Colunistas

Giba Um

"Está na Veja: Daniel Vorcaro confessa que teria pago propina de US$ 30 milhões (R$ 155 milhões)...

...a Davi Alcolumbre, presidente do Senado, o mesmo que não autorizou a instalação da CPMI do Master, que conta com apoio recorde de parlamentares", de Lula a aliados próximos

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Enquanto o governo resiste a projetos voltados ao socorro de produtores rurais e classifica a renegociação de dívidas do setor como “pauta-bomba”, Lula mantém o padrão habitual em sua viagem a Paris para participar da reunião do G7. O contribuinte brasileiro arcará com uma despesa de R$ 480.542,20 apenas com veículos de luxo.

Mais: as limusines destinados ao deslocamento da comitiva presidencial já foram contratadas (e já estão pagas) pelo Itamaraty junto à empresa V&D Luxury, especializada em modelos de alto padrão da Mercedes-Benz. Em seu site, a companhia divulga os veículos com o slogan: “Torne sua viagem tão luxuosa quanto seu destino”.

Referência de autoestima

Aos 60 anos, Cindy Crawford continua sendo um dos maiores ícones da moda mundial. Sua carreira, construída ao longo de várias décadas, demonstra que elegância, autoconfiança e cuidados constantes podem caminhar juntas com o passar do tempo. Recentemente, Cindy compartilhou suas reflexões sobre o envelhecimento, destacando sua preferência por uma abordagem mais natural em relação à própria aparência.

Ela revelou ter feito um acordo com uma amiga de longa data para evitar procedimentos cirúrgicos faciais, optando por valorizar suas características naturais e aceitar o processo de envelhecimento. A modelo também mencionou conviver com a blefaroptose, condição que provoca a queda das pálpebras e que se tornou mais perceptível após os 50 anos. Apesar do desconforto, especialmente nas manhãs, encara a situação com naturalidade e mantém sua rotina.

O segredo de sua aparência saudável está em hábitos simples, como alimentação equilibrada, exercícios físicos regulares, uso diário de protetor solar e cuidados constantes com a pele. Sua rotina inclui Pilates, treinamento de força, caminhadas e hidratação adequada. Mais do que um símbolo de beleza, Cindy Crawford tornou-se uma referência de autoestima, demonstrando que o envelhecimento natural pode ser acompanhado de charme, saúde e confiança.

Ventríloqua na Economia

O nome é Daniela Marques, mas poderia ser chamado de Paulo Guedes. Pelo menos como uma espécie ectoplasma político do ex-ministro, a ex-presidente da Caixa Econômica Federal já desponta como ministra da Economia em uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro.

A ideia seria repetir o modelo de centralização econômica adotado por seu antigo chefe e ídolo. Afinal, Guedes continuará sendo uma presença marcante em qualquer eventual gestão. O script do filme fictício “Posto Ipiranga 2 – A Missão” já começou a ser encenado. A primeira etapa veio com o vazamento de que a ex-presidente da CEF seria a ministra da Fazenda de Flávio, além de suas aparições estratégicas em eventos.

O segundo movimento deverá ser a divulgação gradual de propostas voltadas ao fortalecimento da participação feminina. O programa apresentará uma fórmula já conhecida, resumida no slogan: “Consertando a tragédia feita pelo PT para que o Brasil volte a crescer”. A proposta parece inspirada diretamente por Paulo Guedes. O terceiro movimento será o lançamento oficial do programa, com Guedes, Flávio e Daniela de braços erguidos diante da plateia do PL e de aliados.

Ventríloqua 2

Numa comparação simplificada, seria como se o jovem Bolsonaro representasse uma versão reduzida de Lula, ao lado de Guedes, em posição semelhante à que José Dirceu ocupou em outros tempos. Já Daniela apareceria como uma figura que remeteria simbolicamente a uma discípula de Antonio Palocci, ministro da Fazenda do primeiro governo Lula. Formam-se, assim, duas espécies de “santas trindades” políticas.

A partir daí, Daniela deverá percorrer o país sozinha e ao lado de Flávio. Haverá entrevistas, seminários, intensa atuação nas redes sociais e outras iniciativas até as eleições, sempre com a presença simbólica de Guedes acompanhando a campanha.

Seu melhor momento

A cantora e compositora Luedji Luna vive um momento especial em sua carreira. Na 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira, realizada no Rio de Janeiro, destacou-se como a principal vencedora individual, conquistando os troféus de Melhor Artista Pop e Melhor Lançamento Pop com o álbum Antes Que a Terra Acabe.

Com uma trajetória de 15 anos e cinco álbuns lançados: “Um Corpo no Mundo” (2017), “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água” (2020), “Um Mar Pra Cada Um” e “Antes Que a Terra Acabe”, ambos em 2025, além de Acústico Luedji Luna (2026) , acumula uma expressiva coleção de premiações, incluindo um Grammy Latino. Seu trabalho mais recente, “Acústico Luedji Luna”, foi gravado no emblemático Cine Copan, em São Paulo, antes da reabertura oficial do espaço. Essa obra revisita sucessos da discografia e inclui novas faixas, evidenciando a maturidade artística e a força criativa de uma das vozes mais relevantes da música brasileira contemporânea.

Novos rumos

PSDB e Missão intensificaram as conversas em São Paulo envolvendo um possível acordo para as disputas ao governo estadual e à Presidência da República. Os tucanos dariam palanque a Renan Santos no estado e, em troca, o Missão apoiaria a candidatura de Paulo Serra (PSDB) ao Palácio dos Bandeirantes. Nesse cenário, o deputado Kim Kataguiri (Missão) desistiria da disputa pelo governo paulista, enquanto o PSDB abriria mão de lançar candidato ao Planalto. Atualmente, o nome cogitado pelos tucanos é o do deputado federal Aécio Neves. Analistas mais experientes consideram que há muito movimento para poucos resultados concretos.

Eduardo quer deputada

Fora do Brasil, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro voltou a defender o nome da deputada Júlia Zanatta (PL-SC) para compor, como vice, uma eventual chapa presidencial liderada por seu irmão Flávio Bolsonaro. O apoio a uma composição exclusivamente formada por integrantes do PL ocorre justamente quando Flávio busca ampliar alianças partidárias. A movimentação acontece após declarações que geraram desconforto, como a sugestão de negociar com Donald Trump mecanismos financeiros dos Estados Unidos, entre eles o Zelle, que Eduardo comparou ao Pix. Flávio ainda não definiu sua vice e já avaliou nomes como Ciro Nogueira, Tereza Cristina e a super católica Simone Marquetto. Nos bastidores, avalia-se que Júlia Zanatta não resolveria as necessidades de ampliação política da chapa.

Pérola

“Está na Veja: Daniel Vorcaro confessa que teria pago propina de US$ 30 milhões (R$ 155 milhões) a Davi Alcolumbre, presidente do Senado, o mesmo que não autorizou a instalação da CPMI do Master, que conta com apoio recorde de parlamentares”, de Lula a aliados próximos.

Alcolumbre está nervoso 1

Davi Alcolumbre, presidente do Senado, em sua cruzada contra o Planalto, articulou, na semana passada, a aprovação de três pautas-bombas que podem custar mais de R$ 200 bilhões aos cofres públicos. Alcolumbre acreditava que, após a rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal, surgiria uma trégua com Lula. O cenário, porém, mudou.

O presidente pretende voltar a indicar Messias para a Corte. Diante disso, Alcolumbre estaria preocupado com uma possível reação política.

Alcolumbre está nervoso 2

A preocupação seria ainda maior diante da possibilidade de novos desdobramentos. Alcolumbre sabe que pode ser citado na delação do empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, investigado em um esquema de fraudes no setor de combustíveis.

Também acompanha com atenção o avanço das investigações relacionadas ao caso Master, que teria causado prejuízos de R$ 400 milhões a aposentados e pensionistas do Amapá, estado onde Alcolumbre é ‘rei’. Analistas mais experientes observam semelhanças com a estratégia adotada por Eduardo Cunha, que tentou utilizar pautas de impacto fiscal para enfrentar dificuldades políticas e acabou preso. Além disso, em sua terceira delação, Daniel Vorcaro afirmou, na semana passada, que teria efetuado pagamentos ilícitos a Alcolumbre.

“Pauta-bomba”, não

Produtores rurais, entidades do setor e parlamentares contestam a afirmação de Lula de que a renegociação das dívidas agrícolas seria uma “pauta-bomba”. O deputado Luciano Zucco (PL-RS) argumenta que “pauta-bomba é o descontrole total que o governo construiu nos últimos anos”.

Segundo ele, a proposta não prevê perdão de dívidas, distribuição de recursos ou privilégios, mas apenas a ampliação de prazos para que produtores atingidos por eventos climáticos consigam quitar seus compromissos sem interromper a produção. Para o parlamentar, “o agro é solução, não problema”.

Questão de empurrão

Lula pretende utilizar a decisão de Donald Trump de classificar facções criminosas como organizações terroristas para impulsionar pautas relacionadas ao tema no Senado. Integrantes do Planalto acreditam que isso pode sensibilizar parlamentares a votar propostas ligadas à segurança pública, sob o argumento de fortalecimento do combate ao crime organizado.

Outro tema envolve o projeto sobre terras raras, considerado estratégico para garantir a soberania nacional em eventuais acordos com os Estados Unidos. O problema é que os próprios governistas reconhecem a necessidade de convencer Davi Alcolumbre a pautar as matérias. De antemão, José Guimarães acredita que isso dificilmente ocorrerá.

“Muy amigos”

Apesar das críticas dirigidas por Lula a Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, o Itamaraty não identifica prejuízos relevantes na relação com o principal diplomata do governo Trump nem nas negociações destinadas a evitar novas tarifas comerciais.

Na semana passada, Lula afirmou que Rubio seria “um latino-americano frustrado” (ele é filho de cubanos). Diplomatas destacam, porém, que o secretário mantém um canal direto de diálogo com o chanceler Mauro Vieira e que a relação entre ambos é considerada profissional, respeitosa e “bastante correta”. Ainda assim, Flávio Bolsonaro explorou a rusga - e do seu jeito.

Mistura Fina

Dados da pesquisa Quaest divulgada na semana passada apontam um período prolongado em que a rejeição ao governo Lula supera os índices de aprovação. Em janeiro de 2025, quando o instituto registrou pela primeira vez esse cenário no terceiro mandato do presidente, o resultado foi tratado como um fato inédito. Em maio de 2025, a rejeição avançou e alcançou 57%.

Desde meados de 2025, a rejeição ao governo Lula oscila entre os 48% registrados no levantamento mais recente e os 53% observados há um ano. Em maio de 2026, o índice de rejeição era de 49%. Apesar de alguns sinais de melhora na imagem presidencial, a aprovação permaneceu entre 43% e 47% ao longo do ano. Já a rejeição manteve-se entre 48% e 52%.

A mais recente pesquisa Quaest revela mudanças importantes na forma como os eleitores percebem as ações governamentais. Durante muitos anos, programas bem avaliados costumavam se converter rapidamente em apoio político. Atualmente, a lógica nem sempre funciona da mesma forma. O programa Desenrola 2 ilustra essa situação: 61% dos entrevistados afirmam conhecer a iniciativa, enquanto 50% a consideram positiva. Além disso, 20% dizem que ela lhes agrada parcialmente. Apesar disso, 80% afirmam não ter sido beneficiados diretamente pelo programa de renegociação de dívidas. Ainda assim, 71% acreditam que sua situação melhorou, sem relacionar essa percepção a indicadores estatísticos específicos.

In - Fondue de três queijos

Out - Fondue de frutos do mar

CLAÚDIO HUMBERTO

"[A magistratura] passa por dificuldade financeiras"

Nunes Marques (STF), fala em "momento difícil" em evento sobre remuneração de juízes

12/06/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Carrões para Lula em Paris já custaram R$480 mil

Enquanto o governo sabota projetos para socorrer produtores rurais e até chama a renegociação das dívidas de “pauta-bomba”, Lula deu sinais de que vai manter o opulento padrão na viagem que inventou, diz que de última hora, a Paris (França) para participar do G7. O pagador de impostos vai bancar fatura de R$480.542,20, isso só com carrões para a comitiva do petista zanzar por lá. Se por aqui a ANAC até parou atividades por falta de dinheiro, por lá, as limusines já estão até pagas.

Frota estrelada

O Itamaraty contratou a V&D Luxury, que só trabalha com modelos top de linha da Mercedes, sedans ou vans. Além do chofer, claro.

Pra quem pode

No site, a empresa oferece limusines para clientes de alto padrão com a mensagem “Torne sua viagem tão luxuosa quanto seu destino”.

Faz o pix

O Itamaraty também já mandou alugar “salas” de apoio para Lula, que ainda está a quase 9 mil quilômetros de Paris,

No precinho

São dois espaços, a “Salle du Conseil”, para 10 pessoas, e a “Salle des Arcardes”, para 30 pessoas. A fatura é nossa: R$38.687,35.

Lula acusado de tentar melar socorro a produtores

Produtores, entidades rurais e parlamentares contestam a versão de Lula (PT) e cia. de que a negociação das dívidas do campo seria uma “pauta-bomba”. Zucco (PL-RS) é direto: “bomba é o descontrole fiscal que o governo construiu nos últimos anos”. O deputado argumenta que não é perdão de dívida, não distribui dinheiro, nem cria privilégio, apenas dá prazo para que produtores atingidos por crises climáticas possam pagar o que devem sem parar a produção: “O agro é solução, não problema”.

Avançou

O PL 5122/2023 foi aprovado no Senado na quarta-feira (10) e retorna à Câmara para análise final após alterações feitas pelos senadores.

Gestão explosiva

“Se existe uma bomba para a economia, ela está em Brasília, na má gestão dos recursos públicos pela gestão petista”, dispara Zucco.

Impulso necessário

Sanderson (PL-RS) destaca que o setor produtivo precisa de condições para seguir produzindo, gerando empregos e movimentando a economia.

Dilema petista

O PT pode ter candidato próprio em Minas Gerais, mesmo sem chance de vitória. O partido não quer “sacrificar” Marília Campos, priorizada para o Senado, mas o problema pode sobrar para a ex-prefeita de Contagem.

Prioridades claras

Diretor-presidente do instituto Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo confirma que a corrupção voltou a liderar entre os principais problemas na visão dos eleitores brasileiros, seguido por segurança pública e saúde.

Fora do governo

Ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato a deputado este ano, José Dirceu disse ao Jornal Gente, da Bandeirantes, que não tem “nenhuma intenção” de voltar a ocupar cargo no governo Lula. Em vez disso, quer ajudar o presidente a partir da Câmara, se eleito, afirmou.

Sem conexão?

Nem um dia após afirmar que gostaria de tomar a ilha de Kharg, por onde passam 90% das exportações de petróleo do Irã, o presidente dos EUA, Donald Trump, informou que autoridades iranianas aceitaram o acordo com os americanos e suspendeu ataques que havia anunciado.

Lula rejeitado

Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) venceriam Lula (PT) em um eventual segundo turno, em Santa Catarina. O resultado está na pesquisa Futura/Apex (BR-08398/2026), de ontem.

Gayer internado

Gustavo Gayer (PL-GO) está internado e precisou passar por uma cirurgia para desobstruir o intestino. O procedimento foi nessa quinta-feira (11). Hoje, o deputado ainda segue sob observação.

Como está

Hugo Motta (Rep-PB) não mudou o relator e designou o deputado Leo Prates (Rep-BA) para relatar a versão governista da proposta sobre o fim da escala 6x1. O presidente da Câmara quer destravar a pauta da Casa.

Inquérito contra Lula

Flávio Bolsonaro (PL) não deixou barato as falas de Lula instigando o enforcamento de adversários. O senador protocolou notícia crime contra o petista no Supremo Tribunal Federal. Deve dar em nada.

Pensando bem...

…a maior ”pauta bomba” é a eleição.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Fonte do planeta

Certa vez, ao ouvir do alagoano Geraldo Bentes, seu ex-secretário de Turismo, a piada de que os rios Capiberibe e Beberibe, do Recife, formam o oceano Atlântico, para ilustrar a suposta “mania de grandeza” dos pernambucanos, o recifense Cristovam Buarque, ex-ministro da Educação e então governador do Distrito Federal, protestou imediatamente: “E quem disse que esses rios formam só o Atlântico?...”

Giba Um

"Quero saber quais são os direitos que os trabalhadores (dos EUA) têm...

...para vir um tal de diretor financeiro impor multa por conta de desmatamento. Não percebem que já estão carecas?", de Lula, sobre novas medidas do governo Trump ao Brasil

12/06/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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Virou quase tradição: em junho, Congresso e Judiciário se reúnem no Fórum Jurídico de Lisboa, comandado pelo ministro Gilmar Mendes, o que inspirou o apelido “Gilmarpalooza” para o evento. É considerado o maior encontro de lobby judicial do mundo, apoiado pela FGV e pelo IDP.

Mais: neste ano, alguns participantes tradicionais não compareceram, apesar das tentativas de Gilmar de atraí-los. O único ministro do STF presente foi Alexandre de Moraes, um dos protagonistas do caso Master, destaque do evento e amigo de Mendes. Outra novidade: Moraes e o banqueiro André Esteves fizeram as pazes.

Giba Um

Tapete azul... da música

O encanto da música brasileira brilhou intensamente no Theatro Municipal do Rio de Janeiro durante a 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira, comandada por Débora Bloch e Alice Wegmann. A cerimônia prestou uma emocionante homenagem a Cazuza, um dos maiores ícones da música nacional, que foi escolhido por unanimidade pelo Conselho do Prêmio. Seus sucessos marcaram a noite e foram interpretados por artistas de diferentes gerações. Entre as apresentações estiveram Zizi Possi, com “Preciso Dizer Que Te Amo”; Marina Sena (O Nosso Amor a Gente Inventa); Luísa Sonza(Faz Parte do Meu Show) Ludmilla (“Exagerado; Seu Jorge (Brasil); e Simone, que interpretou “Quando Eu Estiver Cantando” e “Codinome Beija-Flor”. Ney Matogrosso, que viveu um romance com Cazuza, cantou os clássicos “Por Que a Gente É Assim?” e “Pro Dia Nascer Feliz”. O destaque da noite foi João Gomes, grande vencedor com três prêmios: Melhor Artista, Melhor Lançamento em Canção Popular e Melhor Lançamento na categoria Projeto Especial, pelo trabalho “Dominguinho”, realizado em parceria com Mestrinho e Jota Pê. Outros artistas também foram premiados, entre eles Luedji Luna, Djavan e Chitãozinho & Xororó. A noite reuniu ainda convidados como Lucinha Araújo, Joana, Zélia Duncan, Fátima Bernardes e Bia Bonemer, Daniela Mercury, Gabi Amarantos, Nanda Costa, Lucy Alves e Emanuelle Araújo.

Subsídio indireto para seguro rural

O Plano Safra, que será anunciado ainda este mês, vai trazer uma "bondade" adicional para os agricultores. O governo pretende conceder um desconto nos juros do crédito para os produtores que contratarem seguro rural. Falta definir o alcance do benefício, o que, inclusive, tem sido motivo de divergência entre os Ministérios da Agricultura e da Fazenda. O primeiro defende um abatimento de até 1,5 ponto percentual, ao passo que a equipe econômica tenta limitar o benefício a, no máximo, um ponto percentual, como forma de conter o impacto fiscal da iniciativa. De toda forma, a lógica por trás da proposta é aproveitar o Plano Safra para reduzir uma anomalia enraizada no agronegócio brasileiro: o país despeja mais de meio trilhão de reais em financiamento agrícola, mas mantém a maior parte das lavouras exposta a riscos, sejam eles de ordem climática ou conjuntural. Apenas 5% da área cultivada no Brasil está coberta por seguro rural. Para efeito de comparação, nos Estados Unidos, esse guarda-chuva alcança mais de 80% do plantio.

Subsídio indireto 2

Mais: trata-se de um descompasso que acaba provocando um circuito nefasto para as próprias contas públicas. No fim do dia, a conta cai no colo do Tesouro, vide os custos recorrentes para compensar os crescentes efeitos de catástrofes climáticas, a exemplo das enchentes do Rio Grande do Sul, em 2024. O que o governo está tentando fazer é deslocar parte desse risco para o mercado segurador, reduzindo a necessidade de socorro público em caso de quebra de safra. O abatimento nos juros do Plano Safra funcionará como um subsídio indireto para estimular os agricultores a contratarem seguro rural, um afago de Lula às vésperas da eleição.

Giba Um

No ritmo da música

A C&A entrou no ritmo da música brasileira com uma coleção cápsula especial inspirada em Alcione. A parceria lança seis camisetas exclusivas que prestam homenagem à trajetória da cantora, reforçando o compromisso da marca em conectar moda, cultura e grandes nomes do entretenimento. Disponível desde o início de junho nas lojas físicas e plataformas digitais da rede, a coleção apresenta estampas com imagens e frases emblemáticas da artista, como “Rainha do Samba”, “Lobas escutam música brasileira” e “Eu lá sou mulher de francesinha”. As peças misturam elementos afetivos da carreira de Alcione com um toque contemporâneo inspirado no streetwear. Com essa iniciativa, a C&A reafirma sua estratégia de criar coleções licenciadas e colaborações com figuras conhecidas e produções icônicas. Ao longo dos anos, a marca trouxe parcerias com Márcia Sensitiva, a série Tapas & Beijos e a cantora Lady Gaga. A nova coleção, que incorpora estéticas inspiradas em capas de discos e pôsteres clássicos, celebra a brasilidade e oferece uma releitura moderna da obra de Alcione, uma das artistas mais queridas e influentes do país.

Giba Um

Datena candidato

O apresentador José Luiz Datena acaba de pedir a rescisão de seu contrato com a EBC (Empresa Brasil de Comunicação) e vai deixar a TV Brasil. Datena deve tentar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PSB nas eleições de outubro. Ficará no ar até o próximo dia 30, data-limite para que candidatos ao pleito deste ano continuem no ar com projetos na televisão e no rádio. O convite para a volta de Datena à política foi feito pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e pelo ex-governador Márcio França.

Responsável pelo golpe

O presidente Lula afirma que o governo dos Estados Unidos atuou no golpe militar de 1964 por meio dos embaixadores que estavam em solo brasileiro. A declaração veio em forma de protesto após a decisão dos EUA de taxar produtos brasileiros em até 25%. “Trump não sabe que nós já sabemos que, antes da jogada deles, este país foi vítima do golpe de 1964, naquele tempo articulado por embaixadores americanos no Brasil”, afirmou durante reunião ministerial. O encontro teve como pauta a busca de alternativas para contornar a recente crise com o governo americano no período pré-eleitoral.

Pérola

"Quero saber quais são os direitos que os trabalhadores (dos EUA) têm para vir um tal de diretor financeiro impor multa por conta de desmatamento. Não percebem que já estão carecas?”,

de Lula, sobre novas medidas do governo Trump ao Brasil.

Precedente perigoso

O núcleo mais influente do PT demonstra preocupação com a decisão do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, que suspendeu uma pesquisa da Atlas/Bloomberg que apontava queda nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro. A avaliação é que a medida pode abrir um precedente perigoso. Nunes, indicado para a Corte por Jair Bolsonaro quando era presidente, poderá adotar novas posturas intervencionistas durante o processo eleitoral. A suspensão da pesquisa não é um fato inédito. Em fevereiro, Cármen Lúcia, então presidente do TSE, também suspendeu uma pesquisa que teria sido divulgada sem o registro obrigatório da Justiça Eleitoral.

"Bombas" fiscais

Davi Alcolumbre prometeu e três pautas-bomba avançaram no Senado com impacto nas contas públicas. A principal é um projeto aprovado pelo plenário que prevê o uso de receitas do pré-sal para financiar dívidas do setor rural, com custo estimado em R$ 140 bilhões ao longo de dez anos. Lula pretende contestar a medida no STF. Outro projeto, em tramitação na Câmara, propõe elevar o piso salarial de médicos e dentistas dos atuais R$ 3.636 para R$ 13.662 por 20 horas semanais de trabalho. E há mais propostas a caminho: Alcolumbre quer ampliar a pressão fiscal sobre o governo atual e também sobre o próximo governante.

Menos de 10%

O embaixador Maurício Lyrio participou da negociação do Brasil contra as tarifas do ano passado e agora considera injusto que o país seja penalizado novamente. Lyrio lembra que o intercâmbio entre Brasil e Estados Unidos já representou 25% de todo o comércio brasileiro. Esse percentual foi caindo e chegou a 12%. No ano passado, pela primeira vez em décadas, o comércio com os norte-americanos representou menos de 10% do total negociado pelo Brasil com o mundo. Nas pesquisas, 47% acham que Flávio Bolsonaro teve influência na medida, enquanto 53% acreditam que ela prejudicará bancos e empresas brasileiras.g

Sem rumo e sem dono 1

Claudio Castro é o ex-governador que caiu do caminhão de mudança e perdido, procurando seu ‘dono’. Nas últimas semanas, vem tentando uma reaproximação com Bolsonaro, especialmente com Flávio Bolsonaro, sem sucesso. Sua candidatura ao Senado, que nunca foi consenso dentro do PL, perdeu força após as revelações sobre suas relações aparentemente pouco republicanas com Daniel Vorcaro. Sem alternativas, já considera disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados.

Sem rumo e sem dono 2

Ainda na Câmara, ao menos, caso conseguisse se eleger, teria o conforto do foro privilegiado. A essa altura, o ex-governador já não alimenta grandes esperanças de receber apoio dos Bolsonaro para seu projeto político. Além disso, se há alguém que precisa se distanciar do caso Master, esse alguém é o próprio Flávio. Castro já se dará por satisfeito se o senador não atuar dentro do PL para barrar sua eventual candidatura à Câmara. E tem mais: para levar seu plano adiante, ainda terá de “combinar” com a Justiça.

Mistura Fina

Na semana passada, durante reunião ministerial, Lula provocou Alcolumbre na frente de todo o governo. “Eu não tenho nenhum problema com ele. Alcolumbre é que criou um problema para ele mesmo”, disse. Eles estão rompidos e não há sinal de pacificação da relação. Alcolumbre, aliás, diz o mesmo de Lula: “Lula é quem cria problemas para si mesmo. Não tenho problema com o presidente”.

No primeiro turno da pesquisa Genial/Quaest, Lula abriu distância de 10 pontos sobre Flávio Bolsonaro e, no segundo turno, de seis pontos. O encolhimento dos pré-candidatos da direita foi praticamente geral: Ronaldo Caiado caiu de 4% para 3%; Romeu Zema, de 4% para 2%; e houve a inclusão de Aécio Neves, que não tem candidatura confirmada, mas pontuou 2%. Apenas Renan Santos oscilou de 2% para 3%.

Para bolsonaristas, a pesquisa Genial/Quaest para a Presidência, que mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro, não altera o cenário. A avaliação é de que a eleição ainda está distante e de que o senador acumulou um crescimento muito rápido no início do ano, o que lhe garante uma “margem confortável” para oscilações negativas. Já integrantes do PL reconhecem as dificuldades e avaliam que será necessário um novo esforço para recolocar Flávio na liderança das pesquisas.

A Ultrafarma patrocina agora o Jornal do Boris, programa comandado pelo jornalista Boris Casoy no SBT News. A marca reforça sua estratégia de associação a conteúdos de grande alcance e credibilidade no cenário jornalístico brasileiro. O Jornal do Boris é transmitido de segunda a sexta-feira, das 8h às 9h, no canal do SBT no YouTube. Boris retornou ao SBT para integrar a equipe da emissora como comentarista e âncora da atração exibida no ambiente digital. Durante sua primeira passagem pelo SBT, de 1988 a 1997, foi pioneiro no modelo de âncora do jornalismo televisivo nacional.

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