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Giba Um

"Quero saber quais são os direitos que os trabalhadores (dos EUA) têm...

...para vir um tal de diretor financeiro impor multa por conta de desmatamento. Não percebem que já estão carecas?", de Lula, sobre novas medidas do governo Trump ao Brasil

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Virou quase tradição: em junho, Congresso e Judiciário se reúnem no Fórum Jurídico de Lisboa, comandado pelo ministro Gilmar Mendes, o que inspirou o apelido “Gilmarpalooza” para o evento. É considerado o maior encontro de lobby judicial do mundo, apoiado pela FGV e pelo IDP.

Mais: neste ano, alguns participantes tradicionais não compareceram, apesar das tentativas de Gilmar de atraí-los. O único ministro do STF presente foi Alexandre de Moraes, um dos protagonistas do caso Master, destaque do evento e amigo de Mendes. Outra novidade: Moraes e o banqueiro André Esteves fizeram as pazes.

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Tapete azul... da música

O encanto da música brasileira brilhou intensamente no Theatro Municipal do Rio de Janeiro durante a 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira, comandada por Débora Bloch e Alice Wegmann. A cerimônia prestou uma emocionante homenagem a Cazuza, um dos maiores ícones da música nacional, que foi escolhido por unanimidade pelo Conselho do Prêmio. Seus sucessos marcaram a noite e foram interpretados por artistas de diferentes gerações. Entre as apresentações estiveram Zizi Possi, com “Preciso Dizer Que Te Amo”; Marina Sena (O Nosso Amor a Gente Inventa); Luísa Sonza(Faz Parte do Meu Show) Ludmilla (“Exagerado; Seu Jorge (Brasil); e Simone, que interpretou “Quando Eu Estiver Cantando” e “Codinome Beija-Flor”. Ney Matogrosso, que viveu um romance com Cazuza, cantou os clássicos “Por Que a Gente É Assim?” e “Pro Dia Nascer Feliz”. O destaque da noite foi João Gomes, grande vencedor com três prêmios: Melhor Artista, Melhor Lançamento em Canção Popular e Melhor Lançamento na categoria Projeto Especial, pelo trabalho “Dominguinho”, realizado em parceria com Mestrinho e Jota Pê. Outros artistas também foram premiados, entre eles Luedji Luna, Djavan e Chitãozinho & Xororó. A noite reuniu ainda convidados como Lucinha Araújo, Joana, Zélia Duncan, Fátima Bernardes e Bia Bonemer, Daniela Mercury, Gabi Amarantos, Nanda Costa, Lucy Alves e Emanuelle Araújo.

Subsídio indireto para seguro rural

O Plano Safra, que será anunciado ainda este mês, vai trazer uma "bondade" adicional para os agricultores. O governo pretende conceder um desconto nos juros do crédito para os produtores que contratarem seguro rural. Falta definir o alcance do benefício, o que, inclusive, tem sido motivo de divergência entre os Ministérios da Agricultura e da Fazenda. O primeiro defende um abatimento de até 1,5 ponto percentual, ao passo que a equipe econômica tenta limitar o benefício a, no máximo, um ponto percentual, como forma de conter o impacto fiscal da iniciativa. De toda forma, a lógica por trás da proposta é aproveitar o Plano Safra para reduzir uma anomalia enraizada no agronegócio brasileiro: o país despeja mais de meio trilhão de reais em financiamento agrícola, mas mantém a maior parte das lavouras exposta a riscos, sejam eles de ordem climática ou conjuntural. Apenas 5% da área cultivada no Brasil está coberta por seguro rural. Para efeito de comparação, nos Estados Unidos, esse guarda-chuva alcança mais de 80% do plantio.

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Mais: trata-se de um descompasso que acaba provocando um circuito nefasto para as próprias contas públicas. No fim do dia, a conta cai no colo do Tesouro, vide os custos recorrentes para compensar os crescentes efeitos de catástrofes climáticas, a exemplo das enchentes do Rio Grande do Sul, em 2024. O que o governo está tentando fazer é deslocar parte desse risco para o mercado segurador, reduzindo a necessidade de socorro público em caso de quebra de safra. O abatimento nos juros do Plano Safra funcionará como um subsídio indireto para estimular os agricultores a contratarem seguro rural, um afago de Lula às vésperas da eleição.

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No ritmo da música

A C&A entrou no ritmo da música brasileira com uma coleção cápsula especial inspirada em Alcione. A parceria lança seis camisetas exclusivas que prestam homenagem à trajetória da cantora, reforçando o compromisso da marca em conectar moda, cultura e grandes nomes do entretenimento. Disponível desde o início de junho nas lojas físicas e plataformas digitais da rede, a coleção apresenta estampas com imagens e frases emblemáticas da artista, como “Rainha do Samba”, “Lobas escutam música brasileira” e “Eu lá sou mulher de francesinha”. As peças misturam elementos afetivos da carreira de Alcione com um toque contemporâneo inspirado no streetwear. Com essa iniciativa, a C&A reafirma sua estratégia de criar coleções licenciadas e colaborações com figuras conhecidas e produções icônicas. Ao longo dos anos, a marca trouxe parcerias com Márcia Sensitiva, a série Tapas & Beijos e a cantora Lady Gaga. A nova coleção, que incorpora estéticas inspiradas em capas de discos e pôsteres clássicos, celebra a brasilidade e oferece uma releitura moderna da obra de Alcione, uma das artistas mais queridas e influentes do país.

Datena candidato

O apresentador José Luiz Datena acaba de pedir a rescisão de seu contrato com a EBC (Empresa Brasil de Comunicação) e vai deixar a TV Brasil. Datena deve tentar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PSB nas eleições de outubro. Ficará no ar até o próximo dia 30, data-limite para que candidatos ao pleito deste ano continuem no ar com projetos na televisão e no rádio. O convite para a volta de Datena à política foi feito pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e pelo ex-governador Márcio França.

Responsável pelo golpe

O presidente Lula afirma que o governo dos Estados Unidos atuou no golpe militar de 1964 por meio dos embaixadores que estavam em solo brasileiro. A declaração veio em forma de protesto após a decisão dos EUA de taxar produtos brasileiros em até 25%. “Trump não sabe que nós já sabemos que, antes da jogada deles, este país foi vítima do golpe de 1964, naquele tempo articulado por embaixadores americanos no Brasil”, afirmou durante reunião ministerial. O encontro teve como pauta a busca de alternativas para contornar a recente crise com o governo americano no período pré-eleitoral.

Pérola

"Quero saber quais são os direitos que os trabalhadores (dos EUA) têm para vir um tal de diretor financeiro impor multa por conta de desmatamento. Não percebem que já estão carecas?”,

de Lula, sobre novas medidas do governo Trump ao Brasil.

Precedente perigoso

O núcleo mais influente do PT demonstra preocupação com a decisão do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, que suspendeu uma pesquisa da Atlas/Bloomberg que apontava queda nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro. A avaliação é que a medida pode abrir um precedente perigoso. Nunes, indicado para a Corte por Jair Bolsonaro quando era presidente, poderá adotar novas posturas intervencionistas durante o processo eleitoral. A suspensão da pesquisa não é um fato inédito. Em fevereiro, Cármen Lúcia, então presidente do TSE, também suspendeu uma pesquisa que teria sido divulgada sem o registro obrigatório da Justiça Eleitoral.

"Bombas" fiscais

Davi Alcolumbre prometeu e três pautas-bomba avançaram no Senado com impacto nas contas públicas. A principal é um projeto aprovado pelo plenário que prevê o uso de receitas do pré-sal para financiar dívidas do setor rural, com custo estimado em R$ 140 bilhões ao longo de dez anos. Lula pretende contestar a medida no STF. Outro projeto, em tramitação na Câmara, propõe elevar o piso salarial de médicos e dentistas dos atuais R$ 3.636 para R$ 13.662 por 20 horas semanais de trabalho. E há mais propostas a caminho: Alcolumbre quer ampliar a pressão fiscal sobre o governo atual e também sobre o próximo governante.

Menos de 10%

O embaixador Maurício Lyrio participou da negociação do Brasil contra as tarifas do ano passado e agora considera injusto que o país seja penalizado novamente. Lyrio lembra que o intercâmbio entre Brasil e Estados Unidos já representou 25% de todo o comércio brasileiro. Esse percentual foi caindo e chegou a 12%. No ano passado, pela primeira vez em décadas, o comércio com os norte-americanos representou menos de 10% do total negociado pelo Brasil com o mundo. Nas pesquisas, 47% acham que Flávio Bolsonaro teve influência na medida, enquanto 53% acreditam que ela prejudicará bancos e empresas brasileiras.g

Sem rumo e sem dono 1

Claudio Castro é o ex-governador que caiu do caminhão de mudança e perdido, procurando seu ‘dono’. Nas últimas semanas, vem tentando uma reaproximação com Bolsonaro, especialmente com Flávio Bolsonaro, sem sucesso. Sua candidatura ao Senado, que nunca foi consenso dentro do PL, perdeu força após as revelações sobre suas relações aparentemente pouco republicanas com Daniel Vorcaro. Sem alternativas, já considera disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados.

Sem rumo e sem dono 2

Ainda na Câmara, ao menos, caso conseguisse se eleger, teria o conforto do foro privilegiado. A essa altura, o ex-governador já não alimenta grandes esperanças de receber apoio dos Bolsonaro para seu projeto político. Além disso, se há alguém que precisa se distanciar do caso Master, esse alguém é o próprio Flávio. Castro já se dará por satisfeito se o senador não atuar dentro do PL para barrar sua eventual candidatura à Câmara. E tem mais: para levar seu plano adiante, ainda terá de “combinar” com a Justiça.

Mistura Fina

Na semana passada, durante reunião ministerial, Lula provocou Alcolumbre na frente de todo o governo. “Eu não tenho nenhum problema com ele. Alcolumbre é que criou um problema para ele mesmo”, disse. Eles estão rompidos e não há sinal de pacificação da relação. Alcolumbre, aliás, diz o mesmo de Lula: “Lula é quem cria problemas para si mesmo. Não tenho problema com o presidente”.

No primeiro turno da pesquisa Genial/Quaest, Lula abriu distância de 10 pontos sobre Flávio Bolsonaro e, no segundo turno, de seis pontos. O encolhimento dos pré-candidatos da direita foi praticamente geral: Ronaldo Caiado caiu de 4% para 3%; Romeu Zema, de 4% para 2%; e houve a inclusão de Aécio Neves, que não tem candidatura confirmada, mas pontuou 2%. Apenas Renan Santos oscilou de 2% para 3%.

Para bolsonaristas, a pesquisa Genial/Quaest para a Presidência, que mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro, não altera o cenário. A avaliação é de que a eleição ainda está distante e de que o senador acumulou um crescimento muito rápido no início do ano, o que lhe garante uma “margem confortável” para oscilações negativas. Já integrantes do PL reconhecem as dificuldades e avaliam que será necessário um novo esforço para recolocar Flávio na liderança das pesquisas.

A Ultrafarma patrocina agora o Jornal do Boris, programa comandado pelo jornalista Boris Casoy no SBT News. A marca reforça sua estratégia de associação a conteúdos de grande alcance e credibilidade no cenário jornalístico brasileiro. O Jornal do Boris é transmitido de segunda a sexta-feira, das 8h às 9h, no canal do SBT no YouTube. Boris retornou ao SBT para integrar a equipe da emissora como comentarista e âncora da atração exibida no ambiente digital. Durante sua primeira passagem pelo SBT, de 1988 a 1997, foi pioneiro no modelo de âncora do jornalismo televisivo nacional.

In – Porta sanfonada de madeira
Out Porta sanfonada de aço

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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