Colunistas

Giba Um

"Não me preocupo com a polarização. Foi assim entre PT e PSDB durante muito tempo.

Agora, é entre duas pessoas. Não são nem dois partidos, porque o meu existe e o dele é uma legenda eleitoral", de LULA // sobre a guerra com Jair Bolsonaro.

Continue lendo...

Depois de mais de 50 anos trabalhando, sob contrato, na Globo, a atriz Glória Pires, 60 anos, deixou de ser contratada em janeiro deste ano. Doravante, apenas trabalhos pagos por períodos de gravação (o que já aconteceu com a novela Terra e Paixão).

Mais: nesse período global, em seus tempos de glória, chegou a ganhar R$ 4,8 milhões por ano. Agora, a mesma Globo convidou Gloria Pires para reviver o famoso personagem Odete Roitman no remake de Vale tudo. Ela pediu R$ 2 milhões pelo trabalho e a Globo não topou.

Por mérito próprio

A modelo, estilista e agora empresária Sasha Meneghel, 25 anos, acaba de lançar sua grife. Um sonho desde que foi estudar moda na Parsons The New School, nos Estados Unidos. Sasha conquistou seu espaço aos poucos e apesar de pais famosos (Xuxa Meneghel e Luciano Szafir) conquistou sua marca por mérito próprio. A grife foi batizada de Mondepars, (junção de "monde” que é 'mundo' em francês e pars significa 'fazer parte' em latim). “É uma declaração de pertencimento consciente, uma celebração de nossa conexão com o mundo e nossa responsabilidade em moldar seu destino”. A filha da eterna rainha dos baixinhos contou que participou de todos os processos da criação da marca, desde o logotipo até o produto final. “É fazer tudo com muito tempo para ter espaço para errar e aprender com os nossos erros e com esses processos. Eu sou apaixonada pelos processos de criação. Eu gosto muito de ir até a fábrica, conhecer as pessoas que ficam por trás da roupa que chega até mim”. Mais: as peças são uma reinterpretação dos clássicos da moda, adicionando um toque de streetwear e funcionalidade que tem como inspiração diversos lugares desde livros de moda, até arquitetura. “Queremos desafiar o convencional. Nossas peças são pensadas para serem versáteis, adaptáveis, para refletir a diversidade de estilos e personalidades de quem as veste. Tudo isso influencia nossa estética, nos desafia a explorar novos shapes, novas narrativas”.

Correndo atrás de mais energia

O governo precisa aumentar a importação de energia em caráter emergencial com o objetivo de normalizar o fornecimento ao Rio Grande do Sul. Há duas preocupações: a primeira, mais imediata, é acelerar a religação de mais de 230 mil pontos ainda sem luz no estado; a segunda é garantir o suprimento do insumo para os serviços de reconstrução de instalações de infraestrutura já em curso, na maior parte dos casos são obras viárias conduzidas pelo Exército. O general Tomás Paiva, comandante da Força, tem sido um dos grandes colaboradores no trabalho de recuperação do Rio Grande do Sul e no atendimento à população local. Sem alarde o Exército vem utilizando suas tropas para resgate de desabrigados, construção de pontes temporárias, conserto de estradas e transporte de doações. O ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia) vem conversando com a ministra da Indústria, Energia e Mineração do Uruguai para comprar mais energia do país vizinho.

Custo maior

Em relação ao Uruguai, há um porém: no momento além do mercado interno do Brasil, os uruguaios também estão fornecendo energia para Argentina, também procurada pelo governo brasileiro. Traduzindo: é provável que o Uruguai tenha de aumentar sua produção para gerar mais excedente, o que certamente refletirá no preço do insumo comprado pelo Brasil. Contudo, não é hora de fazer muitas contas. É mais um custo que irá para o bloco orçamento das despesas com a recuperação do Rio Grande do Sul, à margem das amarras fiscais.

Festa de São JUão

A ex-advogada, ex-maquiadora, ex-BBB (campeã da edição 21) e agora cantora Juliette Freire, quer mostrar ao Brasil que as festas de São João são muito mais do que caricaturas juninas, vividas em outras regiões fora do Nordeste. “O São João é como se fosse nosso Réveillon, a gente espera o ano inteiro. É uma das melhores partes de mim, formei minha identidade cultural e artística muito nesse lugar. É uma explosão de sentimentos, de alegria, de sensações. Construí isso num lugar muito afetivo”. Ela acaba de gravar um álbum com músicas típicas da festividades juninas, são 15 faixas, com duas músicas inéditas que ganhou o nome de “São JUão”, em referência a seu nome. “Vou fazer esse material audiovisual em meio a um ambiente muito orgânico, com minha família, meus amigos, convidados. Quero mostrar como é uma festa junina do meu jeito, do nosso jeito. Estou falando como é o São João para as pessoas que não conhecem, quero que todo mundo sinta a alegria que a gente sente, ninguém pode morrer sem sentir isso”.

In – Mesas redondas

Out – Mesas quadradas

Identificação

A volta de Marcelo Odebrecht aos jornais e emissoras de rádio e televisão por conta da decisão do ministro do STF, Dias Toffoli que declarou “nulidade absoluta” de todos os processos do empreiteiro, faz relembrar um episódio na área político-judiciaria. Num depoimento oficial, Marcelo identificou Toffoli como “amigo do amigo de meu pai”, numa referência a Lula, na época investigado pela Lava Jato, e o pai, Emílio Odebrecht, de fato, um amigo de longa data do petista.

 

 

 

Holofote negativo

Grupo de ministros do Supremo acha que a derrubada dos atos praticados pela Lava Jato contra a Odebrecht não deveria ter sido tomada por Dias Toffoli de forma individual. Avaliam que a decisão atrai um “holofote negativo” para o tribunal. Ainda que a decisão não tenha anulado a validade do acordo de colaboração premiada do empresário Marcelo Odebrecht, a avaliação de alguns ministros é de que a sentença fragiliza medidas do próprio STF. A delação do empreiteiro foi firmada pela PGR e homologada pela então presidente da Corte, Cármen Lúcia.

PÉROLA

Não me preocupo com a polarização. Foi assim entre PT e PSDB durante muito tempo. Agora, é entre duas pessoas. Não são nem dois partidos, porque o meu existe e o dele é uma legenda eleitoral”, de LULA // sobre a guerra com Jair Bolsonaro.

DE GRAÇA

Avança na Câmara dos Deputados pedido do governo federal para doar dois helicópteros da Polícia Federal ao governo paraguaio, tudo de graça (só o translado custaria R$ 103,6 mil e quem pagará será PF brasileira). As aeronaves poderiam ser empregadas em operações de resgate e recuperação no Rio Grande do Sul, a exemplo dos aviões e helicópteros particulares de Luciano Hang e da presidente do Palmeiras, Leila Pereira. Os helicópteros que deverão ser dados ao Paraguai, modelo 412 Classic, vão ajudar o Paraguai na fiscalização da fronteira com o Brasil.

Chance zero

O vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, afirmou a investidores em São Paulo que o caminho para a centro-direita e a direita vencerem as eleições de 2026 é terem candidatura única (a chance é zero). Ele acha que não há espaço para terceira via. “Se houver, as coisas ficam muito mais favoráveis para quem está no governo (para Lula, supostamente, não seu substituto). ACM Neto ainda diz que Jair Bolsonaro “é o maior eleitor desse campo político” e o União tem o governador Ronaldo Caiado entre os cotados (mesmo desconhecido pelo país).

DUPLA EM CAMPO

A Treecorp, acionista majoritária da SAF do Coritiba nega que já venderá parte de seu capital, mas há conversas até com investidores do exterior. A Treecorp tem 90% do capital e já haveria uma oferta de 20%. Juntos nesse negócio, o que surpreende, é o ex-ministro Paulo Guedes e o publicitário Roberto Justus, sócios minoritários e integrante do Conselho da Treecorp. Guedes já pensou até em se associar à Legend Capital, onde Justos também é sócio. O ex-ministro receberia pequena parcela da SAF do Coritiba para abrir as portas e emprestar seu prestígio.

Fusão no saneamento - 1

O interesse da Votorantim em disputar a privatização da Sabesp pode ser o ponto de partida para uma operação ainda maior na área de saneamento. A peça-chave seria a entrada da CPP Investimentos na licitação em parceria com os Ermírio de Moraes, replicando a associação entre ambos já existentes em duas empresas de energia, a Floen e a Auren, que acaba de fechar a compra da AES do Brasil. Em caso de vitória no leilão, a presença dos canadenses abriria o caminho para a posterior fusão entre Sabesp e Iguá Saneamento, do qual a CPP já é acionista.

FUSÃO NO SANEAMENTO - 2

Essa eventual arquitetura daria aos Ermírio de Moraes e seus sócios canadenses o controle de um grupo responsável pela operação de saneamento no maior PIB do Brasil, São Paulo, além de outras 15 concessões que compõem a atual carteira da Iguá. Colocando em números essa nova empresa nasceria com receita líquida de R$ 27 bilhões. E também seria uma forma de acelerar a maturação dos investimentos da Iguá, que sofre prejuízos contínuos (R$ 381 milhões no ano passado).

MISTURA FINA

FAZENDO concorrência com Rui Costa (Casa Civil) para ver quem bajula mais o presidente Lula, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que já está atrás de empregos para seus protegidos na Petrobras, avisou Magda Chambriard que “um presidente da companhia deve ter a humildade de saber que quem decide é o presidente da República, pelo fato do governo ser majoritário na empresa”. E acha que Magda tem de ter coragem “para tocar agenda de investimentos priorizados pelo Planalto”, incluído os de seu interesse.

O EX-ministro José Dirceu refez as contas e acha que consegue se livrar de seu último processo ainda em aberto a tempo de se candidatar à deputado federal em 2026. O que, por enquanto, é apenas uma vontade, já ganha opositores dentro do próprio PT. A grande parte da legenda acha que sua candidatura daria fôlego ao discurso bolsonarista e reabilitaria debate dos escândalos de corrupção dos governos petistas. E isso, provavelmente, na mesma campanha de Lula à reeleição ao Planalto.

EM recuperação judicial há menos de 15 dias, a Polishop do empresário João Apolinário, que tem uma dívida de R$ 400 milhões, poderia vender a companhia que já foi oferecida a fundos de investimento e empresas do setor como a Fast Shop. Há dois anos, a Polishop tinha 250 lojas: hoje tem pouco menos da metade (120).

O FILHO do apresentador Gugu Liberato, João Augusto, está celebrando sua formação na Universidade Rollins College, uma das mais prestigiadas do sul da Flórida. Ele cursou Administração de Empresas e Comunicação. A Rollins College oferece mais de 60 cursos e é conhecida por sua excelência academia e ambiente acolhedor para estudantes internacionais. O prestígio vem com custo elevado. Estudar lá pode chegar a R$ 560 mil por ano.

A INBEV enfrenta turbulências no Uruguai. A empresa de Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles, virou alvo de políticos locais por conta do enxugamento de suas operações no país. A cervejeira fechou a fábrica de Minas, em Lavalleja, com a demissão de 200 funcionários. A unidade é uma das mais antigas do país, responsável nos anos 30 pela produção da cerveja Patricia. A concorrência com produtos importados é grande e vem mais cortes. Toda a produção será concentrada em Montevidéu.

 

EDITORIAL

O bolso também vai às urnas

Renegociação de dívidas alivia o orçamento, mas não resolve a distância entre o desejo de consumo, a renda e a capacidade de pagamento

19/09/2026 07h15

Continue Lendo...

Nesta edição, o Correio do Estado mostra que os feirões de renegociação de dívidas e programas como o Desenrola, embora tenham permitido a milhões de brasileiros reorganizar suas finanças, não têm sido o suficiente para resolver o problema do endividamento. Renegociar uma dívida pode aliviar juros e recuperar parte da capacidade de pagamento, mas não elimina as causas que levaram o consumidor a comprometer sua renda.

A explicação para isso tem várias camadas. Em primeiro lugar, os hábitos de consumo não apenas do brasileiro, mas do cidadão do mundo ocidental, mudaram. O aumento da escala de produção tornou mais acessíveis produtos e serviços que antes eram restritos a uma parcela menor da população. Ao mesmo tempo, as redes sociais turbinaram a exposição a esses produtos, criando e ampliando desejos de consumo que nem sempre correspondem à renda de quem os deseja.

O problema surge quando a expectativa de consumo cresce mais rapidamente do que a capacidade financeira. A sociedade passou a conviver com uma vitrine permanente de viagens, carros, roupas, eletrônicos, restaurantes e experiências. O que antes era visto como excepcional passou a ser apresentado diariamente como algo comum e desejável. O consumidor, porém, continua limitado pela renda que recebe.

Dessa distância entre desejo e capacidade de pagamento surgem dois problemas. O primeiro é a frustração de quem não consegue alcançar aquilo que gostaria de ter. O segundo, ainda mais grave do ponto de vista financeiro, é o superendividamento de quem recorre ao crédito para aproximar sua realidade do padrão de consumo que deseja. O crédito, que deveria ajudar principalmente na aquisição de bens duráveis e no planejamento financeiro, acaba sendo utilizado para antecipar uma renda que não existe.

É por isso que os feirões e programas de renegociação, por mais importantes que sejam, não podem ser vistos como solução definitiva. Eles atacam a dívida já existente, mas não necessariamente modificam os hábitos de consumo, as expectativas ou a relação do cidadão com o crédito. Sem essa mudança, existe o risco de que a renegociação apenas abra espaço para um novo ciclo de endividamento.

Essa realidade também terá reflexos sobre as eleições que se aproximam. O bolso do cidadão é uma dimensão concreta da vida pública e pode pesar na forma como parte do eleitorado avalia governos, políticas econômicas e candidatos. Questões como corrupção, rachadinha e soberania continuarão presentes no debate, mas podem dividir espaço com preocupações muito mais imediatas para quem enfrenta dificuldades para fechar as contas do mês.

No fim, a questão é simples e, ao mesmo tempo, complexa: quanto maior a distância entre aquilo que o cidadão deseja consumir e aquilo que sua renda permite, maior tende a ser a pressão sobre seu orçamento e sua percepção sobre a realidade econômica. Compreender essa relação entre consumo, crédito, renda e frustração será importante para entender uma parcela do comportamento do eleitor nas eleições deste ano.

ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

Continue Lendo...

Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).