Considerada a segunda cidade com o metro quadrado mais caro do Brasil, Itapema, em Santa Catarina, caminha em direção a projeto audacioso. O prefeito do município, Alexandre Xepa (PL), e o governador Jorginho Mello (PL) dialogam para alargar a faixa de areia da Meia Praia, o que pode colocar em evidência mais um avanço significativo no tocante ao licenciamento ambiental da obra.
A empreitada tende a melhorar o turismo e ampliar as ofertas de serviço na região. Nesse ínterim, o município confirmou ter conseguido a Licença Ambiental Prévia (LAP), que atestou a viabilidade da obra. Contudo, para que as operações saiam do papel, é necessário se enquadrar às exigências técnicas estabelecidas.

Ao longo dos últimos meses, representantes da prefeitura estão trabalhando para cumprir todas as exigências e ajustar os estudos solicitados pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). Essa medida tem a finalidade de conseguir a Licença Ambiental de Instalação (LAI), documento que possibilita o início efetivo da obra.
“O licenciamento é um processo rigoroso e exige diversos estudos complementares. Estamos finalizando as adequações solicitadas pelo IMA para garantir segurança jurídica e ambiental, e a expectativa é que a LAI seja liberada ainda este ano, permitindo o início da licitação da obra no próximo período”, afirmou o secretário de Governo e Infraestrutura, Marcelo Correia.
Custo alto para residir na cidade do sul do Brasil
De acordo com o levantamento efetuado pelo Índice FipeZap, Itapema se destaca como uma das cidades mais caras para morar no Brasil. Enquanto o município apresenta média de R$ 13.735 por metro quadrado, Balneário Camboriú assume o protagonismo com a faixa de R$ 14.206. Por sua vez, o top 3 é encerrado com Vitória, capital do Espírito Santo, com padrão de R$ 12.781.




