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Giba Um

"A Defesa é precaríssima. A Defesa brasileira é incompatível com o tamanho e...

...as potencialidades do Brasil. Nós não temos defesa. Eu digo o que a sociedade precisa saber. Muita gente pensa que nós temos como nos defender; nós não temos", disse José Múcio, ministro da Defesa, sobre eventuais agressões ao país

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Parte da esquerda já se mobiliza para encontrar nomes para ocupar o vácuo de poder que será deixado por Lula, que completa 81 anos em outubro, a partir de 2030. Uma das citadas é a ex-deputada Manuela d'Ávila (RS), pré-candidata ao Senado pelo PSOL.

Mais: Manuela foi vice de Fernando Haddad na campanha presidencial de 2018 e possui predicados elogiados pelos progressistas. É popular na Região Sul, onde a esquerda tem encontrado dificuldades para crescer diante do avanço do bolsonarismo.

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Uma lição de Vida

A jornada de Paulo Gustavo recebeu uma emocionante homenagem nos palcos com o musical "Meu Filho é um Musical", apresentado para convidados na terça-feira (2), no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro. A peça, idealizada por Déa Lúcia e Ju Amaral, mãe e irmã do humorista, revisita momentos importantes de sua vida, desde a infância em Niterói até o sucesso que o transformou em um ícone querido por milhões. Com uma mescla de música, humor e emoções profundas, o espetáculo não apenas celebra a trajetória do artista, mas também destaca a influência duradoura que ele exerceu sobre a cultura brasileira. No palco, Pierre Baitelli e João Pedro Chaseliov representam Paulo Gustavo em diversas fases de sua vida. Durante a estreia, Thales Bretas, que foi casado com Paulo Gustavo de 2015 até a morte do ator, destacou a significativa mensagem que a peça transmite ao público: "O aprendizado de uma pessoa que batalhou, que chegou onde quis com muita determinação, que tinha muito talento, muito humor. O aprendizado de não desistir, de que coisas tristes acontecem, mas que a arte transforma. Muita coisa. Acho que tem muitas lições por aí para aprender." Para Thales, o legado de Paulo continua inspirando pessoas, especialmente em lares homoafetivos e na comunidade LGBT+. Entre os convidados estavam Fátima Bernardes, Angélica e Luciano Huck, Ingrid Guimarães e Emanuelle Araújo.

Tarifaço de volta: Flávio sabia antes

Há dias, depois de uma reunião com Trump, no Salão Oval da Casa Branca, quando levou junto o irmão Eduardo Bolsonaro e o influenciador Paulo Figueiredo, o pré-candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro, reuniu-se também com o vice-presidente J.D. Vance, e com o secretário do Estado Marco Rubio, com quem também tirou fotos. Na ocasião, falando sobre a transformação do PCC e do CV em "terroristas", Flávio teria sido informado da intenção de impor um novo tarifaço ao Brasil. De volta ao Brasil, o filho “01”do ex-presidente Bolsonaro informou seu pai sobre o que ouvira de Rubio, mas teriam preferido não passar adiante. Na sequência, Flávio teria preparado uma carta ao próprio Rubio, pedindo que não aumentasse as tarifas sobre o Brasil. Foi o primeiro a enviar o pedido porque já havia redigido o conteúdo, mas não obteve resposta. Do lado de cá, garantiu que eles não haviam conversado sobre o tarifaço.

"Patriotas de verdade"

Em sua carta a Marco Rubio, que muitos apostam não ter sido enviada (uma cópia foi exibida nas redes sociais), Flávio Bolsonaro diz que "fez um pedido direto aos EUA para não taxarem as empresas brasileiras, que já são absurdamente taxadas pelo governo Lula. Os empreendedores já estão sufocados de tanto imposto, burocracia e perseguição". Os petistas contra-atacaram ao emplacar a expressão "Tariflávio" nas redes sociais. Para quem tem memória curta: há menos de um ano, o próprio Flávio declarou que "patriotas de verdade" deveriam celebrar o primeiro tarifaço contra o Brasil. Apostava na sabotagem econômica para livrar o pai da cadeia.

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Demonstração de carinho

A Princesa de Gales, Kate Middleton, e o Rei Charles participaram do evento Cancer Research UK, em Londres, voltado à conscientização e à pesquisa sobre o câncer. Kate Middleton demonstrou um lado carinhoso e pouco comum ao se referir ao Príncipe William durante o evento. Enquanto conversava com o cantor Ronan Keating e sua esposa, Storm, recebeu elogios sobre o marido. Quando Storm disse que William era "um verdadeiro cavalheiro" e Ronan expressou sua admiração por ele, a princesa retribuiu com um sorriso, afirmando: "Eu também." Em outro momento emocionante, Kate conversou com Sebastien Bowen, viúvo de Deborah James, que agradeceu pelo apoio que William ofereceu a seus filhos após a morte da mãe. Com orgulho, Kate comentou: "Ele é bom nisso." As declarações chamaram atenção por romperem a habitual reserva da família real, expondo o carinho e a admiração que a princesa sente pelo marido. O evento também contou com a presença da Rainha Camilla, além do Duque e da Duquesa de Gloucester.

Prêmio de consolação

A desistência de Rodrigo Pacheco (PSB-MG) de concorrer ao governo de Minas Gerais e sua anunciada saída da política não fecham outra porta: o Tribunal de Contas da União (TCU). Há articulações de Davi Alcolumbre, presidente do Senado, para arrumar uma cadeira em razão da antecipada aposentadoria de Bruno Dantas, alçado ao posto de ministro em uma das vagas destinadas à indicação do Senado. Ele é cria do MDB, que já topou a substituição. Pacheco evita fechar a porta do TCU, onde pode até dar muita dor de cabeça para Lula.

Trocou de enforcado

Quando explodiram as informações sobre os 25% de tarifa geral sobre produtos brasileiros, Lula saiu na frente chamando os filhos do ex-presidente Bolsonaro de "vendilhões da pátria": "Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. São traidores. Por menos do que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado." E cometeu um tropeço e tanto: enforcado não foi Silvério dos Reis, mas o próprio Tiradentes. Nas redes sociais, a troca ganhou os mais diversos comentários, e o pessoal da oposição escreveu que "Lula fugiu da escola" (ele cursou apenas o ensino primário).

Pérola

“A Defesa é precaríssima. A Defesa brasileira é incompatível com o tamanho e as potencialidades do Brasil. Nós não temos defesa. Eu digo o que a sociedade precisa saber. Muita gente pensa que nós temos como nos defender; nós não temos”,

disse José Múcio, ministro da Defesa, sobre eventuais agressões ao país.

Material radioativo

O escândalo do Banco Master tem provocado uma verdadeira corrida de políticos, incluindo Ciro Nogueira, que há duas semanas virou alvo da PF, aos tribunais para se afastarem de Daniel Vorcaro, figura bajulada por poderosos no passado, mas agora considerada radioativa para quem precisa de votos para renovar seus mandatos. Pelo menos 12 autoridades já moveram processos de remoção de publicações nas redes sociais sobre relações com o Master e Vorcaro, alegando danos à imagem. Na lista estão Jair Bolsonaro, Rui Costa e Gleisi Hoffmann, além de deputados do PT, PL e Centrão. Na maioria dos casos, a Justiça retirou as postagens do ar.

Férias nos Alpes

O senador Ciro Nogueira (PP-PI), o mesmo que, segundo a PF, recebia pagamentos mensais de Daniel Vorcaro entre R$ 300 mil e R$ 500 mil, ficou hospedado por 13 dias nos Alpes Franceses durante o mês de janeiro do ano passado, com despesas pagas pelo banqueiro do Banco Master. A informação foi revelada pela revista Piauí, que relata ter acessado "mais de sessenta páginas" do relatório da Polícia Federal sobre a apuração do caso. O custo total da viagem foi de R$ 1.849.201,00. Nogueira e sua companheira ficaram hospedados em um hotel de alto padrão em Courchevel, estação de esqui de luxo.

Licença para encanador

O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao Supremo autorização para receber um encanador, a fim de fazer reparos em sua casa, no Condomínio Solar de Brasília. O pedido foi parar nas mãos do relator Alexandre de Moraes. A defesa alega que o encanador iria realizar reparos em um vazamento hidráulico, manutenção de esquadrias, vistoria de equipamentos e instalações na área do imóvel, além de outros consertos. Uma semana depois de deixar o hospital, Bolsonaro foi internado novamente para uma cirurgia no ombro direito e continua com soluços, fadiga e momentos de dor.

"Tiro ao Pix"

Analistas de plantão acham que a tentativa de Trump de embargar ou limitar o uso do Pix, na base da ameaça, trata-se de um daqueles assuntos que podem implodir uma candidatura, no caso, a de Flávio Bolsonaro. Não foi por outra razão, como salienta Vera Magalhães em sua análise, que o filho de Jair correu para mostrar ofício, carta, sinal de fumaça, tudo o que pudesse dissociar a mesma reunião do anúncio de um novo tarifaço e de uma eventual ofensiva contra o meio de pagamento queridinho dos brasileiros. Todo mundo usa, todo mundo gosta, ninguém imagina viver sem.

Dados defasados

O desmatamento ilegal foi um argumento central na investigação do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) para a proposta de um novo tarifaço de 25% contra produtos brasileiros. O documento, porém, cita dados defasados e ignora recentes reduções nas taxas de corte de árvores. Além disso, destaca que o desmatamento no Brasil atingiu um pico em 2021, justamente na gestão de Jair Bolsonaro, quando houve recordes de crimes ambientais na Amazônia. Detalhe: dados técnicos comprovam que o Brasil redobrou a fiscalização e reduziu o desmatamento em todos os biomas, e isso foi apresentado ao governo americano.

Mistura Fina

Analistas de plantão relatam que vem de ativistas de esquerda alinhados ao governo o "espetáculo mais patético", justificando o fato de o governo Lula não agir contra organizações criminosas. Parecem viver uma Síndrome de Estocolmo: defendem, justificam ou minimizam as mesmas gangues que aterrorizam a população. Mal disfarçam fascínio pelos que, nas periferias e favelas, exercem o poder com eficiência brutal. Para eles, criminosos são vítimas da "desigualdade", nunca os algozes.

E mais: soberania não é discurso contra os Estados Unidos; é a capacidade de controlar o território, proteger o povo e impedir que o crime substitua o poder público. Facções controlam rotas de drogas, impõem toque de recolher, recrutam crianças, dominam penitenciárias e até financiam campanhas eleitorais. O governo Lula não age porque, pelo que se vê, não quer. Prefere narrativas e rejeita ajuda externa não por patriotismo, mas por ideologia e conveniência.

A Previ não está depositando muita confiança nos planos da Prefeitura do Rio de Janeiro para a reurbanização e revitalização do Centro da cidade. O fundo de pensão colocou à venda seus principais imóveis na região. O pacote engloba 15 andares do Candelária Corporate, assim como três pavimentos do Edifício Rio Branco 1. A fundação procura comprador também para os dois andares que possui no Teleporto (Centro Empresarial Cidade Nova).

Ao todo, o lote está avaliado em cerca de R$ 190 milhões. A debandada da Previ do Centro do Rio é mais um movimento de redução do portfólio imobiliário do fundo. Na semana passada, a entidade acertou a venda das torres A e B do WTorre Nações Unidas, na Marginal Pinheiros, em São Paulo, para o JS Renda Imobiliária, ligado ao Safra. Além disso, também negocia a venda de sua participação nos shoppings ABC e Metrô Tatuapé, em São Paulo.

In – Plantas internas: bambu-da-sorte
Out – Plantas internas: palmeira de Madagascar

editorial

Crédito não pode virar renda

Embora programas de crédito mais barato sejam importantes no curto prazo, a solução estrutural passa necessariamente pela educação financeira

04/06/2026 07h00

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O crédito continua ocupando um espaço delicado na economia brasileira. Embora alguns indicadores demonstrem melhora gradual no acesso a financiamentos e renegociações, a saúde do crédito ainda inspira preocupação. O endividamento das famílias segue elevado, os juros permanecem altos em diversas modalidades e boa parte da população ainda recorre a empréstimos, não para investir ou adquirir patrimônio, mas para conseguir equilibrar despesas básicas do cotidiano.

Neste cenário, o crédito consignado vinculado ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) surge como uma alternativa menos agressiva para trabalhadores que precisam de dinheiro imediato. Ao oferecer juros menores e facilitar renegociações de dívidas, a modalidade cria condições mais acessíveis para quem enfrenta dificuldades financeiras. Nesta edição, mostramos que Mato Grosso do Sul já movimentou R$ 1,6 bilhão em créditos do consignado do FGTS, número expressivo quando comparado a diversos outros indicadores da economia local.

É inegável que o acesso ao crédito tem papel importante na dinâmica econômica. Ele movimenta consumo, permite investimentos e ajuda famílias e empresas a realizarem projetos que demorariam muitos anos para sair do papel apenas com renda própria. O crédito, quando utilizado de forma saudável, é uma ferramenta de desenvolvimento.

Basta observar o setor imobiliário. Sem financiamentos de longo prazo, quantas famílias de classe média conseguiriam adquirir o primeiro imóvel? Em muitos casos, levaria décadas. Isso também vale para a compra de veículos de trabalho, equipamentos agrícolas, máquinas industriais e outros bens de capital elevado. O crédito é, portanto, uma alavanca econômica indispensável para o crescimento das sociedades modernas.

O problema começa quando o crédito deixa de ser instrumento de investimento e passa a funcionar como complemento de renda, e esta distorção se tornou cada vez mais comum no Brasil. Milhões de famílias recorrem a empréstimos para pagar supermercado, contas básicas, remédios ou outras despesas correntes. Isso evidencia não apenas dificuldades financeiras imediatas, mas também fragilidade na educação financeira da população.

Crédito não é salário, não substitui aumento de renda, não corrige desequilíbrios permanentes do orçamento e tampouco pode servir como solução contínua para dificuldades financeiras. Quando utilizado desta forma, acaba se transformando em armadilha, alimentando ciclos de endividamento difíceis de romper.
Por isso, embora programas de crédito mais barato sejam importantes no curto prazo, a solução estrutural passa necessariamente pela educação financeira. O Brasil ainda forma gerações inteiras sem nenhuma orientação consistente sobre orçamento doméstico, planejamento, juros, investimentos ou consumo responsável.

Melhorar o índice de educação financeira da sociedade é fundamental para que o crédito cumpra sua verdadeira função: impulsionar crescimento patrimonial e desenvolvimento econômico, e não servir apenas como paliativo para dificuldades do dia a dia. O acesso ao crédito precisa ser ampliado, mas acompanhado de consciência financeira. 

Giba Um

"Perguntei a Lula se pediu a ela (Simone Tebet) para vir colaborar conosco em São Paulo ou para...

...ser senadora. Ele disse que pediu para colaborar. Eu espero que ela colabore com o que for designado, como eu o farei", de Márcio França, que não quer ser vice de Haddad; quer disputar o Senado.

04/06/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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Das vezes em que esolveu sair de Brasília, sem contar suas viagens ao exterior, Lula investiu pesado em agendas no Sudeste brasileiro, que concentra os três maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, nessa ordem. Viajou por 55 trechos entre o início de janeiro e o dia 29 da semana passada.

Mais: para o Sul, só esteve uma vez neste ano: em 20 de janeiro, quando foi a Pelotas (RS). No Centro-Oeste, terra do agronegócio, apenas duas viagens: para Campo Grande (MS) e Anápolis (GO). Outra região para a qual Lula mais viajou foi o Nordeste: oito vezes, sendo metade delas para a Bahia. No Norte, só esteve , em Manaus (AM)...

Prédio histórico

A Prefeitura de São Paulo vai comprar por R$ 79 milhões o histórico prédio dos Correios (cujo prejuízo chega a R$ 3,1 bilhões), no Vale do Anhangabaú, para instalar centrais de comando do Smart Sampa, da CET e de outros órgãos.O edifício, de 1922, será batizado de SP24, em referência ao funcionamento ininterrupto. A gestão de Ricardo Nunes (MDB) quer inaugurar o espaço até julho. Por ser tombado, a prefeitura não pode fazer mudanças no imóvel. A agência dos Correios que funciona no local será mantida, mas em um espaço reduzido. Em meados de 2025, a prefeitura assinou com a estatal um termo de cessão de uso gratuito por 15 anos. No entanto, a gestão Nunes vinha tentando comprar o prédio desde o último ano do governo Jair Bolsonaro.

Costa-Vorcaro: até onde? 1

A PF tem fortes indícios de que os serviços prestados por Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, a Daniel Vorcaro não se restringiram ao banco estatal. As investigações apontam que, em paralelo às fraudes na compra de carteiras do Master, Costa teria atuado como uma espécie de adviser de Vorcaro, assessorando-o na montagem de fundos e outros veículos financeiros utilizados para irrigar o ecossistema de operações ilícitas do grupo. O ex-presidente do BRB, em mensagens e conversas, apareceria discutindo alternativas para liquidez e circulação de recursos para o Master.

Costa-Vorcaro: até onde? 2

Uma das linhas investigadas indica que Costa ajudou na aproximação do banqueiro com gestores de fundos que passaram a orbitar em torno do Master. O ex-presidente foi bem remunerado pela "consultoria". A PF acusa o executivo de ter recebido de Vorcaro seis imóveis de luxo em São Paulo e Brasília, com avaliação total em torno de R$ 146,5 milhões.

PEC 6x1 para se manter 

Parte do governo tem certeza de que Davi Alcolumbre (União-AP) quer usar a tramitação do projeto que acaba com a jornada de trabalho de 44 horas semanais, a escala 6x1, para viabilizar sua reeleição à Presidência do Senado, em fevereiro de 2027.  Além disso, o senador não parece disposto a entregar de mão beijada uma vitória política a Lula. Alcolumbre agilizou a tramitação da proposta da oposição sobre o tema. O texto é assinado pelo líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN).semana passada. "Se nós não aprovarmos 6×1 o Lula ganha a eleição”.

Giba Um

Fora do padrão

Agatha Moreira e Rodrigo Simas, um dos casais mais admirados da atualidade, revelaram detalhes sobre sua relação de maneira aberta. Eles se destacam por quebrar estereótipos e formam um casal que foge dos padrões. Com a mesma idade, signo e profissão, costumam brincar que são como um espelho um do outro. Com mais de 14 anos de amizade e um romance que começou em 2018, baseiam sua conexão em comunicação, respeito e liberdade. Apesar de morarem juntos e se considerarem casados, não sentem a necessidade de se submeter às convenções tradicionais. O que importa para eles é experimentar o amor sem rótulos e manter diálogos sinceros sobre todos os assuntos, incluindo desejos, mudanças e as várias fases da vida. Agatha enfatiza: “Independentemente de qualquer coisa, queremos que o outro seja feliz”. Outra perspectiva que o casal compartilha é a visão sobre a família. Embora os fãs desejem que tenham um filho, Agatha revela que a maternidade não faz parte de seus planos futuros. Apesar do carinho por crianças, ela reconhece que valoriza imensamente o estilo de vida que construiu e não tem intenção de abrir mão dele. "Ser tia é o melhor papel que eu poderia desempenhar". Para Rodrigo, a definição de família vai além de regras ou estruturas, baseando-se no amor, respeito, honestidade e cuidado mútuo. Ambos acreditam que já vivenciam isso. 

Dinheiro do filme teria outra fonte

No começo da semana, a Polícia Civil de São Paulo apreendeu computadores, celulares, documentos e notas fiscais em empresas e em uma ONG da dona da produtora do filme sobre Jair Bolsonaro, Karina Ferreira da Gama. A polícia acredita que "existem consistentes suspeitas de confusão patrimonial" nas declarações da ONG e que parte dos R$ 108 milhões repassados pela Prefeitura de São Paulo a um projeto de instalação de cinco mil pontos de wi-fi tenha sido desviada para custear a produção do filme. Flávio Bolsonaro, quando soube da operação — e da suspeita —, saiu logo para dizer que a ação policial "não tem nada a ver com o filme" (poucos teriam acreditado). Até agora, o mesmo Flávio não deu explicações para os mais de R$ 60 milhões que recebeu do "irmão" Daniel Vorcaro e apresentou um contrato com cláusulas que o impediam de falar sobre o assunto. Um integrante do PL teria ouvido, há dias, Flávio dizer que nunca assinou um contrato. Um documento sobre US$ 20 milhões teria sido assinado pelo produtor Mário Frias, deputado federal (PL-SP), que logo viajou para o Bahrein para escapar dos jornalistas (alegou uma "missão oficial"). Ao seu lado, Eduardo Bolsonaro.

Dúvida cruel

Flávio Bolsonaro quer conseguir uma prestação de contas do que foi gasto no filme de seu pai. Não tem ideia de por onde começar. O longa foi produzido pela Go Up Entertainment, de Karina Ferreira da Gama, a mesma do instituto contratado para implementar o programa de internet gratuita, a ONG Instituto Conhecer Brasil. Flávio está achando que a medida de Trump, que transforma PCC e CV em organizações terroristas, possa acabar virando um ponto de mudança em sua campanha, dependendo das ações do Departamento de Estado, que podem ser boas para os EUA e péssimas para o Brasil.

Giba Um

Nome para guardar

Vivian Wilson, 22 anos, filha trans de Elon Musk, é um dos principais nomes da nova campanha da Savage X Fenty, marca de lingerie criada por Rihanna para homenagear o Mês do Orgulho LGBTQIAPN+. Ela aparece usando peças da coleção em uma campanha que enfatiza a inclusão, a diversidade e a representatividade. Sua participação gerou bastante repercussão nas redes sociais da marca, onde recebeu muitos elogios e foi chamada de “estrela” e “modelo favorita” pelos seguidores. Além de seu trabalho na indústria da moda, Vivian é conhecida pelo afastamento de Elon Musk. A relação entre os dois se rompeu em 2020, quando ela se assumiu como mulher trans. Posteriormente, fez a alteração legal de seu nome, abandonou o sobrenome Musk e adotou o sobrenome da mãe, Justine Wilson. Vivian já afirmou que não tem interesse na fortuna da família e faz questão de ressaltar sua independência financeira. Ela iniciou oficialmente sua carreira na moda em maio de 2025, ao protagonizar sua primeira grande campanha publicitária. Após retornar de um período de estudos em Tóquio, decidiu se dedicar à modelagem e assinou contrato com a renomada agência internacional CAA (Creative Artists Agency).

Giba Um

Bronca de Janja

Comentário de Janja da Silva, no Palácio da Alvorada, ao ver a reunião do marido, de 80 anos, com seu núcleo de campanha, formado por Paulo Okamoto (70 anos), José Gabrielli (76), Gilberto Carvalho (75) e outros: "Só tem homens brancos e velhos... Cadê as mulheres?" Dias depois, a psicóloga e sindicalista Mônica Valente foi incorporada ao grupo.

Subcontratadas

O delegado Antônio Carlos Silveira, titular da 2ª Delegacia da Divisão de Crimes contra a Administração, acredita que recursos do programa "WiFi Livre SP" tenham sido desviados para a produção do filme "através de contas das empresas subcontratadas e das demais organizações sociais geridas pela investigada para a lavagem dos valores desviados do erário de São Paulo". As subcontratações somaram R$ 98 milhões. Nesse valor estão incluídos pagamentos às empresas Make One (R$ 36 milhões) e UltraIP (R$ 30 milhões), além de R$ 12 milhões destinados às empresas Complexys e Fast Future, que pertenceriam a um mesmo casal "associado à investigada Karina Ferreira da Gama", muito amiga de Mário Frias.

Entrando em vigor

A medida de Trump entra em vigor no próximo dia 5, sexta-feira, e, segundo analistas, é tão ampla que permite sanções unilaterais tanto  a um banco que mantenha uma agência na à Rocinha ou Paraisópolis, por supostamente ter ligações indiretas com áreas dominadas pelas facções, ou para uma exportadora de etanol que vendeu produto a um posto de combustível que lavou dinheiro criminoso. No México, os EUA sancionaram quatro bancos, vários cassinos e dezenas de políticos. Especialistas apostam que quem comemora está de má-fé. Haverá impacto sobre a economia, e novas tarifas serão anunciadas. E podem até impedir o uso do Pix.

Mistura Fina

Autor e especialista em segurança pública, Alessandro Visacro avalia que a decisão dos EUA de classificar organizações criminosas brasileiras como grupos terroristas "não ameaça a soberania do Brasil". E acrescenta: "A verdadeira ameaça é a própria atuação desenfreada desses grupos dentro e fora do país. Já caracteriza uma violação flagrante da soberania. Nossa soberania já vem sendo ameaçada por esses grupos armados criminosos". "A soberania vem sendo solapada há décadas", diz Visacro, que vê áreas de "microssoberania" das próprias facções dentro do território brasileiro.

Para um presidente falante, chama a atenção o medo. Quase infantil e incontrolável diante de Donald Trump, Lula fez de tudo para evitar o encontro na Casa Branca, depois de o Itamaraty adiar a visita na primeira semana de março. Quando a situação ficou incontrolável, impôs veto à imprensa. Não queria testemunhas. Tinha medo de ser humilhado, como Volodymyr Zelensky.

Meio sem querer, Lula assumiu o monopólio da informação para confirmar, negar ou inventar, controlando a narrativa sobre os fatos ocorridos no Salão Oval. Outro medo seria Trump usar o combate ao crime para reproduzir o que fez com Maduro, levado à prisão em Nova York. E a diplomacia brasileira, que já foi tão elogiada, hoje parece servir mais ao medo de Trump do que aos interesses do presidente, enquanto as facções criminosas têm cada vez menos receio da lei.tema financeiro oficial. A ação do crime no cotidiano cria riscos para empresas sofrerem sanções dos Estados Unidos.

In – Cinema: Dia D

Out – Cinema: Alpha

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