Política

diz Mario Cesar

Capital está mais tranquila com STJ mantendo cassação

Capital está mais tranquila com STJ mantendo cassação

DA REDAÇÃO

30/05/2014 - 00h00
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Na opinião do presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Mario Cesar (PMDB), Campo Grande está mais aliviado após a decisão, ontem (29), do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de rejeitar o agravo regimental do ex-prefeito cassado, Alcides Bernal (PP), por 12 votos —unanimidade —, contra decisão da liminar do STJ, que no começo de março, autorizou a Casa de Leis de retomar o processo de cassação. A sentença enterra de vez a possibilidade de Bernal voltar ao comando da prefeitura, conforme reportagem na edição desta sexta-feira (30) do jornal Correio do Estado.

“Campo Grande fica mais tranquila, não só a Câmara Municipal ou a prefeitura, ainda mais depois da invasão do dia 15 de maio, que ele mostrou total desequilíbrio”, comentou Mario Cesar. Ele se referiu a respeito ao ataque de Bernal e admiradores na prefeitura, após decisão do juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, que reconduzido Bernal as funções de prefeito, que atendeu ação popular movida por cinco vereadores ligados ao Bernal alegando “sabotagem” contra sua administração.

No entanto, nem deu tempo para o prefeito cassado esquentar a cadeira, pois caiu novamente. Na madrugada do dia 16 de março, por determinação do plantonista do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, desembargador Vladimir de Abreu da Silva, Bernal foi afastado novamente do cargo e Gilmar Olarte reconduzido no exercício do cargo.

Agora, com decisão que teve 12 votos contra o recurso de Bernal pelo STJ, segundo Mario Cesar, ratifica os trabalhos da Comissão Processante que apontou “fabricação de emergência” para a contratação de fornecedores e prestadores de serviços, além de dar preferência na ordem de pagamento. A reportagem é de Roberta Cáceres.

Designado

Bitto Pereira representará OAB Nacional no CNJ

Presidente da OAB-MS foi escolhido por Beto Simonetti, presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil

15/10/2026 17h45

Bitto Pereira, Advogado e presidente da OAB-MS

Bitto Pereira, Advogado e presidente da OAB-MS Divulgação

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Presidente da  Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB-MS), Bitto Pereira será o representante máximo da OAB no Conselho Nacional de Justiça em Brasília, evento que acontece na próxima terça-feira (20). 

A participação de Bitto foi designada pelo presidente do OAB nacional, Beto Simonetti, e confere a Bitto o posto de maior representante da advocacia nacional na 2ª Sessão Extraordinária de 2026. 

"Essa designação é uma das mais honrosas missões institucionais que recebo na minha trajetória na OAB. Portanto, eu compartilho com toda a advocacia sul-mato-grossense, certo de que, muito além de uma distinção pessoal, essa é uma deferência do presidente Simonetti", disse Bitto em uma de suas redes sociais. 

Para Bitto, a representação institucional da OAB no CNJ é muito importante para o aperfeiçoamento do poder judiciário, onde estará "com muita honra representando o presidente Beto Simonetti e a advocacia".

Encontros periódicos, as reuniões reúnem os 15 conselheiros sob a presidência do presidente do STF, Edson Fachin

 


 

 

Repercussão

Alckmin diz que PL apoiou fim da escala 6x1 por 'medo eleitoral' e pretende mudar medida depois

Apesar da mudança de posição, reportagens apontaram que Flávio já estaria sinalizando a aliados e empresários a intenção de rever a PEC caso fosse eleito presidente

15/10/2026 16h09

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República Arquivo

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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, vice na chapa presidencial de Lula (PT), afirmou nesta quinta-feira, 15, que integrantes do PL apoiaram o fim da escala de trabalho 6x1 por “medo eleitoral” e pretendem modificar a medida posteriormente. A fala aconteceu durante entrevista coletiva em Salvador, antes de um encontro com empresários baianos.

“Na realidade, nós sempre defendemos. O presidente Lula sempre defendeu. Eles votaram por medo eleitoral e tem a ideia de mudar em seguida. Essa é a realidade. Então vamos ficar atentos, ficar atentos com a verdade”, afirmou Alckmin.

A crítica ocorre após o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) anunciar, na terça-feira, 13, que votaria a favor do fim da escala 6x1, proposta aprovada pelo Senado na quarta-feira, 14, que reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. Até então, o senador havia classificado a medida como “oportunista”.

Apesar da mudança de posição, reportagens apontaram que Flávio já estaria sinalizando a aliados e empresários a intenção de rever a PEC caso fosse eleito presidente.

Durante a coletiva, Alckmin também defendeu um ajuste fiscal concentrado no combate a supersalários, privilégios e desperdícios, sem impor perdas aos aposentados. “Ajuste fiscal, nós defendemos. Agora, não é possível você faz um ajuste fiscal em cima, por exemplo, do aposentado”, disse. “Nós vamos fazer ajuste fiscal em cima dos supersalários, dos privilégios de 300 000 e 400.000 reais, de desperdício”, acrescentou.

O vice-presidente afirmou ainda que o controle das despesas deve ser acompanhado do crescimento da economia e do emprego, de forma a melhorar a relação entre dívida pública e Produto Interno Bruto (PIB).

Alckmin rejeitou medidas que levem o País à recessão e ao desemprego ou transfiram o custo do ajuste à classe média e à população de menor renda. “Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, a economia crescer e segurar despesa. Aí você melhora a relação dívida PIB”, afirmou.

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