Consolidada como a quinta maior instituição financeira do Brasil por contar com mais de 72,8 milhões de clientes, o Santander decidiu investir em nova fórmula para atrair usuários. Remando contra a maré da concorrência, o banco colocou em evidência a chance de pessoas negativas conseguirem aprovação para receber um cartão de crédito.
Atualmente, o maior problema de inadimplentes é conseguir ter acesso ao crédito financeiro. Pensando em garantir uma sobrevida orçamentária à grande parcela da sociedade brasileira, o Santander declarou que é possível ter acesso ao cartão mesmo para quem apresenta score baixo por estar com o nome sujo.

Conforme o levantamento do Mapa da Inadimplência no Brasil, realizado pelo Serasa, o número de endividados chegou a 80 milhões entre o final de 2025 e início de 2026. Nesse contexto, as dívidas são acumuladas por falta de organização financeira, levando a uma grande bola de neve. Por isso, a instituição financeira pensou em uma estratégia para não sair no prejuízo.
Como o cartão de crédito do Santander funciona?
Entendendo que a realidade financeira dos brasileiros não é favorável, o quinto maior bando do Brasil aprovou o fornecimento de um cartão de crédito com limite baixo. Esse mecanismo serve para reduzir os riscos de inadimplência, mas sem abrir mão de entregar benefícios como qualquer outro cartão.
Aos interessados, a solicitação é feita no aplicativo do Santander ou nas agências. Contudo, a liberação dependerá da análise de crédito, que vai levar em conta alguns fatores. São alguns deles: renda mínima comprovada, ter um bom histórico de trabalho, não ter dívidas pontuais atrasadas há muito tempo e não ter outras pendências financeiras.
Apesar da oferta estar à disposição dos indivíduos, é necessário manter o policiamento diante das compras realizadas. Em um contexto geral, especialistas aconselham pagar as contas em dia todos os meses, manter baixa a utilização do crédito, solicitar novo crédito apenas quando realmente for preciso e manter abertas contas de crédito mais antigas.





