (21.302)
- 4º: Ravi (20.948)
- 5º: Theo (19.790)
- 6º: Heitor (19.192)
- 7º: Cecília (18.980)
- 8º: Arthur (18.169)
- 9º: Maite (17.669)
- 10º: Noah (17.447).





