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Giba Um

"É um compromisso que ainda não é uma coisa muito gloriosa, porque é 80% e não 100%.

É uma coisa nobre, mas ainda pequena. Não tem sentido a gente explicar para qualquer ser humano no planeta Terra que as crianças desse país não aprendem a ler estando na escola", de Lula

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Os dados são do relatório “Justiça em números”, do Conselho Nacional de Justiça: o Poder Judiciário gastou R$ 132,8 bilhões em despesas com salários de servidores e equipamentos no ano passado, recorde da série histórica iniciada em 2009.

Mais: a cifra é quase o montante arrecadado pela própria Justiça, que somou R$ 68,74 bilhões, equivalente a 52% das despesas. Agora, se discute a PEC do Quinquênio, que prevê adicional a juízes e desembargadores por tempo de serviço (o governo estima um imposto de R$ 82 bilhões a cada quatro anos).

Nova etapa da vida

Sem contrato fixo com a Globo a atriz Isis Valverde que começou aos 19 anos, conta que está em uma nova etapa da vida, decidindo gerenciar sua carreira e quem sabe se arriscar no empreendedorismo. Fará uma pausa nas novelas e vai se dedicar a produção mais curtas, para plataformas de streaming ou cinema. Um desses novos desafios é o filme Corrida dos Bichos, da Prime Video que já está em fase de gravação e que ainda conta com Rodrigo Santoro, Bruno Gagliasso e Seu Jorge no elenco. “À medida que o tempo foi passando e fui me conhecendo melhor, descobri várias possibilidades de mercado, inclusive descobri o principal: onde queria chegar e comecei a traçar minhas metas e objetivos, não parei mais. Hoje, com a maturidade que os anos me deram, decidi desbravar novos caminhos no empreendedorismo e também na minha carreira”. E completa: “Os próximos passos ainda estão sendo traçados e construídos, comecei agora uma nova etapa e com ela novos desafios. Meu segundo livro está no forno pronto pra sair, assim como estou em andamento com minhas duas produções, está sendo interessante, mas não imaginei ser tão complexo. Também tenho dois projetos prontos engatilhados esperando o lançamento e comecei a preparar algo novo que em breve poderei dividir com o público. É o que sempre desejei e esse é o momento. A sensação é de realização profissional”.

Lula arruma as malas, de novo

O presidente Lula resistiu até onde pode, mas já está arrumando as malas, outra vez, para um segundo semestre recheado de viagens internacionais. Começa um mês antes, em junho: vai à Itália para o encontro do G7. Em seguida, em agosto, irá ao Paraguai para reunião do Mercosul e emenda para Bolívia e Chile (não há inda pautas definidas, mas entre outros assuntos estarão projetos financiados pela Petrobras). Em setembro, Lula voará para os Estados Unidos para a Assembleia Geral da ONU, onde, tradicionalmente, fará o discurso de abertura. Falará sobre mudanças climáticas, as guerras e agendas do G20. O discurso será preparado antes: nada de improviso. E até o final do ano deverá se encontrar com Vladimir Putin, para uma reunião do Brics, em outubro. E em novembro, antes da Cúpula do G20, viajará ao Peru. A primeira-dama Janja está incluída no roteiro, claro.

Olho no primário

Para quem não tem ideia: a meta do resultado primário estourou em 57% das vezes desde que foi aprovada em 2000. Não é só precaução, portanto, o fato do ministro Fernando Haddad (Fazenda) já ter pedido e obtido a aprovação do crédito extraordinário ao Congresso – e sem ter ideia da conta de reconstrução de Porto Alegre. O resultado primário, todavia, ganhará algum arranjo heterodoxo com o Legislativo para acomodar alguns gastos imprevistos. Delfim Neto dizia que “meta é para ser anunciada, perseguida, não cumprida, mas jamais desacreditada por quem anunciou”. Traduzindo: o abacaxi pode ir parar no colo de Gabriel Galípolo, futuro chefe do Banco Central.

O que incomoda

A ex-diretora criativa da Vogue americana Grace Coddington, 83 anos voltou ao passado. A ruiva icônica que começou sua carreira como modelo é o novo rosto da linha de batons Signature Lip Lightweight, da marca Merit Beauty. Serão 16 tons de batons e o peach tem uma cor que fica entre o pêssego e o coral, que foi elaborado para pessoas de cabelos ruivos. A marca foi criada em 2021 e, em 2023, as vendas ultrapassaram US$ 100 milhões. O público com mais de 45 anos representa a maior fatia do mercado da marca que apresenta seus produtos para mulheres chique, discreta e decididamente moderna.

In – Série: King the Land (Netflix)

Out – Serie: Black Sumner (Netflix)

Melhor e pior

Fernando Haddad (Fazenda) é o ministro mais bem avaliado pelos deputados federais entre cinco nomes da equipe de Lula testados pela última pesquisa Genial/ Quaest. O titular da Casa Civil, Rui Costa, tem o pior desempenho, empatado na margem de erro – de 4,8 pontos percentuais – com Alexandre Padilha (Relações Institucionais). O trabalho de Haddad é visto como positivo por 48% dos parlamentares, nove pontos a mais que a segunda colocada Simone Tebet (Planejamento), com 39%. Felipe Nunes, CEO da Quaest, avalia que Rui Costa não parece ter apreço entre os parlamentares da Câmara.

 

 

Maior influência

O deputado Marcos Pereira (SP), atual vice de Arthur Lira (PP-AL) e presidente do Republicanos, tem dito a interlocutores haver recebido de Lula a garantia de apoio na disputa pelo comando da Câmara a partir de 2025. Os líderes governistas negam. É que Lula não quer afrontar Lira. Sabe que, como confirmou a pesquisa Quaest, não será Lula e nem Jair Bolsonaro quem mais influenciará nas eleições do próximo presidente da Câmara: será Arthur Lira. Ele tem 73% de “alta influência” na definição do sucessor e avaliação positiva de 50% dos colegas deputados federais. O Quaest também aponta que 43% dos deputados acham negativa a relação de Lula com a Câmara.

PÉROLA

É um compromisso que ainda não é uma coisa muito gloriosa, porque é 80% e não 100%. É uma coisa nobre, mas ainda pequena. Não tem sentido a gente explicar para qualquer ser humano no planeta Terra que as crianças desse país não aprendem a ler estando na escola”, de Lula comentando os resultados do 1º relatório do indicador Criança Alfabetizada

Mais ajuda

A tragédia que ainda assola o Rio Grande do Sul, tem chamado a atenção de todo o mundo, assim como outros desastres que já aconteceram no passado. E quem pode oferece ajuda. Agora foi a vez do Ministério da Agricultura do Chile, que ofereceu um sistema de georreferenciamento e imagens feitas por satélite para mapear os impactos da tragédia. Material semelhante já havia sido disponibilizado pelo Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço. Vale lembrar que o Chile está acostumado a lidar com abalos sísmicos, que é um outro tipo de desastre natural.

Demissão

Não é só no Brasil que está havendo troca de cadeiras. O presidente argentino Javier Milei, aceitou esta semana o pedido de demissão de Nicolas Posse, Chefe de Gabinete da Nação Argentina. O pedido foi feito depois que Posse se desentendeu com irmã do presidente , Karina Milei, que o acusava de atrasar a proposta de reforma econômica no Congresso. Posse foi uma figura-chave durante a campanha de Milei e um negociador do governo argentino com o FMI (Fundo Monetário Internacional). Mais: apesar de não ter experiencia de governo ele sempre foi elogiado por políticos e diplomatas pela estrutura que deu a campanha de Milei. Guillermo Francos, ministro do Interior, que foi responsável pelas negociações entre o presidente e os líderes do Congresso sobre as reformas assumiu a cadeira de Posse.

Inovador, nem tanto

O Nubank conseguiu irritar sua clientela fechando a corretora Nuinvest, simples e eficiente e obrigando investidores a operar em seu app, considerado ruim. Complicou a vida deles. Pior: quem tenta migrar para outra corretora descobre que o Nubank dificulta a saída dos insatisfeitos, como preencher formulários. Para inibir a saída do cliente faz exigências mais do que antigas que provam a condição do banco digital de “inovador”. O cliente sofre para achar área de portabilidade: dificulta a vida de quem quer simplesmente cair fora.

Terceira Guerra Mundial – 1

Astrólogos e videntes pelo mundo estão prevendo que a Terceira Guerra Mundial irá acontecer e não vai demorar. Na semana passada o astrólogo indiano Kushal Kumar, publicou no site Medium um artigo que conta que ele “jogou as cartas” e a previsão foi do surgimento de uma outra guerra mundial, já tem até data para acontecer: será em junho, próximo ao dia 18 por causa de um estímulo planetário mais forte. Kumar acredita que o estouro da Terceira Guerra Mundial, possa acontecer entre 10 e 29 do próximo mês.

Terceira Guerra Mundial – 2

E não foi só o indiano que fez essa previsão. A mística búlgara conhecida como Baba Vanga, já falecida, teve visões sobre o futuro até 5029. Para se ter uma ideia a búlgara previu a data da própria morte (11/08/1996). Baba também previu o desastre de Chernobyl, o fim da União Soviética, o 11 de setembro e supostamente previu a covid-19. Nos guardados da mística as previsões dela são surpreendentes: previu que haveria uma alteração na órbita da terra com uma mudança radical na órbita do planeta e provocando provavelmente perturbações climáticas, níveis elevados de radiação e outros desastres naturais. Mais: para este ano ela previu que poderá acontecer um atentado contra a vida de um líder russo, por parte de alguém do seu próprio país, que poderá resultar até na morte, supostamente Vladimir Putin. Segundo o site Astrofame, ela tem cerca de 80% de acertos nas suas previsões.

MISTURA FINA

AINDA Rui Costa: a relação entre ele e seu padrinho Jaques Wagner, senador do PT e político de bons hábitos e comportamento (Lula se considera admirador do baiano), está mais do que desgastada. Wagner prefere manter uma certa distância de Costa, que parece não se importar. Um aliado que tem relação com os dois, não se segura em relação ao chefe da Casa Civil: “Ele é bruto até na forma de falar”.

A SIMPAR, uma das maiores holding de logística e transporte no Brasil está estudando abrir o capital de Automob. Trata-se da rede de concessionárias de veículos do grupo, um negócio com faturamento de quase R$ 10 bilhões no ano passado. Tudo sem nenhuma pressa. A bolsa de apostas nas mesas de operações é que o IPO sairia apenas no ano que vem. Com R$ 14 bilhões em caixa, a Simpar não tem por que correr de forma desenfreada.

O CAMPEÃO do BBB24, Davi Brito, revelou o verdadeiro destino do dinheiro que arrecadou para as vítimas da tragédia do Rio Grande do Sul. Ele pediu doações através de seu próprio pix e acabou gastando o dinheiro com passagens aéreas. “Pedi dinheiro às pessoas porque ainda não tinha condições financeiras de ir ao Rio Grande do Sul por meus próprios meios”. Mas garante que fez “doações aos necessitados, ajudou muitas pessoas fornecendo alimentação, água mineral e outros suprimentos para que não passassem fome”. E emendou: “Distribui colchões também e fizemos compras para ajudar bases de saúde”.

NO mercado de combustíveis, ouve-se o ronco dos motores e um burburinho de que a petrolífera argentina YPF procura um comprador para sua fábrica de lubrificantes em Diadema (SP). O ativo já teria sido oferecido a players do setor, como a BP, dona da marca Castrol. Quem comprar leva junto algo como 3% de market share na venda de lubrificantes no Brasil.

Prezados leitores devido ao feriado de Corpus Christi (30) nossa coluna não será publicada, mas na sexta-feira, dia 31 estaremos de volta. Bom feriado à todos

ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

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Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

Cláudio Humberto

"Mostrou roubalheira enorme"

Romeu Zema (Novo), sobre queda do sigilo do caso Master

13/09/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Moraes lidera número de pesquisas em crise do STF

Apontado como partícipe de intensa troca de mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes liderou o interesse de pesquisas no Google no último mês, conforme dados da plataforma. O pico da pesquisa foi em 1º de setembro, quando o ministro André Mendonça levantou o sigilo de relatório da Polícia Federal que revelou mensagens de Vorcaro a número atribuído a Alexandre de Moraes.

 

Interesse na capital

O índice do interesse tem escala de 0 a 100. O Distrito Federal liderou as pesquisas (100), seguido por Mato Grosso (66) e Rondônia (66).

 

Diferença

Enquanto Moraes bateu os 100, as pesquisas por André Mendonça bateram o pico na mesma data, mas com menos da metade (44).

 

Epicentro da crise

Até pesquisas por “STF” despertaram mais interesse do brasileiro do que Mendonça, atingiu 58 no índice de pesquisas.

 

Ninguém liga

Os números mostram que o interesse pelo filme “Dark Horse” não decolou. O pico foi na quinta-feira, só 23 na escala.

 

Governo Lula: R$90 milhões com viagens em 14 dias

O governo Lula (PT) conseguiu torrar cerca de R$90 milhões com viagens nas últimas duas semanas. Segundo dados do Portal da Transparência, o total de despesas com descolamentos já ultrapassa R$1,3 bilhão em 2026. Foram R$735,8 milhões com diárias distribuídas a funcionários e outros R$560,3 milhões com as passagens aéreas. O total não inclui a fortuna gasta nas viagens de Lula e da primeira-dama Janja.

 

Em dólar

Viagens internacionais do governo do PT já custaram R$161,7 aos pagadores de impostos. Foram R$8 milhões nas últimas duas semanas.

 

Tem mais

O governo petista conseguiu torrar também R$7,8 milhões com “outros gastos” de viagens. São taxas, seguros de viagens etc.

 

Número 1

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, é número um entre os gastões com viagens: R$510 mil com passagens e diárias, diz a Transparência.

 

Falta combinar com o eleitor

A ordem na campanha de Lula é evitar que a eleição vire, nas palavras de petistas, “Fla x Flu” de ministros do STF. A estratégia é deixar Moraes e Mendonça brigando e tentar puxar o eleitor para outros assuntos.

 

Combustível eleitoral

Medidas do governo para segurar os preços dos combustíveis devem custar R$40 bilhões por seis meses, diz Bruno Moretti (Planejamento). O alívio é no posto e a conta estaciona no bolso do pagador de impostos.

 

Tudo certo, mas...

O TCU encontrou as projeções fiscais do governo formalmente dentro das metas, mas apontou aumento do déficit efetivo e problemas de transparência e consistência das estimativas. “Certo” com “ressalvas”.

 

Soberba na conta

Internamente, a campanha de Lula reconhece que subestimou a dificuldade da disputa contra Flávio Bolsonaro (PL). Até prepara mobilização neste domingo (13) para tentar “chacoalhão” na candidatura.

 

Cara de pau

Lula tomou invertidas ao celebrar o fim da taxa das blusinhas, criada por ele mesmo. Seguidores nas redes sociais não perdoaram, “a quadrilha do PT é assim, te quebram uma perna, depois te dão uma muleta”.

 

Na terça

Já tem data o novo depoimento de Daniel Vorcaro na Polícia Federal sobre as fraudes financeiras em operações com o BRB. O ex-banqueiro dono do Master falará à PF na terça-feira, dia 15.

 

Em queda

Caiu 66,6% o número de crianças registradas como cidadãs italianas no Brasil em 2025. O dado é do Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat), que relacionou parte da redução às novas regras para a transmissão da cidadania aos filhos nascidos no exterior.

 

Fatura petista

Rogério Marinho (PL-RN) apontou os R$120 bilhões a mais em tributos sobre consumo para 2027. Diz o senador que é o método do PT: aumentar gastos e empurrar a dívida para cima de quem trabalha.

 

Pensando bem...

...a aliança com Lula deu PT.

 

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Greve teatral

O Ato Institucional nº 5, que revogou as liberdades democráticas no Brasil de 1968, levou muitos adversários do regime militar à cadeia. Entre eles Carlos Lacerda, que resolveu iniciar uma greve de fome no cárcere. O médico e amigo Antônio Rebello, que monitorava o pulso de Lacerda, começou a ficar preocupado e vivia implorando para que o líder carioca suspendesse a greve. Um dia fez uma comparação definitiva: “Você está tentando fazer Shakespeare no País da Dercy Gonçalves!”. Percebendo o ridículo da situação, Lacerda desistiu da greve na hora.

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