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Giba Um

"Ameaça às eleições é uma mentira tecnicamente otimizada e criada a partir...

...de IA. A Justiça Eleitoral atuará com serenidade, firmeza e responsabilidade. Será vigilante, sem ser autoritária"

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José Dirceu, que já deixou o Hospital Sírio-Libanês, fará sessões de quimioterapia de quatro em quatro meses. A princípio, a rotina do tratamento do linfoma pouco afetará a campanha a deputado federal. Pelo relato da equipe médica — Raul Cutait, Roberto Kalil e Celso Arrais — o quadro clínico é animador.

Mais: fora do Hospital, Dirceu vem disparando telefonemas e articulando encontros. Mergulhará nas campanhas de Lula à Presidência (agora, com números melhores) e de Fernando Haddad ao governo paulista. E na sua própria candidatura à Câmara: eleito, o voo seguinte será a presidência da própria Câmara.

Trajetória de vida

A modelo e empresária Hailey Bieber entrou para a lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da revista Time e mostrou que a Rhode nasceu de algo muito maior do que fama. A marca surgiu da mistura entre visão de negócios, redes sociais e uma paixão verdadeira por skincare — o que parecia improvável virou um fenômeno. Em apenas três anos, a Rhode foi comprada pela e.l.f. Beauty em um acordo de US$ 1 bilhão. Hailey conta que sempre quis ir além do “nome famoso”. O objetivo era criar um universo de beleza, lifestyle e conexão real com o público. Mesmo enfrentando críticas, ela apostou na autenticidade, mostrando bastidores, erros e mudanças da marca. Ao mesmo tempo, viveu um dos anos mais intensos da vida: a maternidade. Entre o nascimento do filho Jack, a venda da empresa e a expansão global da Rhode, ela admite ter se sentido sobrecarregada. “Muita coisa mudando ao mesmo tempo”. Prestes a completar 30 anos, Hailey celebra a nova fase com orgulho. “Nem me pagando eu voltaria aos 20 anos. Mal posso esperar para fazer 30 e descobrir o que o futuro me reserva”. Neste mês, Hailey é o rosto de quatro marcas famosas: Saint Laurent, Victoria’s Secret, Calzedonia e Alaïa.

Flávio sai ou não: quem decide é o pai

Valdemar Costa Neto, presidente do PL, espalhou que o partido iria decidir, em 15 dias, se Flávio Bolsonaro iria permanecer como candidato à Presidência ou não, dependendo especialmente de novas e graves revelações envolvendo suas ligações com Daniel Vorcaro, no episódio do dinheiro supostamente destinado ao filme “Dark Horse”. Teve de desmentir tudo o que disse e jurar que estava se referindo ao “crescimento” de Flávio nas pesquisas. E também não falar mais sobre a hipótese de Michelle substituir o enteado na corrida ao Planalto. Quem comandou toda essa determinação, e um tanto irritado, foi Jair Bolsonaro, que criou a candidatura do “01” e manda mais no PL do que Valdemar: só o ex-presidente é quem decidirá o que acontecerá (ou não) ao filho. Valdemar que fique na dele, tentando eleger grandes bancadas no Congresso. Quanto maior a bancada, maior a fatia do dinheiro público que vai para o partido, via fundo eleitoral. Só neste ano, Valdemar terá à disposição R$ 880 milhões. Ou seja: é melhor obedecer Bolsonaro pai, que lançará Flávio justamente para impedir a candidatura de Tarcísio à Presidência. E, em momento algum, o ex-presidente assumirá que Flávio tem culpa no cartório. Para o PT, a manutenção de Flávio é o melhor dos mundos.

Ainda a vice

O clima na sede do PL, depois de Flávio Bolsonaro ter confessado a visita a Daniel Vorcaro já de tornozeleira, é mais do que instável. Valdemar Costa Neto aguentou a determinação de Jair Bolsonaro, depois de descartada a hipótese de Michelle assumir, e tenta achar um vice ou uma vice. O Centrão recuou e não se interessa pela vaga de vice. Republicanos (Tarcísio de Freitas) e MDB devem manter “neutralidade”. No PL, surgiu o nome da deputada Roberta Roma (BA), mulher do ex-ministro da Cidadania, mas o partido ainda avalia abrir vaga para o Progressistas. Também a deputada federal Simone Marquetto, grande liderança católica na Câmara, foi deixada de lado — os evangélicos poderiam não gostar.

Nova fase

A apresentadora Xuxa está passando por uma fase mais leve e contente em relação à sua aparência. Um pouco mais de um ano após realizar um transplante capilar devido à alopecia androgenética, que herdou da mãe, ela comemorou os resultados. “Me fazia muito mal. Eu já estava tirando foto, estava vendo uns buracos em mim. Agora que eu fiz transplante capilar, pra mim foi tão bom”. Depois de 12 horas de cirurgia, ela relata que recuperou sua autoestima e, com bom humor, acrescentou: “Continuo com meu pouco cabelo, mas agora não tô com falha. Não dá pra jogar para um lado e para o outro, mas tô de boa”. A apresentadora também deixou claro que pretende manter os cabelos curtos. “Cabelo comprido não combina mais comigo”. Prestes a iniciar a turnê “O Último Voo da Nave”, Xuxa também quis motivar outras mulheres que enfrentam a alopecia a se informarem e buscarem tratamento: “Poucas mulheres falam sobre isso, mas mulheres que têm alopecia, mulheres que têm qualquer problema de androgenética na vida, por favor, procurem um bom médico, se informem. É dolorido? É. Para algumas mais, para outras menos, mas o resultado é sempre muito bom, porque é ruim você ficar com uma coisa com a qual você não se sente bem”.

 

Aécio tem chance

Quem diria: o PSDB está avaliando apresentar o nome do deputado federal Aécio Neves como pré-candidato à Presidência da República, depois do recuo de Ciro Gomes. Na semana que vem, PSDB e Cidadania, que formam uma federação partidária, estarão reunidos para examinar a ideia. Paulinho da Força, do Solidariedade, e Alex Manente, do Cidadania, pediram que Aécio entre na disputa. Acham que, diante da crise que desabou sobre Flávio Bolsonaro, há espaço aberto para Aécio. E eles apostam que a tendência de Flávio é piorar.

De camarote

Analistas de plantão acham que Lula enfrenta um adversário enfraquecido pelas denúncias e pelas mentiras contadas. Julia Duailibi é uma dessas analistas. O governo assiste de camarote ao senador ser engolido pelos tentáculos de Vorcaro e toca seu pacote eleitoreiro, contando que as entregas da véspera da eleição fortaleçam Lula. Esta semana, foi anunciado crédito para motorista de aplicativo comprar carro, lembrando o auxílio-taxista de Bolsonaro em 2022. Filme sobre Bolsonaro e “capinhas de celular” serão considerados pelo governo “bens básicos da população”, como disse um ministro palaciano defendendo o fim da “taxa das blusinhas”.
 

Pérola

Ameaça às eleições é uma mentira tecnicamente otimizada e criada a partir de IA. A Justiça Eleitoral atuará com serenidade, firmeza e responsabilidade. Será vigilante, sem ser autoritária”,

de Nunes Marques, novo presidente do TSE, depois da festa de R$ 640 mil da posse.

Lavagem de dinheiro

A Polícia Federal não desiste e investiga se o filme dos Bolsonaros foi usado para lavar dinheiro. Só a bolada pedida ao ex-banqueiro pagará três vezes “Ainda Estou Aqui”, vencedor do Oscar em 2025. Quem enfrentou o trailer de “Dark Horse” sabe que a única semelhança entre as produções é a presença de supostos atores diante de uma câmera. Até o americano Jim Caviezel, que interpretou Bolsonaro, fugiu com medo de ser assassinado por faca (como quase aconteceu com o ex-presidente em sua campanha presidencial) e por algum segurança escondido no set. Foi substituído por um “figurante” de costas.

“Estranha no ninho”

Até integrantes que atuaram na produção de “Dark Horse” souberam que a empresa responsável pelo polêmico filme nunca lançou um no Brasil ou no exterior. Uma é a Go Up Entertainment, cuja dona, a jornalista Karina Ferreira da Gama, ganhou o apelido de “Estranha no Ninho”, uma gozação inspirada em “Um Estranho no Ninho”, famoso filme de Milos Forman, protagonizado por Jack Nicholson. Outras empresas em nome de Karina são Go7 Assessoria e ONG Instituto Conhecer Brasil, que jamais registraram ou lançaram qualquer produção em território nacional, seja em cinema, TV aberta ou fechada. São informações da Ancine.

Quem evaporou

Karina Ferreira da Gama entrou no projeto do filme pelas mãos do deputado federal Mário Frias, que assina o roteiro de “Dark Horse”, que enfrenta problemas de lançamento e distribuição. Está no centro da crise criada por Flávio Bolsonaro, que cobrou milhões do ex-banqueiro Daniel Vorcaro para a produção e conseguiu levar R$ 61 milhões, aos quais Mário Frias teve acesso, malgrado administrados por uma empresa de um advogado amigo de Eduardo Bolsonaro (teria levado também uma parte). E aí, surpresa: para escapar, Eduardo e Mário viajaram para o Bahrein, longe da crise.

Crise mineira

Lideranças do PT de Minas Gerais avaliam que Lula precisa recalcular a rota caso seja realmente obrigado a escalar um correligionário para encabeçar a chapa no estado. A leitura é que o presidente cometeu um equívoco ao acreditar que poderia contar com Rodrigo Pacheco para a disputa. Ele nunca quis, de fato, sair candidato ao governo mineiro: sempre teve pesquisas com percentuais pouco favoráveis. Ficou conversando com Lula durante meses, achando que o presidente poderia virar o jogo. Ao contrário: o mineiro não gosta de Lula. Hoje, Rodrigo já sacramentou que está fora.

Quieto demais

Até agora, o candidato ao governo do Paraná, senador Sérgio Moro (PL), tem defendido o presidenciável de seu partido, Flávio Bolsonaro. Perfis da esquerda no X disseram que o ex-juiz da Lava Jato “estaria sendo leniente” com “suspeitas de corrupção” em relação ao aliado, diante dos desdobramentos do caso Master. E ressaltam diferenças em relação à sua atuação na Lava Jato e ao período em que esteve rompido com o bolsonarismo. Ex-ministra e candidata ao Senado, Gleisi Hoffmann diz que Moro exibe “um silêncio ensurdecedor”.

Mistura Fina

O governo Lula abriu as comportas das emendas parlamentares e já pagou R$ 4 bilhões aos congressistas neste ano. Há duas semanas, o valor era de “apenas” R$ 2,7 bilhões, quase metade do total atual. Emendas parlamentares individuais representam R$ 4,1 bilhões, enquanto as emendas de bancada custaram R$ 1,2 bilhão aos contribuintes.

Maio é o mês com maior número de emendas pagas pelo governo Lula em 2026, aponta o Tesouro Nacional: R$ 2,6 bilhões. Já o Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União revela que já foram pagos R$ 11,34 bilhões em emendas parlamentares neste ano. O Portal da Transparência também aponta que o governo reservou R$ 28,3 bilhões para pagar emendas em 2026.

Eugênio Aragão não quis participar de um teatro. O advogado preferiu abandonar a defesa do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa por não concordar com o andamento das tratativas para uma eventual delação premiada. O ex-ministro da Justiça não teria aceitado fazer parte de uma “delação cenográfica”, quase uma “ópera bufa”. O desconforto aumentou depois que Costa começou a fazer chegar informações à PF e à PGR sem apresentar provas robustas. Até agora, muito papo e pouca documentação.

Estão em São Paulo os quatro municípios com as pontuações mais altas no Índice de Progresso Social (IPS) de 2026, que mede a qualidade de vida, pela ordem: Gavião Peixoto, Jundiaí, Osvaldo Cruz e Pompéia. Quando o ranking do IPS considera as unidades da federação, o Distrito Federal fica no topo. São Paulo vem logo atrás, seguido por Santa Catarina. O pior resultado é do Pará, seguido por Maranhão e Acre.

In — Vinílico WPC
Out — Carpete modular

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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