Política

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Assédio do público

Assédio do público

Redação

20/04/2010 - 20h36
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No comando de alguns dos principais jornalísticos da emissora, Sérgio lembra que se assustou com o assédio do público. Mas se anima ao falar do sucesso que fazia ao lado de Cid Moreira, com quem dividiu a apresentação do "Jornal nacional" e do Fantástico". "Diziam que a gente recebia mais cartas do que os atores. Eu chegava a receber sacos de correspondência", diverte-se.

Com disposição de sobra, Sérgio se dividia entre a Globo e os trabalhos publicitários, de onde garante ter tirado boa parte de seu sustento. Mas a situação mudou quando, no início dos anos 80, o chamado "milagre econômico brasileiro" acabou. "A publicidade ficou quase falida e eu não sabia o que fazer. Aí surgiu uma proposta salvadora do SBT, com um salário muito maior", lembra. Na emissora de Silvio Santos, Sérgio apresentou, entre 1983 e 1984, o programa de variedades "Show sem limite". Mas não guarda boas recordações. "A experiência valeu para saber que foi bom voltar para a Globo", brinca ele, que retornou à emissora com um salário muito mais alto.

Sérgio voltou à Globo em 1984, como apresentador do "Fantástico". Inconformado, ele conta que foi cobrar mais trabalho do diretor de programação, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. "Ele soltou alguns palavrões e disse: ‘você está reclamando porque vai trabalhar uma vez por semana?’. Depois dessa, calei minha boca, assinei o contrato e fui apresentar o ‘Fantástico’", conta, às gargalhadas. E foi por acaso que, em 1985, ele viveu o momento mais importante de sua carreira: a apresentação de uma edição extraordinária do "Jornal nacional" sobre a morte de Tancredo Neves. Tudo porque ele precisou cobrir o apresentador Marcos Hummel, que sofrera uma queda na escada. "Nesse momento, fiz as pazes com o ‘JN’. Foi uma edição histórica.

Sem dúvida, o momento mais marcante da minha carreira", recorda.

À frente do "Globo repórter" ao longo dos últimos 14 anos, Sérgio acredita que, apesar das muitas mudanças pelas quais o jornalismo passou, seu trabalho não mudou muito. "Faço mais ou menos a mesma coisa o tempo todo. A diferença é que a tecnologia avançou e temos de correr para não ficar para trás. Tecnologia significa mais trabalho", sintetiza.

Prazo curto

Justiça eleitoral faz "mutirão" em finais de semana e feriado para regularizar títulos

No interior do Estado, o atendimento ocorre das 12h às 18h até o dia 27 de abril

14/04/2026 18h15

Foto: Divulgação

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Com o prazo final para regularização do título eleitoral próximo, a Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul intensificou o atendimento ao público e realizará um “mutirão” em finais de semana e feriado até o dia 6 de maio, data limite para atualização cadastral de quem pretende votar no pleito geral deste ano. 

De acordo com a Portaria CRE nº 2/2026, os Cartórios Eleitorais e as Centrais de Atendimento funcionarão em regime de plantão, das 8h às 13h, no feriado de 1º de maio (Dia do Trabalhador) e nos sábados dos dias 18 e 25 de abril, além do fim de semana dos dias 2 e 3 de maio.

Em Campo Grande, o atendimento ocorre no Memorial da Cultura (antigo fórum estadual), localizado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, 559, região central. Durante a semana, o funcionamento segue normalmente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

A Justiça Eleitoral reforça que o prazo para regularizar a situação do título se encerra em 6 de maio, sem previsão de extensão. A consulta da situação eleitoral pode ser feita por meio do autoatendimento disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No interior do Estado, o atendimento ocorre das 12h às 18h até o dia 27 de abril. Após essa data, o horário será ampliado para das 8h às 18h e segue até o encerramento do prazo.

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PGE

Márcio Arruda é nomeado procurador-geral do Estado de MS

Governador Eduardo Riedel (PP) nomeou Arruda para o cargo nesta terça-feira (14); ele vai substituir Ana Carolina Ali Garcia na função

14/04/2026 17h39

Novo Procurador-Geral do Estado, Márcio Arruda

Novo Procurador-Geral do Estado, Márcio Arruda Divulgação

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O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), nomeou nesta terça-feira (14) o procurador do Estado Márcio André Batista de Arruda como procurador-geral do Estado de Mato Grosso do Sul, de forma interina.

Márcio Arruda já atuava no gabinete da Procuradoria-Geral. Ele era o procurador-geral adjunto de Ana Carolina Ali Garcia, que deixou o posto na semana passada para concorrer a uma vaga de desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, pelo Quinto Constitucional, que será definido pela Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso do Sul.

O novo procurador-geral do Estado exercia a função de procurador-geral adjunto do contencioso, segmento da PGE-MS que atua nas demandas judiciais do Estado de Mato Grosso do Sul. A PGE-MS é o órgão responsável por representar o Estado — não apenas o Poder Executivo, mas todas as instituições estaduais — em processos judiciais.

Márcio André Batista de Arruda possui pós-graduação em Eficiência e Inovação na Gestão Estratégica (EscolaGov), em Liderança e Inovação pelo Programa de Educação Executiva da FGV-RJ (2021–2022), em Parcerias Público-Privadas e Concessões pela FESPSP (2017–2018) e em Direito Tributário pela UCDB-INPG (2000–2001).

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