Política

ELEIÇÕES 2020

Caso Contar não aceite, temos outros nomes, diz Loester Trutis

PSL definiu até agora candidatura as prefeituras de Corumbá e Dourados

EDUARDO PENEDO

28/07/2019 - 16h00
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O PSL de Jair Bolsonaro já bateu o martelo que em todas as capitais brasileiras a sigla terá candidatura própria à prefeitura. Em Campo Grande não será diferente. À princípio, o nome do partido para a disputa é do deputado Capitão Contar (PSL). O parlamentar não confirma, mas diz que é um guerreiro do partido. “Mais cotado é Capitão Contar. Existem outros nomes caso ele não aceite”, explica o secretário geral da sigla no Estado, deputado federal Loester Trutis. 

Capitão Contar havia dito, durante ato de filiação do partido, que sua prioridade é o seu mandato como deputado estadual, mas que “não tem medo da guerra”. 

Outro do PSL que já ventilou que quer ser candidato a prefeito de Campo Grande é o deputado estadual Coronel David (PSL), no entanto, ele não comunga das mesmas opiniões da atual presidente da sigla, Senadora Soraya Thronicke, e até se recusou a ir no ato de filiação do partido, ocorrido no começo do mês na Câmara de Vereadores de Campo Grande. 

Por enquanto, apenas nas cidades de Dourados e Corumbá o partido de Jair Bolsonaro tem pré-candidatos definidos. Em Dourados, quem entra na disputa pela prefeitura é o empresário Aristeu Carbonaro e, em Corumbá, a disputa vai ser de Elano Holanda de Almeida. 

Atualmente, o partido conta com 4467 mil eleitores em todo estado e possui dois deputados federais Luís Ovando e Loester Trutis  e dois deputados estaduais Coronel David e Capitão Contar, além da senadora Soraya Thronicke. 

ELEIÇÕES 2026

Flávio diz que não apenas Bolsonaro, mas todos perseguidos subirão rampa do Planalto

Pré-candidato também participou de um café da manhã com mulheres e disse que o PT vai ser "irrelevante" a partir de 2027

11/04/2026 22h00

Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência da República

Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência da República Andressa Anholete/Agência Senado

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, afirmou que, se vencer a eleição deste ano, o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), vai "subir a rampa" do Palácio do Planalto com "todas as pessoas perseguidas" em janeiro do ano que vem.

As declarações ocorreram neste sábado, 11, em entrevista a jornalistas em Porto Alegre (RS). "Se Deus permitir, nós vamos vencer essa eleição no 1º turno. Há projetos tramitando no Congresso Nacional, não é uma anistia, mas é zerar o jogo de verdade, para fazer justiça não só ao presidente Bolsonaro, mas à Débora do Batom", declarou Flávio, ao mencionar a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, condenada a 14 anos de prisão pela participação dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

O senador prosseguiu: "O Congresso entende isso, só que, ainda, uma parte dele tem um certo medo de votar um projeto como esse. Porque claramente não é inconstitucional. A anistia é de competência exclusiva do Congresso Nacional".

Na sequência, Flávio disse acreditar que, após as eleições de outubro, o Congresso vai aprovar a anistia aos condenados pelos atos golpistas. "É por isso que eu falo: não apenas o presidente Bolsonaro, mas todas as pessoas que foram perseguidas vão subir a rampa junto com a gente em janeiro do ano que vem", afirmou.

Flávio está na capital gaúcha por ocasião do lançamento da pré-candidatura do deputado federal Zucco (PL-RS) ao governo estadual. Mais cedo, ele também participou de um café da manhã com mulheres e disse que o PT vai ser "irrelevante" a partir do ano que vem.

Além de apoiar Zucco, Flávio Bolsonaro também endossa as pré-candidaturas dos deputados Marcel Van Hattem (Novo-RS) e Sanderson (PL-RS) para o Senado.

Conflito

Israel realiza ataques na faixa de Gaza e no Líbano durante negociações entre EUA e Irã

Militares israelenses disseram à Associated Press que o alvo eram militantes do Hamas

11/04/2026 10h30

Foto: Divulgação

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Na Faixa de Gaza, o Hospital dos Mártires de Al-Aqsa informou que um ataque aéreo israelense atingiu um posto de segurança no campo urbano de refugiados de Bureij, por volta do amanhecer deste sábado, 11, matando seis pessoas.

Militares israelenses disseram à Associated Press que o alvo eram militantes do Hamas, que supostamente se aproximaram da chamada Linha Amarela, que separa áreas controladas por Israel no território do restante da faixa.

No Líbano, a Agência Nacional de Notícias informou que múltiplos ataques israelenses no sul do país, na madrugada deste sábado, mataram ao menos três pessoas após um bombardeio destruir um prédio residencial em Maifadoun, na província de Nabatiyeh.

Em Beirute, equipes da Defesa Civil usavam guindastes para vasculhar apartamentos parcialmente desabados, três dias após ataques israelenses atingirem um prédio de seis andares no bairro litorâneo de Caracas. Autoridades disseram que seis pessoas morreram e que um adolescente desaparecido seria considerado soterrado.

Os ataques ocorrem durante as negociações entre os Estados Unidos e o Irã no Paquistão. A insistência de Israel em atacar o Líbano, mirando supostamente o Hezbollah, ameaça o cessar-fogo.

O Irã afirma que o acordo também deve se estender a Israel. Tel-Aviv e Beirute devem iniciar suas negociações na próxima semana.

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