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Giba Um

"Eu observei o Brasil, o líder de lá, que conheço um pouco. Para ser sincero, não penso nele...

...Não poderia me importar menos. Ele é um tipo diferente de pessoa, muito volátil. Eu o vi fazendo um discurso. Foi um discurso muito volátil, e tudo bem", de Donald Trump, ainda no G7, sobre o comportamento de Lula no recente evento na França

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Colecionadores de frases ridículas ou sem sentido produzidas por políticos, como Lula ou integrantes do clã Bolsonaro, especialmente Eduardo e Flávio, já podem acrescentar às suas coleções algumas preciosidades produzidas pelo presidente americano Donald Trump.

Mais: durante o G7, quando entrou numa sala repleta de governantes já acomodados e bradou: "Eu sou o chefe". Alguns deram risada, mas Trump pretendia demonstrar poder. Em Évian, ao receber uma camiseta da seleção alemã do chanceler Friedrich Merz, Trump sequer se levantou.

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Uma nova etapa

A cantora Simone Mendes é a estrela da capa da 23ª edição da Billboard Brasil. Em entrevista, a artista revelou detalhes sobre sua trajetória, seus novos projetos e o momento vibrante que vive em sua carreira solo, iniciada em 2023. "Eu venho escrevendo minha história há muito tempo... Degrau por degrau, construindo a minha história na música de uma forma muito honesta, muito justa, com muito amor, carinho e dedicação." Em 2026, Simone lançou o projeto "O Melhor de Mim" em parceria com seus fãs e apresentou o single "Direitos Iguais", que já se destaca em suas apresentações. Além disso, reuniu grandes nomes do sertanejo para o DVD "Minhas Memórias", uma homenagem às músicas que marcaram sua infância."Quero trazer aquilo que me ensinou o que é ser artista." Natural da Bahia, Simone realizou seus sonhos e consolidou-se como uma das cantoras mais admiradas do Brasil. De quebra, sua autenticidade também serviu de inspiração para a nova linha de calçados da Bebecê em colaboração com a cantora, da qual participou ativamente com sugestões e ideias. A coleção alia elegância, conforto e estilo, oferecendo modelos adequados para diversas ocasiões e refletindo a essência da artista: emoção, personalidade e coragem para seguir em frente.

CBF: caça às bruxas

Enquanto a Seleção Brasileira prepara-se para o jogo de amanhã contra a Escócia, a CBF afunda numa rede de intrigas. O presidente da entidade, Samir Xaud, promete uma caça às bruxas para identificar a eventual participação de funcionários no vazamento de seus gastos nos Estados Unidos — despesas, diga-se de passagem, que estão numa rota cinzenta entre o institucional e o pessoal. Na semana passada, surgiram informações de que a CBF estaria bancando a hospedagem não apenas da esposa, mas também de uma suposta amante de Xaud. O dirigente entrou numa espécie de surto paranoico. Nos últimos dias, passou a descontar em tudo e em todos, de seus pares na diretoria aos demais níveis hierárquicos da CBF. A ponto de sair do radar dos demais dirigentes da entidade: após a notícia se espalhar pela imprensa, Xaud tem evitado compartilhar seus deslocamentos dentro dos Estados Unidos com pessoas da Confederação. Para onde olha, ele enxerga "um inimigo". Os analistas acham que ele não está de todo errado. No entorno do cartola, o fogo amigo é atribuído a Gustavo Dias Henrique, o poderoso vice-presidente da Confederação, tido, na prática, como o real mandatário da entidade.

Dinheirama

Para quem não tem nem ideia: o orçamento da CBF para 2026 é de R$ 2,7 bilhões, sendo R$ 1,6 bilhão em receitas que ficam diretamente no caixa central para operações. Há ainda R$ 1 bilhão em patrocínios de 12 parceiros comerciais. O presidente Samir Xaud, que muita gente nem sabe de onde saiu para comandar a CBF, recebe mensalmente R$ 383,6 mil, que, arredondados para R$ 400 mil, significam um rendimento anual de aproximadamente R$ 5 milhões. Xaud pilota a dinheirama com os olhos arregalados e exerce um irresistível controle sobre uma montanha de dinheiro que nunca havia passado diante de seu nariz.

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O amor floresceu

A apresentadora Sabrina Sato, 45 anos, comoveu seus seguidores ao anunciar, na segunda (22), que está esperando seu primeiro filho com Nicolas Prattes, 29 anos. A revelação aconteceu em um vídeo especial apresentado por Zoe, filha de Sabrina, que compartilhou com alegria: "Todos os dias, antes de eu dormir, converso com o Papai do Céu. Agradeço pela minha família, pelos meus amigos e depois faço um pedido. O mesmo pedido todos os dias. Desde quando eu tinha cinco anos." Então anuncia que seu desejo finalmente se tornou realidade: "Gente, minha mãe tá grávida!". Em sua publicação, Sabrina celebrou essa fase com a frase: "O nosso amor chamou e floresceu. Deus sabe de tudo." A notícia torna-se ainda mais significativa após a apresentadora ter enfrentado um aborto espontâneo em 2024, durante sua primeira gestação com o parceiro. Com a chegada do novo bebê, muitos fãs já se perguntam se Sabrina irá desfilar normalmente no Carnaval de 2027. Em 2024, ela havia manifestado o desejo de desfilar grávida no ano seguinte, mas a gestação foi interrompida nos primeiros meses. Agora, o público acompanha com carinho essa nova etapa na vida da apresentadora.

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"Convidado trapalhão"

Após a participação polêmica como um "convidado trapalhão" — nome de um filme de Peter Sellers — no G7, Lula retornou ao Brasil com a mesma fala que deixou na França, depois de afirmar coisas como "nunca fui esquerdista". Mais: Lula não gostou da reação de Jaques Wagner após as denúncias que desabaram sobre sua cabeça. O senador afirmou que "fogo amigo sempre aparece, mas eu prefiro confiar na minha relação e na confiança de Lula", referindo-se aos pedidos para que deixe a liderança do PT no Senado. E é exatamente isso que o presidente deverá lhe pedir: ele teme sequelas em sua campanha rumo ao quarto mandato.
 

Artistas nas campanhas

O presidente Lula já aposta na proximidade com artistas nacionais ligados à esquerda e ao círculo da primeira-dama Janja da Silva. Ela atua como interlocutora de artistas, músicos e produtores culturais. Chico Buarque é uma das peças-chave, mais uma vez, na campanha presidencial de Lula. Do outro lado, misturando as denúncias contra Jaques Wagner a supostas ligações de Lula com Daniel Vorcaro, Flávio Bolsonaro posa para fotos ao lado de Zezé Di Camargo, que, em outras épocas, era garoto-propaganda do próprio Lula. Em uma dessas imagens, o cantor aparece com uma camiseta onde se lê: "O agro é top".

Pérola

"Eu observei o Brasil, o líder de lá, que conheço um pouco. Para ser sincero, não penso nele. Não poderia me importar menos. Ele é um tipo diferente de pessoa, muito volátil. Eu o vi fazendo um discurso. Foi um discurso muito volátil, e tudo bem",

de Donald Trump, ainda no G7, sobre o comportamento de Lula no recente evento na França.

Outra coleção

Ainda sobre as frases de Trump: a primeira-ministra Giorgia Meloni também tentou agradá-lo e pagou o preço. O americano comentou: "Ela me implorou para tirar uma foto comigo. Eu não teria tirado, mas fiquei com pena". Meloni limitou-se a dizer que se sentiu "humilhada" ao ouvir o comentário. Trump está longe de ser um diplomata: numa semana abriu as portas da Casa Branca para Lula e, pouco mais de uma semana depois, elogiou Flávio Bolsonaro, confundindo-o com o irmão Eduardo, e virou as costas para o brasileiro no G7.

Dívidas rurais 1

A Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), presidida por Pedro Lupion (PP-PR), articula-se contra o que considera ser uma operação tartaruga montada pelo Planalto em parceria com Hugo Motta, presidente da Câmara, para retardar a votação do projeto de renegociação das dívidas rurais. Deputados ligados ao agronegócio discutem medidas de retaliação, incluindo a redução deliberada do quórum em votações de interesse do governo. A avaliação dos ruralistas é que o governo tenta ganhar tempo para desgastar a proposta e reduzir a pressão política criada após sua aprovação no Senado.

Dívidas rurais 2

Na semana passada, circulava a informação de que Motta pretende submeter a proposta a um longo périplo por comissões e audiências públicas, o que empurraria sua votação para depois do recesso parlamentar ou até mesmo para após as eleições. O projeto, aprovado pelos senadores, cria mecanismos para alongamento e renegociação de passivos do setor agropecuário, utilizando recursos do Fundo Social do Pré-Sal, fundos constitucionais e outras fontes de financiamento. O texto prevê um limite inicial de R$ 30 bilhões em crédito, mas o universo potencial de dívidas alcançadas pode chegar a R$ 140 bilhões, segundo estimativa da Fazenda.

Legado de Abram 1

Com o título "Transformar instituições. Inspirar gerações", a FecomercioSP, o Sesc, o Senac e os sindicatos empresariais publicaram um anúncio de página inteira sobre a apresentação da nova diretoria da entidade, hoje, no Teatro do Sesc Pinheiros, em São Paulo, e a homenagem ao presidente Abram Szajman e seu legado após mais de quatro décadas no comando do grupo, transformando seus integrantes em "agentes de transformação". Na página, há fotos de Szajman e de Ivo Dall'Acqua Junior, eleito para a presidência da FecomercioSP. Abram introduziu áreas como Hotelaria, Fotografia, Moda e Gestão Ambiental no Senac, que hoje conta com 63 unidades, três campi universitários, dois hotéis e mais de 2,3 milhões de estudantes.

Legado de Abram 2

Sob a liderança de Abram, o Sesc SP expandiu sua presença de 9 para 43 unidades, levando qualidade de vida a mais de 30 milhões de pessoas e tornando-se um modelo global de acesso à cultura, saúde, esporte, lazer e cidadania. O legado avança com a eleição de Dall'Acqua, numa transição sólida que assegura a defesa da livre iniciativa, da liderança sindical patronal e do desenvolvimento socioeconômico do país. Ele integra os quadros da federação desde 1980, é advogado, diretor da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo e uma das principais vozes da Conferência Internacional do Trabalho da OIT, em Genebra.

Mistura Fina

O presidente da WEG, Alberto Kuba, tem mantido intensa interlocução com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin. As conversas passam pela estratégia de negociação do governo Lula com Washington e pelo pleito de medidas compensatórias capazes de mitigar o impacto da nova tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A mobilização da WEG é proporcional ao estrago que o tarifaço de Trump pode causar em seus negócios.

A WEG produz motores elétricos, transformadores, sistemas de automação, equipamentos para transmissão de energia e soluções ligadas à eletrificação e à transição energética. Em 2025, a companhia registrou receita trimestral superior a R$ 10 bilhões. Cerca de 25% de sua produção é destinada aos Estados Unidos. O temor da companhia é que Washington retalie países acusados de práticas comerciais consideradas desleais, como ocorreu com a China. O governo americano pode impor tarifas ou restrições comerciais sobre produtos considerados estratégicos para a segurança nacional.

O imóvel de R$ 2,5 milhões em Salvador, que teria sido negociado como propina para o líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner, vale dez vezes menos do que o apartamento de luxo no edifício Mansão Victory Tower, onde mora o senador. Localizado no Corredor da Vitória, endereço com um dos metros quadrados mais caros de Salvador, um apartamento como o de Wagner pode custar mais de R$ 20 milhões. O prédio, da figura que adora luxos, tem píer privativo e teleférico para a Baía de Todos-os-Santos.

In - Moletom peluciado
Out - Moletom careca

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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