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Giba Um

"Tudo o que o Brasil não precisa hoje é da desconfiança da sociedade em relação a atuação da...

Suprema Corte, do Banco Central e da polícia Federal", de Lula a Dias Toffoli, em reunião na Granja do Torto, antes do Natal, contrariado com o que chamou de "conduta errática" do ministro no caso Master

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Enquanto acompanha de perto o processo de extradição de Carla Zambelli na Itália, o governo brasileiro não contratou advogado para atuar no caso do ex-assessor de Alexandre de Moraes no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Eduardo Tagliaferro, também alvo de um pedido para extraditá-lo.

MAIS:  a AGU ainda não decidiu se vai pagar um escritório para representá-lo no país. Para o caso de Zambelli, o Brasil fechou um contrato de R$ 200 mil com um escritório, em fase cautelar, o que indica gastos superiores. O processo de Tagliaferro é considerado menos consistente por autoridades, já que ele não é condenado.

Em terras francesas

Antes das principais semanas de moda de 2026 das Quatro Maiores, conhecida  como Big Four –  Nova York, Londres, Milão e Paris (as temporadas de destaque para ready-to-wear / prêt-à-porter) e alta-costura – Paris organiza também semanas voltadas para a moda masculina e a Paris Haute Couture Week, que são ocasiões que enriquecem o calendário global do setor. As edições deste ano vão até o dia 29 de janeiro com a participação de 29 marcas, que incluem tanto marcas renomadas quanto algumas grifes convidadas. Esta edição promete ser memorável, introduzindo várias novidades, incluindo as coleções de estreia de Jonathan Anderson na Dior e Matthieu Blazy na Chanel. A apresentação da Hermès, sob a batuta de Véronique Nichanian, terá um significado especial, pois marcará sua despedida após 37 anos liderando a moda masculina da marca, prestando assim uma homenagem ao seu legado por meio de criações elegantes. Grace Wales Bonner foi escolhida para sucedê-la, um momento que representa um marco significativo na trajetória da marca. E, claro, eventos de moda sempre tem na primeira fila uma legião de celebridades, que também mostram sua elegância, para não fazerem feio. E por estes dias se sentaram nas cadeiras privilegiadas duas brasileiras, que estão em alta: as atrizes Fernanda Torres, que ainda está colhendo os frutos de sua participação no filme Ainda estou aqui, que lhe rendeu o Globo de Ouro como Melhor Atriz em Filme Dramático do ano passado e Bruna Marquezine, que está sendo apontada como nova namorada do cantor e modelo canadense Shawn Mendes. Ainda abrilhantando  a primeira fila estavam, a cantora Dua Lipa, as atrizes Penelope Cruz, Nicole Kidman, Tilda Swinton entre muitas outras

Generoso Ometto escolhe Tarcísio

Rubens Ometto é um dos líderes empresariais mais engajados no "Tarcísio 2026". Tem mantido conversas regulares com o reticente Tarcísio de Freitas com o intuito de convencê-lo a disputar eleição à Presidência da República. Ao mesmo tempo, o dono da Cosan dedica-se a costurar o apoio de outros empresários à candidatura do governador paulista. Por apoio, entenda-se não apenas compromisso político e colaborações para um eventual programa de governo, mas também contribuições financeiras. Ele tem dado exemplo: em 2025, mesmo não sendo ano eleitoral, Ometto doou cerca de R$ 1,6 milhão aos Republicanos, partido de Tarcísio e vem muito mais pela frente. Foi o maior doador de campanhas políticas em 2018 (R$ 7,5 milhões), 2020 (R$ 2,6 milhões) 2022 (R$ 7,4 milhões), 2024 (R$ 19,3 milhões).

Sincretismo político

Ainda Ometto: ele costuma ser eclético. Em 2020, cedeu recursos para seis partidos, entre os quais o PT de Lula e o PL de Jair Bolsonaro. As múltiplas doações refletem seu sincretismo político: Rubens Ometto já esteve perto de Alckmin, Lula, Aécio, Dilma, Bolsonaro sem que a aproximação de um representasse forçosamente distanciamento de outros. Agora, é a vez de Tarcísio. O que não quer dizer que, daqui a pouco, não possa ser de Flávio, de Ratinho ou de Lula, entre outros. Detalhe: muitos lembram que Tarcísio nunca se bandeou para o PL. Permanece no Republicanos, por onde poderia se candidatar ao Planalto, sem nenhum problema.

Preparando-se para o carnaval

A modelo e apresentadora Mariana Goldfarb que é reconhecida por sua atuação no programa "Ilhas Paradisíacas" do Canal OFF, além de ter sido casada com o ator Cauã Reymond, por 7 anos, está focada nos preparativos para se destacar como musa da Grande Rio durante o Carnaval de 2026. Ela está se submetendo a um tratamento com soro e compartilhou uma foto em suas redes sociais, acompanhada da legenda: "Vamos aprimorar a função mitocondrial para este ritmo carnavalesco". Ela também incluiu uma explicação do seu médico sobre o procedimento realizado. “O que a gente fez hoje foi o protocolo de otimização da função mitocondrial. As mitocôndrias são a bomba de energia, o que faz a célula funcionar. É o ATP, que é a molécula responsável pela energia celular, e o ATP é produzido nas mitocôndrias”. Mariana sempre busca auxílio profissional quando se trata de saúde. Para quem não sabe, por  pressão estética ela  desenvolveu anorexia, levando-a a alcançar um peso de 50 kg e uma gordura corporal de apenas 5%. Sua trajetória de recuperação a motivou a se inscrever na faculdade de Nutrição e a compartilhar suas reflexões sobre saúde mental e bem-estar físico com seu público.

No lugar de Toffoli

O ministro Dias Toffoli, que anda sendo atacado por conta de suas ações em torno  da fraude do Banco Master, foi informado por assessores que Davi Alcolumbre, presidente do Senado, estava vendo nova chance de emplacar Rodrigo Pacheco numa cadeira do STF. Supostamente, seria para a vaga de Dias Toffoli, que enfrentaria um processo de impeachment por conta da novela de Dainel Vorcaro. Os assessores de Toffoli acham que se Alcolumbre estava espalhando essa "alternativa", seria apenas um "balão de ensaio" para mostrar poder (Alcolumbre tem uma coleção de pedidos de impeachment de ministros do Supremo, Toffoli incluído).

Nome forte

À medida que se aproxima a dança das cadeiras ministeriais programada para abril, Uma figura em alta na bolsa de apostas de Brasília é Irajá Lacerda, secretário-executivo do Ministério da Agricultura. Homem de confiança de Carlos Fávaro (PSD-MT), Lacerda está cotado para assumir a cadeira do ministro, que deixará o cargo para concorrer ao Senado (eventualmente, ao governo do Mato Grosso. E não é isso: nos últimos dias, seu nome passou a ser ventilado para o Ministério do Desenvolvimento Agrário, em substituição a Paulo Teixeira (PT-SP), que vai disputar a reeleição à Câmara dos Deputados. Advogado e ex-presidente da Comissão de Direito Agrário da OAB-MT, Lacerda tem sua trajetória ligada à pauta da regularização fundiária.

Pérola

"Tudo o que o Brasil não precisa hoje é da desconfiança da sociedade em relação a atuação da Suprema Corte, do Banco Central e da polícia Federal", 

de Lula a Dias Toffoli, em reunião na Granja do Torto, antes do Natal, contrariado com o que chamou de "conduta errática" do ministro no caso Master.

Ameaçado 

Daniel Vorcaro,  dono do Banco Master, enfrenta agora uma nova  questão preocupante: ameaças de morte. A família está preocupada e Vorcaro tratou de reforçar a segurança dele próprio e de todos os familiares. As ameaças, em grande parte, seriam de envolvidos da fraude do banco, que temem uma delação premiada de Vorcaro, que os atingisse. Por enquanto, advogados  do ex-banqueiro garantem que ele não pensa em delação - o que não significa que já não tenha pensado nisso.

Quer saber mais

Ainda o escândalo do Master: o presidente Lula quer conhecer mais detalhes sobre a super-fraude e tem consultado auxiliares sobre o caso. Também quer saber quem tinha relações com o banco. Soube só agora que Ricardo Lewandowski, ex-ministro do Supremo, dava uma consultoria (R$ 250 mil mensais) para o banco, incluindo período quando já ocupava o Ministério da Justiça. Lula não é chegado às manobras de qualquer banco e as do Master não lhe foram explicadas na reunião que teve, em dezembro de 2024, fora da agenda, com Vorcaro e Gabriel Galípolo, presidente do BC. Lula sabia, no entanto, que Guido Mantega havia conseguido uma boquinha no banco. 

Depois do Carnaval 1

Em dois gabinetes do Supremo Tribunal Federal (STF) as apostas são de que o ministro Dias Toffoli, relator do caso do Banco Master na Corte, só vai tomar uma decisão sobre descer ou não o processo para a primeira instância depois do Carnaval. Nos corredores do Supremo, contam que o ministro até admite tirar o caso do Supremo, mas não corre o risco de eventual declaração de suspeição. E quando o processo voltar ao STF, pelo trâmite natural, Toffoli reassume a relatoria.

Depois do Carnaval 2

Nota do presidente do Supremo, Edson Fachin, em defesa da “democracia" e do ministro Toffoli, foi vista como preparativo para se livrar do caso. Parte da construção para a "descida " de instância está nos depoimentos à Polícia Federal de enrolados no caso, nesta semana. Se houver  resistência, as decisões de Toffoli devem ser levadas ao Plenário da Corte.

Kassab na vice

O governador Tarcísio de Freitas trocou o auxiliar encarregado de sua articulação política, cedendo a uma das principais demandas de deputados e prefeitos do estado, enquanto sua aliança com a base de Jair Bolsonaro (PL) deu sinais de desgaste. Decidiu tirar o amigo Arthur Lima da Secretaria da Casa Civil, pasta responsável por liberar repasses a prefeituras e pagamentos de emendas parlamentares. Quem gostou foi Gilberto Kassab, secretário do Governo, que não suportava Lima. Se Tarcísio mantém sua candidatura à reeleição, Kassab é cotado para ser o vice. Grande parte dos líderes do interior está em suas mãos. Se der certo o acordo, Ratinho Jr (PSD-PR) sai ao Senado pelo Paraná (eleição mais que certa).

Tempo integral

O senador Rogério Marinho (PL-RN) não é mais candidato ao governo do Rio Grande do Norte: será o coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência. Marinho está no meio do mandato como senador (tem cargo garantido até 2031). Flávio diz que Marinho estará com ele "o tempo inteiro a seu lado, como seu braço-direito". Não quer "pessoas que gostam de ficar na zona de conforto". Detalhe: Marinho quer evidenciar na campanha que Flávio é "o candidato escolhido por Bolsonaro pai", o que afasta alianças que procurem outro tipo de apoio, incluindo partidos do Centrão.

Mistura Fina

Lula pediu e Sidônio Palmeira, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação, permanece no governo até o final do mandato. Sidônio coordenou a campanha de 2022 do petista e integrantes da sigla estavam certos de que ele assumiria função novamente na disputa pela reeleição. Sob influência de Sidônio, um amigo dele e seu ex-sócio, Raul Rabelo deverá assumir o posto. Ele já acompanhou outras campanhas na época em que Sidônio se dedicava às disputas eleitorais na Bahia.
 
Servidores e ministros do Superior Tribunal Militar que viajaram às custas do pagador de impostos gastaram mais de R$ 11,8 milhões no ano passado em diárias e passagens. Em novembro, mês da  COP30. Os gastos dos 15 ministros bateram o pico do ano, R$ 219 mil. O tribunal alega que as viagens são aprovadas mediante a necessidade de participação de autoridades e servidores em eventos institucionais ou de capacitação. 
 
Ao todo, ministros desfrutaram de 87 viagens ao longo de 2025. A fatura fechou em pouco mais de R$ 400 mil. No gasto individual, a maior fatura foi do ministro Guido Amin Naves, mais de R$ 43,7 mil em oito dias de um fórum na Alemanha. Helga Ferraz Jucá, assessora-chefe no STM, empurrou fatura de R$ 38,9 mil em três viagens, quase tudo com a COP30 e ainda teve um bate e volta da Argentina (R$ 21,1 mil).
 
Dados divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública mostram que o ranking no índice de "mortes por intervenção policial" tem na liderança Estados em que o governador declarou apoio a Lula. No topo da lista, está o Amapá, com taxa de 17,11 mortes a cada 100 mil habitantes. O Amapá de Davi Alcolumbre é governado por Clécio Lins, que começou a vida no PT, e atualmente está no Solidariedade.
 
Ainda matança: a Bahia, governada pelo PT desde 2007, aparece logo depois  com  taxa de 10,55 mortes a cada 100 mil habitantes. Fechando o top está o Sergipe, onde o neto de Lula arrumou boquinha no governo de Fábio Mitidieri (PSD), taxa de 8,39 mortes a cada 100 mil habitantes. E com menor taxa, apenas 0,5 mortes a cada 100 mil habitantes, está a polícia do Distrito Federal, governado pelo opositor de Lula  Ibaneis Rocha (MDB).

In – Calistenia (exercícios com o peso do corpo)

Out – Treinos padronizados (como o 12-3-30 na esteira

editorial

A espera injusta pela aposentadoria

O essencial é garantir que quem precisa se aposentar seja tratado com respeito e dignidade. Filas intermináveis, incerteza e descaso não combinam com um país que se pretende justo

29/01/2026 07h15

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Nesta edição, mostramos que as dezenas de milhares de sul-mato-grossenses que hoje aguardam na fila da aposentadoria passarão a integrar uma fila única nacional, em que mais de 3 milhões de brasileiros esperam para ter seus pedidos analisados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A mudança vem acompanhada da promessa do governo federal de que a centralização dos processos trará mais celeridade, eficiência e transparência. A expectativa é positiva e a torcida é para que o sistema funcione, ainda assim, é impossível ignorar as dúvidas que cercam a medida.

A experiência recente da administração pública brasileira demonstra que a simples centralização de demandas nem sempre resulta em agilidade. Muitas vezes, o efeito é o oposto: acúmulo de processos, distanciamento da realidade local e dificuldades adicionais na análise dos pedidos. O trabalho regionalizado, com servidores que conhecem as especificidades econômicas, sociais e contributivas de cada região, historicamente apresentou melhores resultados. Mesmo assim, é justo aguardar e observar se o novo modelo conseguirá entregar o que promete.

Quem não pode esperar é o cidadão. O brasileiro que trabalhou durante toda a vida, contribuiu regularmente com a Previdência Social e planejou o futuro contando com esse direito não pode ser tratado como um simples número em uma fila virtual interminável. Para muitos, a aposentadoria não é apenas um benefício administrativo, mas a garantia mínima de sobrevivência em um momento da vida marcado por limitações físicas, problemas de saúde e redução da capacidade de geração de renda.

É claro que a Previdência representa um custo bilionário para o Estado brasileiro. Esse dado é frequentemente usado como justificativa para endurecer regras e impor obstáculos ao acesso aos benefícios. No entanto, essa análise precisa ser equilibrada. A Previdência também cumpre um papel essencial de justiça social, ao retribuir parte do esforço de milhões de trabalhadores que ajudaram a construir o País, movimentaram a economia e sustentaram o próprio sistema ao longo de décadas.

O que se faz necessário é a construção de regras mais justas, claras e eficientes de acesso aos benefícios, capazes de preservar a sustentabilidade do sistema sem penalizar quem realmente precisa. Há espaço, sim, para revisões em programas como o Benefício de Prestação Continuada, de modo a evitar distorções e reduzir o peso excessivo sobre a Previdência. Esse, porém, é um debate lateral diante do problema central.

Quem precisa se aposentar necessita, acima de tudo, ser tratado com dignidade. Longas esperas, incertezas e falta de respostas concretas não condizem com a importância social da aposentadoria. Enquanto o sistema não oferecer previsibilidade, respeito e eficiência, qualquer promessa de modernização continuará soando distante da realidade enfrentada por milhões de brasileiros.

Cláudio Humberto

"O CNJ vai apurar ou vai passar pano?"

Deputado Sanderson (PL-RS), sobre a ligação de ministros do STF com o Banco Master

29/01/2026 07h00

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Ataque de Lula a Toffoli inclui acerto de contas

Sabe-se agora que ao atacar os “defensores” do banqueiro Daniel Vorcaro, Lula (PT) tentava se afastar do Master e desfazer a impressão geral, detectada em pesquisa interna, de que tudo não passava de mais um escândalo do seu governo. É que ele estava informado ser iminente o vazamento da sua reunião fora da agenda com Vorcaro, de 1h30 de duração. Para escalar a posição de Lula, assessores apontaram, em off, que o alvo seria Dias Toffoli, com quem o petista teria contas a ajustar.

 

Salvo pela Casa

Depois, Lula deixou vazar sua “irritação” e que gostaria de Toffoli “fora do STF”. A desestabilização seria contida pelo apoio de colegas ao ministro.

 

Votos imperdoáveis

Lula é do tipo que não esquece, e não perdoa os votos de Toffoli nos julgamentos do Mensalão e da Lava Jato contra ele e demais implicados.

 

Sem reaproximar

Ao assumir seu terceiro mandando, diziam no Planalto que Lula recusava qualquer reaproximação com Toffoli, que ele próprio indicou para o STF.

 

Ele não esquece

Pouco adiantaram as decisões de Toffoli que sacramentaram o fim da Lava Jato. Afina, Lula não esquece. Ama guardar rancor.

 

No PSD, Caiado deve repetir problema do União

A saída de Ronaldo Caiado (GO) do União Brasil faz jus ao apelido dado ao partido, inclusive na sigla, de “Desunião Brasil”, e o governador goiano deve enfrentar no PSD a mesma falta de apoio que encontrou na antiga casa. Caiado precisa, primeiro, desbancar os governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Ratinho Junior, do Paraná, e ser ungido a candidato. A partir daí, o problema passa a ser o apoio dos diretórios, onde há casos de longevas parcerias com o PT de Lula.

 

 

Flávio na melhor

Maior colégio eleitoral do País, o PSD de São Paulo flerta com Flávio Bolsonaro (PL) e eventual apoio deve sair “envergonhado”.

 

Deu Lula

Rio de Janeiro e Minas Gerais o partido deve pedir votos para Lula. O mesmo na Bahia, onde o PT até indicou nome do PSD para o TCE-BA.

 

Nordeste resiste

O PSD de Sergipe, Ceará e Piauí também prefere se alinhar a Lula ou um nome mais moderado, como o de Ratinho Jr.

 

Cronômetro

A novela sobre quem do PSD vai disputar a Presidência da República deve ter fim até abril. Eduardo Leite, Ronaldo Caiado e Ratinho Jr concordam que tudo deve estar resolvido até a desincompatibilização.

 

Como Pilatos

Gilberto Kassab, presidente do PSD, não vai entrar em bola dividida com lideranças estaduais para obrigar apoio a qualquer um dos lados. Como é até característica do partido, Kassab deve lavar as mãos e liberar geral.

 

Tudo em paz

O almoço de ontem (28) de Carlos Bolsonaro (PL) foi com o governador Tarcísio de Freitas (Rep), em São Paulo. O próprio filho de Jair Bolsonaro publicizou o encontro, afastando “brigas” plantadas na imprensa.

 

Ato convocado

Está marcada para amanhã (30) manifestação contra o Banco Master e figurões com estranhíssimas ligações ao banqueiro Daniel Vorcaro. O ato, puxado pelo MBL, será na sede do banco, em São Paulo.

 

Se a moda pega

Em viagem pelo Japão, o senador Sérgio Moro (União-PR) comparou o “STF japonês” com o tupiniquim e lembrou que por lá os ministros são submetidos a avaliação pública, “aqui, a corrupção não é tolerada”.

 

Descontrole

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle externo da magistratura, arquivou representação para investigar alegações contra o ministro do STF Dias Toffoli. Seu autor, do deputado Sanderson (PL-RS), ficou perplexo: “os ministros do STF continuarão descontrolados?”

Rara defesa

Em artigo que repercutiu entre ministros do STF, o ex-senador Demóstenes Torres sustenta que Dias Toffoli “salva a investigação do Master, o oposto de Moro na Lava Jato”, evitando nulidades.

 

Autocontenção

O jurista Miguel Reale Jr afirmou ontem ao canal BandNews TV, que é honroso integrar o Supremo Tribunal Federal (STF), “mas essa honra precisa ser compensada com contenção”.

 

Pensando bem...

...golpe do Master tem 13 letras.

 

PODER SEM PUDOR

Improviso só escrito

O governo Itamar Franco vivia uma crise com o Legislativo e Judiciário, por causa do reajuste salarial com base na URV, quando o presidente decidiu que seu ministro da Justiça, Maurício Corrêa, faria um pronunciamento em rede de rádio e tevê, usando um texto que já estava pronto. Corrêa ponderou que preferia falar de improviso. E ainda fez um gracejo: “Se eu falar alguma besteira, o senhor me demite...” Itamar reagiu, encerrando o assunto: “Você eu posso demitir, mas a sua besteira seria indemissível!”

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