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Régua sobe e aquele conjunto de pratos marrons que sua mãe guarda pode chegar a R$ 50 mil

Por Iara Alencar
20/08/2025
Régua sobe e aquele conjunto de pratos marrons que sua mãe guarda pode chegar a R$ 50 mil

Créditos: Reprodução/OLX

Marcado por representar toda uma geração, os pratos marrons da Duralex ganharam uma nova importância comercial nos últimos meses. Conhecido por sua resistência e design único, o objeto passou a ser fonte de cobiça por parte dos colecionadores. Isso porque, exemplares que custavam R$ 3 podem ser encontrados, em conjuntos completos, por R$ 50 mil.

A título de compreensão, a fabricante decidiu descontinuar a produção dos utensílios que tanto fizeram sucesso no Brasil, presentes em refeições familiares, merendas escolares e até mesmo em receitinhas de vó. Contudo, por ter cessado a fabricação, a relíquia virou uma febre, sendo procurada e comercializada por R$ 100 a unidade.

Foto: Kadidja Fernandes/AT

De acordo com especialistas, a alta procura está atrelada ao sentimento de pertencimento e nostalgia oriundas de anos de resistência. “Muitos associam esses pratos a memórias de infância e almoços em família. As redes sociais reforçam esse valor simbólico e transformam objetos esquecidos em itens de desejo”, analisa o consultor de marketing digital Lucas Taidson.

Para aqueles que não tiveram o privilégio de efetuar as refeições no icônico prato, a Duralex revolucionou o mercado ao inventar na França, em 1945, o item com vidro temperado. Por se tratar de um objeto de grande durabilidade, os criadores batizaram de “Dura lex, sed lex” (“A lei é dura, mas é a lei”). Assim, se destacou por aceitar choques térmicos e grandes impactos.

O que torna os pratos tão icônicos para o mercado?

A princípio, os produtos da empresa francesa chegaram ao Brasil entre os anos de 60 e 70, mas somente na década de 1980 se popularizaram nas residências. Sobretudo, era comum ver copos, pratos rasos, fundos e tigelas marrons em praticamente todas as casas. Isso porque além de baratos, os utensílios apresentam grande poder de resistência, rememorando sentimentos de afetividade, design retrô e durabilidade.

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Iara Alencar

Iara Alencar

Formada em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência com assessoria de comunicação, com passagem pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Maceió. Já atuou como redatora em sites esportivos (Portal Times) e na produção de conteúdo para web.

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