Presente nas mais diversas vias do Brasil, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) opera garantindo a segurança e a ordem nas rodovias federais brasileiras por meio do patrulhamento ostensivo, fiscalização do trânsito e combate qualificado à criminalidade. Nesse ínterim, alguns condutores são autuados por excesso de velocidade, acarretando multa e perda de pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Embora muitos motoristas acreditem haver um limite de velocidade padrão para não serem enquadrados em frente à PFR, a teoria não passa de uma desinformação. Dessa forma, é obrigação do condutor atentar-se continuamente ao trânsito, tendo em vista a possibilidade de haver viaturas estacionadas, agentes cruzando a pista e cidadãos buscando atendimento.

Nesse ínterim, a regulamentação obedece a critérios técnicos definidos por estudos de engenharia de tráfego. Em outras palavras, a BR-101 estabelece velocidade máxima de 60 km/h na maioria dos trechos frontais, enquanto, em centros urbanos, placas podem indicar a faixa de 40 km/h. Por fim, rodovias de pista dupla permitem até 80 km/h, com a sinalização vertical precedendo em 300 metros as instalações da PRF.
É válido destacar que ultrapassar o limite de velocidade configura infração gravíssima (art. 218 do CTB), com multa de R$ 880,41 e 7 pontos a menos na CNH. Para aqueles motoristas que são reincidentes, o Código de Trânsito Brasileiro prevê curso de reciclagem obrigatória, apreensão do veículo para condutores que excedam 50% do limite e responsabilização criminal se houver acidente com vítima.
PRF-MG é enviada ao Rio de Janeiro para megaoperação
No dia 28 de outubro, o Rio de Janeiro tornou-se o centro das atenções após o governador do estado, Cláudio Castro, ordenar uma megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha. Como resultado do conflito com as facções, mais de 120 pessoas foram mortas, ligando o sinal de alerta das autoridades. Por sua vez, agentes da Polícia Rodoviária Federal de Minas Gerais (PRF-MG) foram acionados para a ação.
A título de compreensão, essa é a operação mais letal da história do Rio de Janeiro, colocada em prática com o objetivo de combater o avanço do Comando Vermelho em territórios fluminenses. De acordo com dados governamentais, ao menos 2.500 agentes das forças de segurança do RJ atuaram no cumprimento de quase 100 mandados de prisão.





