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"Quero fazer uma reavaliação da estrutura do GSI"

De MARCOS ANTÔNIO AMARO DOS SANTOS, novo chefe do GSI, avisando que pretende reestruturar o órgão

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Cerca de 3% da população mantém suas economias “debaixo do colchão”, conforme pesquisa da Anbima em parceria com o DataFolha. O número de pessoas que relataram deixar suas reservas em casa aumentou em apenas 1% em relação ao ano passado.

Mais: o principal destaque ficou com a classe C, cuja fatia subiu de 2% para 4%. Nesse bloco, quando sobra um trocado, as pessoas não sabem o que fazer com ele. Tem medo e não confiam em bancos, no governo ou em eventuais assessores.

“Quero fazer uma reavaliação da estrutura do GSI para que episódios como o que vimos recentemente nunca mais tenham risco de acontecer”,
de MARCOS ANTÔNIO AMARO DOS SANTOS // novo chefe do GSI, avisando que pretende reestruturar o órgão.

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Capa esgotada

 A atriz  Bruna Marquezine, 27 anos, agora reconhecida internacionalmente está na capa de comemoração do 48º aniversário da revista Vogue Brasil.

São três capas (uma delas aparece como venho ao mundo) que se esgotaram em menos de 4 horas no e-commerce da publicação.

Sobre a nudez na capa falou: “Nunca tive problema com nudez, sempre vi beleza no corpo nu. Não é a primeira vez que faço uma foto assim e creio que sei dosar muito bem onde e como faço. E vamos combinar que eu não estava nua, né? Quem usa aqueles diamantes não está completamente despida”.

Sobre a saída da Globo conta que foi um passo difícil, mas que a fortaleceu e que fica muito feliz de ver que o Grupo Globo comemora cada vitória em sua carreira. 

“Dei um passo e estou colhendo os frutos. Me emocionei em ver meu país comemorando uma vitória que é nossa. Não cresci vendo muitas brasileiras ocupando esse espaço. O filme (Besouro Azul) traz a sensação de conquista de um novo território, de um primeiro passo rumo a uma nova trajetória”. 

E conclui: “Estou na capa da Vogue, que é como um selo, na DC Comics, em Hollywood. Mas o que me faz entender que sou bem-sucedida é ter a certeza de que cheguei aqui porque fiz apenas o que acreditei, não destratei ninguém, não pisei em ninguém”.

Ao ser perguntada como se imagina aos 48 anos, responde entre muitos sonhos a serem conquistados: “Aos 48, quero estar completamente realizada”.

Janja quer uma coroa

O presidente Lula e a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, assistiram à coroação do rei Charles III, na catedral de Westminster, em meio a dois mil convidados. Janja não é monarquista, mas se emocionou com a solenidade.

Enquanto isso, entre nós, internautas mais irônicos – e com boa dose de humor – espalhavam nas redes que a primeira-dama, que não conseguiu uma função no anunciado (e não efetivado) Gabinete de Ações Estratégicas em Políticas Públicas, inspirada no que viu em Londres, estaria pleiteando se transformar em “Rainha do Planalto”, com direito até a uma coroa.

O manto seria confeccionado por sua costureira habitual e na cor vermelha, claro. Esse tipo de gozação, segundo analistas, é bem um exemplo da imagem que Janja vem conquistando em ações no Planalto e como conselheira de Lula.

Se não tem cargo no Planalto, Janja deverá presidir a Rede de Inclusão e Combate à desigualdade, que está sendo criada para trabalhar a inclusão e o combate à desigualdade na educação, cultura e direitos humanos em 23 países membros da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI).

O convite foi feito na Espanha, quando o casal presidencial estava lá, pelo secretário-geral da OEI, Mariano Jabonero, na sede da entidade em Madri. O objetivo da rede é fomentar análises e debates por meio de estudos, seminários e trocas de experiências.

Sonho realizado

A eterna C.J. Parker do Baywatch (SOS Malibu, no Brasil), Pamela Anderson, 55 anos,  acaba de realizar um grande sonho: criar uma linha de biquínis e maiôs em parceria com a Frankies Bikinis com uma abordagem destemida e audaciosa, com designs que variam cores fortes a estampas pastel delicadas.

Ao compartilhar a novidade ela revelou que foi difícil guardar segredos e ao postar parte de sua coleção nas redes sociais legendou: “Depois de um longo ano,  eu posso dizer, todas as minhas ideias favoritas e truques do ofício. Tudo misturado na minha colaboração coma Frankies Bikinis. Um sonho tornado em realidade”

Menos mulheres

Na primeira reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência da República (CDESS), formado por 246 nomes, de banqueiros à gente do MST, registrou-se que 60% do grupo é composto por homens e a menor fatia, 40%, contando a travesti Keila Simpson, mulher.

No encontro de largada, além de Lula, falaram sete homens  e quatro mulheres (235 só ouviram). Janja também estava lá – e não integra o Conselho. O objetivo do Conselhão, segundo Lula, é “buscar entendimento” – e ninguém entendeu como será na prática.

Enfeite

Colegas do ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores) acham que ele sucumbiu à própria vaidade, apenas para desfrutar das mordomias do cargo. Dizem que ele virou um “chanceler de enfeite”, destinado a tarefas secundarias, enquanto Celso Amorim, assessor de Lula, virou o chanceler de fato.

Outros colegas apelidaram Amorim de “megalonanico” devido às atitudes – e altura.

Redução de custos

O Instituto Nacional de Propriedade Industrial  (INPI) está vivendo um sufoco financeiro. Os recursos previstos para este ano, da ordem de R$ 52 milhões, são insuficientes para cobrir gastos com custeio e os programas de investimentos em curso no Instituto, especialmente em infraestrutura tecnológica.

A diretoria no INPI já está resolvendo como reduzir os custos. Um deles seria o retorno à antiga sede na Praça da Bandeira, na Zona Norte do Rio, prédio herdado da Embratur.

Hoje, ocupa um edifício comercial na Rua Mayrink Veiga, no centro. Despesas: aluguel (R$ 8,4 milhões), condomínio (R$ 7,5 milhões) e manutenção (R$ 1,2 milhão) equivalem a 15% do orçamento de 2023.

PROCURA-SE COACH

Jair Bolsonaro não gostou da declaração de Michelle, ex-primeira-dama, sobre o conjunto de joias que recebeu em mãos no Alvorada. Disse que eram masculinas e por isso, não tinha nada a ver com ela.

Ou seja: o maridão que se virasse. Valdemar Costa Neto, dono do PL e o mais entusiasmado defensor da candidatura de Michelle ao Planalto (se Bolsonaro se tornar inelegível), entrou em campo e está recrutando um (ou uma) coach para cuidar da imagem, da postura e das respostas da ex-primeira-dama.

Falsidade ideológica

A prefeitura de São Paulo registrou um boletim de ocorrência em janeiro deste ano para apurar crime de falsidade ideológica no registro de vacinação de Jair Bolsonaro no sistema de saúde municipal “VaciVida”.

O B.O. foi feito a pedido do prefeito Ricardo Nunes e diz que a cidade de São Paulo não recebeu o lote de vacina registrada em nome de Bolsonaro. E acrescenta que “a suposta vacinadora” que aparece nos documentos nunca trabalhou na unidade de saúde e não atendeu Bolsonaro.

A própria UBS nega ter feito o atendimento.

HOMEM-BOMBA

Os aliados do presidente Lula agora estão se referindo ao ex-ministro Anderson Torres e o tenente-coronel Mauro Cid (os dois estão presos) dada à intimidade que desfrutavam junto ao ex-presidente Jair Bolsonaro, como homem-bomba.

Deixados à distância pelo Capitão, se resolverem abrir a boca serão revelados episódios e atitudes do ex-chefe do Governo, capazes de acelerar a prisão do antigo chefe.

Torres, com supostos problemas de saúde, deu senhas falsas dos celulares ao STF; Mauro Cid, com formação militar, saberá aguentar.

Nada de apoio

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB-SP), candidato à reeleição no ano que vem, ainda está procurando caminhos para tentar ganhar o apoio de Bolsonaro nas eleições.

Na semana passada, contudo,  através  de interlocutores, o próprio ex-presidente, em meio á fraude do cartão de vacina, mandou avisar Nunes que não poderia apoiá-lo.

Não confirmou se apoiará a candidatura de Ricardo Salles, mas entre o pessoal do PL essa decisão está mais do que confirmada.

Única entidade

Em abril, quatro montadoras – Stellantis (Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën), Toyota, Renault e Audi se desligaram da ABVE – Associação Brasileiras do Veículos Elétrico. Alegaram que o motivo é concentrar representação na Anfavea – Associação Nacional de Veículos automotores.

Há, contudo, relatos de que as empresas foram orientadas a escolher uma única entidade, embora não exista nenhuma regra em qualquer regulamento. Entre os fabricantes, duas permaneceram na ABVE: GM e Nissan.

“VAI DAR CERTO”

A Academia Brasileira de Letras está lançando uma publicação chamada Revista Brasileira. Nessa primeira edição, Caetano Veloso é um dos entrevistados e aposta que “o Brasil vai dar certo”. E emenda: “E vai dar certo porque eu quero. Todos devem poder dizer isso. Não é narcisismo. É um convite à responsabilidade”.

À propósito: assim como a eleição de Fernanda Montenegro e Gilberto Gil, alguns acadêmicos gostariam de ver Caetano vestido um fardão. Por enquanto, não faz a cabeça dele.

MISTURA FINA

  • A MINISTRA Simone Tebet (Planejamento) estima que o aumento do PIB neste ano poderá alcançar 2%. É um índice expressivo se comparado à projeção do mercado de alta de 0,5%. A projeção do crescimento do PIB já é consensual. O último Focus já registra pequeno grande avanço: a estimativa em alta do PIB chegou a 1% contra 0,96% na semana anterior.
  • O PRESIDENTE da Câmara, Arthur Lira, acha que o eleitor de direita já se posicionou no Brasil e que ninguém vai tirar essa herança de Bolsonaro. Só que admite que ele jogou fora a possibilidade de reeleição. E profetiza que outro nome de direita, como Romeu Zema, Tarcísio de Freitas e Ratinho Jr., não vão desperdiçar essa chance. E aí acredita que Bolsonaro será melhor cabo eleitoral do que candidato.
  • OS “jabutis” para quem não conhece, são populares no Congresso, apesar do clima árido, dizem os analistas. Como medida provisória tem prazo de 120 dias para ser votada, um setor, empresa ou grupo de interesse entrega a um parlamentar seu pleito para ser protocolado como emenda e ser incorporado na MP. Como jabuti não sobe em árvores e se chegou lá, alguém colocou lá. É muito mais rápido do que propor um projeto de Lei e esperar toda sua tramitação.
  • NO próximo dia 11, em Salvador, Lula deverá anunciar o início da distribuição, para estados e municípios de R$ 3,8 bilhões. O dinheiro será repassado por conta da Lei Paulo Gustavo, de apoio à cultura. Há ainda a Lei de Aldir Blanc 2, que prevê recursos de mais de R$ 3 bilhões para o setor.
  • ALÉM da CPI do MST, surge novo pontos de discórdia entre a bancada ruralistas e o governo no Congresso. A Frente Parlamentar da Agricultura vai apresentar projeto de Lei determinando a recomposição da Agricultura, dividido no governo em três: Agricultura e Pecuária, Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e Pesca e Aquicultura. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Progressistas-PR) já sondou Arthur Lira, presidente da Câmara, sobre a possibilidade do Projeto de Lei ser votado em regime de urgência antes do recesso do meio do ano.
  • O MINISTÉRIO de Minas e Energia estuda a criação de um departamento de lítio, que terá recursos para induzir a pesquisa e exploração do mineral estratégico. O departamento assumiria os estudos para a prospecção das reservas do metal no país, hoje conduzidos pelo Serviço Geológico do Brasil. Seria responsável, sobretudo, por estimular novos projetos de exploração do lítio, em parceria com grupos privados nacionais e estrangeiros – e em dobradinha com o BNDES. Estima-se que o Brasil tenha algo em torno de 8% de todo o lítio existente no mundo.

ARTIGO

Pelo fim dos superpoderes e a defesa da Constituição

19/09/2026 07h00

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Pedro Simon - Advogado, foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura

Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, em defesa de um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.

Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo.

Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional.

Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado-nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem responsabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.

Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República – mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar.

As investigações em torno do escândalo do Banco Master e o embate público recente entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram, em todo o País, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos Três Poderes da República.

A recente deliberação do STF aprofunda essa crise de credibilidade institucional. Ao expor divisões internas e hesitar no rigor sobre as apurações do caso do Banco Master que envolvem membros da própria Corte, o Tribunal compromete a autocontenção e a neutralidade exigidas da magistratura. O episódio confirma que a ausência de controle externo efetivo e a resistência à transparência corroem a autoridade moral do guardião da Constituição.

Foi no Senado que passei 32 dos meus 60 anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do STF por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da mesa diretora, sem parecer e sem votação.

Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.

O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o STF retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.

Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo em que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. 

A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.

Cláudio Humberto

"Mostrou roubalheira enorme"

Romeu Zema (Novo), sobre queda do sigilo do caso Master

13/09/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Moraes lidera número de pesquisas em crise do STF

Apontado como partícipe de intensa troca de mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes liderou o interesse de pesquisas no Google no último mês, conforme dados da plataforma. O pico da pesquisa foi em 1º de setembro, quando o ministro André Mendonça levantou o sigilo de relatório da Polícia Federal que revelou mensagens de Vorcaro a número atribuído a Alexandre de Moraes.

 

Interesse na capital

O índice do interesse tem escala de 0 a 100. O Distrito Federal liderou as pesquisas (100), seguido por Mato Grosso (66) e Rondônia (66).

 

Diferença

Enquanto Moraes bateu os 100, as pesquisas por André Mendonça bateram o pico na mesma data, mas com menos da metade (44).

 

Epicentro da crise

Até pesquisas por “STF” despertaram mais interesse do brasileiro do que Mendonça, atingiu 58 no índice de pesquisas.

 

Ninguém liga

Os números mostram que o interesse pelo filme “Dark Horse” não decolou. O pico foi na quinta-feira, só 23 na escala.

 

Governo Lula: R$90 milhões com viagens em 14 dias

O governo Lula (PT) conseguiu torrar cerca de R$90 milhões com viagens nas últimas duas semanas. Segundo dados do Portal da Transparência, o total de despesas com descolamentos já ultrapassa R$1,3 bilhão em 2026. Foram R$735,8 milhões com diárias distribuídas a funcionários e outros R$560,3 milhões com as passagens aéreas. O total não inclui a fortuna gasta nas viagens de Lula e da primeira-dama Janja.

 

Em dólar

Viagens internacionais do governo do PT já custaram R$161,7 aos pagadores de impostos. Foram R$8 milhões nas últimas duas semanas.

 

Tem mais

O governo petista conseguiu torrar também R$7,8 milhões com “outros gastos” de viagens. São taxas, seguros de viagens etc.

 

Número 1

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, é número um entre os gastões com viagens: R$510 mil com passagens e diárias, diz a Transparência.

 

Falta combinar com o eleitor

A ordem na campanha de Lula é evitar que a eleição vire, nas palavras de petistas, “Fla x Flu” de ministros do STF. A estratégia é deixar Moraes e Mendonça brigando e tentar puxar o eleitor para outros assuntos.

 

Combustível eleitoral

Medidas do governo para segurar os preços dos combustíveis devem custar R$40 bilhões por seis meses, diz Bruno Moretti (Planejamento). O alívio é no posto e a conta estaciona no bolso do pagador de impostos.

 

Tudo certo, mas...

O TCU encontrou as projeções fiscais do governo formalmente dentro das metas, mas apontou aumento do déficit efetivo e problemas de transparência e consistência das estimativas. “Certo” com “ressalvas”.

 

Soberba na conta

Internamente, a campanha de Lula reconhece que subestimou a dificuldade da disputa contra Flávio Bolsonaro (PL). Até prepara mobilização neste domingo (13) para tentar “chacoalhão” na candidatura.

 

Cara de pau

Lula tomou invertidas ao celebrar o fim da taxa das blusinhas, criada por ele mesmo. Seguidores nas redes sociais não perdoaram, “a quadrilha do PT é assim, te quebram uma perna, depois te dão uma muleta”.

 

Na terça

Já tem data o novo depoimento de Daniel Vorcaro na Polícia Federal sobre as fraudes financeiras em operações com o BRB. O ex-banqueiro dono do Master falará à PF na terça-feira, dia 15.

 

Em queda

Caiu 66,6% o número de crianças registradas como cidadãs italianas no Brasil em 2025. O dado é do Instituto Nacional de Estatística da Itália (Istat), que relacionou parte da redução às novas regras para a transmissão da cidadania aos filhos nascidos no exterior.

 

Fatura petista

Rogério Marinho (PL-RN) apontou os R$120 bilhões a mais em tributos sobre consumo para 2027. Diz o senador que é o método do PT: aumentar gastos e empurrar a dívida para cima de quem trabalha.

 

Pensando bem...

...a aliança com Lula deu PT.

 

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Greve teatral

O Ato Institucional nº 5, que revogou as liberdades democráticas no Brasil de 1968, levou muitos adversários do regime militar à cadeia. Entre eles Carlos Lacerda, que resolveu iniciar uma greve de fome no cárcere. O médico e amigo Antônio Rebello, que monitorava o pulso de Lacerda, começou a ficar preocupado e vivia implorando para que o líder carioca suspendesse a greve. Um dia fez uma comparação definitiva: “Você está tentando fazer Shakespeare no País da Dercy Gonçalves!”. Percebendo o ridículo da situação, Lacerda desistiu da greve na hora.

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