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Júpiter, o maior planeta do sistema solar, poderá ser visto a olho nu neste sábado

A boa visibilidade acontece porque o gigante gasoso estará em oposição, fenômeno astronômico que acontece quando a Terra fica diretamente alinhada entre Júpiter e o Sol

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Os amantes da astronomia têm um motivo a mais para observar o céu na noite deste sábado, 10: a possibilidade de ver Júpiter a olho nu. Segundo a Nasa, o maior planeta do sistema solar atingirá o seu ponto máximo de brilho durante todo o ano de 2026

A boa visibilidade acontece porque o gigante gasoso estará em oposição, fenômeno astronômico que acontece quando a Terra fica diretamente alinhada entre Júpiter e o Sol. Esse alinhamento faz com que o gigante gasoso fique maior e mais brilhante no céu.

"Nesse alinhamento, Júpiter parecerá maior e mais brilhante no céu noturno do que em qualquer outro momento do ano", disse a agência especial.

Para observar Júpiter, Nasa recomenda olhar em direção ao leste e buscar a constelação de Gêmeos. O planeta será um dos objetos mais brilhantes do céu.

Outros fenômenos em janeiro

A oposição de Júpiter não será o único evento astronômico de janeiro. Ainda de acordo com a Nasa, no próximo dia 23, Saturno e Lua também chamarão atenção ao estarem próximos um do outro no céu, fenômeno definido como conjunção.

"Uma conjunção ocorre quando objetos no céu parecem próximos uns dos outros, embora na realidade estejam distantes", diz Nasa.

Para avistá-los, basta olhar para o este e verá Saturno logo abaixo da Lua.

ALERTA MÁXIMO

EUA têm protestos após mulher ser morta por agente de imigração

Autoridades disseram que um agente do ICE atirou contra a motorista após ela tentar usar o veículo para atropelar policiais

08/01/2026 07h27

Manifestantes foram reprimidos com uso de força pelas agências policiais em diferentes cidades dos EUA

Manifestantes foram reprimidos com uso de força pelas agências policiais em diferentes cidades dos EUA

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Protestos se espalharam por cidades dos Estados Unidos após um agente de imigração matar uma mulher a tiros durante uma operação realizada na quarta-feira, 7, em Minneapolis. Em Nova York, cerca de 400 pessoas se reuniram em frente a um escritório regional do Serviço de Imigração e Aduanas (ICE, na sigla em inglês) no sul de Manhattan.

No protesto, políticos locais estiveram presentes e alertaram a multidão para permanecer em "alerta máximo" diante de possíveis batidas do ICE. Manifestações também foram registradas em outras cidades como Miami e Nova Orleans.

Em entrevista coletiva, a secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, fez referência aos protestos que tomaram Minneapolis após o assassinato de George Floyd pela polícia local em 2020. Segundo ela, "esta cidade já pegou fogo antes", em crítica ao governador de Minnesota, Tim Walz, e a lideranças locais, que, de acordo com Noem, não teriam agido com rapidez suficiente. O tiroteio ocorreu a menos de um quilômetro do local onde Floyd foi morto.

O Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) afirmou que um agente do ICE atirou contra a motorista após ela tentar usar o veículo para atropelar policiais durante a operação.

Vídeos gravados por testemunhas e divulgados nas redes sociais mostram agentes se aproximando de um SUV parado no meio da rua e tentando abrir a porta do lado do motorista. Em seguida, o carro arranca, e outro agente, posicionado à frente do veículo, dispara ao menos dois tiros.

O automóvel avança, empurra o agente para trás sem derrubá-lo e colide com dois carros estacionados antes de parar. Pessoas que presenciaram a cena reagiram com gritos de choque. (Com agências internacionais).


 

comoção

Presidente do grupo Corona é sequestrado e assassinado no México

O empresário foi capturado em uma rodovia e a suspeita dos investigadores é de que tenha sido escolhido aleatoriamente pelos ladrões

08/01/2026 07h20

Apesar da coincidência do nome, empresas de José Adrián Corona Radillo não produzem a cerveja Corona vendida no Brasil

Apesar da coincidência do nome, empresas de José Adrián Corona Radillo não produzem a cerveja Corona vendida no Brasil

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O empresário José Adrián Corona Radillo foi sequestrado e assassinado, afirmou a imprensa do México. Natural do país, ele comandava a empresa conhecida pela fabricação de tequila e outras bebidas alcoólicas.

De acordo com o jornal El Universal, Radillo viajava com a família de carro quando foi abordado por criminosos em uma rodovia no Estado de Jalisco no dia 27 de dezembro.

Os bandidos levaram pertences pessoais da família e sequestraram o empresário, deixando os demais ocupantes do carro à beira da estrada. Rodillo foi assassinado e seu corpo foi encontrado dois dias depois num lugar próximo. De acordo com o jornal, o corpo apresentava sinais de violência e ferimentos provocados por arma de fogo.

Conforme o site Infobae, a principal hipótese de investigação da polícia é de que o sequestro tenha acontecido de forma aleatória, sem premeditação por parte dos criminosos.

Apesar de também produzir bebidas alcoólicas, o grupo Corona que era liderado por Radillo não tem relação com a cerveja Corona, que é uma das marcas da companhia belga-brasileira Anheuser-Busch InBev. O grupo Corona é focado em tequilas, vinhos, licores e mezcal.

O crime contra Radillo provocou comoção no setor de bebidas e colocou empresários em alerta, já que ele era considerado uma figura popular e respeitada na região, de acordo com o jornal Milenio.


 

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