Colunistas

CLÁUDIO HUMBERTO

"Um tapa na cara dos brasileiros"

Deputada Carol de Toni (PL-SC) sobre a visita do ditador Nicolás Maduro a Lula

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Visita de ditador amigo de Lula era ‘segredo’

A visita oficial do ditador venezuelano Nicolás Maduro foi mantida em segredo pelo governo Lula até as 6h58 da manhã desta segunda-feira (29), quando o Ministério das Relações Exteriores a informou por meio de nota à imprensa.

Exatamente no dia do encontro de presidentes de países sul-americanos que têm em comum o respeito à democracia. Bem ao contrário de Maduro, que persegue e prende adversários e jornalistas, além de ser acusado de corrupção, narcotráfico, fraudar “eleições” etc.

Estranha afinidade

Repudiado por meia centena de países democráticos, Maduro tem estranha afinidade com Lula, que parece se envergonhar disso.

Amizades secretas

Na campanha de 2022, Lula mandou proibir os adversários de citarem sua tietagem a Maduro e a outro tirano, o nicaraguense Daniel Ortega.

Mais uma bola fora

A visita de Maduro a Brasília, com direito a bajulação, é outra bola fora de Lula, ofendendo nações amigas que valorizam a democracia.

 

Coleguinhas cordiais

A imprensa brasileira recebeu o ditador com naturalidade espantosa para o chefe de um regime acusado de censurar, prender e torturar jornalistas.

TCU apura rolo milionário de embaixador brasileiro

O embaixador designado em Omã, nos cafundós da península arábica, Alfredo Cesar Martinho Leoni responde processo milionário após passar pelo Paquistão.

O procedimento apura “suposta prática ilegal, com dano ao erário” no total de US$457.204,37 (equivalentes a quase R$2,3 milhões) na embaixada de Islamabad, capital paquistanesa, entre os anos de 2011 e 2015, onde foi embaixador. Apesar da gravidade do caso, Leoni tem “santo protetor” no governo Lula, que o escolheu embaixador.

Estrago milionário

Convertido em moeda atual, o rombo sob investigação no Tribunal de Contas da União (TCU) tem valores exatos: R$2.295.028,78.

Senado irá avaliar

O Itamaraty já confirmou que o sultanato de Omã já concedeu agrément a Leoni, mas ele ainda será sabatinado pelos senadores.

Nada a declarar

A coluna procurou o diplomata e o próprio Itamaraty, sem êxito. O espaço segue aberto para manifestação de ambos sobre esse caso

Esperteza, de novo

O ditador Maduro quer que Brasil gaste R$5 milhões para recuperar a transmissão do Linhão de Guri e quebrar seu galho na energia. O espertalhão nem fala em pagar o beiço bilionário aplicado na “parceria” da refinaria de Abreu e Lima, fonte de corrupção nos governos do PT.

Vai ter grita?

A Associação Nacional dos Procuradores da República já tem os nomes para a lista tríplice para assumir o lugar de Augusto Aras na PGR, que será entregue a Lula. O petista, entretanto, deve escolher fora da lista.

Candidato

Os procuradores José Adonis, Luiza Frischeisen e Mario Bonsaglia se lançaram como candidatos assumir a Procuradoria-Geral da República, mas na antessala de Lula a campanha é por Nicolau Dino, irmão do ministro da Justiça, Flávio Dino.

E aí, Biden?

Parlamentares de oposição como Bia Kicis, Gustavo Gayer, Zé Trovão, Marcelo Álvaro Antônio etc. entregaram ofício à Embaixada dos EUA no Brasil pedindo posicionamento do governo Joe Biden sobre a visita do ditador Nicolás Maduro ao presidente Lula, a quem chama de “irmão”.

Gastança

Até agora, a gastança de Lula no exterior, somados os valores divulgados pela imprensa e pelo Portal da Transparência, já ultrapassou os R$11 milhões. Essa conta inclui apenas gastos com hospedagem.

Cano milionário

A Venezuela do ditador Nicolás Maduro deve ao Brasil US$722 milhões. Há ainda créditos de US$ 84 milhões para vencer (sem muita expectativa de pagamento). A bolada foi emprestada via financiamento do BNDES.

Auditoria na Lava Jato

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve decidir hoje (30) se determina auditoria no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, onde tramita a Lava Jato em Curitiba.

Garantia de aprovação

Está prevista na pauta no Senado desta terça-feira (30) a discussão sobre a MP 1154, que Lula editou para alterar órgãos e cargos públicos no início do governo. É considerada fundamental para a gestão petista.

Pergunta na moral

Receber procurado por narcotráfico no Planalto é melhor que hospedar condenado?

PODER SEM PUDOR

Mala sequestrada

Em visita ao interior de Minas, o então governador Milton Campos iria pernoitar em Bocaiúva, e os líderes políticos locais começaram a brigar para hospedá-lo – sinal definitivo de prestígio.

Campos era da UDN, por isso o normal seria abrigar-se em casa de um udenista, mas ninguém contava com a esperteza do deputado José Maria Alkimin (PSD), amigo do governador: “Você não dorme mais de pijamas? Não gosta de roupa limpa pela manhã?”. “É claro que eu gosto, por que essas perguntas?”, estranhou Campos. “Porque sua mala já está lá em casa...”

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

CLAÚDIO HUMBERTO

"Filho de Lula, Lulinha é"

Romeu Zema (Novo) sobre mais um escândalo envolvendo o filho do presidente

03/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Deputados já nos custaram mais de R$584 milhões

Supera meio bilhão de reais a quantia que o pagador de impostos desembolsou para sustentar os gabinetes da Câmara dos Deputados. O farto dinheiro é gasto sem dó em “Cotara para o Exercício da Atividade Parlamentar”, conhecido como cotão, e verba de gabinete, que sustenta um exército de aspones em Brasília e nas bases eleitorais das excelências. No cotão, cabe uma infinidade de despesas, como passagens aéreas, planos de telefonia, abastecimento, alimentação...

Dinheiro sem fim

Cada um dos 513 deputados pode torrar R$165.806,07 como verba de gabinete. O limite é mensal para custear os salários dos pendurados.

Só a nata

Cada contratado, livremente selecionado pelo parlamentar, pode receber um salário de fazer inveja, coisa de marajá: R$25.958,90.

Raio-x da gastança

A conta é assim: só de verba de gabinete foram R$448,3 milhões. Com o cotão, lá se vão mais R$133,3 milhões. E o ano ainda não acabou.

A cereja

Coloca no bolo outros R$2,4 milhões que a Câmara (nós) bancou a título de auxílio-moradia aos nobres, que já têm salário de R$46,3 mil.

Lulinha, Roberta e Careca, trio que virou alvo da PF

A ordem do ministro do STF André Mendonça para que a Polícia Federal investigue Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, expõe suspeitas de tráfico de influência e corrupção contra filho do presidente que já cumpriu pena de prisão, em regime fechado, por corrupção e lavagem de dinheiro. A investigação agora inclui as figuras-chave da lobista Roberta Luchsinger e de Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, além de Lulinha, na intermediação de negócios no governo do pai, em troca de vantagens.

Unha e carne

Viagens conjuntas, Roberta recebendo pagamentos de R$1,5 milhão e menções a “filho do rapaz” são detalhes que a PF deverá investigar.

Lobby no governo

A tramoia envolveria o Ministério da Saúde e o gabinete pai para compra milionária de produtos derivadas de maconha ou “cannabis medicinal”.

Problema do outro

Apesar das suspeitas contra seu gabinete, Lula sempre se refere ao problema como se fosse só do filho, em cuja “inocência” diz acreditar.

Vale lembrar

Ligado a Lulinha Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS” não ganhou o apelido atoa. Para a PF, é peça central no esquema bilionário de fraude que atingiu 9 milhões de aposentados e pensionistas do INSS.

Pressão no PT

Márcio Bittar (PL-AC) diz que a decisão de Mendonça (STF) de autorizar a PF a acessar dados de Jacques Wagner expõe o entorno de Lula. Para o senador, a medida mostra que "a casa caiu" para o núcleo petista.

Máquina pública

Jorge Seif (PL-SC) afirmou que o favorecimento ao filho de Lula, investigado dentro da estrutura federal contradiz o discurso do governo contra privilégios: “Revela como funciona o desgoverno".

INSS na berlinda

Marcel van Hattem voltou a mirar o governo: “A farra dos descontos no INSS saltou de R$ 700 milhões para inacreditáveis R$ 2,6 BILHÕES no governo Lula”. Lulinha agora investigado no STF, intensifica às críticas.

Ponto final

Michelle Bolsonaro não tem planos para reassumir a presidência do PL Mulher. Questionada sobre a possibilidade de voltar a ocupar o cargo, a ex-primeira-dama não titubeou e decretou: ciclo encerrado.

Tarifaço divide

Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra o país dividido sobre o novo tarifaço dos EUA: 49,2% dizem que a medida não ameaça a soberania brasileira, enquanto 47,7% enxergam risco.

Palanque paulista

Flávio Bolsonaro reuniu Tarcísio de Freitas, Ricardo Nunes e aliados em São Paulo, fortalecendo sua campanha no maior colégio eleitoral do país: “Vamos resgatar o Brasil e tirar o PT do governo”, disseram.

Base reforçada

Bem avaliado, o PL de Alagoas oficializa, amanhã (4), a candidatura de Alfredo Gaspar ao Senado durante convenção estadual em Maceió. Deputado teve ascensão ao relatar a CPMI do INSS.

Pensando bem...

...ao pagador de impostos, sobra o “cotão” de paciência.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Acordo salvador

Vereador Totó Bezerra, de Teresina (PI), fotógrafo, certa vez recebeu em sua loja – vizinha a um banco – a visita do deputado João Clímaco. De repente chegou um eleitor e pediu dinheiro emprestado ao vereador. Clímaco meteu o bedelho para livrar o amigo do constrangimento: “Você está vendo o banco aqui do lado?”, perguntou ao eleitor. “Pois o Totó não pode emprestar dinheiro a você porque tem um acordo com o banco. Nem ele empresta dinheiro, nem o banco tira retrato”.

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