Colunistas

Giba Um

"Mais torcida, menos chance. Um presidente não vai nomear alguém por pressão",

de JAQUES WAGNER // senador, sobre a sucessão de Flávio Dino no Ministério da Justiça.

Continue lendo...

Rafael Greca já foi prefeito de Curitiba por três vezes. Agora, lidera intenção para permanecer no cargo, só que já se reelegeu e não pode se candidatar. Sua vida política começou nos anos 80: é economista, engenheiro, urbanistas, escritor, poeta e historiador. 

Mais: Greca foi o deputado federal mais votado do Brasil, é casado com a ex-colunista Martarita Sansone há décadas e tem no currículo seis mil obras em Curitiba e gestão premiada pela ONU. E também foi ministro do Esporte e Turismo no governo de FHC. 

In –  Drinque: pink lemonade
Out – Drinque: limoncello

Fotos Reprodução


Lado mais
empresarial


A atriz Gwyneth Paltrow que anda afastada um pouco da TV e do cinema, está se dedicando cada vez mais a sua empresa Goop tem várias linhas de produtos, que vão desde itens de beleza e maquiagem, passando por roupas até móveis. Duramente criticada por seus produtos não terem um preço acessível, em outubro lançou uma linha mais barata: “Good.clean.goop é para uma pessoa que entende os perigos dos produtos convencionais, alguém que está focado no bem-estar. Acho que do ponto de vista de valores e de estilo de vida, eles provavelmente são semelhantes a alguém que pode comprar Goop Beauty. Só que a linha é mais acessível.” E completa: “O que acontece é que se emprega uma quantidade menor de ativos e botânicos e coisas assim. É tudo uma questão de concentração, mas com a mesma eficácia”. Aos 51 anos, ela relata como está sua vida. “Devo dizer que estou tentando aprender a ser mais tolerante comigo mesmo quando faço bagunça, porque realmente não gosto disso. Achei que aos 50 anos poderia reduzir a marcha por algum motivo. Eu realmente não sei por que pensei que isso aconteceria. Eu estava conversando com uma amiga que está na casa dos 60 anos e ela disse: ‘Sem chance. Você tem mais 15 anos’. E fiquei um pouco assustada”.


Todos, mais
que números

“O governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) publicou nos jornais grande propaganda por conta de seu primeiro ano que está chegando ao fim e garante que São Paulo “são mais que números, são todos”. Imagina-se que esteja fazendo referência a 44,4 milhões de pessoas, de bilionários a moradores de rua, de assaltantes de casas a ladrões de celulares, contingente que cresce cada vez mais. E faz um balanço de 2023: “Neste primeiro ano de gestão, o governo do Estado de São Paulo cuidou das pessoas, trabalhou firme e deu resultados. 2023 foi o ano do Diálogo, do Desenvolvimento e da Dignidade. E esse é só o começo”. Muitos nãos sabem do que será esse “começo”. Para um balanço de obras, o publicado é anêmico: 100 mil casas entregues (e mais 100 mil em produção) e 23 km de linhas do Metrô em construção. Para os 44,4 milhões de pessoas é pouco. no final, promete que “2024 vai ser ainda melhor”. Ninguém sabe do que. 


“Fica
leve”

A cantora Simone Mendes, que em agosto de 2022 encerrou a parceria com a irmã Simaria, segue forte em sua carreira. Ganhadora de vários prêmios neste ano está pronta para 2024 com show até na Europa em fevereiro (22 em Londres; 23 em Dublin; 24 em Zurique; e 25 em Zurique). Acaba de gravar o DVD batizado de “Cantando sua História” e fala como é seguir em carreira solo: “Eu amo o que eu faço, quando você ama o que você faz, por mais que seja cansativo, você acaba tendo o prazer, então fica leve. O desafio é o medo de como as pessoas vão receber. Mas sem passar por cima de ninguém, que é o mais importante”. E completa: “O que vem por aí é tão especial, tão grandioso, que me traz a paz no coração de saber que em 2024 estou preparada para viver o novo”.


Ministério maior


Não é piada: Lula quer aumentar o número de ministérios: acha 38 “pouco”, já partiu para o 39º e planeja chegar aos 40 – e os mais irônicos começam a fazer comparações com a famosa história de Ali Babá, o rico mercador. Mais: Lula considera que criar ministérios serve para “atender os pobres desse país” e “é barato”. Não é assim: cada ministro tem seus privilégios no cargo, chefe de gabinete, subordinados e uma legião de assessores, mais mordomias, jatinho da FAB e hotéis cinco estrelas.

Livro de Aras


 Augusto Aras alimenta a ideia de escrever um livro com detalhes sobre sua passagem na Procuradoria-Geral da República. Aras tem confidenciado que sua maior motivação é desconstruir a ideia de que foi “o procurador geral de Bolsonaro”. Terá, segundo analistas, de caprichar na literatura para explicar as razões que o levou a arquivar 104 pedidos de investigação contra o ex-presidente da República durante seu mandato à frente do Ministério Público”.

 

 

Guerra nas redes

A frustação em torno do desempenho de Lula nas redes sociais fez o Palácio do Planalto reforçar a atuação da  comunicação na internet (Paulo Pimenta está contratando serviços especiais). Para tentar combater a surras que Lula leva, especialmente quando quer reproduzir o modelo de Jair Bolsonaro com lives no YouTube. O petista acumula perto de 29 milhões de seguidores nas principais redes sociais (Instagram, X, Facebook e Youtube). Bolsonaro tem 60 milhões. As contas apuradas são de redes pessoais e não incluem partidos ou grupos de WhatsApp ou Telegram. O último vídeo publicado por Lula no Youtube obteve 2,2 mil visualizações em oito horas; e de Bolsonaro, 36 mil em cinco horas. 

SUPER FEDERAÇÃO

Os três principais partidos de centro no Congresso Nacional negociam a criação de uma “super federação” que fará aumentar de forma significativa a musculatura do chamado “Centrão”. A alianças está sendo costurada pelos dirigentes dos partidos Progressistas (PP) União Brasil e Republicanos e será anunciada no ano que vem. O bloco nascerá com 150 deputados (União, 59; PP, 50; e 41 do Republicanos) e 17 senadores (União, 7; PP, 6; e Republicanos, 4). Fundo eleitoral: em 2022, o PP teve R$ 344,7 milhões, União R$ 782,5 milhões e Republicanos, R$ 242,2 milhões. 


Reestruturação

 O trio Previ, Petros e Funcef e a Monte Capital, cada uma dona de 25% da Invepar, estão tentando a reestruturação do grupo. Uma das alternativas é a venda pura e simples dos ativos. Nesse caso, a Monte Capital já apresenta com um duplo figurino. De acionista e de comprador de concessões da Invepar, a gestora fechou, há dias, a aquisição da Concessionária Litoral Norte, até então pertencente ao grupo. Além disso, a Monte Capital gostaria de assumir uma participação majoritária na Invepar. As pistas estão liberadas. Previ, Petros e Funcef apoiam: querem mais é reduzir seus problemas. 

DIVISÃO EM MINAS

 Rodrigo Pacheco, presidente do Senado e Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte estão disputando o posicionamento do PSD na eleição à prefeitura da capital mineira em 2024, os dois estão de olho em 2026. Eles querem se cacifar na cabeça de chapa do partido que concorrerá à sucessão de Romeu Zema no governo mineiro. Por enquanto, devido à sua visibilidade nacional, Pacheco está na frente, enquanto Kalil já disputou o governo do Estado mineiro e foi derrotado em 2022. Os dois sabem que terão pela frente o grupo de Aécio Neves, de volta à arena política.

Cortes em cascata

 Depois do afastamento de Ednaldo Rodrigues da presidência da CBF, as degolas começam a chegar na diretoria da entidade. Os ex-presidentes Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero, querem a cabeça do advogado Hélio Santos Menezes Junior, que ocupa a diretoria da governança e conformidade e responde interinamente pela área jurídica da Confederação. Baiano, como Ednaldo, Menezes foi levado para a CBF pelo agora ex-presidente. Outro personagem que deve ser atingido pelo corte é o diretor de comunicação, Rodrigo Paiva. Os salários variam entre R$ 100 mil e R$ 150 mil. 

VERDADE REVELADA

 Cinco anos depois que as chamas destruíram o Ninho do Urubu e vitimou dez garotos, tragédia que continua sem responsabilidade, em fevereiro, será lançado o livro “Longe do ninho”, escrito por Daniela Arbex. Ela entrevistou famílias dos jovens sobreviventes, profissionais da perícia e do IML, além de reunir laudos técnicos, troca de e-mails e relatos inéditos. O lado mais surpreendente: o livro contará que os meninos não morreram dormindo, como todos pensavam. Daniela monta um quadro do caminho das chamas (temperatura superior a 600 graus) para contar a verdade.


MISTURA FINA

ANTES da posse, Paulo Gonet, novo PGR, conversou com Lula e o presidente deixou claro que gostaria que o Ministério Público não fosse utilizado para perseguir adversários do próximo PGR. E citou Rodrigo Janot como “mau exemplo”. O ex-PGR foi um dos principais algozes do PT e de Lula no âmbito da Lava Jato. Graças a Janot, outros personagens foram exilados da política, como Eduardo Cunha. 

MARTA Suplicy, que Lula quer na vice de Guilherme Boulos na corrida pela prefeitura de São Paulo, diz que não seria fácil sua saída da prefeitura da cidade, onde ocupa há três anos o cargo de secretária municipal de Relações Internacionais. A ex-senadora tem todos seus projetos acatados, é reverenciada por Ricardo Nunes e pelos demais secretários e até já virou conselheira do atual prefeito. Na última eleição municipal, ganhou um “martamóvel” para fazer campanha para a chapa Bruno Covas-Ricardo Nunes na periferia. 

NA semana passada, a informação que circulava nos gabinetes do Ministério de Ciência e Tecnologia era de que a Pasta poderá sofrer mais um bloqueio em seu orçamento nos últimos dias do ano. O contingenciamento seria de R$ 100 milhões. O número supera o corte de R$ 79 milhões anunciado em 30 de novembro, quando os Ministérios da Fazenda e Planejamento bloquearam R$ 1,1 bilhão de recursos de 14 Pastas. 

dias, perguntada por uma passageira, em viagem de primeira classe da China para cá, ao  custo de mais de R$ 100 mil, reagiu com seu procedimento habitual: “Seu presidente de banco querida”. Em seus tempos de Planalto, obrigou autoridades, embaixadores e presidentes de bancos a viajarem em classes econômica. Ela, contudo, não abriu mão do conforto do Airbus 319A da FAB, naquela época. 

 DURANTE  muitos anos, o fechamento da operação das minas de Maceió foi cogitado. Todo mundo sabia do risco. Quem tocava na época era a Odebrecht. A Petrobras deve, juntamente com sua parceira, seguir a Vale (Marina e Brumadinho) e consertar o prejuízo. Mais: Lula não vai mais rodar o mundo restrito à sua falação sobre a exploração ilegal da Amazônia. Terá de carregar nas costas os horrores de Brumadinho e o maior desastre urbano do mundo, em Maceió. 

Assine o Correio do Estado
 

EDITORIAL

O bolso também vai às urnas

Renegociação de dívidas alivia o orçamento, mas não resolve a distância entre o desejo de consumo, a renda e a capacidade de pagamento

19/09/2026 07h15

Continue Lendo...

Nesta edição, o Correio do Estado mostra que os feirões de renegociação de dívidas e programas como o Desenrola, embora tenham permitido a milhões de brasileiros reorganizar suas finanças, não têm sido o suficiente para resolver o problema do endividamento. Renegociar uma dívida pode aliviar juros e recuperar parte da capacidade de pagamento, mas não elimina as causas que levaram o consumidor a comprometer sua renda.

A explicação para isso tem várias camadas. Em primeiro lugar, os hábitos de consumo não apenas do brasileiro, mas do cidadão do mundo ocidental, mudaram. O aumento da escala de produção tornou mais acessíveis produtos e serviços que antes eram restritos a uma parcela menor da população. Ao mesmo tempo, as redes sociais turbinaram a exposição a esses produtos, criando e ampliando desejos de consumo que nem sempre correspondem à renda de quem os deseja.

O problema surge quando a expectativa de consumo cresce mais rapidamente do que a capacidade financeira. A sociedade passou a conviver com uma vitrine permanente de viagens, carros, roupas, eletrônicos, restaurantes e experiências. O que antes era visto como excepcional passou a ser apresentado diariamente como algo comum e desejável. O consumidor, porém, continua limitado pela renda que recebe.

Dessa distância entre desejo e capacidade de pagamento surgem dois problemas. O primeiro é a frustração de quem não consegue alcançar aquilo que gostaria de ter. O segundo, ainda mais grave do ponto de vista financeiro, é o superendividamento de quem recorre ao crédito para aproximar sua realidade do padrão de consumo que deseja. O crédito, que deveria ajudar principalmente na aquisição de bens duráveis e no planejamento financeiro, acaba sendo utilizado para antecipar uma renda que não existe.

É por isso que os feirões e programas de renegociação, por mais importantes que sejam, não podem ser vistos como solução definitiva. Eles atacam a dívida já existente, mas não necessariamente modificam os hábitos de consumo, as expectativas ou a relação do cidadão com o crédito. Sem essa mudança, existe o risco de que a renegociação apenas abra espaço para um novo ciclo de endividamento.

Essa realidade também terá reflexos sobre as eleições que se aproximam. O bolso do cidadão é uma dimensão concreta da vida pública e pode pesar na forma como parte do eleitorado avalia governos, políticas econômicas e candidatos. Questões como corrupção, rachadinha e soberania continuarão presentes no debate, mas podem dividir espaço com preocupações muito mais imediatas para quem enfrenta dificuldades para fechar as contas do mês.

No fim, a questão é simples e, ao mesmo tempo, complexa: quanto maior a distância entre aquilo que o cidadão deseja consumir e aquilo que sua renda permite, maior tende a ser a pressão sobre seu orçamento e sua percepção sobre a realidade econômica. Compreender essa relação entre consumo, crédito, renda e frustração será importante para entender uma parcela do comportamento do eleitor nas eleições deste ano.

ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

Continue Lendo...

Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).