Em maio de 2025, o norte-americano Robert Francis Prevost foi escolhido para assumir o lugar deixado por Francisco, falecido em 21 de abril do mesmo ano. Escolhendo como alcunha Leão XIV, o novo papa tornou-se o líder da Igreja Católica após receber 108 votos dos cardeais. A informação foi confirmada pelos jornalistas Gerard O’Connel e Elisabetta Piqué.
Conforme o lançamento do livro “O Último Conclave“, que reconstitui a eleição do papa Leão XIV, a dupla de comunicadores abriu o jogo sobre como o status foi assumido pelo estadunidense. Na obra, é exposto que, antes de sua morte, Francisco teria sinalizado discretamente Prevost como sucessor ao nomeá-lo cardeal-bispo, o posto mais alto do Colégio Cardinalício.
Embora tenha vencido a disputa somente na quarta votação, o livro conta que o atual papa não enfrentou rivais diretos na sucessão. Porém, houve tentativas de influência externa e de campanhas encabeçadas pela imprensa italiana para que o novo líder fosse local. Até chegar ao veredito, os 133 cardeais votantes ficaram reclusos em Roma.
A eleição de Leão XIV foi marcada por episódios intrigantes, ressaltados pelos jornalistas ao longo dos capítulos da obra. Em resumo, o decreto final foi adiado por um sinal de celular dentro da Capela Sistina, o que atrasou uma das rodadas de votação. Posteriormente, o cardeal espanhol Carlos Osoro Sierra votou duas vezes por engano, o que adiou novamente a escolha para o papado.
Quem é Leão XIV?
Em 8 de maio de 2025, o cardeal Robert Francis Prevost foi eleito pelos cardeais para assumir o cargo de maior prestígio da Igreja Católica. Embora tenha nascido nos Estados Unidos, é conhecido por sua proximidade com o reformismo. Diante de sua imersão no cristianismo, construiu grande parte da trajetória religiosa na América Latina, especialmente no Peru.
Nesse intervalo, ocupou cargos na Cúria Romana, foi prefeito do Dicastério para os Bispos, além de preencher o posto de presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina. No mais, adentrou na vida religiosa aos 22 anos, formando-se em teologia na União Teológica Católica de Chicago e, aos 27, foi enviado a Roma para estudar direito canônico na Universidade de São Tomás de Aquino.





