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Condenação infiel

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Pastor e igreja são condenados a indenizar família

Confira a coluna de Leandro Provenzano desta quinta-feira, 4 de abril de 2024

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A história começa com a promessa de uma viagem dos sonhos, a Caravana, que teve seu chamado divulgado pelos corredores e salões da igreja local. Sob a liderança espiritual de um Reverendo, a viagem prometia não apenas um roteiro turístico comum, mas uma experiência de fé e comunhão entre os participantes.


Desta forma, uma família de Campo Grande que pretendia realizar a jornada espiritual que prometia cruzar continentes, da Europa a Israel, passando pelo Egito e finalizando em Paris, adquiriu um pacote turístico para uma viagem internacional.


No entanto, a realidade se mostrou menos celestial e mais terrena quando, pouco antes da data marcada para a partida, a agência de viagens responsável pela logística do tour sagrado cancelou o evento. As razões apresentadas foram nebulosas, atribuídas às instabilidades econômicas da época e alta no preço das passagens. Ao que tudo indicou, apesar dos fiéis terem pagado a viagem com bastante antecedência, a agência responsável por toda logística não se programou como deveria e foi surpreendida com a elevação do preço do pacote vendido.

ECONOMIA, INVESTIMENTO E DICAS

Expansão fiscal de R$ 400 bilhões em relação a 2022: Governo Federal trava a economia

Confira a coluna de Michel Constantino desta segunda-feira, 22 de abril de 2024

23/04/2024 00h03

MIchel Constantino Divulgação

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Os sinais da economia começam a traduzir as ações de impulso fiscal do atual governo. De acordo com o analista Marcos Mendes já temos um acréscimo no orçamento em relação a 2022 da ordem de R$ 400 bilhões.
Na coluna passada chamei a atenção dos sinais no Relatório Focus - o último relatório do Banco Central e a última ATA do Copom no mês de abril apresentou sinais de alerta no tocante à redução do ritmo de diminuição da taxa de juros Selic. 


Com o mercado apresentando expectativas de aumento da taxa de inflação, ou seja, expansão monetária realizada pelo governo, o alerta começou a expandir pelas notícias e analistas.


Na semana passada governo propôs reduzir meta fiscal de 2025, que era de superávit para déficit zero, onde, a projeção anterior era de superávit de 0,5% do PIB; Equipe econômica também propôs reduzir a meta de superávit fiscal de 2026 de 1% para 0,25%.


Todo esse movimento fez com que a Bolsa de Valores apresentasse queda, o dólar subiu para mais de 5.25, e a pressão inflacionária começa a sentir nos combustíveis, nos alimentos e nas contas públicas. Estamos no processo de pressão para aumento de salários dos servidores públicos federais, principalmente os professores.
O país depende da economia do agronegócio, da produção de petróleo e da alavancagem do mercado de capitais.

No cenário atual o governo, a política da Petrobrás é fechar as portas para Joint Ventures, privatizações e investimentos externos, no agronegócio os ganhos de produtividade vieram com uma política de economia aberta e de alta concorrência, no governo atual a ideia é fechar a economia e ter um viés menos propenso ou contra o agro. Para a manufatura (indústria) o governo aposta em políticas dos anos 90, com subsídio a automóveis, infraestrutura que já foram alvo de corrupção e construção de empresas estatais que só criam custos para a união.


No olhar fiscal o governo esconde ou tenta esconder os déficits, e, apresenta mudanças no arcabouço fiscal, que acabou de ser criado, fazendo projeções macroeconômicas superpositivas que vão calhar no aumento de impostos, recriação de impostos extintos e aumento da carga tributária. Enfim, um governo de retrovisor. 

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Colunistas

Juca Kfouri: O Real Madrid x Barcelona brasileiro?

Nosso atual maior clássico decepcionou e só projetou o próximo no Maracanã

22/04/2024 00h01

Juca Kfouri Divulgação

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Marque desde já em sua agenda: dia 4 de agosto, um domingo, no Rio de Janeiro, Flamengo e Palmeiras darão sequência, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro à rivalidade estabelecida nos últimos anos em busca da hegemonia no futebol brasileiro.

Como chegarão ao dia é impossível dizer. A única certeza é a de que, estejam como estiverem na tábua de classificação, não haverão de repetir a pelada disputada no feriado de 21 de abril.

O jogo retratou o momento pobre de nosso futebol.

A começar pelo estádio alviverde sem plena capacidade por causa de shows musicais, o que não acontecerá no Maracanã.

Quando o clássico começou, cada um havia vencido o outro 23 vezes, com 27 empates pelo Brasileirão. E havia 12 jogos sem triunfos alviverdes, desde 2017, no torneio, com seis vitórias rubro-negras.

Tite poupava De La Cruz e o goleador Pedro.

Abel Ferreira ia com força máxima, depois de ter sido surpreendido pelo Inter no meio da semana em derrota fora dos seus cálculos.

Mas o primeiro tempo inteiro decepcionou em razão diretamente proporcional à expectativa despertada, sintoma do medo de perder e do desrespeito ao torcedor ávido por espetáculos, como os felizardos ingleses.

O segundo tempo melhorou um pouquinho, embora desse a impressão de que o empate era bem-vindo, fruto também do calendário sabotador que impôs jogo tão decisivo logo na terceira rodada.

Um madridista ou catalão que visse o jogo apresentado como o entre os dois melhores times do país ficaria ofendido, e com razão, com a comparação ao El Clásico como no título desta frustrada coluna, certa de que contaria a história de ótimo jogo.

A bola rolou pouco, as faltas foram demasiadas e nem mesmo o montão de substituições feitas pelos dois treinadores resultou em algo melhor.

Uma criança que tenha sido levada ao estádio certamente se entediou.

A que estivesse diante da TV foi fazer outra coisa.

S.O.S Corinthians!

Aqueles que têm voz e voto no Parque São Jorge, e põem o Corinthians à frente de seus interesses, ou se mobilizam para salvá-lo já ou verão seus atuais dirigentes fazer fortuna à custa da miséria do clube.

Nem se trata de avaliar três jogos sem gols com duas derrotas. É muito pior que o péssimo começo no Campeonato Brasileiro.

Trata-se da fome insana dos que chegaram ao poder depois que a incompetência, a mediocridade e a nebulosidade de administrações anteriores levaram o Corinthians à terra arrasada.

O time da maior torcida do maior mercado brasileiro é apenas reflexo dos saltimbancos que tomaram o clube de assalto voltados aos próprios umbigos.

A hora é agora. Depois, será tarde.

Fora Melo! Fora Rubão! Fora Tuma! Fora Sanchez e Monteiro Alves!

Como diria o corintianíssimo d. Paulo Evaristo Arns, "não há derrotas definitivas para o povo".

Que São Jorge nos proteja!

Crueldade sem fim
Se a rara leitora e o raro leitor quiserem ver com seus próprios olhos a que ponto o futebol é capaz de surpreender e ser cruel, procurem no YouTube os momentos chave da semifinal da Copa da Inglaterra entre o Golias Manchester United e o Davi Coventry City.

Spoiler: estava 3 a 0 para o United e o Coventry empatou, para levar o jogaço à prorrogação, quando acertou o travessão e teve gol anulado no derradeiro minuto, o que forçou a cobrança de pênaltis.

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