Colunistas

Cláudio Humberto

"O governo Lula mente ao povo!"

Senador Rogério Marinho (PL-RN), sobre promessa de abaixar a conta de energia

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União Brasil quer mesmo ministro fora do partido

É difícil achar no União Brasil quem acredite que o Conselho de Ética do partido vá pegar leve para Celso Sabino e deliberar pela permanência do deputado na sigla. O processo foi aberto após Sabino se agarrar ao cargo de ministro do Turismo de Lula, contrariando ordens da Executiva Nacional para que todos os filiados entregassem os carros no governo petista. O desprezo por Sabino se dá, especialmente, pela aspiração do ainda ministro: disputar uma cadeira no Senado pelo Pará em 2026.

Conta não fecha

Sabino acha que se elege. Só que Lula deve apoiar o governador Helder Barbalho (MDB). E o PT já tem Beto Faro em fim de mandato.

Ministro sem-votos

Pesquisas que avaliam o humor do eleitorado paraense não trazem boa notícia para Sabino. O deputado Éder Mauro (PL), pontua muito mais.

Concorrência

Com chance de se mudar para o MDB, o ministro ainda terá outra dor de cabeça. Além de Barbalho, Chicão Melo (MDB) também quer o Senado.

Aviso prévio

A situação de Sabino no União Brasil já tem dia e hora marcados. Ele deverá tomar pé no traseiro na próxima segunda-feira (10), às 15h.

Lula nem Lewandowski lamentaram policiais mortos

A carta do governo do presidente Donald Trump ao governo do Rio de Janeiro, lamentando a morte de quatro policiais no confronto com narcoterroristas, chamou atenção para o fato de que, até agora, passados 9 dias desde o confronto no morro da Penha e Complexo do Alemão, Lula (PT) e nem Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça e – valha-nos, Deus – Segurança Pública, cumpriram o papel de lastimar as mortes dos agentes da Lei ou de apresentar condolências às famílias.

Gentileza americana

A carta do governo Trump, gentilmente em português, foi assinada por James Sparks, do DEA, o departamento de combate ao narcotráfico.

A Lei sob ataque

A reação da esquerda, liderada por Lula, tem sido criticar policiais por reagirem ao ataque de batalhão de narcoterroristas fortemente armados.

Oligofrenia suspeita

“Especialista” dessa esquerda debiloide tingiu os cabelos de vermelho para recomendar pedradas contra bandidos armados de fuzis.

Prevaleceu o original

Renan Calheiros fez o diabo para roubar o protagonismo do deputado Arthur Lira (PP-AL) no projeto da isenção de IR para quem ganha até R$5 mil. Levantou suspeitas, atacou, pintou e bordou, mas, no final, o Senado aprovou o texto original, aprovado na Câmara por unanimidade.

Homenagem a Castro

O deputado Aluísio Mendes (Rep-MA) disse, no podcast Diário do Poder (vai ao ar nesta quinta, às 18h30, no YouTube) que o governador Cláudio Castro será homenageado na comissão da PEC da Segurança.

Isto foi para o lixo

A PEC de Lewandowski pretendia roubar autonomia dos Estados, mesmo sendo responsável apenas por 12% dos investimentos em segurança pública. Já os Estados respondem por 80% dos aportes.

Beneficiando bandidos

Chocou Marcel van Hatten (Novo-RS) o projeto antifacção de Lula. “Prevê até redução de penas para bandidos das organizações criminosas”, alerta o deputado que já anunciou voto contra a proposta.

Veja bem

Resposta malandra da assessoria de Lula esconde quanto custa a diária do petista que curte belos dias em iate no Pará. Dizem apenas “o preço médio da diária”, sai por R$2.647. Mas nada sobre a baita suíte do chefe.

Bafafá

Está uma confusão para a vaga do Senado em Santa Catarina. Jair Bolsonaro já disse que vai apoiar o filho Carlos e é simpático a Carol de Toni (PL). O governador Jorginho Mello (PL), que esteve com Bolsonaro, tem sinalizado apoio a Esperidião Amin (PP).

Pede música

Filipe Barros (PL-PR), que preside a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, promete pegar pesado contra Ricardo Lewandowski, que não deu as caras na audiência. Foi o terceiro bolo.

Na espera

Só cresce a fila de políticos que tentam visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar, em Brasília. O governador goiano e presidenciável Ronaldo Caiado (União Brasil) é um que está na lista.

Pensando bem...

...fala-se em isenção, mas bom mesmo era o governo se isentar de aumentar gastos.

PODER SEM PUDOR

Ratos na política

Deputados conversavam na Câmara, certa vez, e um deles quis saber o o significado de “gabiru”, quando o País se alarmava com o mensalão, escândalo de corrupção do primeiro governo Lula (PT). Quem esclareceu foi o vice-presidente da Casa na época, o alagoano José Thomaz Nonô, provocando gargalhadas: “Gabiru é rato grande, também chamado de cassaco. No Rio Grande do Sul é ratão do banhado. Em Brasília, tem vários nomes: Delúbio, Silvinho...”

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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