Economicamente, o Brasil segue escalando para níveis mais altos, mas está longe de ser enquadrado no rol das nações desenvolvidas. Atualmente definido como subdesenvolvido, o país enfrenta dificuldades para potencializar o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Apesar dos esforços, nem todos os estados apresentam bons níveis de industrialização e educação, qualidade de vida e redução das taxas de mortalidade.
O IDHM tem a capacidade de analisar a evolução econômica e social nas esferas municipais, estaduais e federais, e suas informações garantem uma maior compreensão da qualidade de vida dos habitantes das regiões citadas. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Distrito Federal apresenta o índice mais elevado de prosperidade no Brasil, com média de 0.824.
Para se ter uma noção do grau evolutivo da unidade federativa, é o único lugar do país que possui qualidade de vida considerada muito alta. A nível de comparação, São Paulo figura na segunda colocação, com 0,783 de índice. Mesmo considerada a maior cidade da América Latina, o IDHM mostra que os investimentos não suprem as necessidades de seus habitantes.
A fim de colocar a pesquisa de forma transparente para os brasileiros, o PNUD avaliou renda, saúde e educação nos 26 estados e no Distrito Federal. Para a surpresa de muitos, Alagoas ocupou a última colocação do rol, tendo em vista o Índice de Desenvolvimento Humano decretado em 0,631. Confira abaixo o ranking completo:
- 1º lugar: Distrito Federal – 0,824 de IDH;
- 2º lugar: São Paulo – 0,783 de IDH;
- 3º lugar: Santa Catarina – 0,774 de IDH;
- 4º lugar: Rio de Janeiro – 0,761 de IDH;
- 5º lugar: Paraná – 0,749 de IDH;
- 6º lugar: Rio Grande do Sul – 0,746 de IDH;
- 7º lugar: Espírito Santo – 0,740 de IDH;
- 8º lugar: Goiás – 0,735 de IDH;
- 9º lugar: Minas Gerais – 0,731 de IDH;
- 10° lugar: Mato Grosso do Sul – 0,729 de IDH;
- 11º lugar: Mato Grosso – 0,725 de IDH;
- 12º lugar: Amapá – 0,708 de IDH;
- 13º lugar: Roraima – 0,707 de IDH;
- 14º lugar: Tocantins – 0,699 de IDH;
- 15º lugar: Rondônia – 0,690 de IDH;
- 16º lugar: Rio Grande do Norte – 0,684 de IDH;
- 17º lugar: Ceará – 0,682 de IDH;
- 18º lugar: Amazonas – 0,674 de IDH;
- 19º lugar: Pernambuco – 0,673 de IDH;
- 20º lugar: Sergipe – 0,665 de IDH;
- 21º lugar: Acre – 0,663 de IDH;
- 22º lugar: Bahia – 0,660 de IDH;
- 23º lugar: Paraíba – 0,658 de IDH;
- 24º lugar: Piauí – 0,646 de IDH;
- 25º lugar: Pará – 0,646 de IDH;
- 26º lugar: Maranhão – 0,639 de IDH;
- 27º lugar: Alagoas – 0,631 de IDH.
Brasil sobe cinco posições no ranking mundial
O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas divulgou, em meados de 2025, a nova posição do Brasil no tocante ao Índice de Desenvolvimento Humano mundial. Após avaliar 193 países, com base em informações de 2023, a nação saltou da 89ª posição para o 84º lugar. Em relação a 2022, o IDH cresce de 0,770% para 0,780% neste ano.
Os indicadores avaliaram expectativa de vida, escolaridade e Produto Interno Bruto (PIB) per capita. Nesse intervalo, o Brasil superou Palau, Moldávia, Ucrânia e Equador. Por sua vez, Islândia (0,972), Noruega (0,970), Suíça (0,970), Dinamarca (0,962) e Alemanha (0,959) fazem parte das cinco maiores nações em termos de desenvolvimento em todo o planeta.





