Consolidado como a pessoa mais rica do mundo, Elon Musk pode contribuir para uma nova classificação planetária nos próximos anos com o apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Removido do posto de planeta, Plutão pode voltar a ocupar o status de nono astro mais distante do Sol. Isso porque a dupla de republicanos vem fazendo campanha em função do “planeta-anão”.
Há cerca de duas décadas, Plutão foi destituído do status de planeta, gerando debate entre os astrônomos e a sociedade. Curiosamente, mesmo apresentando metade do tamanho dos Estados Unidos, o astro pode voltar a integrar o sistema solar. Em entrevista ao Daily Mail, o administrador da NASA, Jared Isaacman, afirmou apoiar a ideia para que Trump tome medidas para reclassificar Plutão como planeta.

Embora o presidente norte-americano tenha demonstrado não se opor à mudança de nomes de corpos celestes por meio de decretos executivos, não há um debate específico sobre a redefinição de Plutão. Nesse cenário, os apoiadores de Donald pediram ajuda a Elon Musk, que confirmou um possível suporte para que o astro volte a ser enquadrado como planeta.
“Nós deveríamos pedir a Elon Musk que convencesse o presidente [Donald Trump] a assinar um daqueles decretos executivos para que Plutão volte a ser um planeta”, publicou o ator de “Star Trek”, William Shatnerem, na rede social X (antigo Twitter). Por sua vez, aproveitando a campanha massiva, o homem mais rico do mundo respondeu: “Eu apoiaria isso”.
Mas, afinal, por que Plutão deixou de ser um planeta?
A título de curiosidade, Plutão foi descoberto no ano de 1930, sendo considerado, por muitos anos, o novo planeta mais distante do sistema solar. Apesar de sua presença nos livros científicos ter sido assertiva, o império ruiu em 2006. Na ocasião, uma votação realizada por membros da União Astronômica Internacional decretou o rebaixamento do astro.
Para que a decisão fosse sacramentada, os especialistas levaram em consideração sua formação, com aproximadamente 2.250 quilômetros de diâmetro. Na análise dos estudiosos, ele não possui força gravitacional necessária para “limpar sua órbita de detritos”. Dessa forma, o corpo celeste foi classificado como um planeta anão, de menor porte.





