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GIBA UM

"Eu faço exame todo ano e tudo que eu gasto, eu desconto do IR, portando, quem está pagando"

de LULA // sobre brasileiros que esperam até 14 meses por uma consulta.

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O governo de Minas Gerais quer apresentar o modelo de venda da Copasa até março. O governador reeleito Romeu Zema (Novo) quer aproveitar sua popularidade em alta para deslanchar a venda da companhia de saneamento. 

Mais: a ideia é ofertar toda participação do estado (50,03%) das ações ordinárias. Números: tomando-se como base apenas o valor de mercado da Copasa, a fatia acionária em poder de Minas Gerais está precificada em perto de R$ 2,9 bilhões.

“Eu faço exame todo ano e tudo que eu gasto, eu desconto do IR, portando, quem está pagando o tratamento que nós temos é o pobre que não tem dinheiro”, 

de LULA // sobre brasileiros que esperam até 14 meses por uma consulta.

In – Escada Plissada
Out – Escada Flutuante

15122022[1]Fotos: Reprodução

15 anos de parceria

A joalheria brasileira Vivara está comemorando 60 anos, com mais de 5 mil produtos em seu catálogo (alguns já saíram de produção), 300 lojas física, além da loja virtual que tem mais de 24 milhões de usuários. Sua fábrica tem  4.200 m² com instalações modernas e 360 profissionais especializados. Para festejar a data a joalheria promoveu um jantar na Pinacoteca, de São Paulo com direito a show de Maria Gadú e Agnes Nunes. Mais: neste ano a empresa apareceu pela primeira vez no ranking que reúne as 100 maiores empresas do varejo de luxo do mundo, a ‘Poderosos do Varejo de Luxo 2022’. A joalheria e  Grupo Soma são  as únicas empresas brasileiras no ranking. Estavam presentes as garotas-propagandas, Marina Ruy Barbosa e Gisele Bündchen (primeira foto à esquerda) e Sasha Meneghel (segunda foto). Gisele e a joalheria já tem 15 anos de parceria e foi a primeira aparição em público da modelo após anunciar sua separação. Entre tantas outras convidadas estavam as gravidíssimas Daniela Sarahyba (terceira foto) e Cláudia Raia (quarta foto); e mãe e filha Cleo e Gloria Pires (última foto).

Quem paga o cacique

O indígena José Acácio Serere Xavante, cuja prisão no começo da semana originou horas de vandalismo de bolsonaristas em Brasília, não é cacique, como se autoproclama. Faz parte da etnia Parabubure, que reside em Campinápolis, no norte de Mato Grosso. Poderia ser apenas um líder dessa etnia, já que se casou com uma não-indígena e hoje atua como pastor evangélico da cidade. Especialistas da área afirmam que não há um único líder para os Xavantes, povo cuja população, estimada em 27 mil pessoas, está distribuída em nova terras indígenas naquele estado. Ele representa um clã ou fração etária menor de um grupo local. Já chamou Alexandre de Moraes de “ladrão” e “bandido” e é sustentado por fazendeiros do Mato Grosso. Muitos dos manifestantes que protagonizaram cenas de vandalismo em Brasília (além de ônibus e carros, destruíram também uma delegacia e um posto de gasolina) estão acampados nas imediações de um quartel em Brasília. São orientados por manifestantes que operam com alto-falante nas mãos, insuflando suas ações. Nas redes sociais ligadas ao Planalto é distribuída outra versão para os fatos (tentaram até jogar um ônibus de um viaduto sobre uma avenida). Afirmam que foram petistas escalados para a fúria e estava tudo planejado para culpar os bolsonaristas que defendem ações golpistas.

Entrevista Inédita

Afastada da TV desde 2016  (passou um tempo morando em Portugal)  Marília Gabriela resolveu a se dedicar a seu canal no YouTube onde apresenta o Gabi de Frente De Novo. O novo programa que estreou no final de setembro com a ex-BBB e cantora Juliette teve 8 (Bianca Andrade, Camila Coutinho, Hugo Gloss e MC Cabelinho, seu filho Theodoro Cochrane, Patrícia Ramos e Leo Picon). No passado Gabi confessou que tinha o sonho de entrevistar Hillary Clinton. Enquanto o sonho não se realiza a jornalista fará algo inédito, pelo menos no Brasil: entrevistará a Lu, avatar virtual da rede Magalu (que demorou 45 dias para ficar pronto). “Tive esse insight porque queria ter a experiência de entrevistar um avatar virtual pela primeira vez. A ideia casou completamente com o conceito que idealizei para essa temporada que era o de conversar com alguns dos maiores influenciadores digitais do Brasil. No caso da Lu, além de tudo, uma inovação e a maior avatar virtual do mundo”.

Calamidade

Na semana passada, o senador Randolfe Rodrigues pediu ao TCU que tome medidas para responsabilizar Jair Bolsonaro. Garante que a calamidade em que se encontram as contas públicas é fruto de “subestimação dolosa de despesas obrigatórias, a fim de direcionar recursos para outras áreas de maior interesse do presidente”. A representação pede que o TCU rejeite as contas do último ano do governo. Especialistas na área apostam que, se isso ocorrer, Bolsonaro poderá ficar inelegível – e na esfera penal, julgado por crime contra as finanças.

Contra Michelle

O mesmo  Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentará petição ao ministro do STF Alexandre de Moraes para incluir a primeira-dama Michelle Bolsonaro no inquérito de atos antidemocráticos. Nos últimos cias, Michelle tem entregado marmita a manifestantes que faziam vigília no Palácio da Alvorada. Para o senador, isso pode ser configurado como um indício de que a família presidencial tem ligação direta com responsáveis pelos atos de vandalismo em Brasília.

Quase

Lula bateu o martelo na nomeação de Aloizio Mercadante para a presidência do BNDES na véspera da diplomação. A conversa já vinha rolando, mas o presidente eleito empurrava a definição para frente. A alternativa para o BNDES seria a indicação de Mercadante para a Petrobras. Só que seus aliados mais próximos – e até o próprio Aloizio – acharam a nomeação para a estatal petrolífera como uma sinalização mais arriscada. Afinal, o BNDES não tem ações em mercado, nem impacto que a estatal tem nas bolsas de valores.

MODESTO

O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que já vem montando sua equipe de secretários por áreas, conversou nesses dias, por mais de uma hora com Paulo Guedes, ministro da Economia e prestes a deixar as funções de “posto Ipiranga”. Haddad saiu de lá com boa impressão de Guedes, que foi cordial e que, à certa altura, lhe perguntou “se ele queria mesmo ser ministro da Fazenda”. Haddad também ficou com a impressão de que Guedes se acha “o melhor ministro da economia do mundo”.

Missão difícil

Valdemar Costa Neto, dono do PL, que ainda batalha para desbloquear o que sobrou dos fundos partidários e eleitoral (foram bloqueados por Alexandre de Moraes por conta da manobra sobre a fraude nas urnas), acha que consegue eleger Rogério Marinho (PL-RN) presidente do Senado, no ano que vem. Não será fácil. Rodrigo Pacheco (PSD-MG) tem uma aliança a favor de sua reeleição: Teresa Cristina (PP-MS), Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e o clã Calheiros, só para começo de conversa.

DE NOVO, NÃO

Assessores de Lula vão se reunir com o ministro da Justiça Anderson Torres, para acertar detalhes do esquema de segurança da posse de Lula. O próprio Flávio Dino, sucessor de Torres, estará presente. Há uma preocupação especial em relação à Polícia Rodoviária Federal. Que quer que a corporação não faça operações que possam afetar a chegada de caravanas à Brasília na virada do ano (as ações no Nordeste às vésperas do segundo turno da PRF ainda estão na memória).

Malas prontas

O ainda ministro da Justiça, Anderson Torres, que avisa que está averiguando tudo o que aconteceu em Brasília no dia da diplomação de Lula e também não sabe por que ninguém foi preso, está de malas prontas. Antes do final do ano, volta para Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, cargo que ocupava até assumir a pastas, em abril do ano passado. Outros membros do governo também podem ir trabalhar com seu ex-colega de ministério Tarcísio de Freitas eleito governador de São Paulo.

Trabalhar com Musk

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, no ano que vem não pretende continuar na vida pública (foi deputado quatro vezes). Quer iniciar carreira na vida privada. Uma das alternativas é que passe a trabalhar com o bilionário Elon Musk, dono de várias empresas, entre elas a Starlink, de satélite. Faria estreitou relações com Musk com quem teve reuniões no Brasil e nos Estados Unidos. E poderia trabalhar no projeto de instalar internet de alta velocidade por satélites em escolas da Amazônia.

LIVES DE LULA

O presidente eleito Lula pretende lançar mão da estratégia digital usada durante muito tempo por Jair Bolsonaro, ou seja, fará lives semanais diretamente do Palácio do Planalto. Quer informar seus eleitores das ações do governo sem deixar de ressaltar o cenário de desmonte que vai herdar. O deputado André Janones (Avante-MG), um dos principais aliados do petista na guerra digital, é um dos entusiastas das futuras lives.

MISTURA FINA

DEPOIS da diplomação, o presidente eleito Luis Inácio Lula da Silva, mais Janja e um grupo de convidados foram confraternizar na casa do advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay (o ministro Alexandre de Moraes estava lá). Kakay cedeu sua casa a pedido de Lula. entre algumas presenças havia quem apontasse que o advogado poder ser o futuro embaixador do Brasil em Paris.

DE repente, a Petrobras passou a tratar como prioridade o projeto de exploração e produção de gás do poço Uchuva-1, no bloco Tayrona. Nos últimos dias, reuniões entre executivos aumentaram, envolvendo até órgãos de governo e autoridades regulatórias da Colômbia, o que surpreende é que, até agora, não existe qualquer cálculo financeiro aprovado. Além disso, sempre vigorou dentro da Petrobras o entendimento de que o projeto é relevante para a Colômbia, mas de menor importância para negócios da própria estatal.

LULA delegou a Janja a indicação de quem assumirá o Ministério da Mulher e a futura primeira-dama pretende indicar a professora paranaense e ex-diretora de Itaipu Maria Helena Guarezi. Elas são amigas e trabalharam juntas em Itaipu. Ela é filiada do PT, mas algumas figuras do partido defendem um nome da área que tenha trânsito na sigla. Entre tantas, a deputada federal Rejane Dias (PI), Anne Moura, secretária Nacional de Mulheres do PT e também a socióloga Vilma Reis.

O ECONOMISTA Bernard Appy, que integrará o grupo de secretários do ministério da Fazenda sob comando de Fernando Haddad, é responsável da já emblemática PEC 45, da reforma tributária que roda como pião no Congresso sem sair do mesmo lugar. Appy cuidará especialmente da reforma e aceitou o cargo porque “o projeto é bom” como antecipou. Os mais irônicos dizem que Appy está para a PEC 45 como Eduardo Suplicy para a “renda mínima”.

MESMO tendo uma relação mais chegada ao presidente eleito Lula, Pérsio Arida não gostou nem um pouco da indicação de Fernando Haddad para a Fazenda. Aos mais chegados, até fala que considera o futuro ministro “um pouco arrogante” e “uma pessoa que pensa que sabe tudo”. Por conta disso, Arida já disse que também não participará do Conselho de Economistas que Lula quer criar em seu governo.

GILBERTO Kassab, dono  do PSD e futuro homem-forte do governo de Tarcísio de Freitas em São Paulo, estava defendendo a nomeação do deputado Pedro Paulo  (PSD-RJ) para a Secretaria do Turismo. Contudo, o governador eleito anunciou o pastor e deputado federal Roberto de Lucena (Republicanos-SP) para o cargo. Lucena foi ferrenho defensor do projeto da “cura gay”, que tramitou no Congresso entre 2011 e 2013 e já discursou contra a decisão do STF que reconheceu a união homoafetiva.

Direito

O que a Justiça pode determinar quando o trânsito destrói uma família

Confira a coluna desta quinta-feira (13)

13/08/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

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Recentemente, um caso que tramitou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve, no fim de julho, a condenação de uma concessionária de energia elétrica pela morte de um ciclista atropelado por um funcionário que prestava serviço à empresa.

Os dois filhos da vítima, adolescentes na época, receberão R$ 25 mil cada um por danos morais, além de pensão mensal equivalente a dois terços dos rendimentos do pai até completarem 25 anos. O atropelamento aconteceu em 2009, mas somente agora, 17 anos depois é que o caso foi julgado pelo Tribunal.

O caso é didático porque reúne, em um único julgamento, quase tudo o que uma família precisa saber depois de um acidente de trânsito, e quase tudo o que ela costuma ignorar.

O primeiro ponto é quem paga. Existe a crença de que a responsabilidade começa e termina no motorista. Não é assim.

A lei estabelece que o empregador responde pelos danos causados por seus empregados no exercício do trabalho, e responde independentemente de ter culpa própria. Ou seja: não interessa se a empresa treinou bem o motorista, se exigiu curso de direção defensiva ou se o veículo estava em ordem. Se o funcionário atropelou alguém trabalhando, a empresa responde.

Isso muda tudo na prática. Uma coisa é buscar reparação contra um motorista que não tem patrimônio algum. Outra, bem diferente, é acionar a empresa para a qual ele trabalha, que tem CNPJ, faturamento e, quase sempre, seguro de responsabilidade civil.

O segundo ponto é a prova. A defesa da concessionária sustentou que o ciclista teria entrado repentinamente na via, apoiando-se no boletim de ocorrência. A relatora rejeitou o argumento com uma observação que vale guardar: boletim baseado exclusivamente na versão do condutor envolvido é relato unilateral de quem tem interesse direto no resultado. Boletim de ocorrência não é sentença. 

Muitas famílias desistem de buscar seus direitos porque leram no documento uma versão que as culpa. Essa versão pode, e deve ser contestada com testemunhas, perícia, imagens e prova técnica. Vale lembrar, ainda, que o Código de Trânsito impõe ao motorista o dever de guardar distância lateral mínima de um metro e meio ao ultrapassar ciclistas, exatamente por serem eles os usuários mais frágeis da via.

O terceiro ponto é o que a Justiça pode determinar. Em caso de morte, a lei prevê o pagamento das despesas com tratamento, funeral e luto, além de pensão aos que dependiam economicamente da vítima. Para os filhos, os tribunais costumam fixar essa pensão em dois terços da renda até os 25 anos; para o cônjuge ou companheiro, até a idade provável de vida da vítima.

Soma-se a isso o dano moral, que é direito próprio de cada familiar, não se divide um valor único entre todos. 

Quando a vítima sobrevive, o raciocínio é o mesmo. A lei garante o custeio integral do tratamento, os lucros cessantes (o que a vítima deixou de ganhar) referentes ao período de afastamento e, havendo redução permanente da capacidade de trabalho, pensão correspondente a essa perda.

Cicatrizes, amputações e deformidades geram dano estético, que o Superior Tribunal de Justiça reconhece ser cumulável com o dano moral. São verbas distintas, e pedi-las separadamente pode alterar significativamente o resultado.

Resta o tempo

O caso mineiro levou dezessete anos entre o acidente e a decisão de segundo grau, mas o prazo para ingressar com a ação é curto. Provas se perdem, testemunhas somem, câmeras são sobrescritas.

Se você perdeu alguém no trânsito, ou ficou com sequelas depois de um acidente, e o responsável estava trabalhando quando aquilo aconteceu, existe muito mais em jogo do que um acordo rápido oferecido pelo seguro nas primeiras semanas. Vale conhecer o tamanho real do que a lei assegura antes de assinar qualquer coisa.

Leandro Amaral Provenzano - OAB/MS 13.035. Sócio do escritório Provenzano Advogados.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Quem deve explicações é o Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), sobre Lulinha, filho do presidente, e a falcatrua no INSS

12/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Bens de governador petista crescem mais de 400%

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Lula promete pasta da Segurança 43 meses atrasado

Lula (PT) sempre passa vergonha quando faz juras eternas de combater a criminalidade, como a promessa de criar o Ministério da Segurança, com 43 meses de atraso. Para quem manda sua bancada boicotar no Congresso projetos que são aspiração dos brasileiros, como a redução da maioridade penal, e após saudar uma traficante em seu palanque na Favela do Moinho, em São Paulo, como lembrou Tarcísio Gomes de Freitas no debate da Band, desautoriza qualquer lacração nessa área.

Nunca na História

Nunca houve Ministério da Segurança nos mais de 18 anos dos cinco governos do PT.

Primeiro

A primeira vez que houve pasta específica para a Segurança Pública foi na gestão Michel Temer (MDB).

Caso único

O ex-deputado Raul Jungmann continua a ser o único ministro da Segurança da História do Brasil.

Mitomania em movimento

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

Ataques investigados

Empresário forte de Goiânia, da área de show business, vem sendo acusado na política do DF de bancar ataques nas redes sociais contra a governadora Celina Leão (PP). O caso está sob investigação.

Caiu a ficha

Demorou, mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro finalmente deu sinais de haver percebido que suas desavenças públicas com o enteado Flávio favoreciam os adversários. “Briga tem em toda família”, diz agora.

Por conta

Difícil Lula retribuir a Nabor Wanderley (Rep-PB) o apoio público que recebeu de Hugo Motta (Rep-PB), filho do candidato ao Senado. O petista vai pedir votos para Veneziano Vital (MDB) e João Azevedo (PSB)

Vergonha histórica

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente. Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

Esquema

Era pluripartidário o rolo de vereadores com facção que cobrava pedágio para acessar regiões de Sobral (CE). Os envolvidos, segundo a PF: Carlos do Calisto (PSB), Junim do Povo (Pode) e Mario Vicktor (União).

É simbólico

O segundo ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve ser na cidade em que o pai sofreu um atentado promovido por ex-militante do Psol, em 2018. Flávio vai a Juiz de Fora (MG) em 17 de agosto.

Demora por quê?

Sob supervisão do Judiciário, de perito, da PF e do Ministério Público, Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio (PL), já disponibilizou seu DNA para agilizar o confronto com amostra da suposta “vítima” exposta por Lindbergh Farias (PT) e Soraya Thronicke. Só falta o STF avaliar.

Pensando bem...

...política ainda é um excelente negócio.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Não te fresqueia, tchê

O líder gaúcho Flores da Cunha era do tipo que não guardava papas na língua e zelava pela reputação dos machos do Rio Grande do Sul. Mas, certa vez, num comício em Uruguaiana, ao ser saudado, um orador local exagerou nos elogios: “Bravo general, corpo de espartano, cérebro ateniense, coração de pomba, alma de dama...”. Ele chama o chefe político e ordena, interrompendo o discurso: “Tira esse demente daqui antes que ele me chame de fresco”.

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