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Giba Um

"Vou fazer 60 anos e está tudo bem. Minhas pernas valiam US$ 1 milhão. Hoje, ninguém dá...

...um real. No entanto, tenho contatos de publicidade: vendo de fralda de bebê a fralda geriátrica, de leite de criança a suplemento 50+", de Claudia Raia, quase sessentona, falando sobre sexo e passagem do tempo

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O governo Lula abriu a carteira para bancar emendas de deputados e senadores nas últimas semanas.: no total, foram pagos R$ 18,4 bilhões. O que impressiona é o volume distribuído apenas no mês de maio: R$ 14,1 bilhões, quase 77% de tudo o que o governo petista pagou em 2026. Em junho, já são R$ 605 milhões liberados aos parlamentares.

Mais: em maio do ano passado, o governo Lula distribuiu pouco mais de R$ 188 milhões para pagamento dessas verbas parlamentares. Às vésperas da sabatina de Jorge Messias ao Supremo, o governo reservou R$ 12 bilhões para emendas. A maior parte das emendas pagas pelo governo Lula é individual, somando R$ 13 bilhões até agora.

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Histórias de superação

A atriz Bruna Marquezine foi o grande destaque do Power Talks, evento promovido pela Kérastase no Hotel Rosewood, em São Paulo. Em sua estreia como primeira embaixadora global brasileira da marca, a atriz falou sobre autoestima, empoderamento feminino e superação. “A gente aprende errando e caminhando. Todas as mulheres sofrem algum tipo de pressão externa. O mais importante é olhar para si mesma e se acolher”. Ao relembrar os desafios da fama aos 18 anos, contou: “Chorava muito nos bastidores. Hoje vejo aquela menina com carinho e acolhimento”. Ela destacou a importância da terapia em sua trajetória e revelou uma técnica para lidar com críticas: “Visualizo um barquinho levando embora tudo que não reflete minhas crenças”. A cantora e atriz Manu Gavassi também compartilhou sua experiência sobre o parto, e admitiu que criou uma ilusão, acreditando que seria rápido e tranquilo, como aconteceu com sua mãe e avó. Porém, enfrentou 15 horas de trabalho de parto. “Eu achava que seria fácil. Ninguém me avisou que seria assim”. Após o nascimento da filha, resumiu o sentimento: Eu me senti uma sobrevivente de um navio que afundou. Senti que me tacaram em alto-mar, a terra era muito longe e falaram: 'Tchau. Nada'". O evento reuniu ainda personalidades como Duda Beat, Paola Antonini e Ana Paula Renault.

“Eliot Ness” à brasileira

O marqueteiro do Palácio do Planalto, Sidônio Palmeira, quer fazer do limão uma limonada. O envolvimento do líder do PT no Congresso, Jaques Wagner, com o Master muda, pelo menos em parte, o eixo da campanha eleitoral. A nova orientação é que Lula seja uma espécie de “Eliot Ness” à brasileira. Ele vai cobrar mais apuração dos crimes, repetir que o país não aceita mais os acontecimentos recentes de ilicitudes e corrupção, bater na tecla de que cada um terá de pagar pelo que fez e dizer que, caso seja eleito, dará fim a essa “República de meliantes”. O discurso é que o governo enfrentará todos os poderosos, dos diversos grupos recheados de privilégios. É o Lula xerife. Assim é, se lhe parece, lembrando a peça de Pirandello. Quanto a Jaques Wagner, a estratégia não muda: Lula agirá como fez com outros “companheiros” envolvidos em ligações ou situações perigosas. Dirá que não acredita nos fatos conforme foram apurados, que há engano no processo e que mantém seu apoio incondicional ao amigo e aliado. Espera ganhar tempo junto às mídias e amansar uma eventual irritação do aliado, evitando que ele se considere abandonado. Até lá, já terão sido realizadas as eleições.

Chefe e amigo

Militantes desejam uma reunião de Lula com Jaques Wagner para discutir a saída do senador da liderança do governo no Senado. Ele diz que o próprio Lula lhe telefonou no dia da operação para dar apoio e se solidarizar. O preferido para substituir Wagner seria Camilo Santana, um dos três petistas com mandato garantido na Casa até 2031 e que não será candidato este ano. Randolfe Rodrigues é líder do governo no Congresso, enquanto Rogério Corrêa (PT-SE) é líder do PT no Senado. Ambos estão em fim de mandato e precisam se candidatar este ano.

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Novos projetos

A atriz, comediante, autora, jornalista e apresentadora Mônica Martelli está com novos projetos. Ela irá apresentar o programa “Mônica Total” na DiaTV, com estreia no segundo semestre. O programa discutirá comportamento, vida cotidiana e felicidade, com especialista fixo e convidados semanais. A ideia surgiu do sucesso de seus vídeos nas redes sociais. Segundo ela, o público busca entender melhor os sentimentos e lidar com os desafios de forma mais leve. Ela também é protagonista do filme “Minha Melhor Amiga”, ao lado de Ingrid Guimarães, uma comédia conta a história de uma viagem transformadora pela Europa e chega aos cinemas em 3 de setembro. Sobre relacionamentos, comentou: “Sou a favor de marcar dia para transar. O meu é sexta”.Ela defende que, em relacionamentos duradouros, é importante haver dedicação para evitar que a rotina tome conta. "Casamento dá trabalho. A rotina faz a gente adiar o amor e a transa". Mônica continua conquistando o carinho do público com sua sinceridade, humor.

Ninguém quer

Apontada por Eduardo Bolsonaro — que poucos no PL levam a sério — como possível nome para vice de Flávio Bolsonaro, a deputada Júlia Zanatta esbarrou com a senadora Tereza Cristina, também cotada para o posto, nos corredores do Congresso. As duas brincaram sobre a “batata quente” da missão e, quase em coro, empurravam a responsabilidade uma para a outra, repetindo: “Tem que ser você”, e riam da situação.

Não cabe ao TSE

A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) se manifestou pela rejeição da ação movida pelo PL contra uma pesquisa da Atlas/Intel que mediu impactos do caso Master sobre a imagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, e as intenções de voto. Em parecer ao Tribunal Superior Eleitoral, a PGE informou que não houve irregularidade no levantamento e sustentou que a Justiça Eleitoral deve atuar de forma excepcional ao analisar metodologias de institutos de pesquisa. O caso está sob relatoria do ministro Nunes Marques. O PL alega que as perguntas foram induzidas. A PGE, contudo, afirma que não cabe à Justiça Eleitoral interferir na escolha dos temas abordados pelos institutos.

Pérola

“Vou fazer 60 anos e está tudo bem. Minhas pernas valiam US$ 1 milhão. Hoje, ninguém dá um real. No entanto, tenho contatos de publicidade: vendo de fralda de bebê a fralda geriátrica, de leite de criança a suplemento 50+”,

de Claudia Raia, quase sessentona, falando sobre sexo e passagem do tempo.

Não endividados

Programa de sucesso do Lula 3, o refinanciamento de dívidas do Desenrola 2 ganha nova fase no fim do mês, agora voltado para quem está com as contas em dia. O programa deve reduzir os juros de empréstimos pessoais para clientes que não atrasem parcelas. O projeto beneficiará clientes que ganham até R$ 8.105 (cinco salários mínimos) com dívidas bancárias de até R$ 15 mil. Dívidas do cartão de crédito rotativo não serão incluídas. A renegociação será direta entre cliente e banco, com juros de 2,99% ao mês (hoje a média é de 7%). O governo espera beneficiar até quatro milhões de pessoas. Bradesco e Itaú não participam dessa modalidade do Desenrola 2.

“Pacto de silêncio”

Principal rival do PT na Bahia, o grupo político de ACM Neto (União Brasil) optou por não explorar publicamente a operação da PF que mirou o senador Jaques Wagner, que tenta a reeleição na chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Em março, petistas e o grupo do ex-prefeito de Salvador, que também teve a campanha impactada após revelação de pagamentos do Master, selaram um acordo para deixar o escândalo fora da disputa estadual. Na semana passada, ACM Neto foi sucinto: “Essa questão cabe ao Judiciário. O que esperamos é que a investigação seja completa, isenta e correta”.

Agora, governador

O ex-ministro Márcio França (PSB-SP) está desistindo de disputar com Simone Tebet a vaga do partido ao Senado. Além do acordo com a cúpula do PSB, Simone disputa com Marina Silva o primeiro lugar nas pesquisas, enquanto França aparece em quarto lugar. Agora, ele avalia que pode ter mais sucesso disputando o governo de São Paulo, no lugar de Fernando Haddad. No passado, como vice-governador, assumiu o Palácio dos Bandeirantes quando Alckmin deixou o cargo para compor chapa com Lula ao Planalto. Ainda assim, sua nova disposição não é levada a sério por muitos.

Os dois Flávio 1

O tiro dado por Romeu Zema na tentativa de angariar apoio do empresariado saiu pela culatra. Mesmo após sua filiação ao Novo, Flávio Rocha, herdeiro do Grupo Guararapes e das Lojas Riachuelo, trabalha nos bastidores em prol da candidatura de Flávio Bolsonaro. Rocha tem auxiliado o xará a construir pontes com empresários, sobretudo no Nordeste, região em que o “PL” tem seu pior desempenho nas pesquisas. Em troca, Flávio Bolsonaro já abriu espaço em seu palanque para Flávio Rocha, caso ele decida disputar a eleição ao Senado pelo Rio Grande do Norte.

Os dois Flávio 2

Apesar de todos os avisos em contrário, o ex-governador mineiro apostou que conseguiria fazer Flávio Rocha mudar de lado. O dono da Riachuelo apoiou Jair Bolsonaro em 2018 e 2022. Pelo jeito, ele jogou suas fichas na mesa errada. Mais: Romeu Zema caiu muito nas últimas pesquisas no primeiro turno — em algumas, abaixo de 2% (e Ronaldo Caido subiu), e não se conforma. Voltou a ficar como um barco à deriva, sem motor e sem vento a favor. Flávio Rocha já foi candidato ao Planalto quando jovem: foi apenas um sonho.

Mistura Fina

O acordo de delação do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, também tem chances limitadas na PGR e na PF. Até agora, não há provas robustas ou elementos suficientes para um acordo que acrescente fatos novos. O ex-presidente do banco é acusado de negociar com Daniel Vorcaro, controlador do banco, propina de R$ 146 milhões em imóveis de luxo em São Paulo.

Vorcaro também teve suas propostas de acordo recusadas por não apresentar fatos novos nem provas. A colaboração foi rejeitada duas vezes pela PF e uma vez pela PGR (Daniel pretende contratar outro advogado para tentar novamente). Preso há três meses, Costa é acusado de ter recebido propina para facilitar o acordo de compra de ativos do Master pelo banco público BRB. O ministro André Mendonça, relator do caso no STF, autorizou PF e PGR a negociarem acordos de delação sem sucesso.

Enquanto membros de diversas cortes brasileiras discutem quanto devem receber além de seus salários, juízes dos Estados Unidos, que ocupam diferentes posições no sistema judicial, não têm qualquer penduricalho. Eles são proibidos por lei de receber bônus, adicionais ou auxílios. Têm direito a plano de saúde, seguro de vida e aposentadoria especial, podendo também receber por aulas ministradas em universidades ou cursos públicos. Nada de palestras para grandes bancos.

O único extra permitido é proveniente de livros publicados, e o ganho de juízes de instâncias inferiores não pode ultrapassar 15% do salário anual. Não existem nos Estados Unidos auxílios moradia, alimentação, combustível, creche, gratificações ou licenças compensatórias ou folgas convertidas em dinheiro. Os salários anuais variam entre US$ 250 mil e US$ 300 mil (cerca de R$ 1,5 milhão), dependendo do cargo.

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Direito

O que a Justiça pode determinar quando o trânsito destrói uma família

Confira a coluna desta quinta-feira (13)

13/08/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

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Recentemente, um caso que tramitou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve, no fim de julho, a condenação de uma concessionária de energia elétrica pela morte de um ciclista atropelado por um funcionário que prestava serviço à empresa.

Os dois filhos da vítima, adolescentes na época, receberão R$ 25 mil cada um por danos morais, além de pensão mensal equivalente a dois terços dos rendimentos do pai até completarem 25 anos. O atropelamento aconteceu em 2009, mas somente agora, 17 anos depois é que o caso foi julgado pelo Tribunal.

O caso é didático porque reúne, em um único julgamento, quase tudo o que uma família precisa saber depois de um acidente de trânsito, e quase tudo o que ela costuma ignorar.

O primeiro ponto é quem paga. Existe a crença de que a responsabilidade começa e termina no motorista. Não é assim.

A lei estabelece que o empregador responde pelos danos causados por seus empregados no exercício do trabalho, e responde independentemente de ter culpa própria. Ou seja: não interessa se a empresa treinou bem o motorista, se exigiu curso de direção defensiva ou se o veículo estava em ordem. Se o funcionário atropelou alguém trabalhando, a empresa responde.

Isso muda tudo na prática. Uma coisa é buscar reparação contra um motorista que não tem patrimônio algum. Outra, bem diferente, é acionar a empresa para a qual ele trabalha, que tem CNPJ, faturamento e, quase sempre, seguro de responsabilidade civil.

O segundo ponto é a prova. A defesa da concessionária sustentou que o ciclista teria entrado repentinamente na via, apoiando-se no boletim de ocorrência. A relatora rejeitou o argumento com uma observação que vale guardar: boletim baseado exclusivamente na versão do condutor envolvido é relato unilateral de quem tem interesse direto no resultado. Boletim de ocorrência não é sentença. 

Muitas famílias desistem de buscar seus direitos porque leram no documento uma versão que as culpa. Essa versão pode, e deve ser contestada com testemunhas, perícia, imagens e prova técnica. Vale lembrar, ainda, que o Código de Trânsito impõe ao motorista o dever de guardar distância lateral mínima de um metro e meio ao ultrapassar ciclistas, exatamente por serem eles os usuários mais frágeis da via.

O terceiro ponto é o que a Justiça pode determinar. Em caso de morte, a lei prevê o pagamento das despesas com tratamento, funeral e luto, além de pensão aos que dependiam economicamente da vítima. Para os filhos, os tribunais costumam fixar essa pensão em dois terços da renda até os 25 anos; para o cônjuge ou companheiro, até a idade provável de vida da vítima.

Soma-se a isso o dano moral, que é direito próprio de cada familiar, não se divide um valor único entre todos. 

Quando a vítima sobrevive, o raciocínio é o mesmo. A lei garante o custeio integral do tratamento, os lucros cessantes (o que a vítima deixou de ganhar) referentes ao período de afastamento e, havendo redução permanente da capacidade de trabalho, pensão correspondente a essa perda.

Cicatrizes, amputações e deformidades geram dano estético, que o Superior Tribunal de Justiça reconhece ser cumulável com o dano moral. São verbas distintas, e pedi-las separadamente pode alterar significativamente o resultado.

Resta o tempo

O caso mineiro levou dezessete anos entre o acidente e a decisão de segundo grau, mas o prazo para ingressar com a ação é curto. Provas se perdem, testemunhas somem, câmeras são sobrescritas.

Se você perdeu alguém no trânsito, ou ficou com sequelas depois de um acidente, e o responsável estava trabalhando quando aquilo aconteceu, existe muito mais em jogo do que um acordo rápido oferecido pelo seguro nas primeiras semanas. Vale conhecer o tamanho real do que a lei assegura antes de assinar qualquer coisa.

Leandro Amaral Provenzano - OAB/MS 13.035. Sócio do escritório Provenzano Advogados.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Quem deve explicações é o Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), sobre Lulinha, filho do presidente, e a falcatrua no INSS

12/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Bens de governador petista crescem mais de 400%

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Lula promete pasta da Segurança 43 meses atrasado

Lula (PT) sempre passa vergonha quando faz juras eternas de combater a criminalidade, como a promessa de criar o Ministério da Segurança, com 43 meses de atraso. Para quem manda sua bancada boicotar no Congresso projetos que são aspiração dos brasileiros, como a redução da maioridade penal, e após saudar uma traficante em seu palanque na Favela do Moinho, em São Paulo, como lembrou Tarcísio Gomes de Freitas no debate da Band, desautoriza qualquer lacração nessa área.

Nunca na História

Nunca houve Ministério da Segurança nos mais de 18 anos dos cinco governos do PT.

Primeiro

A primeira vez que houve pasta específica para a Segurança Pública foi na gestão Michel Temer (MDB).

Caso único

O ex-deputado Raul Jungmann continua a ser o único ministro da Segurança da História do Brasil.

Mitomania em movimento

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

Ataques investigados

Empresário forte de Goiânia, da área de show business, vem sendo acusado na política do DF de bancar ataques nas redes sociais contra a governadora Celina Leão (PP). O caso está sob investigação.

Caiu a ficha

Demorou, mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro finalmente deu sinais de haver percebido que suas desavenças públicas com o enteado Flávio favoreciam os adversários. “Briga tem em toda família”, diz agora.

Por conta

Difícil Lula retribuir a Nabor Wanderley (Rep-PB) o apoio público que recebeu de Hugo Motta (Rep-PB), filho do candidato ao Senado. O petista vai pedir votos para Veneziano Vital (MDB) e João Azevedo (PSB)

Vergonha histórica

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente. Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

Esquema

Era pluripartidário o rolo de vereadores com facção que cobrava pedágio para acessar regiões de Sobral (CE). Os envolvidos, segundo a PF: Carlos do Calisto (PSB), Junim do Povo (Pode) e Mario Vicktor (União).

É simbólico

O segundo ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve ser na cidade em que o pai sofreu um atentado promovido por ex-militante do Psol, em 2018. Flávio vai a Juiz de Fora (MG) em 17 de agosto.

Demora por quê?

Sob supervisão do Judiciário, de perito, da PF e do Ministério Público, Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio (PL), já disponibilizou seu DNA para agilizar o confronto com amostra da suposta “vítima” exposta por Lindbergh Farias (PT) e Soraya Thronicke. Só falta o STF avaliar.

Pensando bem...

...política ainda é um excelente negócio.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Não te fresqueia, tchê

O líder gaúcho Flores da Cunha era do tipo que não guardava papas na língua e zelava pela reputação dos machos do Rio Grande do Sul. Mas, certa vez, num comício em Uruguaiana, ao ser saudado, um orador local exagerou nos elogios: “Bravo general, corpo de espartano, cérebro ateniense, coração de pomba, alma de dama...”. Ele chama o chefe político e ordena, interrompendo o discurso: “Tira esse demente daqui antes que ele me chame de fresco”.

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