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Giba Um

"O processo de fechamento de final de ano era sempre traumático porque tinham de ser cometidas

várias fraudes para esconder da auditoria", de Marceli da Silva Nunes, ex-diretor financeiro da Lojas Americanas à PF

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Ele não está se aposentando de forma definitiva: busca uma redução em seus compromissos profissionais. “Quero trabalhar menos, curtir mais com minha mulher, viajar mais. Tenho dois netos e quero vê-los crescendo”.

Mais: ele não está se aposentando de forma definitiva: busca uma redução em seus compromissos profissionais. “Quero trabalhar menos, curtir mais com minha mulher, viajar mais. Tenho dois netos e quero vê-los crescendo”.

Gisele  de  fora

Pasmem, o site Purepeople Brasil fez uma busca pelo ChatGPT para buscar as 10 brasileiras famosas mais bonitas do país, a übermodelo Gisele Bündchen, que já foi apontada diversas vezes tanto como a mais bonita como a mais sexy ficou de fora. Há quem aposte que a pesquisa pode ter sido “encoberta” porque a modelo mora a muito tempo fora do país. Controversas e discussões a parte, em primeiro lugar na lista ficou a atriz Bruna Marquezine, que anda fazendo muito sucesso nos Estados Unidos depois de ser uma das protagonistas do Besouro Azul. Em segundo lugar ficou a ex-miss Paraná 2004, modelo, ex-BBB e atriz Grazi Massafera, que tem causado muita expectativa para dar vida a Dona Beja. Completando o pódio está a atriz Isis Valverde, que tem se dividido entre Brasil e Estados Unidos e que também pretende ter uma carreira internacional. Em quarto lugar ficou a atriz e empresária Marina Rui Barbosa, que também é um nome conhecido internacionalmente por se tornar embaixadora da YSL Beauté e outras marcas internacionais.  A atriz Juliana Paes ficou em quinto lugar, ela foi diversas vezes apontada como a mulher mais sexy do Brasil. Completando a lista, do sexto ao décimo lugar, em ordem estão: Anitta, Camila Queiroz,  Taís Araújo, Paolla Oliveira e a cantora Iza.

A política do BC

O dólar no Brasil obedece a uma regra rígida do tripé macroeconômico, também uma contribuição da PUC-RJ. Ou seja: câmbio flutuante, meta fiscal e meta de inflação. O próximo comunicado do Copom e a Ata da Inflação deverão ser mais do mesmo. Não fosse um detalhe que deixa a pulga atrás da orelha do mercado que não entende por que o Banco Central não interveio até agora em um cambio desembestado. Pode ser que o motivo sejam fatores que vêm de fora ou por fatores internos – entre eles a incontrolável disposição de Lula falar sobre a taxa de juros sem entender sobre o assunto. Em situações similares, o BC esfriou o mercado com os swaps cambiais. Há dias, o dólar bateu em R$ 5,70 e com as eleições municipais, a temperatura pode aumentar. Outra forma seria jogar os juros para cima. Pode ser uma política do BC e Lula assumiria informalmente a cadeira, falando como uma matraca e o dólar estourando em R$ 6. O BC se omite da farra do câmbio e muita gente ganha fortunas.

Mediando forças

Uma leitura do Planalto é que, toda vez que Lula se coloca contra a política do BC, enfraquece o discurso da extrema-direita para abordar tema da economia, que mexe com o cotidiano da população. E Lula vai medindo forças com o mercado e calculando até onde tem de resistir. Analistas lembram que Lula concordou com Fernando Haddad (Fazenda) ao manter a meta da inflação, que se manteve em 3% para o ano que vem. Havia um apelo de aliados para que houvesse um alívio nessas diretrizes. E o BC permanece de braços cruzados.

Virou "tia da Sukita"

Um antigo comercial que ficou muito famoso do refrigerante Sukita virou febre na época (não havia redes sociais), 1999, tinha como slogan “Quem bebe Sukita não engole qualquer coisa”, onde um homem interpretado por Roberto Arduin, tenta dar uma cantada em uma jovem que era interpretada por Michelly Machri. A frase “aperta o 21 para mim, tio” ficou famosa e os atores passaram a ser conhecidos por “Tio da Sukita” e “garota da Sukita”. Fora dos holofotes Michelly está prestes a completar 45 anos, mora em Paraty, é casada com o chef de cozinha David Maurício com quem tem um filho de 11 anos. Ela conta que ainda é reconhecida e brinca: “Hoje estou mais para tia da Sukita”.

"Chica da Silva", não

A deputada Benedita da Silva (PT-SP) vai notificar judicialmente sua colega de Câmara Carla Zambelli (PL-SP) após a parlamentar bolsonarista chamá-la de “Chica da Silva”, durante uma live nas redes sociais. A declaração de Zambelli aconteceu no começo da semana quando ela reclamava de não ter poder de fala na Reunião de Mulheres Parlamentares do P20, em Maceió. A fala irritou o PT, membros da esquerda e ministros. Também Lula, sem maiores comentários mostrou apoio a Benedita. O PT apontou racismo e a bolsonarista disse que “se equivocou” e confundiu “o nome de Benedita”. Detalhe: há quem aposte que Zambelli já tinha usado o nome errado antes, nos bastidores.

Mudanças de regras

Os fundos de pensão deverão ter uma dose extra de paciência. No Conselho Monetário Nacional, a informação é que o colegiado avalia aprovar por etapas as mudanças regulatórias reivindicadas pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Entram nesse rol permissões para os fundos aplicarem recursos em debêntures de infraestrutura, créditos de descarbonização e Fundos de Investimentos em Cadeias Agroindustriais. O último caso exige mais cautela do CMN por conta dos pedidos de recuperação do agronegócio.


PÉROLA

“O processo de fechamento de final de ano era sempre traumático porque tinham de ser cometidas várias fraudes para esconder da auditoria”, 

de Marceli da Silva Nunes, ex-diretor financeiro da Lojas Americanas à PF.

EM ALGUM CANTO ESCURO

A pouca participação de André Lara Resende nas comemorações dos 30 anos do Plano Real, chamou a atenção. Resende não nega que embalou a criança – a inflação inercial – junto com Pérsio Árida, considerados os dois gênios do plano. A gestação da inflação inercial, contudo, foi mesmo do ex-ministro da Fazenda, Mário Henrique Simonsen e referência dos economistas até hoje. Ninguém fala, mas a inspiração de Simonsen é reconhecida atrás das cortinas pelos pais do Plano Real, embora não declamada quanto a seus méritos. E a validação de Simonsen ao Plano ficou guardada em algum canto escuro do baile dos 30 anos. 

Fora da caixa

Ainda André Lara Resende: com seu parceiro de ideia, Pérsio Árida, assume o que pensava na época, mas discorda do que pensavam seus pares. Ele não dá bola à relação dívida pública/ PIB e acha a ameaça de insolvência do Estado brasileiro uma farsa. É o único dos participantes do Plano que pensa fora da caixa. Não pertence ao bloco do “um por todos, todos por um”. Lara Resende tem sido um cruzado solitário de suas ideias sem medo de enfrentar os festejados doutores, na academia ou no mercado financeiro.

MUITA HOSTILIDADE

Depois de um primeiro ano de governo marcado pela presença de governadores da oposição em agendas do presidente Lula, o petista tem enfrentado nos estados muita hostilidade nos últimos meses, às vésperas das eleições municipais. Ele tem cancelado eventos em redutos bolsonaristas e vê chefes do Executivos nos maiores colégios eleitorais do país se ausentarem de eventos públicos nos quais costumam ser vaiados pela militância do presidente. Em recentes inaugurações em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, Lula não teve a companhia de governadores em nenhum deles.

Presença na mídia

Levantamento feito entre os 80 maiores veículos de mídia do país revelou que Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, ocupou 46 dos 48 meses do governo Bolsonaro, de março de 2019 a dezembro de 2022. Nesse período, o monitoramento da mídia indicou 2.035 menções de Campos Neto, gerada por declarações e posicionamentos políticos feitos por ele mesmo, ou seja, uma média de 44,2 matérias por mês. Ele começou a disparar entre julho e dezembro de 2022: foram 1.472 reportagens, uma média de 245,3 inserções por mês. A partir de janeiro de 2023 (já sob a presidência de Lula), os 80 veículos publicaram 13.521 notas e matérias. Ou seja: uma média de 751,1 inserções/mês.

SUPER  INDENIZAÇÃO

A atriz Gloria Pires, que está desmentindo que tenha tido qualquer conversa com a Globo sobre sua participação no remake de Vale Tudo (faria o famoso personagem de Odete Roitman), foi condenada a indenizar sua ex-cozinheira, Denise de Oliveira, em mais de R$ 500 mil. Ela havia pedido quase R$ 700 mil, alegando que trabalhava mais de 12 horas diárias com apenas 30 minutos de almoço. Além disso, reclamou ter tido um acidente de trabalho, que a levou a buscar a justiça (caiu uma gaveta do congelador sobre seu braço). Gloria ainda pode recorrer.

MISTURA FINA

O STF ignorou o oferecimento de um dos maiores especialistas do mundo em questões relativas a drogas, o médico Ronaldo Laranjeiras, que se colocou à disposição dos ministros para esclarecer os riscos do porte da maconha “para consumo próprio”, no final limitado a 40g. Ele lamentou na BandNews, que a decisão tenha sido adotada em votos “muito frágeis sob os pontos de vista intelectual e científico”.

JAQUES Wagner, líder do governo no Senado, afirma que a Casa aprovaria, sem maiores problemas, a indicação do diretor da Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo para comandar o BC. Até senadores da oposição, sob reserva, concordam com Wagner. A escolha de Galípolo para a política Monetária da instituição foi de Fernando Haddad (Fazenda) posteriormente referendada por Lula. E Wagner ressalta: “É um direito de Lula indicar o futuro presidente do BC”.

DEPOIS de um impasse que durou mais de um ano, o presidente Lula decidiu dar aval à reinstalação da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos. O retorno das atividades do grupo, defendido por grupos de Direitos Humanos e pela esquerda, enfrentava resistência das Forças Armadas. Entre as atribuições da Comissão estão a de emitir pareceres sobre indenizações a familiares e mobilizar esforços para localizar restos mortais das vítimas do regime militar.
 
A COMISSÃO Especial sobre Mortos e Desaparecidos do regime militar, criada em 1995 no governo de Fernando Henrique Cardoso, foi extinta por Jair Bolsonaro a 15 dias do fim de sua gestão. Na época, o fim das atividades foi aprovado por 4 a 3, com apoio de todos os membros indicados pelo ex-presidente. O Ministério dos Direitos Humanos, que comanda a iniciativa, previa anunciar a retomada oficial do grupo no último 25 de outubro, data que marca o assassinato de Vladimir Herzog, então diretor de jornalismo da TV Cultura, nas instalações do DOI-Codi em São Paulo, em 1975.

In – Puxadores de porta de inox

Out – Puxadores de porta de resina
 

EDITORIAL

O bolso também vai às urnas

Renegociação de dívidas alivia o orçamento, mas não resolve a distância entre o desejo de consumo, a renda e a capacidade de pagamento

19/09/2026 07h15

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Nesta edição, o Correio do Estado mostra que os feirões de renegociação de dívidas e programas como o Desenrola, embora tenham permitido a milhões de brasileiros reorganizar suas finanças, não têm sido o suficiente para resolver o problema do endividamento. Renegociar uma dívida pode aliviar juros e recuperar parte da capacidade de pagamento, mas não elimina as causas que levaram o consumidor a comprometer sua renda.

A explicação para isso tem várias camadas. Em primeiro lugar, os hábitos de consumo não apenas do brasileiro, mas do cidadão do mundo ocidental, mudaram. O aumento da escala de produção tornou mais acessíveis produtos e serviços que antes eram restritos a uma parcela menor da população. Ao mesmo tempo, as redes sociais turbinaram a exposição a esses produtos, criando e ampliando desejos de consumo que nem sempre correspondem à renda de quem os deseja.

O problema surge quando a expectativa de consumo cresce mais rapidamente do que a capacidade financeira. A sociedade passou a conviver com uma vitrine permanente de viagens, carros, roupas, eletrônicos, restaurantes e experiências. O que antes era visto como excepcional passou a ser apresentado diariamente como algo comum e desejável. O consumidor, porém, continua limitado pela renda que recebe.

Dessa distância entre desejo e capacidade de pagamento surgem dois problemas. O primeiro é a frustração de quem não consegue alcançar aquilo que gostaria de ter. O segundo, ainda mais grave do ponto de vista financeiro, é o superendividamento de quem recorre ao crédito para aproximar sua realidade do padrão de consumo que deseja. O crédito, que deveria ajudar principalmente na aquisição de bens duráveis e no planejamento financeiro, acaba sendo utilizado para antecipar uma renda que não existe.

É por isso que os feirões e programas de renegociação, por mais importantes que sejam, não podem ser vistos como solução definitiva. Eles atacam a dívida já existente, mas não necessariamente modificam os hábitos de consumo, as expectativas ou a relação do cidadão com o crédito. Sem essa mudança, existe o risco de que a renegociação apenas abra espaço para um novo ciclo de endividamento.

Essa realidade também terá reflexos sobre as eleições que se aproximam. O bolso do cidadão é uma dimensão concreta da vida pública e pode pesar na forma como parte do eleitorado avalia governos, políticas econômicas e candidatos. Questões como corrupção, rachadinha e soberania continuarão presentes no debate, mas podem dividir espaço com preocupações muito mais imediatas para quem enfrenta dificuldades para fechar as contas do mês.

No fim, a questão é simples e, ao mesmo tempo, complexa: quanto maior a distância entre aquilo que o cidadão deseja consumir e aquilo que sua renda permite, maior tende a ser a pressão sobre seu orçamento e sua percepção sobre a realidade econômica. Compreender essa relação entre consumo, crédito, renda e frustração será importante para entender uma parcela do comportamento do eleitor nas eleições deste ano.

ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

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Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

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