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Giba Um

"Tenho 4 integrantes que se revezam. Ter escolta não é mordomia. É proteção...

... a quem mais enfrentou o PCC, o Comando Vermelho e as facções criminosas no Brasil. A obrigação de garantir segurança a ex-governadores e suas famílias vigora desde 2010 em Goiás", de Ronaldo Caiado, que nega ter 51 policiais em sua segurança

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Em depoimento ao Senado, o taxista Márcio Antonio Silva relembrou a morte do filho, aos 25 anos. O corpo foi encontrado embrulhado em um saco plástico. O pai, profundamente abalado, chorava. Representava milhares de famílias afetadas e ofendidas por um presidente que fazia piada, recusava-se a comprar vacinas.

Mais: chamava os brasileiros de “frouxos” e “maricas” durante a pandemia. Na próxima semana estreia o documentário “Anatomia do Risco”, dirigido por Dandara Ferreira, que reconstitui esse período. Bolsonaro e outros 65 investigados foram indiciados por crimes relacionados à emergência sanitária.

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Sonho de vilania

A cantora Ana Castela está mostrando que suas competências vão muito além dos palcos. Depois de brilhar na novela “Coração Acelerado”, a artista assume um papel central em “Onde Está a Boiadeira?”, novela vertical produzida pelo Globoplay e criada especialmente para celulares. Na trama, Ana interpreta uma versão de si mesma, mergulhando em uma história repleta de suspense, mistério e reviravoltas inesperadas. A narrativa começa durante uma viagem com o namorado, mas um acontecimento inesperado muda completamente seus planos. A cantora desaparece e é sequestrada por uma fã obsessiva, interpretada por Duda Batsow. Apesar da agenda lotada de shows, Ana está disposta a explorar novos papéis na atuação. “Se aparecer algo que combine comigo e que dê para organizar com a agenda, eu vou ficar muito feliz em fazer”. Ela também destaca que, dia após dia, se sente mais confortável diante das câmeras e já considera a atuação como parte de sua trajetória profissional. “Ainda estou aprendendo muito, mas já me sinto mais confortável do que no começo.” E suas aspirações vão além. Depois de explorar gêneros como romance, ação e suspense, Ana revelou um novo desejo na dramaturgia: interpretar uma grande vilã.

Fatia do Casino: dois na disputa

Ninguém sabe quem vai dar o bote no Grupo Pão de Açúcar. É a dúvida que se ouve no mercado diante da escalada de Silvio Tini e da família Coelho Diniz, os dois maiores acionistas do GPA, no capital da rede varejista. Entre os investidores, a percepção é de que tanto Tini quanto o clã mineiro preparam o terreno para um movimento mais contundente, inclusive a aquisição da participação do Casino. Tini, de um lado, e os Coelho Diniz, de outro, vêm mantendo conversas com os franceses. O grupo francês, que não vê a hora de deixar o Brasil, detém cerca de 20% das ações do GPA. Quem conseguir fisgar essa fatia ficará em posição privilegiada para exercer influência predominante sobre a governança e os rumos estratégicos da varejista. Na semana passada, os acionistas do Pão de Açúcar derrubaram a “poison pill” do estatuto da empresa, abrindo caminho para que qualquer investidor tenha mais de 25% das ações. Hoje, Tini possui 25,8%, enquanto os Coelho Diniz somam 24,6%.

Xadrez societário

Ainda sobre o Pão de Açúcar: trata-se de um verdadeiro xadrez societário entre jogadores de estilos diferentes. Os Coelho Diniz são do ramo. A família controla supermercados em Minas Gerais há anos. Já Tini é um dos mais notórios ativistas do mercado de capitais brasileiro. Para ele, assumir a posição de mando representará conduzir as negociações com os credores em meio ao processo de recuperação extrajudicial. Não há sinais de desarmonia, mas tampouco evidências de aproximação. A questão é saber quem conseguirá transformar participação acionária em influência efetiva. O Casino pode ser o fiel da balança.

Outros projetos

Aos 67 anos, Madonna mostra que continua com energia de sobra. Segundo o Daily Mail, a Rainha do Pop está organizando uma nova turnê mundial para divulgar seu álbum “Confessions II”, que será lançado nas plataformas digitais em 3 de julho. Fontes do jornal afirmam que Madonna está animada para retornar aos palcos e se apresentar em grandes arenas e estádios, como o Wembley Stadium. A artista também movimentou a internet após uma apresentação surpresa na Times Square e o lançamento de um curta-metragem que conta com a presença de estrelas como Julia Garner, Kate Moss, Benedict Cumberbatch e Lourdes Leon. Enquanto os fãs aguardam com expectativa essa nova etapa, outro projeto acabou não avançando: a cinebiografia de Madonna foi cancelada. Julia Garner, escolhida anteriormente para interpretá-la no cinema, continua sendo apontada como possível protagonista de uma série em parceria com Netflix, embora a informação ainda não tenha sido confirmada.

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Artigo de Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou em seu perfil na rede Truth Social um artigo em que analisa sua influência nas eleições da América Latina e cita o pleito brasileiro como seu “próximo grande teste” político na região. O texto, intitulado “Trump conquista oito vitórias em sete anos na América Latina”, sustenta que a próxima eleição presidencial brasileira poderá se tornar “a disputa mais consequente do hemisfério” sob sua influência. O artigo cita a disputa entre a família Bolsonaro e Lula e afirma que, caso o Brasil se junte à crescente lista de países que caminham para a direita, O mapa político da América Latina será drasticamente diferente daquele de apenas uma década atrás.

Olho no “Dark Horse”

O filme “Dark Horse”, sobre a vida de Jair Bolsonaro, foi exibido para um grupo restrito nos últimos dias. A reação predominante foi a de que a produção poderá reabrir feridas ainda não cicatrizadas, especialmente em razão das revelações envolvendo a parceria entre o “Zero Um” e Daniel Vorcaro. As redes de cinema demonstram resistência à exibição do longa por dois motivos: primeiro, por acreditarem que poderá ser um fracasso de bilheteria; segundo, pelo receio de conflitos entre bolsonaristas e opositores nas portas dos cinemas, com possibilidade de tumultos.

Pérola

“Tenho 4 integrantes que se revezam. Ter escolta não é mordomia. É proteção a quem mais enfrentou o PCC, o Comando Vermelho e as facções criminosas no Brasil. A obrigação de garantir segurança a ex-governadores e suas famílias vigora desde 2010 em Goiás”,

de Ronaldo Caiado, que nega ter 51 policiais em sua segurança.

“Método Master” 1

A PF investiga um suposto esquema de fraudes contra o sistema financeiro promovido pelo banco digital Digimais, controlado pelo bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. Com base em irregularidades apontadas pelo Banco Central, a investigação afirma que o Digimais adotou “práticas temerárias análogas às do extinto Banco Master”. Segundo os investigadores, o banco inflava seus ativos e captava recursos com remuneração muito acima da média do mercado, utilizando garantias do Fundo Garantidor de Créditos.

“Método Master” 2

Na Operação Miragem, que investiga o suposto esquema de fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional, houve bloqueio de bens e valores de até R$ 670,3 milhões, além da quebra dos sigilos fiscal e bancário dos investigados. O relatório policial aponta a precificação de títulos antigos e sem valor da Vale em R$ 650 milhões, a avaliação de um terreno em Pernambuco por R$ 150 milhões, quando seu valor real seria inferior a R$ 10 milhões, e a marcação de uma carteira de automóveis em R$ 3,5 bilhões. Além disso, dois ativos que somavam R$ 71 milhões teriam sido reavaliados para R$ 174,5 milhões.

Mora no exterior

A Polícia Federal quer localizar o bispo Edir Macedo, mas enfrenta dificuldades. Embora possua luxuosos apartamentos no topo do grande templo do Brás, em São Paulo, ele residiria no exterior, e poucos conheceriam seu endereço. Nas últimas semanas, Macedo não tem aparecido no principal templo da capital paulista. Segundo publicações especializadas em economia e finanças, sua fortuna é estimada em US$ 1,9 bilhão, valor próximo de R$ 9 bilhões. A Igreja Universal possui cerca de 12,3 mil templos em mais de 130 países nos cinco continentes. No Brasil, são mais de 5.500 unidades. Estima-se que reúna aproximadamente 10 milhões de fiéis em todo o mundo.

Quem salva Ciro 1

O comitê da campanha de Ciro Nogueira vive dias de grande tensão. Dentro do PP e entre os principais aliados do senador, há praticamente um consenso de que ele precisará buscar uma reaproximação com Lula, costurando ao menos um pacto de não agressão com o PT. A pesquisa AtlasIntel trouxe duas más notícias para o ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro. Pela primeira vez, Ciro, candidato à reeleição ao Senado pelo Piauí, apareceu em terceiro lugar, com 11,9%, atrás de seus adversários, o senador Marcelo Castro (MDB), com 24,1%, e do deputado federal Júlio César (PSD), com 19,1%. O caso Master teria retirado 5,8 pontos percentuais de sua aprovação.

Quem salva Ciro 2

Para completar, Lula apareceu com 67,3% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro, que somou apenas 20,6%. A diferença de quase 47 pontos percentuais reforça uma realidade que preocupa o PP: o Piauí continua sendo um dos estados mais lulistas do Brasil. Um resultado potencializa o outro, e ambos afetam diretamente os planos eleitorais de Ciro. A margem de manobra do senador foi reduzida. Além disso, Marcelo Castro e Júlio César integram a base de apoio do governador Rafael Fonteles (PT), que mantém larga vantagem nas pesquisas.

Mistura Fina

A Polícia Federal apontou que o líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner, “exerceu o mandato parlamentar de forma alinhada aos interesses econômicos do Banco Master”, a partir de indícios obtidos nos celulares apreendidos, segundo relatório mencionado pelo ministro André Mendonça. Pior: segundo a apuração, essa situação não se caracterizaria por ato único e isolado, mas por um padrão contínuo, sistemático e documentado de engajamento em negócios liderados por Daniel Vorcaro.

Para a PF, Wagner atuou em favor do conglomerado financeiro, sobretudo entre 2022 e 2025, durante a ascensão da organização investigada. A corporação aponta reuniões do senador para tratar de temas de interesse de Vorcaro, como o aumento da cobertura do FGC para beneficiar o Master. Wagner negou relação com Daniel Vorcaro, mas teria enviado mensagem ao ex-sócio Augusto Lima indagando: “Como estão as coisas no banco?”. Além disso, é acusado de mentir sobre dólares e euros. As diárias pagas pelo Senado totalizam valor muito inferior aos R$ 600 mil apreendidos.

Augusto Lima, novamente alvo da PF, está a léguas de distância do ex-sócio Daniel Vorcaro. Entretanto, em janeiro de 2024, quando sua esposa Flávia completou 44 anos, promoveu uma grande festa para 500 convidados em Salvador, em um prédio histórico do século XVIII. Houve bufê importado de São Paulo, champanhe Dom Pérignon e show de Ivete Sangalo, cujo cachê teria sido de R$ 1 milhão. Entre os presentes estavam ACM Neto e Jaques Wagner.

In – Licor de café
OutLicor de jenipapo

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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