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conflito generalizado

Todos que achávamos que poderiam assumir o poder no Irã morreram, diz Trump

"Não será ninguém que pensávamos, porque todos estão mortos. O segundo e terceiro na linha de sucessão morreram", disse Trump, em entrevista

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que todas as lideranças que haviam sido identificadas para assumir o comando do Irã após o assassinato do aiatolá Ali Khamenei, no sábado, 28, morreram em decorrência da ofensiva.

"Não será ninguém que pensávamos, porque todos estão mortos. O segundo e terceiro na linha de sucessão morreram", disse Trump, em entrevista ao jornalista Jonathan Karl, divulgada pelas redes sociais.

Trump afirmou também que matou o aiatolá antes que fosse morto pelo regime iraniano. "Eles tentaram duas vezes. Bem, eu o peguei primeiro", disse o americano, em referência a um episódio de 2024.

INSTALAÇÕES NUCLEARES

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Mariano Grossi, afirmou que, "até agora", não há nenhuma indicação de que qualquer uma das instalações nucleares tenham sido danificadas ou atingidas, incluindo a usina nuclear de Bushehr, o Reator de Pesquisa de Teerã ou outras instalações do ciclo de combustível nuclear no Irã. A declaração foi dada em sessão especial do Conselho, nesta segunda-feira (2).

Ele acrescentou que a AIEA continua tentando contatar as autoridades reguladoras nucleares iranianas por meio do próprio Centro de Incidentes e Emergências da AIEA, mas está "sem resposta até agora" dadas as limitações nas comunicações causadas pelo conflito.

Grossi pediu contenção militar, alertando que o Irã e muitos outros países na região que foram alvos militares têm "usinas nucleares operacionais e reatores de pesquisa nuclear, bem como locais de armazenamento de combustível associados, aumentando a ameaça à segurança nuclear".

Ele acrescentou que, até agora, "nenhuma elevação dos níveis de radiação acima dos níveis de fundo usuais foi detectada em países que fazem fronteira com o Irã."

O embaixador do Irã na AIEA, Reza Najafi, no entanto, alegou nesta segunda que ataques aéreos dos EUA e Israel tiveram como alvo a instalação de enriquecimento de Natanz em seu país, o que contradiz o comentário de Grossi. "Novamente, eles atacaram as instalações nucleares pacíficas e salvaguardadas do Irã. Sua justificativa de que o Irã quer desenvolver armas nucleares é simplesmente uma grande mentira", disse. 

PERSPECTIVA DE DIÁLOGO

John Bolton, ex-conselheiro de Segurança Nacional do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse ao site Politico que as sanções contra o Irã podem ser levantadas pela Casa Branca, a depender do governo que se formará após o assassinato do aiatolá Ali Khamenei.

Bolton entende que os preços do petróleo vão subir no curto prazo devido à paralisação do fluxo provocada pelas seguradoras. Contudo, a possível suspensão das sanções a médio prazo pode derrubar o preço das commodities.

"Será necessário investir para atualizar os equipamentos, que estão ultrapassados e danificados, mesmo que não tanto quanto na Venezuela", disse o ex-conselheiro de Trump.

 

radicalismo

Copiloto que atacou voo da FlyDubai já era proibido de voar em Omã

Ele havia sido barrado em empresas de seu país por suspeita de radicalismo religioso. Mesmo assim ele conseguiu emprego na empresa de Dubai

03/10/2026 07h09

Possível tragédia com aeronave da FluDubai foi evitada porque um piloto indiano consegui tomar o controle do avião

Possível tragédia com aeronave da FluDubai foi evitada porque um piloto indiano consegui tomar o controle do avião

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O copiloto da Flydubai que esfaqueou o comandante do voo FZ1073, que saiu de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com destino a Tel-Aviv, Israel, na última quarta-feira, 30, não tem permissão de pilotar em Omã, onde nasceu, devido à suspeita de que ele tivesse adotado visões ideológicas radicais. A informação, revelada sob condição de anonimato, foi publicada pelo Wall Street Journal neste sábado, 3.

Apesar da proibição, ele foi contratado pela Flydubai, o que lhe permitiu operar a rota que liga os Emirados Árabes Unidos a Israel. Ainda segundo a reportagem do WSJ, o autor do atentado é um cidadão omanense chamado Hamam al-Hammami, revelaram outras fontes ligadas à investigação em andamento do caso.

Na quinta, 1º, o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, afirmou que o copiloto havia sofrido "radicalização islâmica", mas sem apresentar provas. "Estamos investigando se ele foi enviado, e quem o enviou pagará um preço muito alto", disse Netanyahu em uma mensagem de vídeo na sexta, 2.

A declaração vai na mesma linha da do presidente Donald Trump, que, no final da quinta, afirmou que os Estados Unidos realizarão um grande ataque contra o Irã caso seja confirmado que o país persa é o responsável pelo atentado ocorrido no voo da Flydubai. O mandatário americano diz considerar provável o envolvimento de Teerã no caso.

O ataque deu início à uma crise no setor aéreo da região, levantando questões sobre a segurança da aviação e afetando um Oriente Médio já abalado pela guerra entre os EUA e o Irã. O governo de Israel emitiu alertas de segurança para o espaço aéreo local. Voos com origem nos Emirados Árabes só voltaram a pousar em Israel neste sábado.

Dubai se tornou um destino popular para israelenses desde que Tel-Aviv e Dubai estabeleceram relações diplomáticas em 2020 como parte dos Acordos de Abraão, mediado pelos Estados Unidos, que visavam normalizar as relações entre Israel e os países árabes.

suspeita de terrorismo

Avião com destino a Israel faz pouso de emergência na Arábia Saudita

Informação inicial é de pilotos teriam brigado, mas também existe suspeita de ação terrorista que teria sido praticada pelo copiloto

30/09/2026 07h35

Avião da empresa FlyDubai  fez pouso de emergência e Israel suspeita de possível ato terrorista

Avião da empresa FlyDubai fez pouso de emergência e Israel suspeita de possível ato terrorista

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Um avião comercial que viajava dos Emirados Árabes Unidos para Israel fez um pouso de emergência na Arábia Saudita, gerando preocupações momentâneas sobre um possível sequestro e levando Tel-Aviv a mobilizar caças nesta quarta-feira, 30.

Uma autoridade regional informada sobre o incidente, que falou sob condição de anonimato, disse que uma briga eclodiu na cabine de comando e aparentemente envolveu os pilotos. Não ficou claro de imediato o que motivou a briga.

Passageiros a bordo relataram por telefone que ouviram gritos de outros viajantes na parte dianteira da aeronave durante a confusão, afirmando que o avião perdeu altitude bruscamente antes de pousar na Arábia Saudita.

O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, informou posteriormente que a situação estava sob controle.

Na aeronave estavam 180 pessoas, sendo em torno de 100 israelense e a suspeita é de que um dos pilotos tenha tentado sequestrar a aeronave. Uma equipe de pilotos à paisana estava na aeronave e conseguiu pousar em segurança, já que o piloto estava ferido. 

Um segundo voo da mesma empresa também fez um pouso emergencial, mas até a manhã desta quarta-feira não havia informações sobre os motivos que levaram a este segundo pouso emergencial. 

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