Política

EM TRATAMENTO

Cirurgia no joelho interrompe agendas de Eduardo Riedel, que 'despacha' de casa

Governador eleito divulgou que sofreu lesão; procedimento exige cuidados por ao menos 3 semanas

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Governo eleito Eduardo Riedel, do PSDB, anunciou nesta segunda-feira (21) que ia se submeter a uma cirurgia no joelho ainda hoje.

Contudo, ao menos em sua opinião, ele disse que deve seguir nas articulações políticas, de casa, a partir da quarta-feira (23).

Por meio de suas redes sociais, Riedel afirmou ter sofrido uma contusão no chamado ligamento cruzado do joelho, daí o procedimento médico, tido como simples, sem riscos.

Ele passou a sofrer com problema no ligamento cruzado anterior ainda na pré-campanha eleitoral.

O joelho ficava inchado e Riedel sentia muitas dores durante a caminhada. Mesmo assim, ele preferiu fazer campanha com as dores no joelho para não interromper a sua agenda eleitoral. 

Pós Cirurgia

Hoje a tarde, a esposa do governador eleito, Monica Riedel, postaram mensagem nas redes sociais do marido para informar que a cirurgia foi muito bem sucedida e que ele estava no quarto do hospital se recuperando.

Caso 

O ligamento cruzado anterior cruza longitudinalmente o centro do joelho.

Ele impede que a tíbia se desloque para frente do fêmur, além de conferir estabilidade rotacional ao joelho.

Causa

O ligamento cruzado anterior pode ser lesionado de várias maneiras:


    •    Mudança rápida de direção
    •    Parar de uma vez
    •    Reduzir a velocidade durante uma corrida
    •    Apoiar os pés incorretamente depois de um salto
    •    Contato direto ou colisão, como um desarme no futebol

Futuro governador

"Depois de uma campanha intensa, amanhã dou uma pausa rápida para cuidar da saúde, em especial do joelho, afinal, temos muito trabalho pela frente", escreveu ele.

Depois da cirurgia, o governador eleito deve restringir os movimentos das pernas, mas garantiu que mantém os diálogos de sua casa. A probabilidade é a de que ele fique sem cumprir agendas externas por ao menos três semanas

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pós-graduação

Caiado diz que currículo de Flávio Bolsonaro é a certidão de nascimento

"Quem mente no currículo não tem compromisso com a verdade na hora de governar. Isso é um fato!", disse o ex-governador

13/08/2026 07h20

Ronaldo Caiado tem endurecido as críticas à família Bolsonaro. Chegou, inclusive, a comparar Eduardo ao Pateta

Ronaldo Caiado tem endurecido as críticas à família Bolsonaro. Chegou, inclusive, a comparar Eduardo ao Pateta

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O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) voltou a criticar o adversário na corrida à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Nesta quarta-feira, 12, disse que o currículo do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é a certidão de nascimento, segundo a CNN.

A crítica faz referência a um suposto erro no currículo do senador Flávio Bolsonaro. Perfis oficiais do parlamentar nas páginas do Senado e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) afirmam que o parlamentar possui pós-graduação em Ciências Políticas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Procurada pelo g1, porém, a UFRJ informou não ter registros de que o senador tenha estudado na instituição. Depois, a campanha afirmou que o caso ocorreu por "erros ou equívocos, possivelmente extraídos de páginas como a Wikipedia"

Além da fala sobre a certidão de nascimento, Caiado também foi às redes sociais criticar o currículo.

"Quem mente no currículo não tem compromisso com a verdade na hora de governar. Isso é um fato!", disse o ex-governador.

Caiado também mirou Lula nesta quarta. O candidato do PSD afirmou que Flávio e o presidente são "covardes e amarelões" caso optem por não participar dos debates presidenciais no primeiro turno.

Nas últimas semanas, Ronaldo Caiado tem endurecido as críticas à família Bolsonaro. Chegou, inclusive, a comparar Eduardo ao Pateta.

Política

Câmara instala comissão sobre PEC da redução da maioridade penal

Aluisio Mendes é eleito presidente e Mendonça Filho escolhido relator

12/08/2026 21h00

Bruno Spada / Câmara dos Deputados

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A Câmara dos Deputados instalou, nesta quarta-feira (12), a Comissão Especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal no Brasil de 18 anos para 16 anos. O relator escolhido foi o deputado federal Mendonça Filho (União-PE).

Com a instalação, a comissão terá de 10 a 40 sessões do plenário da Câmara para votar um relatório sobre o tema. A PEC 32 de 2015 foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em junho deste ano.

Durante a sessão, foi eleita a mesa que vai conduzir o processo. A chapa única foi eleita com 19 votos, tendo como presidente o deputado Aluísio Mendes (Republicanos-MA). Como a escolha cabe ao presidente da comissão, Mendes anunciou o deputado Mendonça Filho para relator da PEC.

O colegiado ainda elegeu o 1º vice-presidente, deputado Guilherme Derrite (PL-SP), o 2º vice-presidente, Benes Leocádio (União-RN) e o 3º vice-presidente, o deputado Sargento Fahur (PL-PR).

Se aprovada na Comissão Especial, a PEC segue para análise dos plenários da Câmara e do Senado, onde deve ser aprovada, em dois turnos, com maioria de três quintos dos parlamentares por se tratar de uma mudança constitucional.

Os defensores da proposta sustentam que a legislação para adolescentes é branda. Por outro lado, organizações sociais criticam a medida, argumentando que apenas amplia as prisões, sem resultados positivos para a segurança pública.

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