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Giba Um

"Quando disse que minha candidatura tem um preço, foi um ato isolado. Vou convencer líderes da...

...direita que meu nome é o mais viável para derrotar o PT. Meu preço é Bolsonaro livre e nas ruas. Ou seja, não tem preço", de Flávio Bolsonaro, mudando tudo, outra vez

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Técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) já trataram de avisar equipes de senadores que devem usar todo o prazo de 180 dias para concluir uma auditoria nos Correios, iniciada em setembro. O que significa que informações perigosas ainda não reveladas da estatal.

MAIS: as informações perigosas ainda não apresentadas, como prejuízo bilionário que virão à tona em março do ano que vem, podendo implodir no colo de Lula no começo da campanha. Este ano, a super dívida dos Correios bate em quase R$ 10 bilhões.

Ainda tem tapete

Já estamos em contagem regressiva para o ano de 2026, só que ainda dá tempo de alguns tapetes vermelhos. Um dos últimos foi estendido no Farmasi Arena para a entrega do 32º Prêmio Multishow. O comando geral ficou por conta de Tadeu Schmidt e Kenya Sade. A noite também contou com uma homenagem à Gilberto Gil que recebeu um troféu pelo conjunto da obra de sua carreira, e claro que lembrou da filha Preta Gil, que nos deixou este ano, assim como Kanalha (suposto último affair de Preta) que levou seu troféu na categoria Axé/Pagodão do Ano que dedicou sua premiação para a filha de Gil. O grande ganhador da noite foi João Gomes, que levou 4 estatuetas das 6 indicadas, sendo três delas ao lado de Mestrinho e Jota.pê. Entre as premiações está a do álbum do ano. Individualmente João Gomes se destacou como Artista do Ano. A cantora Wenny, que é irmã de Lexa chamou a atenção com um look que tinha 120 mil pedrarias, e acessórios, incluindo chupeta, mamadeira e andador que custou cerca de R$ 60 mil. Na redes sociais explicou o look: “No meu andador, dando meus primeiros passinhos, eu chego hoje ao Prêmio Multishow!". Entre os muitos que estiveram presentes, entre concorrentes, apresentadores e convidados estavam, Sabrina Sato, Lexa, Ana Morais, Tati Machado, Iza, Lexa, Bruna Griphao, Marina Sena, Nicole Bahls, Giulia Costa, Melody, Luedji Luna entre tantos.

Lula vs. Tarcísio é cabo de alta tensão

A discussão sobre a possível intervenção na Enel São Paulo tornou-se um teste de força entre o governo federal e a gestão de Tarcísio de Freitas. Embora critique publicamente a empresa, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, tem atuado nos bastidores para conter um possível ímpeto intervencionista do órgão regulador. Na visão de Silveira, o afastamento do grupo italiano da operação traria desgaste para o próprio governo Lula por desencadear uma corrente elétrica de insegurança jurídica às vésperas do ano eleitoral. Politicamente, a intervenção é vista dentro do governo como um presente para Tarcísio, que posaria junto ao eleitorado como aquele que "solucionou" os apagões na capital. Tarcísio, do lado oposto, tem feito pressões sobre a Aneel pela ingerência administrativa ou até mesmo pela cassação da concessão da Enel. O governador tem também mobilizado a bancada parlamentar e prefeitos do estado para fechar o cerco à agência reguladora.

Alta tensão 2

Ainda a guerra contra a Enel: fechar o cerco significa forçar uma punição contra a distribuidora de energia. E nesse circuito, há ainda um fio que leva ao TCU. Há poucos dias, o tribunal recomendou que a Aneel analise prós e contras de uma intervenção na Enel São Paulo. O pedido fez subir a temperatura, aumentando a percepção de que o TCU levantou uma bola para o órgão regulador cortar, decretando, assim, o afastamento da Enel da operação. Por enquanto, é melhor aguardar novos capítulos.

Se gosta mais

Fazendo grande sucesso com o programa “Angélica ao Vivo”, às quintas-feiras na GNT em entrevista ao videocast “Conversa vai, conversa vem”, do GLOBO, a apresentadora abriu seu coração. Ela garantiu que hoje aos 52 anos, agora presta mais atenção as suas vontades. “O trabalho sempre foi me levando. Sempre fiz análise, gostei de meditar, sempre fui meio holística, mas nunca me dediquei tanto ao meu interior. Vivia o externo, o dia a dia dos programas de TV, emendava uma coisa na outra. Fiquei dos quatro aos 48 sem parar de trabalhar. Parar para sentir, saber o que estava rolando comigo, passei pelas mudanças da vida vivendo, sem olhar para elas. Quando olhei um pouco para dentro, pouco antes da pandemia, comecei a prestar atenção nos meus quereres”. Olhando mais para dentro de si e se conhecendo mais ela disse que ficou mais à vontade para falar de assuntos que são considerados tabus e que se gosta mais: “Acho que hoje gosto mais de mim. Não sei se gostava. Gostava do que eu via ali, do que as pessoas gostavam. Hoje, gosto quando eu vejo. Quando não gosto, mudo. Mas hoje sei que sou eu, que não é o que as pessoas querem que eu seja”.

Aldo 2026

Sem maior alarde - pelo menos, por enquanto, o ex-ministro de vários governos (foi da pasta de Relações Institucionais à Defesa), Aldo Rebelo está se preparando para anunciar sua candidatura à Presidência nas eleições do ano que vem. Ele e o grupo que aposta em sua vitória - sobre Lula e eventuais governadores contra a esquerda - acham que a candidatura não ganharia ataques de  presidente e tampouco do ex-presidente encarcerado, agora achando que ganha a liberdade em pouco mais de dois anos. Aos poucos, Aldo vai montando uma estrutura de comunicação: tem até um podcast para encantar apoiadores (nesses dias, entrevistaram Chiquinho Scarpa). Mais: ele é o único político sem laços genéticos com indígenas, que fala fluentemente tupi-guarani.

Festival, de cassações

O presidente da Câmara, Hugo Motta (ninguém sabe se ele tem mais medo de Lula, do clã Bolsonaro ou de Davi Alcolumbre) deverá analisar só na semana que vem os pedidos de cassação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ). As cassações de Carla Zambelli (PL-SP) e Glauber Braga (PSOL-RJ) poderão ser avaliadas antes. Os pedidos passarão pela CCJ - Comissão de Constituição e Justiça da Casa e, depois, pelo plenário. Motta quer liquidar esses assuntos antes do final do ano. No caso de Eduardo, poderá usar o excesso de faltas. Com isso, poderia escapar da inelegibilidade e até ficar livre para retomar a cadeira em 2026.

Pérola

"Quando disse que minha candidatura tem um preço, foi um ato isolado. Vou convencer líderes da direita que meu nome é o mais viável para derrotar o PT. Meu preço é Bolsonaro livre e nas ruas. Ou seja, não tem preço",

de Flávio Bolsonaro, mudando tudo, outra vez.

Presidente frágil

Ainda Hugo Motta, presidente da Câmara: no péssimo episódio deflagrado por Glauber Braga e esticado pela truculência dos policiais da Casa, ele mandou desligar luzes, cortar o sinal da TV Câmara e expulsar jornalistas à força. A imagem de Motta piorou. Sem liderança sobre os colegas, vem se mostrando um presidente frágil, tutelado, segundo analistas, pelos padrinhos Ciro Nogueira e, claro, Arthur Lira. A troca usada para abortar a candidatura de Flávio Bolsonaro serviu para mostrar, de novo, sua dependência do Centrão. Nem a "demonstração de coragem" no episódio Glauber Braga ajudou.

Faltou gente 1

O senador Flávio Bolsonaro ofereceu, esta semana, um jantar para dirigentes do Centrão, em sua mansão em Brasília, comprada, segundo ele, por seu trabalho como advogado. O secretário do Governo da gestão Tarcísio de Freitas, Gilberto Kassab, dono do PSD e Marcos Pereira, que comanda o Republicano, partido de Tarcísio, não deram as caras. Analistas acham que Kassab não đá ponto sem nó: quis evidenciar que está fora dessa "candidatura" do Zero Um. A jornalista Vera Rosa lembrou, nesses dias, que Antônio Carlos Magalhães costumava dizer: "Jantar ao qual não vou, não vale”.

Faltou gente 2

Presidente do PP, Ciro Nogueira, foi ao jantar de Flávio, acompanhado de Antônio Rueda, que dirige (e muita gente não sabe como chegou lá) o União Brasil. Ciro não vê chance na candidatura de Flávio, mas disse que pode contar com ele. A maioria dos presentes concordou que, malgrado ele tenha desmentido, Flávio negociou mesmo a redução da pena de Bolsonaro como condição de dar um passo atrás. Detalhe: nenhum dos convidados leva a sério mesmo toda essa "ópera bufa".

Com incentivos fiscais

Ministros como Fernando Haddad e Luiz Marinho ficaram "de cabelos em pé" com o modelo de montagem de carros elétricos, com incentivos fiscais, que Lula e Geraldo Alckmin visitaram no Ceará, no novo polo da GM voltado apenas para carros elétricos. Os dois primeiros deverão ser Spark e Captiva, montados na antiga palma da Toller. A empresa quer produzir 10 mil carros elétricos por ano. Para a Fazenda, é mais uma renúncia de receita que deve ser repensada. E sem investimento da indústria, tampouco gera os empregos que se esperariam.

Duas caras 1

A luz do dia, o pastor Silas Malafaia diz que não vai trabalhar contra a indicação do evangélico Jorge Messias para o Supremo e até faz críticas a Davi Alcolumbre pelas tentativas de brecar a nomeação; nas trevas da noite, no entanto, Malafaia e lideranças religiosas ligadas a ele fazem campanha contra o advogado-geral da União. Nos últimos dias, circulam entre parlamentares da bancada da Bíblia textos associando Messias membro da Igreja Batista Cristã de Brasília à textos falsos.

Duas caras 2

Nesses textos, o indicado religioso de Lula tem seu nome ligado, falsamente, à defesa do aborto e de bandeiras LGBT. Um dos principais disseminadores dos ataques a Messias é o deputado bolsonarista Sóstenes Cavalcanti (PL-RJ). A mobilização chegou aos corredores do Congresso onde foi arquitetada uma contraofensiva comandada pelo Pastor e deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ), ex-aliado de Bolsonaro e hoje amigo de fé de Lula. Também o ministro André Mendonça, evangélico, desmente falsidades espalhadas contra Messias.

Mistura Fina

Agora já se sabe por que o PT entrou em desespero, em outubro, para impedir a convocação à CPMI do roubo dos aposentados do desconhecido Edson Claro Medeiros Jr. que recebia o tratamento de "testemunha-bomba". Ex-braço-direito de Antônio Camilo Antunes, o "Careca do INSS", Edson Claro foi barrado pelos petistas no CPMI, mas acabou contando à Polícia Federal que Careca pagou a políticos e gente influente. O filho de Lula, Lulinha, teria recebido R$ 25 milhões, mais R$ 300 mil mensais.

Edson Claro levou pânico a petistas como Paulo Pimenta (RS), o que fez Adriana Ventura (Novo-SP) concluir: "Chegamos ao cara". Edson é uma das 60 testemunhas vetadas pela CPMI e o Planalto, conheceria o "poder destruidor" de cada uma delas. O senador Rogério Marinho (PL-RN) disse que Edson Claro não falou à CPMI, mas prestou depoimento à PF de mais de 70 horas, dando detalhes -  e nomes. E o petista desavisado Rogério Correia (MG) foi obrigado a pagar mico e retirar o requerimento.

O advogado Augusto de Arruda Botelho, que fazia a defesa de um dos diretor do Banco Master e que esteve com o ministro Dias Toffoli, do STF, em um voo a Lima, é conhecido na Alta Corte desde outros processos, como a Lava Jato. Ele defendeu Márcio Faria, da Odebrecht e que até foi preso no processo sobre a pilhagem da Petrobras. A investigação foi anulada por canetadas de Toffoli.

Botelho foi também personagem em trama com dossiê desqualificando delegados da PF na Lava Jato, acusados de criticar o PT e elogiar o PSDB. O rolo foi tamanho que, em abril de 2016, o advogado chegou a ser indiciado criminalmente. A PF não provou que ele pagou pelo dossiê. E mais: Botelho é membro do "Prerrogativas", grupo de advogados petistas que atuou no desmonte da operação Lava Jato.

A Bombril ganhou um fôlego com a aprovação do plano de recuperação judicial. verdadeiro teste de resistência, contudo, está prevista para Brasília. Trata-se da dura negociação com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. A fabricante de produtos de limpeza comandada pelo empresário Ronaldo Sampaio Ferreira busca um acordo para a renegociação de cerca de R$ 2,3 bilhões em dívidas tributárias. O valor equivale a quase oito vezes o total das dívidas incluídas na recuperação judicial, em torno de R$ 330 milhões.

In – Natal: coquetel de pêssego            
Out – Natal: sangria de saquê

Cláudio Humberto

"Isso agride a democracia"

Senador Rogério Marinho (PL-RN) sobre decisão do STF de enterrar a CPMI do INSS

30/03/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Janela partidária mexe no rateio do fundão eleitoral

A janela de infidelidade partidária, aberta até 3 de abril, é fundamental na divisão dos R$5 bilhões do fundão eleitoral, este ano. Todos os partidos lutam para filiar membros, especialmente deputados federais, já que a partilha leva em conta o tamanho das bancadas e quantidade de votos de 2022, mas inclui “retotalizações até 1º de junho de 2026”, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O destino de 83% (R$4,15 bilhões) do fundão depende do tamanho (e votos obtidos) das bancadas na Câmara.

 

O resto

Só 2% (R$100 milhões) do fundão é dividido igualitariamente entre os 30 partidos cadastrados no TSE; e 15% dependem da bancada no Senado.

 

Um ajuda

Recém-criado, o Missão levaria R$3,3 milhões (1/30 de 2%), assim como outros nanicos, mas filiou o deputado Kim Kataguiri (SP). Ganhará mais.

 

Médio é gigante

PP, MDB, PSD, partidos que mais lutam para filiar deputados, devem ganhar entre 8% e 9% do fundão cada; mais de R$400 milhões.

 

Cresceu

O PL iniciou a legislatura, em 2023, com 99 deputados. Deve encerrar esta janela com 105 (ou mais) deputados. A parcela do fundão crescerá.

 

Gastos do governo Lula no Facebook disparam

Escalaram para R$4,3 milhões entre 20 de fevereiro e 20 de março as despesas do governo Lula (PT) com anúncios no Facebook. O valor representa aumento de 16% em relação aos 30 dias anteriores. Nos últimos três meses, os gastos da administração petista foram de quase R$10 milhões. Em contrapartida, o PL, principal partido de oposição a Lula, gastou R$143,5 mil com anúncios na rede no mesmo período.

 

Na nossa conta

Atualmente o governo tem 13 anúncios ativos no Facebook. Um par de anúncios sobre a Zona da Mata mineira custou R$150 mil desde dia 17.

 

De longe

A conta do governo do Brasil é o maior anunciante do Facebook no Brasil desde o primeiro dia do ano, em 2026.

 

ONG

Em Portugal, por exemplo, o maior anunciante do Facebook no mesmo período é a Anistia Internacional, que gastou cerca de 900 mil euros.

 

Pernas curtíssimas

Nada como um dia após o outros para desmascarar uma lorota. Lula (PT) disse que Lulinha teria de pagar por “erros” que tenha cometido, mas fez o diabo para impedir seu indiciamento na CPMI do INSS.

 

Topo não muda

O partido que mais vai faturar com o fundão eleitoral em 2026 é o PL, que deve ficar com cerca de 18% dos R$5 bilhões reservados para as campanhas de 2026. O PT ficará com mais de 12% (R$600 milhões).

 

Nada de santo

Nem o Senado, nem a Câmara terão trabalho esta semana. O feriadão de Semana Santa foi acordo com os presidentes Davi Alcolumbre e Hugo Motta às vésperas do fechamento da janela de infidelidade partidária.

 

Ex-tucano

Depois de 25 anos filiado ao PSDB, o deputado federal Paulo Alexandre Barbosa (SP) vai experimentar novos ares. O parlamentar deixa o ninho tucano para compor o PSD de Gilberto Kassab.

 

Dá em nada

Parlamentares entregaram à Procuradoria-Geral da República uma notícia-crime contra o ministro Gilmar Mendes (STF), acusado pela turma de calúnia e difamação ao acusar a CPMI do INSS de vazar dados.

 

Misoginia seletiva

Lula (PT) constrangeu uma mulher porque ela olhava o celular enquanto ele conta lorotas ao microfone. A lei que criminaliza a misoginia pune a exposição pública vexatória da mulher. Mas as ativistas silenciaram.

 

Passivo

Após jogada casada entre STF e o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP) que sepultou a CPMI do INSS, o colegiado acabou com mais de 800 requerimentos pendentes de apreciação.

 

Claro no escuro

Clientes da Claro ficaram sem internet em diversos bairros de Brasília, semana passada, por mais de 12 horas. Até algumas repartições públicas foram atingidas pelo blecaute de sinal da operadora.

 

Pensando bem...

…defender aposentados roubados não era para ser polêmica.

 

PODER SEM PUDOR

Clodovil de avental

O deputado Clodovil Hernandes (PTC-SP), campeão nas urnas e na alta costura, vai exibir hoje seu talento de cozinheiro no programa da deputada Íris Araújo (PMDB-GO), exibido na tevê em Goiás. O programa será gravado no Mercado Municipal, delicioso recanto gastronômico de Brasília. Um jornalista perguntou o que ele vai cozinhar. Clodovil olhou para um lado e para outro, e segredou, para depois explodir numa gargalhada:

- Jiló...

Giba Um

"O atual governo federal está destruindo o país, incluindo problemas nacionais do mesmo sistema...

...que, no passado, prejudicou Minas Gerais. 'Nós não somos um país de fracassados. Nós somos um país roubado', de Romeu Zema, governo e acusando Lula de tudo 'o que acontece de ruim por aqui'.

30/03/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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Quando Harry Styles esteve no Brasil pela primeira vez, em 2014, se apresentando no Rio e em São Paulo, os ingressos e pista premium custavam R$ 600. Quando voltou em julho, ingressos desse setor passaram a custar R$ 1.410 e, atualmente, pacote VIP costumam custar R$ 7.000.

MAIS: No show do The Weeknd, marcado para abril, há quatro modalidades. A mais cara chega a R$ 12.343,94 e inclui acesso a lounge VIP, brindes exclusivos e foto em frente a um painel sem a participação do canadense. Como se pode notar shows já viraram artigos de luxo.

Pacheco no PSB

O ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, (PSD-MG) acaba de encaminhar sua filiação ao PS3 para ser candidato ao governo de Minas Gerais. Os ajustes foram debatidos durante um jantar, em Brasília, com o presidente do partido, João Campos, e outros integrantes da legenda, como Geraldo Alckmin, a deputada (e mulher de João) Tábata Amaral (SP) e o ex-presidente da sigla, Carlos Siqueira. Pacheco deve dar palanque a Lula no estado e o anúncio oficial de sua candidatura a governador poderá acelerar a sabatina de Jorge Messias ao Supremo, com aprovação e Davi Alcolumbre.

Planos de Michelle

A única pessoa que vive, noite e dia, com Bolsonaro é a ex-primeira-dama Michelle, que até hoje não se conformou com a candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto. Os filhos, incluindo Flávio, podem visitar o pai duas vezes por semana e os encontros devem durar meia hora. Eles estão apostando que Michelle pode voltar a trabalhar pela candidatura de Tarcísio de Freitas à Presidência com Michelle na vice. A permanência do ex-presidente em casa fará com que Michelle tenha total proximidade com ele todos os dias, o que pode inspirar à ex-primeira-dama uma super-reviravolta.

Aliadas para o Senado

Ainda Michelle Bolsonaro: a ex-primeira-dama deve emplacar uma bancada de aliadas entre os candidatos do PL para as eleições deste ano. Ela trabalha pelo apoio do partido a nomes próximos dela para disputar o Senado como Caroline de Toni (PL-SC), Bia Kicis (PL-DF), Priscila Costa (PL-CE) e Rosana Valle (PL-SP) e ao governo, como Celina Leão (PP-DF) e Maria do Carmo (PL-AM). Michelle, por outro lado, tem sido criticada por não apoiar abertamente a candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto. Para as aliadas, ela quer apoio de Bolsonaro e do PL (leia-se: apoio financeiro). Valdemar Costa Neto, presidente do PL, tem dito que "tem pouco dinheiro".

Ficará na Rede

A ministra Marina Silva (Meio Ambiente) está dando sinais de que pode ficar na Rede para disputar o Senado por São Paulo - e sem se transferir para o PT. Marina diz que não desistiu do partido e comparou a política a um bioma, em que as legendas seriam ecossistemas. 'Estou lutando para manter o ecossistema Rede. Queremos que volte a ser o que era, um partido que defende pluralidade'. Já Simone Tebet (Planejamento) deve se mudar do MDB para o PSB para concorrer ao Senado, também por São Paulo.

Giba Um

Sentimento de pertencimento

A atriz Carol Castro foi a mais recente convidada do projeto Disconcertos, que ocorreu na quarta (25), no espaço Futuros – Arte e Tecnologia, no bairro do Flamengo, no Rio. Seu trabalho mais recente em novelas foi em Garota do Momento (2024). Durante o evento, ela participou de uma discussão sobre o icônico álbum Nevermind, da banda Nirvana, amplamente considerado um dos discos mais influentes na história do rock. O projeto, idealizado pelo filósofo, historiador, jornalista e escritor Dodô Azevedo — que teve a chance de entrevistar a banda e se encontrar com Kurt Cobain em 1993 — tem como objetivo estimular conversas sobre obras musicais importantes.

A amizade entre Dodô e Carol nasceu dessa paixão em comum. Ele detalhou que a conexão se formou recentemente, em grande parte porque a atriz é fã da banda desde sua adolescência. Durante o encontro, Carol compartilhou suas lembranças sobre como o álbum impactou sua vida. Ela contou que conheceu 'Nevermind' aos 10 anos, enquanto morava em Natal, e que o disco a fez sentir um forte senso de pertencimento em um momento em que se sentia isolada. A atriz recordou que, embora fosse nova, se esforçava para entender as letras, utilizando um dicionário de inglês para auxiliá-la. Carol também compartilhou a profunda impressão que a notícia da morte de Kurt Cobain, em 1994, deixou em sua vida e enfatizou como esse álbum continua a ser um dos mais significativos em sua jornada pessoal até hoje.

Repatriar dinheirama de fora: tentativa 2

Entre os tantos coelhos que o governo Lula pretende tirar da cartola, um deles atende pelo nome de repatriação de recursos. A equipe econômica estuda a abertura de uma nova rodada do Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT). A retomada do programa de legalização de recursos enviados irregularmente para o exterior é vista no Ministério da Fazenda e, mais especificamente, pela Receita Federal, como uma alternativa de curto prazo para gerar receitas extraordinárias. Seria uma forma de ampliar a arrecadação sem recorrer ao aumento direto de impostos. Há uma enorme dispersão nas estimativas sobre o volume de recursos mantidos por brasileiros fora do país e longe dos olhos da Receita. Em 2015, quando o RERCT foi lançado, as projeções indicavam a possibilidade de até US$ 400 bilhões ocultos. Na época, as criptomoedas eram incipientes. De lá para cá, a explosão desses ativos ampliou muito a possibilidade de camuflagem de patrimônio fora do alcance das autoridades fiscais. Hoje, além dos instrumentos readicionais, há uma camada adicional de opacidade proporcionada por criptoativos.

Isolamento político

A decisão de Alexandre de Moraes de vincular a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro deixou felizes os inimigos do ex-presidente no Planalto. A decisão impede que ele receba aliados políticos, limitando espaço de articulação para alianças com vistas às eleições no Senado, prioritárias para a direita. É de lá que se pode deflagrar impeachment de ministros do STF. Visitas só a advogados, médicos e familiares. Na Papudinha, Bolsonaro podia receber aliados. A depender da prorrogação domiciliar, segura Bolsonaro até fim de setembro.

Giba Um

Conhecimento do corpo

Aos 56 anos, a atriz Drica Moraes decidiu se abrir mais sobre sua vida pessoal, compartilhando como a maturidade lhe trouxe uma sensação de segurança, especialmente no que diz respeito à sua vida sexual. Conhecida por seu espírito bem-humorado e sua natureza reservada, a artista tem participado de entrevistas mais autênticas nos últimos tempos, revelando uma fase de maior liberdade em sua trajetória. Durante uma entrevista no programa Provoca, da TV Cultura, apresentado por Marcelo Tas, a atriz conversou de maneira descontraída sobre autoconhecimento e prazer. Ela enfatizou que explorar a sexualidade em uma idade mais avançada pode ser ainda mais gratificante, uma vez que a pessoa desenvolve uma compreensão mais clara de seu corpo e dos próprios desejos. 'Eu adoro transar. Transar mais velho é muito melhor. Você vai para o jogo, você se conhece, conhece o seu corpo, sabe o que você gosta, sabe pedir. Minha mãe me ensinou, ensinou a nós todos. "Sejam pessoas do bem, trabalhem, ganhem o dinheiro de vocês e tenham prazer". Porque a vida é para ter prazer.'

Giba Um

Silvia candidata

Silvia Abravanel, filha número 2 de Silvio Santos, acaba de se filiar ao PSD e aceitou convite da legenda para ser candidata a deputada federal por São Paulo. Ela é irmã de Cintia (filha biológica de Cidinha e irmã de Patrícia, Rebeca, Daniela e Renata). Durante 38 anos, Silvia manteve intolerância religiosa, mas quando aceitou o convite do PSD não resistiu: 'Deus me quer aqui'. De quebra, quer ver 'mais mulheres atuantes na vida política nacional'. Ela foi adotada com 72 horas de vira e quase filha de Manoel de Nóbrega.

CBF: R$ 3 bilhões 1

Não é à toa que a CBF desperta tanta cobiça junto a políticos e eminentes figuras do Judiciário. A entidade trabalha com a estimativa de um faturamento superior a R$ 3 bilhões neste ano. E a estimativa contempla apenas receitas recorrentes. Ou seja: não inclui premiações decorrentes da eventual conquista da Copa do Mundo pela seleção brasileira, o que poderá aumentar substancialmente a performance financeira da Confederação.

CBF: R$ 3 bilhões 2

Os números da CBF são de dar inveja a muita companhia aberta. Em pouco mais de dois anos, a CBF praticamente duplicou seu faturamento. Em 2023, o valor amealhado foi de R$ 1,2 bilhão. No ano passado, a cifra chegou a R$ 2,2 bilhões. A maior parcela dessa prosperidade vem dos contratos de patrocínio: o mais recente, com a MBRF/Sadia, anunciado há dias, renderá cerca de R$ 400 milhões em cinco anos. Nada que se compare ao acordo com a Nike, pelo qual a CBF recebe cerca de R$ 100 milhões por ano.

Mistura Fina

Ao solicitar referendo dos colegas da decisão que prorrogou a CPMI do INSS, o ministro André Mendonça acabou aplicando um involuntário 'xeque-mate' no xadrez político que se transformou o Supremo. A maioria tem interesse em neutralizar o Congresso como instância investigadora e zero interesse em desapontar Alcolumbre, única autoridade com a prerrogativa de decidir sobre abertura de processos de impeachment de ministros do STF.

A pressão contra Mendonça: aliados lembram os serviços prestados por Alcolumbre como "engavetador-geral" de pedidos de impeachment. Alcolumbre quer o fim da CPI que tenta investigar seu ex-chefe de gabinete por receber R$ 3 milhões do esquema que roubou os aposentados. Alcolumbre terá de jogar no lixo o próprio precedente: o STF apoiou a liminar de Luís Roberto Barroso criando a CPI da Covid.

O projeto de lei complementar (PLP), aprovado a toque de caixa pelo Senado, foi vendido como projeto para "garantir a licença-paternidade". Só que serve principalmente para conceder benefícios fiscais às áreas de livre comércio da região Norte, incluindo Macapá e Santana (AP), no estado do autor do projeto e líder do governo Lula no Senado, Randolfe Rodrigues, além do estado natal de Davi Alcolumbre (União).

O projeto foi apresentado na terça (24) e, na quarta (25), já havia sido aprovado pelo plenário do Senado. Na prática, o projeto suspende regras fiscais que o Congresso aprovou em 2025, como exigir estudo prévio para o benefício fiscal.

Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, do Banco Master, recebeu R$ 485 milhões da Super Empreendimentos, empresa investigada pela Polícia Federal, sob suspeita de servir de canal de pagamentos a uma suposta milícia privada do grupo e a agentes públicos. As informações estão em um extrato de uma conta de Zettel. Os repasses foram feitos entre julho de 2022 e janeiro deste ano. Só no ano passado, Zettel recebeu R$ 160 milhões da Super, originados de 264 transferências. Os maiores repasses foram feitos entre fevereiro e abril, de R$ 5 milhões cada um.

In - Tesoura de cozinha multiuso

Out - Tesoura de cozinha multipla

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