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Giba Um

"Como convidado do G7, encontro das maiores economias do mundo, vejo uma chance de reunião com...

Trump. Eu nem ia para o G7, mas agora eu vou. Alguém tem de colocar ordem na casa e dar um paradeiro nesse desmonte da democracia", disse Lula, já pensando na Lei da Reciprocidade.

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Favorito na corrida pelo governo de Minas Gerais, o senador Cleitinho (Republicanos-MG) revelou desconfiar parcialmente do presidente nacional de sua legenda, o deputado Marcos Pereira (SP), mesmo diante das reiteradas garantias de apoio à sua eventual candidatura.

Mais:   o senador, no entanto, ainda não definiu se irá disputar o governo estadual e afirmou que pretende anunciar sua decisão definitiva entre julho e agosto, após a Copa. Além disso, o parlamentar destacou sentir-se confortável ao ser subestimado tanto por adversários quanto por determinados setores da imprensa.

Terras raras

Quem entende de negociações vê na estratégia de Trump uma tentativa de discutir dois temas que lhe interessam mais do que os Bolsonaros: terras raras e comércio digital. Há fatores que sinalizam interesse nas eleições de outubro. Um deles é a indicação de um novo embaixador para o Brasil ligado ao movimento MAGA (desde o governo Joe Biden, os Estados Unidos estavam sem um titular no cargo). Rubio, por sua vez, transformou o Departamento de Estado em uma trincheira bolsonarista. O número dois da pasta, Christopher Landau, e o conselheiro para assuntos relacionados ao Brasil, Darren Beattie, não têm como principais interlocutores a embaixadora Maria Luiza Viotti, mas sim Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo. Beattie já declarou que Lula representaria o comunismo e também levantou suspeitas sobre as eleições brasileiras de 2022.

"Centrão Futebol Clube" 1

A CBF estuda montar um fundo para financiar clubes das Séries C e D, nos moldes do programa lançado neste ano para a Série B. A pressão não vem apenas dos cartolas, mas, sobretudo, dos parlamentares. É um jogo feito sob medida para o Centrão. Os parlamentares vislumbram a possibilidade de tirar uma casquinha do bilionário caixa da CBF e capitalizar a iniciativa junto às suas bases eleitorais. Ressalte-se que as Séries C e D reúnem 116 times dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal.

"Centrão Futebol Clube" 2

Ou seja: trata-se de um reduto de votos que parece não ter fim. As tratativas são conduzidas junto a Gustavo Dias Henrique, poderoso vice-presidente e principal articulador político da CBF, tratado por muitos como o verdadeiro manda-chuva da entidade, acima até mesmo do presidente Samir Xaud. Em fevereiro, a Confederação lançou o PARF-B, programa de aproximadamente R$ 70 milhões destinado aos clubes da Série B. O apoio às Séries C e D existe, mas ocorre de forma mais modesta, pulverizado em repasses por competição e custeio operacional.

Maiores fatias

O Tribunal Superior Eleitoral estabeleceu a distribuição dos R$ 4,9 bilhões do Fundo Eleitoral para as eleições de 2026. Os partidos PL, PT e União Brasil ficarão com as maiores fatias, somando aproximadamente R$ 2 bilhões. O PL receberá R$ 881,7 milhões, o PT contará com R$ 615,4 milhões e o União Brasil terá direito a R$ 526,2 milhões. Esses recursos públicos poderão ser utilizados em atividades como propaganda, contratação de equipes, transporte e outras despesas relacionadas às campanhas eleitorais.

Talento e merecimento

A atriz Letícia Colin vive um dos momentos mais intensos de sua carreira. Protagonista da novela "Quem Ama Cuida", ela enfrenta uma agenda cheia de gravações, mas faz questão de reservar espaço para o papel que considera mais transformador: o de mãe de Uri, de 6 anos. Em entrevista à revista Marie Claire, revelou o impacto profundo que a maternidade teve em sua vida. "É ótimo trabalhar, mas é bom ter para onde voltar também." Na criação do filho, Letícia procura formar um menino sensível e livre para expressar suas emoções. "Meu filho é um homem que chora, e eu acho isso maravilhoso." Após reatar o casamento com Michel Melamed, o casal encontrou uma forma própria de equilibrar a vida a dois com os cuidados de Uri. "Nós ainda moramos em casas separadas. Estamos juntos, mas temos uma dinâmica diferente." Sobre o período de separação, a atriz foi sincera: "Foi avassalador." Segundo Letícia, a reconciliação aconteceu porque o amor, o respeito e a admiração nunca deixaram de existir. Reconhecida como uma das atrizes mais talentosas de sua geração, ela afirma que aprendeu a valorizar o próprio tempo. Para lidar com a rotina intensa, aposta em pilates, ioga, meditação e alimentação equilibrada. Com quase 30 anos de carreira, celebra a chegada ao horário nobre como protagonista. "Acho a minha carreira bonita. Consigo sentir gratidão e sei que sou merecedora." Mesmo após décadas de atuação, continua fascinada pela profissão e pelos desafios que ela proporciona.

Estilo "Diretas Já"

Lula encarregou o vice-presidente Geraldo Alckmin de promover um movimento de união das classes produtoras e, claro, participar das manifestações. Qualquer relação com as eleições de 2026 não será mera coincidência. A ideia é criar um clima de "Diretas Já", reunindo também correntes antagônicas no cenário político. O mote seria algo como: "Quem não participa é traidor da pátria". Lula, que vinha enfrentando graves problemas macroeconômicos em seu governo, recebeu um presente inesperado. Embora já circule a possibilidade de um novo "torpedo" ser direcionado ao Brasil, em meio a uma série de medidas voltadas a outras nações: a comparação com países que adotariam práticas "análogas" à escravidão, o que poderia resultar em tarifas adicionais. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, já comparou o Brasil a Cuba (ele é descendente de cubanos). Seriam países não alinhados à política norte-americana. O tarifaço segue na direção contrária à candidatura de Flávio Bolsonaro. De estilingue, ele passou a ser vidraça. Há uma divisão entre Trump e o secretário Rubio. Trump olha de cara feia, mas, comparado a Rubio, parece até eleitor de Lula. E mais: Rubio sonha em se tornar o sucessor de Trump nas eleições de 2028 e já prepara novas ações contra o Brasil.

Culpa de Flávio

A deputada Julia Zanatta (PL-SC) relembrou declarações polêmicas atribuídas a Lula contra Donald Trump, citando episódios em que o presidente brasileiro teria chamado Trump de "imbecil" e se referido a Marco Rubio como um "latino-americano frustrado". Em tom de ironia, a parlamentar afirmou que, caso alguma consequência decorra dessas provocações, seria conveniente atribuir a responsabilidade ao senador Flávio Bolsonaro, em uma clara alusão crítica. "Se acontecer alguma coisa, a culpa é do Flávio, ok?"

Se livrando dos rótulos

 Aos 43 anos, Cleo Pires vive uma fase marcada por maior tranquilidade e autoconfiança. Em entrevista, revelou ter encerrado ciclos importantes, o que a fez sentir-se mais livre, segura e em paz. Conhecida por seus papéis marcantes e também como símbolo de sensualidade, a artista afirmou nunca ter rejeitado a imagem de sex symbol. Cleo destacou que valoriza a sexualidade e gosta de explorá-la de maneira criativa. O incômodo, segundo ela, surgiu quando tentaram resumir toda a sua trajetória profissional a essa característica. "Tentavam me reduzir a uma coisa só." A atriz e cantora afirma que sempre buscou explorar plenamente suas possibilidades artísticas. Atualmente no elenco da novela "Coração Acelerado", interpreta uma empresária, após quase oito anos afastada das novelas, não esconde a felicidade de retornar às telinhas. "Sempre amei fazer novela". Ao voltar aos estúdios, percebeu o quanto sentia falta da rotina de gravações. "Quando voltei, pensei: 'Que delícia, eu estava com saudade dessa sensação'". Para Cleo, esse momento reforça que sua carreira é muito mais ampla e vai muito além dos rótulos que tentam lhe atribuir.

Abraçado por Lula

O ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, publicou, na semana passada, um vídeo em suas redes sociais recebendo abraços do presidente Lula durante uma agenda em Catalão, no interior de Goiás. Um dos pivôs do mensalão e também alvo da Operação Lava Jato, Delúbio chegou a ser expulso do partido em 2005, sendo reintegrado em 2011. O petista é candidato a deputado federal por Goiás nas eleições deste ano. Delúbio ficou emocionado com o encontro: "Ele me viu de longe e veio até mim. Nos conhecemos desde os anos 70 e somos amigos e companheiros desde então". Detalhe: Delúbio usava um chapéu idêntico ao de Lula.

Incompetentes

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou, na semana passada, que tanto o partido quanto o senador Flávio Bolsonaro só terão chances de perder a eleição presidencial caso sejam extremamente incompetentes. A declaração foi concedida ao site Poder360, com base em sua avaliação de que o presidente Lula enfrenta elevados índices de rejeição entre os eleitores. Entretanto, pesquisas recentes também apontam uma rejeição significativa a Flávio Bolsonaro. Um levantamento realizado pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg mostrou que o pré-candidato do PL registra 52% de rejeição, percentual próximo aos 50,6% atribuídos a Lula. O cenário eleitoral sofreu mudanças importantes após a divulgação de mensagens trocadas entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. O episódio provocou questionamentos no meio político e pode influenciar os desdobramentos da disputa nos próximos meses.

Desprezo

Os registros da agenda oficial do presidente Lula indicam que em 2026, ele não havia realizado encontros privados com deputados ou senadores. A ausência de reuniões com líderes do Congresso intensifica as críticas dos parlamentares em relação ao distanciamento do presidente. Lula recebeu apenas uma parlamentar em audiência oficial ao longo de 2025:a senadora Leila Barros (PDT-DF). Desde o início do mandato, o número de encontros com congressistas vem diminuindo. Neste ano, também não foram realizadas reuniões com prefeitos ou membros do Judiciário. Governadores foram recebidos em apenas quatro ocasiões.

Mistura Fina

Lula e seus marqueteiros perderam a linha ao recorrerem à desinformação eleitoreira contra a decisão dos Estados Unidos de impor ao Brasil novas sanções tarifárias por supostas "práticas abusivas". Lula tentou atribuir a decisão a Flávio Bolsonaro e ao irmão Eduardo Bolsonaro, o Dudu Bananinha pregando a morte de ambos. Ao fazer isso, ignorou que as sanções decorrem de uma investigação iniciada há quase um ano com base na Seção 301 do USTR, órgão equivalente ao Ministério do Comércio dos Estados Unidos.

Após a nota oficial na qual o governo ameaça retaliar os Estados Unidos, o vice-presidente Geraldo Alckmin foi às redes sociais defender o diálogo. "Diálogo entre os presidentes Lula e Trump em busca da melhor relação comercial para ambos os países", afirmou. Presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho Trad também foi rápido na defesa da negociação entre Brasil e Estados Unidos. "Antes de qualquer escalada, o Brasil deve esgotar os caminhos do diálogo", defendeu Trad, que não pretende utilizar a legislação como instrumento para ampliar as tensões diplomáticas.

Grupo ligado ao PT no Itamaraty teriam recomendado à  Lula  que recusasse o agrément ,  aprovação diplomática indispensável para a nomeação de um embaixador , de Daniel Perez, indicado por Trump para assumir a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília.

A recusa de um agrément é considerada uma medida incomum na diplomacia, mas já ocorreu no Brasil. Em 2016, durante o governo Dilma Rousseff (PT), foi negada a aprovação do embaixador indicado por Israel. 

In - Pão multigrãos

Out - Pão bagel

CLAÚDIO HUMBERTO

"Lula, o dinossauro comunista"

Deputado Mario Frias (PL-SP) sobre Lula (PT) hostilizar os Estados Unidos

05/06/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Lula ignora Congresso em agendas reservadas

Os registros da agenda oficial do presidente Lula comprovam a queixa de parlamentares de que “o Lula do Velho Testamento já não existe mais”. O petista não teve despachos privados com deputados ou senadores, este ano, que já está na metade. Nem mesmo líderes de bancada ou as lideranças do governo na Câmara, Senado e Congresso Nacional, ninguém. Encontros, se houve, só fora da agenda, como as conversas do petista com o enroladíssimo dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

E só!

Ano passado, Lula já demonstrava o desprezo, sobretudo com a Câmara. Só recebeu um parlamentar, a senadora Leila Barros (PDT-DF).

Foi azedando

O tempo mostra que a relação entre Lula e o Congresso só minguou. Em 2024, foram 10 encontros reservados com deputados e senadores.

Clima de oba-oba

No primeiro ano de Lula, o petista recebeu deputados por 17 vezes. Senadores tiveram oito audiências com Lula ao longo de 2023.

Diga que não estou

Este ano, Lula também não recebeu prefeitos ou ministros do judiciário. Governadores, só quatro reuniões e todas no mês de abril.

Lei da ‘reciprocidade’ foi criada para não funcionar

A “Lei da Reciprocidade”, criada por iniciativa do governo Lula (PT) com o propósito de “dar resposta” à primeira rodada de tarifas impostas em 2025 pelo governo Donaldo Trump, prevê muita enrolação antes de produzir consequências. Como um comitê de quatro ministros (Comércio, Casa Civil, Fazenda e Relações Exteriores) para avaliar a taxação, depois discutir contramedidas a serem submetidas a cada ministério e ao Camex, o Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior.

Muitos avisos

O Itamaraty é responsável por notificar o parceiro comercial “afetado pelas contramedidas” em cada fase do processo de discussão e análise.

Muitas consultas

A lei prevê também “consultas diplomáticas” do Itamaraty “com vistas a mitigar ou anular os efeitos” das tarifas e das contramedidas.

Muita conversa

Caso o Camex ache relevante, poderão ainda ser realizadas consultas públicas adicionais antes de implantar qualquer contramedida.

Só para lembrar

Lula bate bumbo para dizer que reduziu de 3,1 milhões para 2,2 milhões a fila do INSS, mas nada fala sobre o número em dezembro de 2022, último ano da gestão Bolsonaro, a fila era a metade: 1,09 milhão.

Dedo-duro

Foi de 10 dias o prazo entre a recusa da Polícia Federal e a nova proposta de delação premiada apresentada pela defesa de Daniel Vorcaro, dono do enrolado Banco Master.

Quem foi

Ronaldo Caiado diz que, além de “desenrolar” endividados, é preciso saber quem enrolou. O pré-candidato à presidência pelo PSD aponta como responsável o “populismo de última hora” da gestão petista.

Se liga

Marcel van Hattem (Novo-RS) alerta para a retomada do convênio entre o INSS e a Contag, ligada a petista e investigada na gatunagem contra o instituto, “malandro não para, dá um tempo”, avisa o deputado.

Dress code

Presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin passou o pito em um advogado que não estava trajado de acordo com a orientação do comando da Corte. O defensor estava sem a beca.

Falastrão

Líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN) lembrou que Lula adorou soltar por aí a tal “química” com Donald Trump e cobrou que o petista coloque em prática a bravata e negocie o fim do tarifaço.

Lá vem trolha

Apesar da promessa de “foco” na indicação do ministro do STJ Benedito Gonçalves como corregedor do Conselho Nacional de Justiça, Davi Alcolumbre avisou que “logicamente haverá votação de outras matérias”.

Faz sucesso

Já passou de 6 mil assinaturas a ideia legislativa (sugestão popular) no site e-Cidadania (Senado) de limitar cargos comissionados em 5% do total de servidores efetivos de cada órgão público em todos os Poderes. Precisa de 20 mil assinaturas, até o dia 9/jun, para virar projeto de lei.

Pergunta no Planalto

Lula ignora o Congresso, ou o Congresso é que não está nem aí para Lula?

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

O sociólogo e o operário

Na campanha de 1978, o MDB de São Paulo lançou ao Senado um professor e sociólogo, que começou distribuindo panfletos na porta da Volkswagen. Era uma chatíssima carta de compromissos, solenemente desprezada pelos operários. Fominha, ele mandou recolher os papéis no chão, para reaproveitá-los. Mas um sindicalista passava por ali, e, gentil, subiu no carro de som de Fernando Henrique Cardoso e, ao microfone, pediu aos companheiros atenção aos panfletos. Deu certo. O sindicalista que quebrou o galho do sociólogo era Luiz Inácio da Silva, o Lula.

Giba Um

"A Defesa é precaríssima. A Defesa brasileira é incompatível com o tamanho e...

...as potencialidades do Brasil. Nós não temos defesa. Eu digo o que a sociedade precisa saber. Muita gente pensa que nós temos como nos defender; nós não temos", disse José Múcio, ministro da Defesa, sobre eventuais agressões ao país

05/06/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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Parte da esquerda já se mobiliza para encontrar nomes para ocupar o vácuo de poder que será deixado por Lula, que completa 81 anos em outubro, a partir de 2030. Uma das citadas é a ex-deputada Manuela d'Ávila (RS), pré-candidata ao Senado pelo PSOL.

Mais: Manuela foi vice de Fernando Haddad na campanha presidencial de 2018 e possui predicados elogiados pelos progressistas. É popular na Região Sul, onde a esquerda tem encontrado dificuldades para crescer diante do avanço do bolsonarismo.

Giba Um

Uma lição de Vida

A jornada de Paulo Gustavo recebeu uma emocionante homenagem nos palcos com o musical "Meu Filho é um Musical", apresentado para convidados na terça-feira (2), no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro. A peça, idealizada por Déa Lúcia e Ju Amaral, mãe e irmã do humorista, revisita momentos importantes de sua vida, desde a infância em Niterói até o sucesso que o transformou em um ícone querido por milhões. Com uma mescla de música, humor e emoções profundas, o espetáculo não apenas celebra a trajetória do artista, mas também destaca a influência duradoura que ele exerceu sobre a cultura brasileira. No palco, Pierre Baitelli e João Pedro Chaseliov representam Paulo Gustavo em diversas fases de sua vida. Durante a estreia, Thales Bretas, que foi casado com Paulo Gustavo de 2015 até a morte do ator, destacou a significativa mensagem que a peça transmite ao público: "O aprendizado de uma pessoa que batalhou, que chegou onde quis com muita determinação, que tinha muito talento, muito humor. O aprendizado de não desistir, de que coisas tristes acontecem, mas que a arte transforma. Muita coisa. Acho que tem muitas lições por aí para aprender." Para Thales, o legado de Paulo continua inspirando pessoas, especialmente em lares homoafetivos e na comunidade LGBT+. Entre os convidados estavam Fátima Bernardes, Angélica e Luciano Huck, Ingrid Guimarães e Emanuelle Araújo.

Tarifaço de volta: Flávio sabia antes

Há dias, depois de uma reunião com Trump, no Salão Oval da Casa Branca, quando levou junto o irmão Eduardo Bolsonaro e o influenciador Paulo Figueiredo, o pré-candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro, reuniu-se também com o vice-presidente J.D. Vance, e com o secretário do Estado Marco Rubio, com quem também tirou fotos. Na ocasião, falando sobre a transformação do PCC e do CV em "terroristas", Flávio teria sido informado da intenção de impor um novo tarifaço ao Brasil. De volta ao Brasil, o filho “01”do ex-presidente Bolsonaro informou seu pai sobre o que ouvira de Rubio, mas teriam preferido não passar adiante. Na sequência, Flávio teria preparado uma carta ao próprio Rubio, pedindo que não aumentasse as tarifas sobre o Brasil. Foi o primeiro a enviar o pedido porque já havia redigido o conteúdo, mas não obteve resposta. Do lado de cá, garantiu que eles não haviam conversado sobre o tarifaço.

"Patriotas de verdade"

Em sua carta a Marco Rubio, que muitos apostam não ter sido enviada (uma cópia foi exibida nas redes sociais), Flávio Bolsonaro diz que "fez um pedido direto aos EUA para não taxarem as empresas brasileiras, que já são absurdamente taxadas pelo governo Lula. Os empreendedores já estão sufocados de tanto imposto, burocracia e perseguição". Os petistas contra-atacaram ao emplacar a expressão "Tariflávio" nas redes sociais. Para quem tem memória curta: há menos de um ano, o próprio Flávio declarou que "patriotas de verdade" deveriam celebrar o primeiro tarifaço contra o Brasil. Apostava na sabotagem econômica para livrar o pai da cadeia.

Giba Um

Demonstração de carinho

A Princesa de Gales, Kate Middleton, e o Rei Charles participaram do evento Cancer Research UK, em Londres, voltado à conscientização e à pesquisa sobre o câncer. Kate Middleton demonstrou um lado carinhoso e pouco comum ao se referir ao Príncipe William durante o evento. Enquanto conversava com o cantor Ronan Keating e sua esposa, Storm, recebeu elogios sobre o marido. Quando Storm disse que William era "um verdadeiro cavalheiro" e Ronan expressou sua admiração por ele, a princesa retribuiu com um sorriso, afirmando: "Eu também." Em outro momento emocionante, Kate conversou com Sebastien Bowen, viúvo de Deborah James, que agradeceu pelo apoio que William ofereceu a seus filhos após a morte da mãe. Com orgulho, Kate comentou: "Ele é bom nisso." As declarações chamaram atenção por romperem a habitual reserva da família real, expondo o carinho e a admiração que a princesa sente pelo marido. O evento também contou com a presença da Rainha Camilla, além do Duque e da Duquesa de Gloucester.

Giba Um

Prêmio de consolação

A desistência de Rodrigo Pacheco (PSB-MG) de concorrer ao governo de Minas Gerais e sua anunciada saída da política não fecham outra porta: o Tribunal de Contas da União (TCU). Há articulações de Davi Alcolumbre, presidente do Senado, para arrumar uma cadeira em razão da antecipada aposentadoria de Bruno Dantas, alçado ao posto de ministro em uma das vagas destinadas à indicação do Senado. Ele é cria do MDB, que já topou a substituição. Pacheco evita fechar a porta do TCU, onde pode até dar muita dor de cabeça para Lula.

Trocou de enforcado

Quando explodiram as informações sobre os 25% de tarifa geral sobre produtos brasileiros, Lula saiu na frente chamando os filhos do ex-presidente Bolsonaro de "vendilhões da pátria": "Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. São traidores. Por menos do que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado." E cometeu um tropeço e tanto: enforcado não foi Silvério dos Reis, mas o próprio Tiradentes. Nas redes sociais, a troca ganhou os mais diversos comentários, e o pessoal da oposição escreveu que "Lula fugiu da escola" (ele cursou apenas o ensino primário).

Pérola

“A Defesa é precaríssima. A Defesa brasileira é incompatível com o tamanho e as potencialidades do Brasil. Nós não temos defesa. Eu digo o que a sociedade precisa saber. Muita gente pensa que nós temos como nos defender; nós não temos”,

disse José Múcio, ministro da Defesa, sobre eventuais agressões ao país.

Material radioativo

O escândalo do Banco Master tem provocado uma verdadeira corrida de políticos, incluindo Ciro Nogueira, que há duas semanas virou alvo da PF, aos tribunais para se afastarem de Daniel Vorcaro, figura bajulada por poderosos no passado, mas agora considerada radioativa para quem precisa de votos para renovar seus mandatos. Pelo menos 12 autoridades já moveram processos de remoção de publicações nas redes sociais sobre relações com o Master e Vorcaro, alegando danos à imagem. Na lista estão Jair Bolsonaro, Rui Costa e Gleisi Hoffmann, além de deputados do PT, PL e Centrão. Na maioria dos casos, a Justiça retirou as postagens do ar.

Férias nos Alpes

O senador Ciro Nogueira (PP-PI), o mesmo que, segundo a PF, recebia pagamentos mensais de Daniel Vorcaro entre R$ 300 mil e R$ 500 mil, ficou hospedado por 13 dias nos Alpes Franceses durante o mês de janeiro do ano passado, com despesas pagas pelo banqueiro do Banco Master. A informação foi revelada pela revista Piauí, que relata ter acessado "mais de sessenta páginas" do relatório da Polícia Federal sobre a apuração do caso. O custo total da viagem foi de R$ 1.849.201,00. Nogueira e sua companheira ficaram hospedados em um hotel de alto padrão em Courchevel, estação de esqui de luxo.

Licença para encanador

O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao Supremo autorização para receber um encanador, a fim de fazer reparos em sua casa, no Condomínio Solar de Brasília. O pedido foi parar nas mãos do relator Alexandre de Moraes. A defesa alega que o encanador iria realizar reparos em um vazamento hidráulico, manutenção de esquadrias, vistoria de equipamentos e instalações na área do imóvel, além de outros consertos. Uma semana depois de deixar o hospital, Bolsonaro foi internado novamente para uma cirurgia no ombro direito e continua com soluços, fadiga e momentos de dor.

"Tiro ao Pix"

Analistas de plantão acham que a tentativa de Trump de embargar ou limitar o uso do Pix, na base da ameaça, trata-se de um daqueles assuntos que podem implodir uma candidatura, no caso, a de Flávio Bolsonaro. Não foi por outra razão, como salienta Vera Magalhães em sua análise, que o filho de Jair correu para mostrar ofício, carta, sinal de fumaça, tudo o que pudesse dissociar a mesma reunião do anúncio de um novo tarifaço e de uma eventual ofensiva contra o meio de pagamento queridinho dos brasileiros. Todo mundo usa, todo mundo gosta, ninguém imagina viver sem.

Dados defasados

O desmatamento ilegal foi um argumento central na investigação do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) para a proposta de um novo tarifaço de 25% contra produtos brasileiros. O documento, porém, cita dados defasados e ignora recentes reduções nas taxas de corte de árvores. Além disso, destaca que o desmatamento no Brasil atingiu um pico em 2021, justamente na gestão de Jair Bolsonaro, quando houve recordes de crimes ambientais na Amazônia. Detalhe: dados técnicos comprovam que o Brasil redobrou a fiscalização e reduziu o desmatamento em todos os biomas, e isso foi apresentado ao governo americano.

Mistura Fina

Analistas de plantão relatam que vem de ativistas de esquerda alinhados ao governo o "espetáculo mais patético", justificando o fato de o governo Lula não agir contra organizações criminosas. Parecem viver uma Síndrome de Estocolmo: defendem, justificam ou minimizam as mesmas gangues que aterrorizam a população. Mal disfarçam fascínio pelos que, nas periferias e favelas, exercem o poder com eficiência brutal. Para eles, criminosos são vítimas da "desigualdade", nunca os algozes.

E mais: soberania não é discurso contra os Estados Unidos; é a capacidade de controlar o território, proteger o povo e impedir que o crime substitua o poder público. Facções controlam rotas de drogas, impõem toque de recolher, recrutam crianças, dominam penitenciárias e até financiam campanhas eleitorais. O governo Lula não age porque, pelo que se vê, não quer. Prefere narrativas e rejeita ajuda externa não por patriotismo, mas por ideologia e conveniência.

A Previ não está depositando muita confiança nos planos da Prefeitura do Rio de Janeiro para a reurbanização e revitalização do Centro da cidade. O fundo de pensão colocou à venda seus principais imóveis na região. O pacote engloba 15 andares do Candelária Corporate, assim como três pavimentos do Edifício Rio Branco 1. A fundação procura comprador também para os dois andares que possui no Teleporto (Centro Empresarial Cidade Nova).

Ao todo, o lote está avaliado em cerca de R$ 190 milhões. A debandada da Previ do Centro do Rio é mais um movimento de redução do portfólio imobiliário do fundo. Na semana passada, a entidade acertou a venda das torres A e B do WTorre Nações Unidas, na Marginal Pinheiros, em São Paulo, para o JS Renda Imobiliária, ligado ao Safra. Além disso, também negocia a venda de sua participação nos shoppings ABC e Metrô Tatuapé, em São Paulo.

In – Plantas internas: bambu-da-sorte
Out – Plantas internas: palmeira de Madagascar

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