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Giba Um

"Está na Veja: Daniel Vorcaro confessa que teria pago propina de US$ 30 milhões (R$ 155 milhões)...

...a Davi Alcolumbre, presidente do Senado, o mesmo que não autorizou a instalação da CPMI do Master, que conta com apoio recorde de parlamentares", de Lula a aliados próximos

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Enquanto o governo resiste a projetos voltados ao socorro de produtores rurais e classifica a renegociação de dívidas do setor como “pauta-bomba”, Lula mantém o padrão habitual em sua viagem a Paris para participar da reunião do G7. O contribuinte brasileiro arcará com uma despesa de R$ 480.542,20 apenas com veículos de luxo.

Mais: as limusines destinados ao deslocamento da comitiva presidencial já foram contratadas (e já estão pagas) pelo Itamaraty junto à empresa V&D Luxury, especializada em modelos de alto padrão da Mercedes-Benz. Em seu site, a companhia divulga os veículos com o slogan: “Torne sua viagem tão luxuosa quanto seu destino”.

Referência de autoestima

Aos 60 anos, Cindy Crawford continua sendo um dos maiores ícones da moda mundial. Sua carreira, construída ao longo de várias décadas, demonstra que elegância, autoconfiança e cuidados constantes podem caminhar juntas com o passar do tempo. Recentemente, Cindy compartilhou suas reflexões sobre o envelhecimento, destacando sua preferência por uma abordagem mais natural em relação à própria aparência.

Ela revelou ter feito um acordo com uma amiga de longa data para evitar procedimentos cirúrgicos faciais, optando por valorizar suas características naturais e aceitar o processo de envelhecimento. A modelo também mencionou conviver com a blefaroptose, condição que provoca a queda das pálpebras e que se tornou mais perceptível após os 50 anos. Apesar do desconforto, especialmente nas manhãs, encara a situação com naturalidade e mantém sua rotina.

O segredo de sua aparência saudável está em hábitos simples, como alimentação equilibrada, exercícios físicos regulares, uso diário de protetor solar e cuidados constantes com a pele. Sua rotina inclui Pilates, treinamento de força, caminhadas e hidratação adequada. Mais do que um símbolo de beleza, Cindy Crawford tornou-se uma referência de autoestima, demonstrando que o envelhecimento natural pode ser acompanhado de charme, saúde e confiança.

Ventríloqua na Economia

O nome é Daniela Marques, mas poderia ser chamado de Paulo Guedes. Pelo menos como uma espécie ectoplasma político do ex-ministro, a ex-presidente da Caixa Econômica Federal já desponta como ministra da Economia em uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro.

A ideia seria repetir o modelo de centralização econômica adotado por seu antigo chefe e ídolo. Afinal, Guedes continuará sendo uma presença marcante em qualquer eventual gestão. O script do filme fictício “Posto Ipiranga 2 – A Missão” já começou a ser encenado. A primeira etapa veio com o vazamento de que a ex-presidente da CEF seria a ministra da Fazenda de Flávio, além de suas aparições estratégicas em eventos.

O segundo movimento deverá ser a divulgação gradual de propostas voltadas ao fortalecimento da participação feminina. O programa apresentará uma fórmula já conhecida, resumida no slogan: “Consertando a tragédia feita pelo PT para que o Brasil volte a crescer”. A proposta parece inspirada diretamente por Paulo Guedes. O terceiro movimento será o lançamento oficial do programa, com Guedes, Flávio e Daniela de braços erguidos diante da plateia do PL e de aliados.

Ventríloqua 2

Numa comparação simplificada, seria como se o jovem Bolsonaro representasse uma versão reduzida de Lula, ao lado de Guedes, em posição semelhante à que José Dirceu ocupou em outros tempos. Já Daniela apareceria como uma figura que remeteria simbolicamente a uma discípula de Antonio Palocci, ministro da Fazenda do primeiro governo Lula. Formam-se, assim, duas espécies de “santas trindades” políticas.

A partir daí, Daniela deverá percorrer o país sozinha e ao lado de Flávio. Haverá entrevistas, seminários, intensa atuação nas redes sociais e outras iniciativas até as eleições, sempre com a presença simbólica de Guedes acompanhando a campanha.

Seu melhor momento

A cantora e compositora Luedji Luna vive um momento especial em sua carreira. Na 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira, realizada no Rio de Janeiro, destacou-se como a principal vencedora individual, conquistando os troféus de Melhor Artista Pop e Melhor Lançamento Pop com o álbum Antes Que a Terra Acabe.

Com uma trajetória de 15 anos e cinco álbuns lançados: “Um Corpo no Mundo” (2017), “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água” (2020), “Um Mar Pra Cada Um” e “Antes Que a Terra Acabe”, ambos em 2025, além de Acústico Luedji Luna (2026) , acumula uma expressiva coleção de premiações, incluindo um Grammy Latino. Seu trabalho mais recente, “Acústico Luedji Luna”, foi gravado no emblemático Cine Copan, em São Paulo, antes da reabertura oficial do espaço. Essa obra revisita sucessos da discografia e inclui novas faixas, evidenciando a maturidade artística e a força criativa de uma das vozes mais relevantes da música brasileira contemporânea.

Novos rumos

PSDB e Missão intensificaram as conversas em São Paulo envolvendo um possível acordo para as disputas ao governo estadual e à Presidência da República. Os tucanos dariam palanque a Renan Santos no estado e, em troca, o Missão apoiaria a candidatura de Paulo Serra (PSDB) ao Palácio dos Bandeirantes. Nesse cenário, o deputado Kim Kataguiri (Missão) desistiria da disputa pelo governo paulista, enquanto o PSDB abriria mão de lançar candidato ao Planalto. Atualmente, o nome cogitado pelos tucanos é o do deputado federal Aécio Neves. Analistas mais experientes consideram que há muito movimento para poucos resultados concretos.

Eduardo quer deputada

Fora do Brasil, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro voltou a defender o nome da deputada Júlia Zanatta (PL-SC) para compor, como vice, uma eventual chapa presidencial liderada por seu irmão Flávio Bolsonaro. O apoio a uma composição exclusivamente formada por integrantes do PL ocorre justamente quando Flávio busca ampliar alianças partidárias. A movimentação acontece após declarações que geraram desconforto, como a sugestão de negociar com Donald Trump mecanismos financeiros dos Estados Unidos, entre eles o Zelle, que Eduardo comparou ao Pix. Flávio ainda não definiu sua vice e já avaliou nomes como Ciro Nogueira, Tereza Cristina e a super católica Simone Marquetto. Nos bastidores, avalia-se que Júlia Zanatta não resolveria as necessidades de ampliação política da chapa.

Pérola

“Está na Veja: Daniel Vorcaro confessa que teria pago propina de US$ 30 milhões (R$ 155 milhões) a Davi Alcolumbre, presidente do Senado, o mesmo que não autorizou a instalação da CPMI do Master, que conta com apoio recorde de parlamentares”, de Lula a aliados próximos.

Alcolumbre está nervoso 1

Davi Alcolumbre, presidente do Senado, em sua cruzada contra o Planalto, articulou, na semana passada, a aprovação de três pautas-bombas que podem custar mais de R$ 200 bilhões aos cofres públicos. Alcolumbre acreditava que, após a rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal, surgiria uma trégua com Lula. O cenário, porém, mudou.

O presidente pretende voltar a indicar Messias para a Corte. Diante disso, Alcolumbre estaria preocupado com uma possível reação política.

Alcolumbre está nervoso 2

A preocupação seria ainda maior diante da possibilidade de novos desdobramentos. Alcolumbre sabe que pode ser citado na delação do empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, investigado em um esquema de fraudes no setor de combustíveis.

Também acompanha com atenção o avanço das investigações relacionadas ao caso Master, que teria causado prejuízos de R$ 400 milhões a aposentados e pensionistas do Amapá, estado onde Alcolumbre é ‘rei’. Analistas mais experientes observam semelhanças com a estratégia adotada por Eduardo Cunha, que tentou utilizar pautas de impacto fiscal para enfrentar dificuldades políticas e acabou preso. Além disso, em sua terceira delação, Daniel Vorcaro afirmou, na semana passada, que teria efetuado pagamentos ilícitos a Alcolumbre.

“Pauta-bomba”, não

Produtores rurais, entidades do setor e parlamentares contestam a afirmação de Lula de que a renegociação das dívidas agrícolas seria uma “pauta-bomba”. O deputado Luciano Zucco (PL-RS) argumenta que “pauta-bomba é o descontrole total que o governo construiu nos últimos anos”.

Segundo ele, a proposta não prevê perdão de dívidas, distribuição de recursos ou privilégios, mas apenas a ampliação de prazos para que produtores atingidos por eventos climáticos consigam quitar seus compromissos sem interromper a produção. Para o parlamentar, “o agro é solução, não problema”.

Questão de empurrão

Lula pretende utilizar a decisão de Donald Trump de classificar facções criminosas como organizações terroristas para impulsionar pautas relacionadas ao tema no Senado. Integrantes do Planalto acreditam que isso pode sensibilizar parlamentares a votar propostas ligadas à segurança pública, sob o argumento de fortalecimento do combate ao crime organizado.

Outro tema envolve o projeto sobre terras raras, considerado estratégico para garantir a soberania nacional em eventuais acordos com os Estados Unidos. O problema é que os próprios governistas reconhecem a necessidade de convencer Davi Alcolumbre a pautar as matérias. De antemão, José Guimarães acredita que isso dificilmente ocorrerá.

“Muy amigos”

Apesar das críticas dirigidas por Lula a Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, o Itamaraty não identifica prejuízos relevantes na relação com o principal diplomata do governo Trump nem nas negociações destinadas a evitar novas tarifas comerciais.

Na semana passada, Lula afirmou que Rubio seria “um latino-americano frustrado” (ele é filho de cubanos). Diplomatas destacam, porém, que o secretário mantém um canal direto de diálogo com o chanceler Mauro Vieira e que a relação entre ambos é considerada profissional, respeitosa e “bastante correta”. Ainda assim, Flávio Bolsonaro explorou a rusga - e do seu jeito.

Mistura Fina

Dados da pesquisa Quaest divulgada na semana passada apontam um período prolongado em que a rejeição ao governo Lula supera os índices de aprovação. Em janeiro de 2025, quando o instituto registrou pela primeira vez esse cenário no terceiro mandato do presidente, o resultado foi tratado como um fato inédito. Em maio de 2025, a rejeição avançou e alcançou 57%.

Desde meados de 2025, a rejeição ao governo Lula oscila entre os 48% registrados no levantamento mais recente e os 53% observados há um ano. Em maio de 2026, o índice de rejeição era de 49%. Apesar de alguns sinais de melhora na imagem presidencial, a aprovação permaneceu entre 43% e 47% ao longo do ano. Já a rejeição manteve-se entre 48% e 52%.

A mais recente pesquisa Quaest revela mudanças importantes na forma como os eleitores percebem as ações governamentais. Durante muitos anos, programas bem avaliados costumavam se converter rapidamente em apoio político. Atualmente, a lógica nem sempre funciona da mesma forma. O programa Desenrola 2 ilustra essa situação: 61% dos entrevistados afirmam conhecer a iniciativa, enquanto 50% a consideram positiva. Além disso, 20% dizem que ela lhes agrada parcialmente. Apesar disso, 80% afirmam não ter sido beneficiados diretamente pelo programa de renegociação de dívidas. Ainda assim, 71% acreditam que sua situação melhorou, sem relacionar essa percepção a indicadores estatísticos específicos.

In - Fondue de três queijos

Out - Fondue de frutos do mar

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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