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Giba Um

"As pessoas acham que podem decidir pelo governo. Indicar ministro do STF é uma tarefa...

eminentemente do presidente", de Lula, mandando recado a Davi Alcolumbre, que já disse que, se for Jorge Messias, seu nome terá dificuldades no Senado

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Em nove meses, Lula já armou palanque em 20 estados e e esteve em 52 cidades, usando o mesmo método: anúncios de gestão, discursos exaltando candidatos locais e a sua própria reeleição. Só neste ano, Lula usou a máquina do Planalto para fazer quatro pronunciamentos em rede nacional,

MAIS: os pronunciamentos do presidente brasileiro tiveram foco em medidas de apelo eleitoral e críticas a adversários. De quebra, a reunião ministerial dos bonés azuis, com fotos de todos os ministros e vídeos de IA sobre "nós contra eles" nas redes sociais.

Outro agravamento

Esta semana, o ministro Alexandre de Moraes (STF) autorizou que a médica Marina Grazzuiotin Pasolini faça visitas a Bolsonaro sem necessidade de comunicação prévia à corte. A decisão atende a um pedido da defesa, que alegou, a Moraes, que o ex-presidente apresentava um agravamento no quadro de soluços sem parar, necessitando atendimento médico imediato. Os advogados afirmarem que a e situação requer “celere apreciação" e que o ingresso de profissional é mais que necessário. As crises de Bolsonaro incluem maior dose de soluços, incluindo vômitos e variações de pressão. Quando o ex-presidente dorme, os soluços reduzem, mas ele não consegue dormir pelo mesmos motivos.

Ainda não terminou

Apesar das comemorações do reencontro com familiares presos e do presidente Donald Trump, no Parlamento de Israel, ter afirmado que a guerra em Gaza chegara a um acordo firmado entre Israel e o grupo Hamas, o texto era apenas a primeira parte do plano e há pontos em aberto que exigirão muito dos negociadores antes que a "Paz Trumpiana" possa ser declarada. O primeiro desafio é garantir o cumprimento do cessar-fogo. O cronograma para a retirada completa das tropas israelenses ainda não foi acertado. Mesmo com todas as etapas cumpridas, haverá sempre forças de Israel a "zonas-tampão" em Gaza,  e as armas que o Hamas não pretende entregar.

CBF, campeã do mundo 1 

Quando o assunto é política de remuneração, a CBF deixa seus congêneres internacionais para trás na tabela de classificação. A bonança não se aplica apenas a Carlo Ancelotti, o treinador de seleções mais bem pago do mundo. O presidente da entidade, Samir Xaud lidera entre "os chefes de Estado" das maiores federações internacionais do planeta. Com um salário de R$ 380 mil mensais, recebe por ano o equivalente a US$ 1 milhão (contabilizando também o 13º salário). Para efeito de comparação, o presidente da Federação Alemã de Futebol, Bernad Neuendorf, ganha US$ 266 mil por ano.

CBF campeã do mundo 2

Ainda remuneração: Ignacio Alonso, da Federação Uruguaia, soma em torno de US$ 240 mil por ano, e o nº 1 da Federação Italiana, Gabriele Gravina embolsa US$ 216 mil. Xaud é superado apenas pelo CEO da Federação Inglesa, Mark Billingham, que recebe US$ 1,7 milhão. Só que Bullington, é um diretor-executivo e não o presidente da entidade, na maioria dos casos um cargo de contornos políticos Carlo Ancelotti lidera o ranking entre técnicos das seleções. Seus rendimentos, em torno de 9,5 milhões de euros, correspondem a 3,4% do "PIB" de CBF, leia-se sua receita total.

Olho em Minas

Lideranças do PSD, especialmente as mineiras e a Executiva Nacional, dizem que o partido já tem favorito para disputar o governo de Minas Gerais - e não é Rodrigo Pacheco. O partido de Gilberto Kassab quer incluir Mateus Simões, atual vice de Romeu Zema. Correndo por fora, com pouca chance, Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, que também pleiteia o Senado. Detalhe: PSD não quer se alinhar a Lula no Estado. O presidente não tem torcida uniformizada lá.

Vieira e Rubio: relação cordial

Quando se sentar diante de Marco Rubio, secretário de Estado do governo Trump, talvez ainda nesta semana, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, não estará à frente. Com o inimigo, como tentam fazer crer os bolsonaristas radicais. Além do encontro marcado e fora da agenda oficial que ambos tiveram em julho, em Washington, Vieira e Rubio têm mantido interlocução regular desde o início da crise do tarifaço. Os contatos entre os dois passam longe da belicosidade atribuída a Rubio por Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo. O chanceler brasileiro e o secretário de Estado carregam uma sólida e cordial relação institucional que começou a ser construída durante o período em que Vieira ocupou o posto de embaixador em Washington, entre 2010 e 2014. Na época, Rubio era senador e presidiu a Subcomissão para Assuntos do Hemisfério Ocidental e Narcóticos. Na função, conduziu assuntos dos Estados Unidos na OEA e estabeleceu diálogos com homens da diplomacia de países latino-americanos.

Fomentando o turismo

Ainda Vieira e Rubio: em 2012, os dois trabalharam juntos nos preparativos da viagem da então presidente Dilma Rousseff a Washington. Na ocasião, Rubio chegou a emitir um comunicado saudando a viagem de Dilma, e atuou no Congresso pela aprovação de uma lei que fomentasse o turismo entre os dois países. Em 2023, com Vieira já como chanceler, Rubio (ao lado de dois democratas) apresentou projeto de lei propondo cooperação com o Brasil para o combate ao crime organizado da Amazônia.

 

 Homenagem merecida

A 13ª edição do concurso Miss Grand International irá acontecer no próximo dia 18 no MGI Hall em Bangkok, Tailândia. Para quem não sabe, o concurso, também conhecido como Miss Grand é um concurso de beleza realizado anualmente desde 2013, que se posiciona como uma iniciativa internacional dedicada à promoção da paz e ao combate à violência. O evento utiliza a visibilidade de suas vencedoras para divulgar e incentivar ações voltadas a questões sociais e humanitárias. Apesar de poucos anos de existência, atualmente é classificado entre os três principais concursos do setor, ficando atrás apenas do Miss Universo e Miss Mundo. Entre as 20 concorrentes que se apresentarão na etapa final do dia 18 está a brasileira Kaliana Diniz. A modelo paraibana fez uma justa homenagem ao piloto Ayrton Senna durante desfile do traje típico que foi apresentado na segunda-feira (13). “O traje presta homenagem a Ayrton Senna, o campeão de Fórmula 1 que se tornou um dos maiores heróis do Brasil. Mais do que vitórias na pista, ele inspirou o mundo com sua coragem, simplicidade, disciplina e profundo amor por seu país”, explicou a modelo.

Confiança mútua

Mais: só designarem Mauro Vieira, ladeado por Geraldo Alckmin e Fernando Haddad e Marco Rubio para conduzir as negociações em busca de uma possível solução para o tarifaço, o Planalto e a Casa Branca sinalizaram aonde querem chegar. Em diplomacia, esse tipo de relação e de conhecimento pessoal ajuda. Não é exatamente sinônimo de consenso, mas as conversas já começam com algum grau de confiança mútua e reconhecimento recíproco das linhas vermelhas de cada um. E mais: as notícias espalhadas de que Rubio não atendia telefonemas de Vieira são falsas. Era ofensiva de Dudu Bananinha e seu chevalier servant Paulo Figueiredo.

Novo cenário

Nas casas noturnas famosas da cidade de São Paulo, drinques com bebidas destiladas deram lugar  ao vinho, a cerveja, e coqueteis enlatadas, já prontas para beber. Destilado incolores não são vendidos, em doses ou drinques. Na média geral, a venda de drinques em outros tantos bares da cidade, caiu cerca de 85%, e houve  queda no faturamento perto de 40%. Em alguns endereços, surgiram quatro novos drinques à base de espumante, vinho branco, vinho tinto e licor, mas não são tantos os que apreciam.

Negócios ilícitos

A Associação Brasileira de Combate à Falsificação está  publicando um ranking de prejuízos de 2024, em bilhões de reais, da atividade criminosa na economia e cofres públicos do país em negócios ilicitados. E o segmento de bebidas alcoólicas falsificadas, incluindo perdas de sonegação fiscal e mais prejuízos impostos ao mercado, é o campeão com R$ 86 bilhões, seguindo na segunda classificação vestuário com R$ 51 bilhões. Depois, por ordem: combustíveis (R$ 29 bilhões), Material Esportivo (R$ 23 bilhões), Perfumaria (R$ 21 bilhões), Defensivo Agrícolas ( R$ 20,5 bilhões), TV por assinatura (R$ 12,1 bilhões), Autopeças (R$ 12 bilhões), Medicamentos ( (R$ 11,5 bilhões) e Materiais Elétricos (R$ 11 bilhões).

Mistura Fina

Líderes da direita estudam cenário cada vez mais provável: a eleição presidencial de 2026 "sem Bolsonaro". A conclusão é que Eduardo não pode voltar dos EUA, sob risco de prisão, e Michelle, se topar, disputar o Senado. Sobra Flávio, que deverá renovar seu mandato de senador. De olho em votos mineiros cruciais, o governador Romeu Zema teria até chances de virar vice. No máximo.
 
Outra pré-candidata à vice, Teresa Cristina, ex-ministra de Bolsonaro, não tem fama de radical e pode atrair o voto feminino. Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro de Bolsonaro, é lembrado também para a vice, apesar de jurar que não tem qualquer pretensão. Sobram os governadores Tarcísio de Freitas (já esteve em situação melhor), Ronaldo Caiado (com poucas chances) e Ratinho Jr., com perspectivas melhores sob orientação de Gilberto Kassab. A propósito: hoje, naFaria Lima, boa parte já conta com Lula 4.

O BTG acaba de comprar a dívida de R$191 milhões do BDMG na Invepar e agora negocia a compra da dívida de R$ 220 milhões do Banco do Brasil na mesma empresa. Itaú e Bradesco também são credores de R$ 220 milhões cada um.

A Vision One, leia-se XP Investimentos, é apontada no mercado como candidata à compra das clínicas oftalmológicas Eye Clinic e Lotton Eyes. Ambas foram colocadas à venda pela Amil. É um negócio que não está mais no foco do empresário José Seripieri Filho, controlador do grupo. Já a XP tem feito seguidos investimentos no segmento de medicina dos olhos. A Vision One nasceu da aquisição, em 2020, do CBV, hospital oftalmológico, em Brasília. Depois, a XP promoveu a fusão da empresa com a tode de clinicas H.Olhos, de São Paulo. Hoje, a Vision One reúne 65 clínicas e hospitais. Uma de suas concorrentes é a Opty, que tem por trás a Pátria Investimentos.

In – Profissão: arquiteto de cloud

Out – Profissão: operadores de telemarketing 

EDITORIAL

O bolso também vai às urnas

Renegociação de dívidas alivia o orçamento, mas não resolve a distância entre o desejo de consumo, a renda e a capacidade de pagamento

19/09/2026 07h15

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Nesta edição, o Correio do Estado mostra que os feirões de renegociação de dívidas e programas como o Desenrola, embora tenham permitido a milhões de brasileiros reorganizar suas finanças, não têm sido o suficiente para resolver o problema do endividamento. Renegociar uma dívida pode aliviar juros e recuperar parte da capacidade de pagamento, mas não elimina as causas que levaram o consumidor a comprometer sua renda.

A explicação para isso tem várias camadas. Em primeiro lugar, os hábitos de consumo não apenas do brasileiro, mas do cidadão do mundo ocidental, mudaram. O aumento da escala de produção tornou mais acessíveis produtos e serviços que antes eram restritos a uma parcela menor da população. Ao mesmo tempo, as redes sociais turbinaram a exposição a esses produtos, criando e ampliando desejos de consumo que nem sempre correspondem à renda de quem os deseja.

O problema surge quando a expectativa de consumo cresce mais rapidamente do que a capacidade financeira. A sociedade passou a conviver com uma vitrine permanente de viagens, carros, roupas, eletrônicos, restaurantes e experiências. O que antes era visto como excepcional passou a ser apresentado diariamente como algo comum e desejável. O consumidor, porém, continua limitado pela renda que recebe.

Dessa distância entre desejo e capacidade de pagamento surgem dois problemas. O primeiro é a frustração de quem não consegue alcançar aquilo que gostaria de ter. O segundo, ainda mais grave do ponto de vista financeiro, é o superendividamento de quem recorre ao crédito para aproximar sua realidade do padrão de consumo que deseja. O crédito, que deveria ajudar principalmente na aquisição de bens duráveis e no planejamento financeiro, acaba sendo utilizado para antecipar uma renda que não existe.

É por isso que os feirões e programas de renegociação, por mais importantes que sejam, não podem ser vistos como solução definitiva. Eles atacam a dívida já existente, mas não necessariamente modificam os hábitos de consumo, as expectativas ou a relação do cidadão com o crédito. Sem essa mudança, existe o risco de que a renegociação apenas abra espaço para um novo ciclo de endividamento.

Essa realidade também terá reflexos sobre as eleições que se aproximam. O bolso do cidadão é uma dimensão concreta da vida pública e pode pesar na forma como parte do eleitorado avalia governos, políticas econômicas e candidatos. Questões como corrupção, rachadinha e soberania continuarão presentes no debate, mas podem dividir espaço com preocupações muito mais imediatas para quem enfrenta dificuldades para fechar as contas do mês.

No fim, a questão é simples e, ao mesmo tempo, complexa: quanto maior a distância entre aquilo que o cidadão deseja consumir e aquilo que sua renda permite, maior tende a ser a pressão sobre seu orçamento e sua percepção sobre a realidade econômica. Compreender essa relação entre consumo, crédito, renda e frustração será importante para entender uma parcela do comportamento do eleitor nas eleições deste ano.

ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

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Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

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