Colunistas

Cláudio Humberto

"Como médico, isso me preocupa"

Marcelo Matias, presidente do Simers, após Alexandre de Moraes barrar apuração do CFM

Continue lendo...

Venezuela reinventou ditadura à base de mentiras

O fim do narcoditador Nicolás Maduro devolveu às telinhas preciosos documentários sobre a tragédia da Venezuela, lembrando-nos dos facínoras que reinventaram a ditadura, por meio do controle de um Legislativo acuado, eleições fraudadas (e ai de quem as criticasse), não sem antes de tornar inelegíveis e prender adversários. E exportaram o definido no Foro de São Paulo, acusando adversários de “atentado contra a democracia” e os tachando de “traidores da pátria” e etc.

 

Modelito cara-de-pau

Chamavam críticas à “desinformação” ou de “fake news”, mas, quando se sentiam acuados, recorriam à velha mentira da “defesa da soberania”.

 

Ditadura planejada

Antes da ditadura descarada, a Venezuela se viu sob ditadura disfarçada, “relativa”. Os golpistas seguiram um método, o plano chavista.

 

Liberdade cancelada

Após tornar inelegíveis, prender e matar opositores, o regime de Chávez e Maduro fechou emissoras e jornais, prendeu e matou jornalistas.

 

Máscaras rasgadas

Maduro no xilindró, a ditadura prendeu 14 jornalistas, profissionais como os que no Brasil preferem defender o tirano e atacar o xerife “malvadão”.

 

Governo aposta no Senado para manter veto

O governo aposta na melhora na relação entre o Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para manter o veto ao projeto da dosimetria. Na Câmara, as planilhas governistas que circulam já dão o jogo como perdido. Lula e Alcolumbre estavam às turras, mas um jantar fora da agenda, em dezembro, colocou panos quentes na relação. Para derrubar o veto, é preciso de 41 votos no Senado e 257 na Câmara.

 

Espreme que vai

O projeto passou com 48 votos no Senado, a meta do governo, que já trabalha nisso mesmo no recesso, é virar ao menos oito.

 

Pode esquecer

Na Câmara, que gestou o projeto da dosimetria, o cenário é mais desfavorável. Passou com folga: foram 291 votos pelo texto.

 

Logo ali

Sempre no radar, uma alternativa governista está no outro lado da Praça dos Três Poderes: judicializar no amigável Supremo Tribunal Federal.

 

Pasta enfraquecida

Ricardo Lewandowski já não escondia dissabor como ministro da Justiça e Segurança Pública, pasta enfraquecida e penando sem orçamento. Provável separação da Justiça e da Segurança só antecipou a saída.

 

Pura vaidade

Apesar de celebrar o acordo comercial costurado entre Mercosul e União Europeia, vaidoso, Lula ainda murmura que gostaria que o aceite tivesse saído no mês passado, quando o Brasil presidia o bloco sul-americano.

 

Malha Judas

Eleita na esteira bolsonarista, a senadora Soraya Thronicke (Pode-MS), agora lulista de carteirinha, não foi perdoada por seguidores (e eleitores) ao dizer que vai votar para manter o veto contra a dosimetria.

 

Questão paroquial

Se no plano nacional PP e União Brasil desembarcaram do governo Lula, no Ceará a água corre para o outro lado. Há conversas com o PT para compor apoio ao plano de reeleição do governador Elmano de Freitas.

 

Insegurança jurídica

Tereza Cristina (PP-MS) criticou veto de Lula ao projeto de regularização de imóveis rurais em faixas de fronteira. A senadora diz que isso prejudica produtores e que pretende derrubar o veto no Congresso.

 

Sumiu!

Com a fila do INSS batendo os 3 milhões de brasileiros na espera, o senador Jorge Seif (PL-SC) cobrou o presidente Lula, “Onde está o governo que ‘cuidaria do povo’?”. Diz que ficou só no discurso.

 

Saudade do ex

Mario Frias (PL-SP) lembrou que, enquanto o ministro Camilo Santana (Educação) bate bumbo para o aumento real de R$18 para os professores, na gestão de Jair Bolsonaro o reajuste foi de 33,24%.

 

Barraco

Terminou em confusão a visita do vereador Rubinho Nunes (União-SP) à USP. O parlamentar foi desmentir conversa mole sobre o 8 de janeiro e a confusão acabou instalada, com direito a safanões e gritaria.

 

Pensando bem...

...cartão master já teve outro significado.

 

PODER SEM PUDOR

Escolha ‘democrática’

Com o súbito falecimento do governador de Minas, Olegário Maciel, o ditador Getúlio Vargas teve de escolher o substituto. Pediu listas sêxtuplas a Antônio Carlos e a Gustavo Capanema e a ambos solicitou que nelas incluíssem um delegado de polícia de Pará de Minas: Benedito Valadares. Foi, claro, o escolhido. Interpelado depois sobre a decisão, Getúlio explicou:

- Benedito era o único nome comum nas duas listas...

Cláudio Humberto

"A cada capítulo, as conexões sobem mais um degrau."

Deputado Evair de Melo (PP-ES) sobre recados de Daniel Vorcaro para Fernando Haddad

18/03/2026 06h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Continue Lendo...

CV tinha até ‘CT’ enquanto Lula protegia facções

Enquanto Lula (PT) insiste em proteger facções criminosas brasileiras da reclassificação para organizações terroristas, com alegações de cunho ideológico que remetem ao antiamericanismo juvenil dos anos 1970, a realidade bate à porta. Na semana passada, a Polícia Civil de Mato Grosso desmantelou centro de treinamento da facção carioca Comando Vermelho numa aldeia indígena em Santo Antônio de Leverger, a 27km de Cuiabá. “Retrato do fracasso do Estado”, diz José Medeiros (PL-MT).

 

Táticas de guerrilha

A Operação Argos apurou que o “CT” da facção do Rio preparava bandidos para sobreviver na selva e ensinava táticas de guerrilha.

 

Drogas e armas

As investigações da Polícia Civil apuravam tráfico de drogas do grupo na região, mas desvendou os “cursos” de guerrilha com armamento bélico.

 

Restrito irrestrito

Eram usadas pistolas .40, 9mm, fuzis .556 e .762, metralhadora e arma com tripé .30; armamentos de uso restrito às forças armadas e policiais.

 

Prova cabal

Para o deputado Nelson Barbudo (PL-MT), a ação é “prova que facções criminosas já estão agindo como verdadeiros grupos de guerrilha”.

 

A 200 dias da eleição, disputa apertada é inédita

A partir desta quarta-feira (18), faltam apenas 200 dias para a eleição presidencial de 2026. Lula (PT) está empatado tecnicamente nas pesquisas de primeiro e até segundo turno com o principal adversário pela primeira vez desde que venceu, em 2002. Há 24 anos, a pouco mais de seis meses do voto, Lula liderava com folga contra José Serra; 31% a 19% no primeiro turno e 61% a 39%, no segundo. Caso quase idêntico a 2006, contra o ex-tucano Geraldo Alckmin; 40% a 20% e 61% a 39%.

 

Líder, mas...

Em 2018, logo após ser preso em abril, Lula tinha quase o dobro das intenções de Jair Bolsonaro no Datafolha: 31% a 16%. Não foi candidato.

 

Aproximou

Em 2022, o Datafolha de março previa Lula 43% x Bolsonaro 26% no 1º turno. Acabou 48,4% a 43,2% no primeiro e 50,9% a 49,1% no 2º turno.

 

Outro mundo

Agora, Flávio Bolsonaro (PL) já aparece empatado no 1º turno (Quaest BR-5809/26 etc.) e até à frente de Lula no 2º turno (Futura BR-6607/26).

 

Por enquanto

No cenário atual, só estariam salvos da cláusula de barreira da eleição 2026 – sem as federações partidárias – os partidos PL, PT, União Brasil, PP, PSD, Republicanos, MDB, PDT, PSDB, Podemos e PSB.

 

Mudanças em breve

Dia 4 de abril é o prazo final para a “desincompatibilização”. Prefeitos, governadores (e o presidente) têm pouco mais de duas semanas para deixarem os cargos, caso queiram disputar outros cargos nas eleições.

 

Tentado e feito

Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Pode-MG) confirmou “tentativas e vazamentos” de informações sigilosas e particulares do banqueiro Daniel Vorcaro, que “poderiam inviabilizar as provas”.

 

Puxa o nome

“Que o Supremo nos responda: com quem estava aquele número de telefone”, cobrou Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, sobre a troca de mensagens de Daniel Vorcaro com número funcional do STF.

 

Questão moral

Para Marcio Bittar (PL-AC), a atual composição do parlamento não deve sabatinar Jorge Messias para vaga no STF ou qualquer outro indicado. Segundo o senador acreano, o Senado perdeu a legitimidade moral.

 

Olho no voto

Senadores não perdem tempo na hora de surfar na onda que pode render alguns votos. A proposta que veda aposentadoria como “punição” para magistrados estava parada desde setembro. Voltou a andar em março, com a movimentação do próprio STF no mesmo sentido.

 

Vem aí!

Com a projeção de média de alta de 8% na conta de luz dos brasileiros ainda este ano, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ironiza sobre a criação de um novo programa do governo Lula, é o “Apagão para Todos”.

 

Pé na rua

É esperada para amanhã (19) a saída de Fernando Haddad do comando do Ministério da Fazenda. Deve disputar as eleições deste ano. A pasta deve ficar sob comando do nº 2, o secretário-executivo Dário Durigan.

 

Pensando bem...

...seria bom “segurança extraordinária” também para o dinheiro dos pagadores de impostos.

 

PODER SEM PUDOR

Calúnias verdadeiras

Nos anos 50, governador gaúcho Ildo Meneghetti demitiu o representante do Partido Libertador em seu governo. O presidente do PL, Décio Martins da Costa, pediu uma audiência a Meneghetti para saber os motivos e depois convocou uma reunião de emergência da executiva. Explicou:

- O governador me mostrou um dossiê com denúncias e calúnias...

Fez uma pausa e concluiu:

...e o pior é que todas as calúnias são verdadeiras.

Giba Um

"Os tribunais têm autoridade para dizer o direito, mas não têm o monopólio da sabedoria(...)"

De Edson Fachin (STF), em aula magna a estudantes de Direito, em Brasília

18/03/2026 06h00

Giba UM

Giba UM Divulgação

Continue Lendo...

"Os tribunais têm autoridade para dizer o direito, mas não têm o monopólio da sabedoria política. A autocontenção não é fraqueza; é respeito à separação dos poderes que, em análise, é ela própria uma exigência constitucional".

De Edson Fachin (STF), em aula magna a estudantes de Direito, em Brasília.

*O vice-prefeito de São Paulo, Mello Araújo, ex- -comandante da Rota, registrou Boletim de Ocorrência, afirmando que uma pessoa tentou grampear seu telefone e fazer com que sua mulher abrisse uma conta em seu nome em um banco do Uruguai.

MAIS: Mello diz que "essa pessoa" (ele não fala quem é) foi contratada por alguns políticos que estariam tentando desmoralizar sua imagem. Mello Araújo é pré-candidato ao Senado, por escolha de Bolsonaro. Contudo, grande volume de integrantes do PL é radicalmente contra.

In: Jogos: Fortnite
Out: Jogos: MindsEye

Não vai dar

Enquanto Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cresce nas pesquisas eleitorais, aliados do senador atuam para bombar a candidatura do filho de Jair Bolsonaro à Presidência. Alas do PL tentam convencer o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), a entrar na chapa como vice.

O mineiro insiste em levar adiante (sem chance) a própria candidatura ao
Planalto. Eventual acordo levaria o PL a apoiar Matheus Simões (PSD), vice-
-governador, ao executivo mineiro. Flávio, contudo, já convidou Ratinho Júnior para ser vice, mas ele prefere se manter na corrida ao Planalto (é certa sua escolha). Para Zema, poderá sobrar o Senado,
como para Ronaldo Caiado.

Campanha nacional

O governador Tarcísio de Freitas pretende nacionalizar grande parte de sua campanha de reeleição, com críticas frequentes a Lula no desempenho na economia. A opção de não se ater apenas a temas estaduais tem
duplo objetivo: ajudar Flávio Bolsonaro e explorar flancos de seu adversário Fernando Haddad. E já começou
há dias; disse que Haddad criou um
imposto novo a cada 30 dias.

A soma está errada: é um chute que causa
um bom efeito. Num debate, Tarcísio fatalmente não conseguiria enumerar
esse festival (seus aliados mais próximos não conseguem).

Olho em São Paulo

Números da pesquisa Datafolha, feita entre 3 e 5 de março, mostram as dificuldades de Lula e Haddad em São Paulo, o que estimula Tarcísio a ir para o ataque (os atacados também
terão munição para devolver).

No cenário mais provável, o presidente atinge 35% dos votos no primeiro
turno entre eleitores do estado, contra 37% do Flávio, situação de empate
técnico. Em comparação, nacionalmente o petista marca 38% contra
32% do opositor. Olho vivo.

Há mais de 600 dias 1

Deve dar em nada ao Partido Novo a representação contra Davi Alcolumbre no Conselho de Ética do Senado.
A sigla questiona a condução institucional do presidente da Casa, que sentou em cima de CPIs do Banco
Master, além de não andar com a análise de pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes (STF).  Eduardo Girão (Novo-CE) quer ainda a prorrogação da CPMI que investiga a roubalheira do INSS.

Há mais de 600 dias 2

O Conselho de Ética está longe de ser conhecido pela produtividade: não se reúne desde julho de 2024. Na última reunião, os senadores analisaram quatro representações contra colegas.
Votaram para arquivar tudo. Em 2024, foi apenas uma reunião. Antes disso, duas em 2023. Em 2020, 2021 e 2022, não houve sessão. A representação do partido foi apresentada à Secretaria-Geral da Mesa. O Conselho de Ética nem mesmo foi instalado este ano.

Giba UM

Reconhecimento feminino

Na segunda-feira (16), um tapete vermelho foi estendido no hall da Assembleia Legislativa de São Paulo para a realização da segunda edição do Woman Awards, que homenageia mulheres extraordinárias em várias áreas de atuação.

Além de reconhecer ícones culturais, o Woman Awards destaca lideranças e iniciativas marcantes por meio do programa Mulheres que Inspiram, que se concentra em executivas, diretoras, CEOs e visionárias que deixam sua marca ao longo da história. Outra parte do evento, Mulheres que Fazem a Diferença, é dedicada a empreendedoras e àquelas que lideram projetos sociais inovadores.

As categorias das premiações são inspiradas em mulheres que contribuíram significativamente para a cultura e a sociedade do Brasil. Por exemplo, a categoria Rita Lee abrange influenciadoras, humor, moda e beleza. A categoria Hebe Camargo homenageia talentos nas áreas de televisão, jornalismo, streaming, cinema, rádio e podcast. A categoria Gal Costa é dedicada às músicas de compositoras e cantoras, enquanto a categoria Clarice Lispector celebra a literatura e as artes.

O evento destaca a importância de valorizar as trajetórias de sucesso das mulheres, reconhecendo o trabalho de profissionais exemplares, o que estimula o surgimento de novos projetos transformadores.

Nesta cerimônia, o prêmio máximo foi entregue à pesquisadora Tatiana Sampaio, que está à frente de estudos sobre a polilaminina, uma molécula desenvolvida em laboratório com potencial para ajudar na regeneração de neurônios após lesões graves na medula espinhal, recebendo o título de “Mulher do Ano”.

Além dela, outras premiadas incluíram Tati Machado, Patricia Poeta, Fernanda Lima, Carolina Ferraz e Ana Hickmann na categoria de apresentação; Andrea Guimarães (decoradora); Iris Abravanel (autora); as cantoras Karin Hills e Yasmin Santos; bem como Liliane Doretto (delegada), Kika Sato (influenciadora), Karina Sato (empresária), Bianca Andrade (empresária e influenciadora) e Dani Padalino (chef), entre muitas outras.

Paulo Guedes quer ser "Rasputin da economia"

Seja quem for o futuro ministro da Economia do governo Flávio Bolsonaro (se vencer, claro), uma coisa é certa: Paulo Guedes, ex-ministro de Bolsonaro e até “Posto Ipiranga”, será seu “Rasputin da área econômica”.

Grigori Rasputin foi o principal conselheiro do czar Nicolau II — mandava mais do que qualquer membro da Corte. Já voltar ao Ministério da Fazenda, nem pensar. Influenciar de fora para dentro do governo é um figurino que agrada tanto ao ex-ministro quanto a Flávio.

A ideia de que Guedes estará por trás das decisões econômicas é vista como um trunfo junto a uma razoável parcela do eleitorado do “01”. Guedes criou um fã-clube. Inclusive, não falta quem atribua à sua performance uma parcela importante da vitória eleitoral do papai Bolsonaro.

Desde a campanha, o economista chegou a criar uma chancela para o ex-presidente. Contudo, Guedes não quer mais a pressão, a burocracia e o excesso de trabalho do cargo de ministro. Mas não vai desaparecer nas nuvens, como faria Rasputin.

Guedes é vaidoso e entenderá que uma vitória de Flávio é como sua vitória também.

Dois candidatos

Junto à comunidade de capitais, dois nomes já despontam como candidatos à feição de ministro da Fazenda. Um é Gustavo Montezano, preparado, que passou pelo Opportunity e pelo BTG Pactual. O segundo é o economista Mansueto Almeida, ex-secretário do Tesouro na gestão do próprio Paulo Guedes. Toca violão a quatro mãos com o ex-ministro da Economia.

Mansueto é sócio e economista do BTG Pactual. Mantidas as coordenadas, Guedes na posição de “Rasputin” e Gustavo Montezano executando uma política que não foi desenhada por ele. Pensam igual e a ordem das funções não alterará o produto.

Giba UM

Não foi desta vez

Fundado por John J. B. Wilson e Mo Murphy, o Framboesa de Ouro surgiu como uma paródia ao Oscar, ressaltando anualmente os aspectos mais criticados do cinema.

A atriz brasileira Isis Valverde, que estava concorrendo na categoria de Pior Atriz Coadjuvante por sua atuação em “Código Alarum”, sua estreia em Hollywood, onde interpretou a médica Bridgette Rousseau, não recebeu o prêmio. A categoria foi vencida por Scarlet Rose Stallone, filha de Sylvester Stallone, por seu papel no faroeste “Terra de Pistoleiros”.

Vale destacar que Isis divide o elenco de “Código Alarum” com Sylvester Stallone, que interpreta um agente da CIA. O ator acumula um impressionante total de 12 vitórias em sua carreira para a premiação.

O filme “Guerra dos Mundos” foi o grande destaque entre os fracassos, conquistando cinco prêmios: Pior Filme, Pior Diretor, Pior Roteiro, Pior Ator e Pior Remake/Sequência.

Rebel Wilson foi reconhecida como Pior Atriz por “Bride Hard”, enquanto os sete anões digitais do longa “Branca de Neve” foram agraciados com o prêmio de Pior Ator Coadjuvante. Os personagens, gerados por computação gráfica, foram classificados como “aterrorizantes” pelo público. Vale lembrar que Rachel Zegler também foi amplamente criticada por ter sido escolhida para protagonizar o clássico de 1937.

Giba UM

Sem transição

Olavo Noleto, escolhido para substituir Gleisi Hoffmann na Secretaria de Relações Institucionais, assumirá o cargo em um voo às cegas. Até agora, Gleisi tem mantido o futuro ministro à margem das negociações mais sensíveis entre os parlamentares.

A postura causa incômodo dentro da própria base aliada, a começar pelo líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA). O Planalto avisara que haveria uma passagem de bastão para evitar ruídos em um momento delicado no Congresso, em ano eleitoral. Só que Gleisi é Gleisi.

Nove estádios (1)

Preterida por Lula e pelo senador Flávio Bolsonaro nas negociações sobre eleições, a Igreja Universal do Reino de Deus dará uma inédita demonstração de força na Sexta-feira da Paixão, em 3 de abril.

A Universal, fundada pelo bispo Edir Macedo, fechou o aluguel de nove estádios de futebol pelo Brasil para o evento “Família ao Pé da Cruz”: Maracanã (RJ), Neo Química Arena (SP), Pacaembu (SP), Mané Garrincha (DF), Arena do Grêmio (RS), Fonte Nova (BA), Independência (MG), Mangueirão (PA) e Albertão (PI).

Nove estádios (2)

A ideia é lotar as arenas, realizar a tradicional celebração às vésperas da Páscoa e também transmitir uma mensagem da força da única igreja brasileira dona de um partido, o Republicanos, comandado pelo deputado federal e bispo licenciado Marcos Pereira.

Quem está dando caráter político ao evento é o bispo Renato Cardoso, genro de Edir Macedo e apontado como seu sucessor no futuro.

MISTURA FINA

A campanha à reeleição de Lula terá em sua coordenação nomes de estrita confiança do presidente e algumas figurinhas veteranas da velha guarda do PT. O comando geral é de Edinho Silva, presidente do partido.

Paulo Okamoto será responsável por comitês populares e redes sociais. Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, focará na economia, enquanto José Filippi Jr., ex-prefeito de Diadema, será o tesoureiro.

Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete nos dois primeiros governos de Lula, será responsável pela agenda. Mônica Valente, secretária-executiva do Foro de São Paulo, ficará com a mobilização nos estados. José Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, se dedicará ao programa de governo.

O marqueteiro será Raul Rabelo. O grupo pode ainda ser ampliado. Um nome provável é o do ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral. Detalhe: muitos são nomes respeitados, mas estão afastados das instâncias partidárias.

Lula levou quase oito meses para aplicar um tardio “princípio de reciprocidade”, cancelando o visto de um assessor do governo dos Estados Unidos que monitora fatos do Brasil que possam interessar ao seu país.

Ficou claro que o petista tenta criar um fato político que faça parar sua curva declinante e a curva ascendente do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas. Lula anunciou o cancelamento do visto do americano em um palanque eleitoral, durante a inauguração de uma ala hospitalar.

Além de demorar a reagir ao cancelamento do visto de seu ministro da Saúde, Lula ainda equiparou o auxiliar ao “sub do sub” de Trump. Em discurso com fala agitada, disse que o assessor do presidente americano teria o visto de volta quando Alexandre Padilha recuperasse o seu.

A valentia de Lula nasceu no botão de pânico acionado no governo. Na falta de ideia melhor, mandaram Lula insistir na história de “soberania”.

Não é apenas pelos US$ 6 milhões ao recorrer à Justiça dos Estados Unidos para pedir o reembolso da referida cifra por taxas pagas durante o “tarifaço” imposto pelo governo de Donald Trump. A Eucatex tem em mente uma conta bem mais ampla.

No cálculo dos Maluf, acionistas controladores, o processo é menos uma disputa pontual por valores desembolsados e mais um movimento para proteger a posição da empresa no mercado norte-americano, hoje o principal destino de suas exportações.

Assine o Correio do Estado 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).