Colunistas

CLAÚDIO HUMBERTO

"O povo trabalha mais, paga mais e recebe menos"

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reage aos quase R$4 trilhões em impostos tomados pelo governo

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Feminicídio e violência homofóbica sobem com Lula

Apesar dos discursos da lacrolândia, o governo Lula (PT) registrou entre 2023 e 2025 enorme crescimento no número de vítimas de feminicídio e de violência homofóbica no Brasil, conforme dados oficiais e relatórios de organizações da sociedade civil. O balanço revela um cenário alarmante: enquanto feminicídios consumados aumentam, as tentativas e a violência letal contra a população LGBTQIA+ cresceram de forma explosiva, consolidando o Brasil como líder mundial em mortes por homofobia.

Explosão de casos

O Ministério da Justiça (e Segurança Pública!), mais empenhado em lacrar do que agir, admite: feminicídios explodiram em 2025.

Crescimento de 26%

De janeiro a setembro de 2025, foram mais de 2.700 ocorrências de tentativas de feminicídio, 26% amais que em 2024.

Foram 2.978 crimes

No primeiro semestre de 2025, chegou a 2.978 o total de feminicídios consumados e tentados, aumento de 17,85% sobre 2024.

Subnotificação

Apesar da lei dura que pune o feminicídio no Brasil, o governo é acusado de não investir em sua divulgação, como se apostasse na subnotificação.

Governo Lula é o maior anunciante do Facebook

No Brasil não tem para ninguém: o governo federal do petista Lula é o maior anunciante do grupo Meta, dono das principais redes sociais utilizadas pelos brasileiros. Apenas nos últimos 90 dias, a administração federal torrou mais de R$11,3 milhões com anúncios no Facebook e Instagram, segundo levantamento do Diário do Poder na plataforma Meta Ads, que divulga todos os anunciantes que fazem propaganda política, eleitoral ou social em suas plataformas de redes sociais.

Alvo certo

Os mais de R$11 milhões que o governo Lula torrou em propaganda no Facebook e Instagram foi destinada a apenas 14 anúncios.

PL logo ali

O Partido Liberal de Guarulhos (SP) gastou R$853 mil em anúncios para o prefeito da cidade, Lucas Sanches (PL). É o terceiro maior do País.

Propaganda de governo

O governo do Rio Grande do Sul de Eduardo Leite (PSD) é o 5º maior anunciante (R$554 mil), seguido pelo governo do Ceará (R$519 mil).

Num só dia

O governo Lula tomou dos brasileiros, apenas nas primeiras 24 horas de 2026, mais de R$ 13,79 bilhões em impostos, segundo cálculos do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo.

Triste número um

Virou notícia até no Paraguai a tributação brasileira: “Brasil terá o maior imposto do mundo”, diz El Nación, que destaca (estimados) 28% de taxa, mais que a Hungria, atual recordista com 27%, e que o Paraguai pode se beneficiar com a mudança de empresas. Caso da Lupo, por exemplo.

Extremismo proibido

A partir do início de 2026, a promoção de ideologias extremistas como o comunismo e o nazismo é proibida por lei na República Tcheca. Ignorar a lei e defender o extremismo pode render até cinco anos de cadeia.

Irresponsabilidade geral

“Ano a ano, vimos aumento de impostos e gastança do governo, que não soube ou não quis ajustar as despesas”, criticou a senadora Tereza Cristina (PP-MS), que alerta para os perigos da irresponsabilidade fiscal.

Ruim menos ruim

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) alerta para a sanha arrecadatória do governo petista: “a previsão é que, na eleição, o governo diga que não tem dinheiro. A boa notícia é que podemos tirar o PT este ano”.

Cheque aberto

Helio Lopes (PL-RJ) quer saber o custo final das 400 cabines (adicionais) em navios de cruzeiro para a delegação brasileira na COP30. O deputado denuncia que não há informações detalhadas sobre o gasto.

Lobby forte

O lobby das farmácias venceu. O projeto que permitia venda de remédios (sem prescrição) fora de farmácias foi invertido pelo senador Humberto Costa (PT-PE) e agora reafirma que medicamentos só podem ser vendidos... dentro de farmácias. A Câmara ainda vai analisar o projeto.

Mercado estável

A chance de cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia em 2026 permanece em 44%, segundo a plataforma de previsões e apostas Polymarket. Há um mês eram 45% de chances com US$ 5,4 (R$29,2) milhões apostados.

Pensando bem...

...o filósofo já dizia: dados torturados confessam qualquer coisa.

PODER SEM PUDOR

Torturador de ouvidos

Deputado do PDS, Nilson Gibson (PE) se divertia tirando a oposição do sério. Certa vez, em 1982, ele foi à tribuna da Câmara atacar o PMDB do seu Estado, para ele “vítima de araque” do regime militar. Em aparte, o peemedebista José Carlos Vasconcelos vestiu a carapuça e o acusou de “defender o arbítrio”. Com seu jeito eloquente, Gibson desafiou: “Vossa Excelência, por acaso, alguma vez já foi torturado?”. Vasconcelos respondeu “não”. Era a “deixa” para o implacável conterrâneo: “Mas bem que merecia!”

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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