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"Na megalomania criminosa, o réu acha que os brasileiros deveriam aceitar o...

...sacrifício do tarifaço em favor da impunidade do pai dele", de Alexandre de Moraes (STF), sobre a condenação de Eduardo Bolsonaro, que declarou que o objetivo do julgamento era tirá-lo das eleições

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Em uma das primeiras ações como nova presidente do INSS, Ana Cristina Silveira promoveu uma servidora que, na gestão Bolsonaro, deu aval a acordos com entidades que descontaram ilegalmente benefícios de aposentados

Mais: Michelli Manieri coordenou o grupo de trabalho dentro do órgão que fiscalizou essas ações. Após o escândalo vir à tona, em 2023, ela perdeu o cargo de confiança que ocupava. Agora, na nova gestão, foi alçada a um posto ainda maior: o de coordenadora-geral de atendimento.

Premiação teatral

Na terça (16), foi realizada a 20ª edição do Prêmio APTR de Teatro, no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro. A grande atração da noite foi “Torto Arado – O Musical”, inspirado na obra de Itamar Vieira Junior e vencedor de três troféus, tornando-se a produção mais premiada do evento. Também se destacaram entre os vencedores “O Céu da Língua”, de Gregorio Duvivier e Luciana Paes, e “(Um) Ensaio Sobre a Cegueira”, reforçando a importância das obras que marcaram a temporada teatral. A cerimônia foi apresentada por Armando Babaioff, Luana Xavier e Valéria Barcellos. A abertura ficou por conta da personagem Dona Fernandona, interpretada por Thiago Chagas, que trouxe leveza e humor ao evento, enquanto o encerramento contou com um emocionante medley de musicais brasileiros. A noite também foi marcada por homenagens especiais. Guida Vianna recebeu o recém-criado Troféu Camilla Amado em reconhecimento aos seus 50 anos de carreira, enquanto o Grupo Galpão foi homenageado por sua significativa contribuição ao teatro nacional. Sylvia Massari, premiada como melhor atriz coadjuvante por “Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de Paixão”, emocionou o público ao dedicar o prêmio ao falecido marido, Guto Graça Mello. O evento reuniu artistas como Taís Araújo, Mel Lisboa e Arlete Salles.

Cabo de guerra no Plano Safra

A disputa em torno da equalização dos juros do próximo Plano Safra está provocando uma queda de braço dentro do governo. De um lado está o Ministério da Agricultura; de outro, a Fazenda. O ministro da Agricultura, André de Paula, tem defendido um orçamento robusto para a compensação das taxas de crédito. Ele trabalha por uma dotação superior a R$ 20 bilhões. Até o ex-ministro Carlos Fávaro atua nos bastidores para que o valor seja liberado. A cifra atenderia cerca de 75% do pleito do agronegócio. A Frente Parlamentar da Agropecuária pressiona por R$ 27 bilhões. Só que, do outro lado da mesa, está a equipe econômica, que trabalha para reduzir esse valor para a casa dos R$ 15 bilhões. A preocupação de Dario Durigan e seus assessores é impedir que a conta se transforme em mais uma fonte de pressão sobre as já combalidas finanças públicas. É o círculo vicioso de uma Selic nas alturas. Cada bilhão adicional destinado à equalização desperta uma despesa direta para o Tesouro Nacional. Na prática, o governo paga aos bancos a diferença entre o custo da captação dos recursos e os juros cobrados dos produtores rurais.

Dedicada à pré-campanha

Cotada para ser ministra da área econômica em um eventual governo de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, licenciou-se da presidência da consultoria financeira Legend. Indicada por Paulo Guedes, com quem mantém relações profissionais e societárias, ela vai se dedicar à pré-campanha presidencial do filho “01” de Bolsonaro, formulando projetos de mobilidade social e mantendo proximidade com Guedes. Flávio, frequentemente, faz elogios a Daniella em eventos.

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História das lendas

As lendas do basquete brasileiro Hortência Marcari e Magic Paula vão ganhar uma cinebiografia. As atrizes escolhidas para interpretar essas ícones do esporte são Juliana Didone, que dará vida a Hortência, e Tainá Müller, que assumirá o papel de Paula. O filme será contado principalmente pelo olhar de Paula e mostrará a relação entre as duas atletas, marcada por rivalidade saudável, respeito e admiração. A produção também explorará o retorno de Hortência à seleção brasileira após a aposentadoria e a maternidade, quando competiu nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, consolidando-se como uma das protagonistas daquela geração histórica. Nas redes sociais, Juliana Didone e Tainá Müller compartilharam a alegria pela oportunidade e destacaram a responsabilidade de interpretar duas atletas que se tornaram símbolos de talento, resiliência e inspiração. A produção não apenas relembrará momentos marcantes das carreiras de Hortência e Paula, mas também evidenciará os desafios enfrentados pelas mulheres no esporte de alto rendimento e a contribuição decisiva dessas jogadoras para a consolidação do basquete feminino no cenário internacional.

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“A Amazônia é nossa”

Flávio Bolsonaro passou a usar camisetas com mensagens customizadas em agendas e viagens de sua pré-campanha. Na semana passada, vestiu uma com a frase “A Amazônia é nossa”, durante viagem ao Pará. Antes, já havia feito o mesmo em Minas Gerais e na Bahia( é o estado líder de índices de criminalidade, violência letal e homicídio do país). O recado em prol da soberania da floresta ocorre no momento em que Flávio é acusado por Lula de atender a supostos interesses de Donald Trump.

“Foto de família”

Tradicionalmente, a maioria dos grandes eventos que reúnem governantes de diferentes países termina com uma foto oficial para a posteridade. No encerramento do G7, em Évian-les-Bains, na França, o presidente anfitrião, Emmanuel Macron, decidiu concluir a reunião com uma verdadeira foto de família, na qual os governantes também posaram ao lado de suas esposas. Houve detalhes curiosos: Brigitte Macron estava de mãos dadas com Donald Trump e ainda segurava um de seus braços; o próprio Macron dava as mãos a Lula, que tinha Janja ao seu lado. Macron fez questão de manter Lula, convidado do encontro, próximo a ele, evidenciando a amizade entre ambos.

Pérola

“Na megalomania criminosa, o réu acha que os brasileiros deveriam aceitar o sacrifício do tarifaço em favor da impunidade do pai dele”,

de Alexandre de Moraes (STF), sobre a condenação de Eduardo Bolsonaro, que declarou que o objetivo do julgamento era tirá-lo das eleições.

Vice atrasado

Não deve sair neste mês o nome do candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro. A discussão atrasou com o avanço das investigações sobre o caso Banco Master. O Progressistas deveria fazer a indicação, só que o plano subiu no telhado com a Polícia Federal escancarando as relações de Vorcaro com o senador Ciro Nogueira, chamado pelo ex-banqueiro de “grande amigo da vida”. Na campanha de Flávio, o temor é que a PF também avance sobre o presidente do União Brasil, Antonio Rueda. A preocupação maior é não arrastar a crise do Master para o debate eleitoral.

“Irmãozão”

Além de considerar o senador Ciro Nogueira um “grande amigo da vida”, Daniel Vorcaro também costumava chamá-lo de “irmãozão”, dada a proximidade entre eles. A Polícia Federal estima que Vorcaro tenha concedido a Ciro “um benefício direto” de pelo menos R$ 468 mil em viagens, jantares e estadias em Paris, Nova York e na estação de esqui de Courchevel, nos Alpes Franceses. A fotografia dos dois abraçados, com montanhas cobertas de neve ao fundo, despertou os mais variados comentários nas redes sociais, desde os mais apimentados, do tipo “amigo é para isso”, até alguns “românticos”, por assim dizer.

“Grau de intimidade”

Os investigadores encontraram, nas mensagens obtidas envolvendo Daniel, Ciro e até Hugo Motta, registros de pagamentos e diálogos que fazem referência ao presidente do PP “em valores vultosos”. Em conversas com o cunhado Fabiano Zetter, o nome “Ciro” é citado 79 vezes. A PF afirma que “existe uma relação pessoal estreita, contínua e marcada por elevado grau de intimidade” entre Vorcaro e Ciro. As mensagens “mostram um vínculo que extrapola os limites da mera cordialidade ou convivência ocasional, assumindo contornos de amizade íntima e declarada”.

Bananinha condenado 1

Por unanimidade, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, também conhecido como Dudu Bananinha, foi condenado pela Primeira Turma do STF a 4 anos e 2 meses de prisão e ficará inelegível por articular sanções dos Estados Unidos contra ministros durante o julgamento da trama golpista. Na segunda-feira (15), ele divulgou nas redes sociais um vídeo em um clube de tiro americano. De boné e camiseta, apareceu disparando com três armas: uma pistola, um fuzil e uma metralhadora. Demonstrava não estar preocupado com o julgamento marcado para o dia seguinte.

Bananinha condenado 2

Eduardo não indicou advogado, obrigando a Defensoria Pública da União a representá-lo na Corte às custas do contribuinte. Hoje, ele vive em uma mansão avaliada em R$ 6 milhões no Texas e, no ano passado, recebeu uma ajuda de R$ 2 milhões do pai, parte de uma série de transferências via Pix que Jair Bolsonaro teria recebido de apoiadores para auxiliar no pagamento de multas. Agora, em meio à crise envolvendo o filme sobre a vida de Jair Bolsonaro, a Polícia Federal investiga se Eduardo ficou com parte dos R$ 61 milhões que seu irmão Flávio recebeu de Vorcaro para a produção da obra. No ano passado, ele também recebeu salário da Câmara sem exercer atividades parlamentares.

Mistura Fina

São nítidos os sinais de preocupação de ministros do STF à medida que se aproximam as eleições, consideradas especialmente importantes, supostamente, para alguns deles diante da hipótese de eventual vitória da oposição. Um grupo de inclinação lulista não confia no ministro Nunes Marques, presidente do TSE, que chegou à Corte por indicação de Jair Bolsonaro e, por essa razão, imagina maneiras de até mesmo avocar decisões que são próprias do TSE.

Julgar em bloco os recursos contra a autocensura imposta às big techs nos meios políticos foi percebido como uma tentativa de controlar conteúdos. O episódio em que Nunes Marques suspendeu pesquisa que direcionava respostas contra Flávio Bolsonaro agitou determinados ministros. A ideia, segundo avaliações, seria atropelar o TSE e o Congresso, definindo regras, critérios de registro e até metodologias para pesquisas eleitorais. Institutos de pesquisa deveriam preservar sua credibilidade estabelecendo regulamentação nos moldes do histórico Conar na publicidade.

A sessão que manteve o pai de Daniel Vorcaro em prisão preventiva teve um embate entre os ministros André Mendonça e Gilmar Mendes, ambos do Supremo Tribunal Federal. O decano do STF fez críticas à atuação da Polícia Federal e comparou o caso Master à Lava Jato. Já o relator, André Mendonça, afirmou que “não aceitará delação seletiva” e disse ver articulações “para gerar uma futura anulação do caso”. E disparou: “Há um sistema articulado para criar vícios. Não sou cego”.

In – Latte de cenoura com especiarias
Out – Cappuccino de cenoura e canela

CLAÚDIO HUMBERTO

"O Brasil passa vergonha no cenário internacional"

Senador Jorge Seif (PL-SC), sobre vergonhosa participação de Lula no encontro do G7

17/06/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Ignorado por Trump, Lula paga mico no G7

Lula (PT) foi solenemente ignorado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apesar de suas tentativas, quem sabe, para conseguir um aperto de mão no G7, em Evian, na França. Ele chegou na véspera, tentando cavar o encontro, mas foi inútil. Trump não lhe deu espaço nem mesmo quando estavam a um metro de distância, enquanto os chefes de Estado e de Governo presentes procuravam se posicionar para a foto oficial. O vexame do brasileiro foi construído por ele mesmo.

Longe, ele ataca

Dias antes da humilhante tentativa de prosa em Evian, Lula chamou o presidente americano de “imbecil” e atacou seu secretário de Estado.

Perto, ele recua

Os insultos de Lula ocorreram dias depois de Trump receber o brasileiro em Washington com delicadeza, ouvindo sua conversa mole por 1h30.

Insulto não se esquece

Lula hostiliza Trump desde quando o chamou de “nazista”, na campanha presidencial americana. Agora, não consegue nem abrir negociação.

Mentiras de palanque

Bravatas eleitoreiras do tipo “não é um gringo que vai dar ordem a este presidente” eram lorotas. No caso, Trump não deu ordem alguma a Lula.

Ministra trava ação que atinge aliada de Flávio Dino

Juristas e políticos maranhenses estão estarrecidos com a morosidade na tramitação de um processo que pode reduzir a bancada estadual do PSB no estado. O partido, que teve Flávio Dino como filiado até sair para assumir vaga no Supremo Tribunal Federal, pode perder um deputado estadual, Fernando Braide, se confirmada acusação de fraude na cota de gênero que alçou o parlamentar ao cargo. Ele se elegeu pelo PSC, alvo da investigação, depois migrou de partidos até chegar ao PSB.

Haja protelação

A ação não avança no TSE em razão de estranhíssimos pedidos de vista (no plural mesmo) da ministra Estela Aranha desde dezembro de 2025.

Velhos conhecidos

O PSB-MA é presidido por Ana Paula Lobato suplente de Dino que virou senadora. E pode perder cadeira na Assembleia Legislativa maranhense.

Rolo jurídico

O PSD acionou o CNJ contra a ministra e pediu mandado de segurança no TSE. A coluna procurou a assessoria do TSE e aguarda resposta.

Quem se habilita?

A expectativa em Brasília é pelo surgimento de algum deputado que reivindique abertura de investigação sobre as relações de Daniel Vorcaro com o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Rep-PB).

Acenando para o vazio

As redes sociais não perdoaram o deslocado Lula, no canto da tal “foto família” no G7. Enquanto todos mantinham postura, o petista, meio abobado, era o único que batia palmas e acenava para o vazio.

Buraco sem fim

A Anbima, associação de entidades dos mercados financeiro e de capitais (bancos, corretoras etc.) aumentou a estimativa do rombo nas contas do governo: passou de 8,58% para 8,84% do PIB do Brasil.

Judiciário mais caro

Alessandro Vieira (MDB-SE) quer barrar o projeto que aumenta em 56 vezes as custas judiciais. O senador apresentou três emendas à proposta que atualiza as custas judiciais da Justiça Federal e do STJ.

Não é a Copa

Eduardo Girão (Novo-CE) critica a paralisia do Senado no caso Master, em mais uma semana esvaziada, mesmo após denúncias envolvendo o presidente da Casa, Davi Alcolumbre. Ele esclarece: o Senado está parado, na verdade, “por interesses pessoais, blindagem e corrupção”.

Tunga de volta

Vai durar pouco mais do que o período eleitoral o fim da rejeitada taxa das blusinhas, criada por Lula e extinta em ano de eleição. Em 2027, o governo volta a tributar as compras internacionais abaixo de US$50.

Pela imprensa

Hugo Motta foi o “marido traído” da vez. Apesar da prontidão para servir ao Planalto, só soube pela imprensa que o governo Lula iria retirar a urgência da votação do projeto sobre o fim da escala 6x1.

Próximo

Após mais uma recusa das autoridades sobre o acordo de delação premiada do banqueiro preso Daniel Vorcaro, do Banco Master, tem tudo para avançar a delação do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa.

Pergunta no futuro

Criminalizar “lobby” no exterior é pior para quem?

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

O lobby dos enforcados

Em 1988, uma comitiva do Ministério da Indústria e Comércio tentava com o governo Saddam Hussein quitar dívidas de US$2 bilhões com empresas brasileiras, entre elas a Mendes Júnior. Ressabiado, o deputado da extinta Arena Israel Pinheiro avisou ao ministro Roberto Cardoso Alves: “O pessoal do Saddam que saber mais do ‘contrato dos enforcados’.” Pergunta daqui, pergunta dali, “Robertão” matou a charada: Saddam mandou enforcar funcionários iraquianos suspeitos de receberem propina de brasileiros.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Lula deixou a casa em ruínas"

Flávio Bolsonaro (PL) ao afirmar que está pronto para 'reformar' o Brasil

16/06/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Gastos com cartões saltam para R$33,5 milhões

Após meses de enrolação, o governo Lula (PT) atualizou os gastos com Cartões de Pagamento do Governo Federal, os famosos “cartões corporativos”. As despesas saltaram para R$33,5 milhões, após serem omitidas no Portal da Transparência e paralisadas em R$9,5 milhões desde fevereiro. Só a Presidência da República torrou por R$2,3 milhões em 12 cartões corporativos, este ano. Os cidadãos que pagam a conta não têm o direito de saber a natureza dos gatos, protegidos por “sigilo”.

Proporção

A Presidência de Lula realizou 2,2 mil compras com cartões, em 2026. Quase todas as despesas são sigilosas “por motivos de segurança”.

Dois tipos

Existem dois tipos de cartões; os de pagamentos (“corporativos”) e os da Defesa Civil, usados para custear gastos emergenciais após desastres.

Diferentes, iguais

Somados, em 2026, os dois tipos de cartões custaram R$172,9 milhões aos pagadores de impostos. Só os da defesa civil, R$139,4 milhões.

Comparativo

Em 2025, os cartões corporativos custaram R$105,4 milhões aos pagadores de impostos. Os da Defesa Civil, outros R$329 milhões.

Motta libera votações online e esvazia Câmara

A segunda-feira foi dedicada à falatório contra Hugo Motta (Rep-PB) em grupos paralelos de deputados, a maior parte descendo o bambu na gestão que o presidente da Câmara faz da pauta de votações. Até o recesso legislativo, os parlamentares não precisarão dar as caras em Brasília e poderão votar pelo infoleg, que funciona nos smartphones e tablets do parlamentar, desobrigando registro de presença física na Câmara. Desde a semana passada, o Plenário da Casa está às moscas.

Home office

A circular dos líderes oficializou a regalia, decidida no último dia 9. Na prática, é a quinta semana consecutiva com a moleza vigorando.

Embromation

Para ter cara de algum trabalho, sessões deliberativas vão ocorrer em todas as próximas semanas, inclusive na de São João (24/6).

Com a barriga

A Câmara tem mais quatro semanas de “trabalho” até o recesso. Mas serão todas com votação online. Isso com Copa e São João no meio.

Dr. Furlan lá na frente

O Paraná Pesquisa (registro no TSE nº AP-02175/26) aponta que o ex-prefeito de Macapá Dr. Furlan (PSD) tem 64,3% na intenção de votos para governador do Amapá. O atual, Clécio Luís (União), tem 26.1%.

Nova disputa

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes, que antecipou sua aposentadoria, ocupava vaga destinada a Câmara, que deve escolher outro deputado federal para o seu lugar.

Milhões todo dia

O total de despesas do governo Lula (PT) com viagens foi atualizado nesta segunda (15): disparou para R$737 milhões, desde o início do ano. Nos últimos 10 dias, o governo torrou R$61 milhões, diz a Transparência.

Vagas preferenciais

Na série B do G7, a comitiva brasileira teve direito apenas a dez passes para jornalistas trabalharem na cobertura do evento. A assessoria de Lula deu dois a Globo e (para disfarçar a preferência) dois a Record e sorteou os passes restantes entre cerca de quinze irritados profissionais.

Delação enrolada

Para o advogado André Marsiglia, “a PGR está enrolando a negociação apenas para impedir que Vorcaro retorne à Papuda”. O constitucionalista afirma que a tratativa é um favor aos que querem soterrar o caso Master.

Às traças

Em agenda no Pará, o pré-candidato ao Planalto, Renan Santos, criticou: “estou numa BR que me fez ter saudades do Maranhão”. Quando foi ao Estado vizinho, o político fez duras críticas às rodovias maranhenses.

Visita

Recuperando-se de cirurgia de desobstrução intestinal, o deputado e pré-candidato ao Senado Gustavo Gayer (PL-GO) recebeu visita da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Foi realizada uma oração em Goiânia.

É hoje

O ministro Alexandre de Moraes (STF) rejeitou pedido da defesa de Eduardo Bolsonaro e manteve para hoje (16) o rito condenatório por suposta “coação”. Diz-se em Brasília que só falta oficializar a dosimetria.

Pensando bem...

...parece que ninguém aceita a delação premiada de Vorcaro, nem mesmo o delator.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Susto na campanha

Aloysio Nunes Ferreira era líder do governo na Assembleia e confessou ao governador Orestes Quércia que, sem tempo para campanha, temia ser derrotado na disputa para deputado. O prefeito de Rio Preto, Manoel Antunes, era seu concorrente na mesma base eleitoral. Quércia ligou para Antunes: “Soube da sua candidatura, parabéns! Conte comigo.” Aloysio quase tem um infarto. Quércia o acalmou: “Tenho algo melhor para você.” De fato, ele seria eleito vice-governador na chapa de Luiz Antônio Fleury Filho, apoiada por Quércia.

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