Política

ELEIÇÕES 2022

Confira quem são os deputados estaduais eleitos por Mato Grosso do Sul

Dos 24 deputados, 17 foram reeleitos; apenas duas mulheres terão mandato na Assembleia

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Os deputados estaduais de Mato Grosso do Sul para o mandato 2023-2026 foram definidos.

Com 99,97% das urnas apuradas, o Estado teve 17 dos atuais 24 deputados reeleitos para um novo mandato, enquanto sete são novidade.

Apenas duas mulheres foram eleitas.

A deputada Mara Caseiro foi a mais votada no Estado, com 49.509 votos válidos, e irá continuar na Assembleia Legislativa por mais quatro anos.

Nas eleições passadas, Mara Caseiro não conseguiu ser eleita, mas assumiu o cargo em novembro de 2020, por ser suplente de Onevan de Matos (PSDB), que morreu vítima de complicações da Covid-19.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Paulo Corrêa (PSDB) foi reeleito como o segundo mais votado.

Zeca do PT, que estava sem mandato, é uma das novidades para o próximo ano, tendo conquistado 47.162 votos.

Na sequência, foram reeleitos Jamilson Name (PSDB), Zé Teixeira (PSDB), Lídio Lopes (Patriota), Coronel David (PL), Pedro Kemp (PT), Lucas de Lima (PDT).

Também foram reeleitos para mais um mandato os deputados João Henrique Catan (PL), Gerson Claro (PP), Londres Machado (PP), Antonio Vaz (Republicanos), Renato Câmara (MDB), Amarildo Cruz (PT), Neno Razuk (PL), Márcio Fernandes (MDB) e Professor Rinaldo (PSDB).

Entre as novidades estão Pedro Caravina, ex-prefeito de Bataguassu, que foi eleito com com 31,9 mil votos.

Júnior Mochi (MDB), que disputou o cargo de prefeito nas eleições de 2018, também volta para a Assembleia no próximo ano.

Também fazem parte da renovação os deputados Lia Nogueira (PSDB), Roberto Hashioka (União Brasil) e Rafael Tavares (PRTB).

O ex-secretário de finanças de Campo Grande, Pedro Pedrossian Neto (PSD), é o último nome que irá para o primeiro mandato de deputado.

Confira os deputados estaduais eleitos por Mato Grosso do Sul:

  • Mara Caseiro (PSDB)
  • Paulo Corrêa (PSDB)
  • Zeca do PT
  • Jamilson Name (PSDB)
  • Zé Teixeira (PSDB)
  • Lidio Lopes (Patriota)
  • Caravina (PSDB)
  • Coronel David (PL)
  • Pedro Kemp (PT)
  • Lucas de Lima do Amor Sem Fim (PDT)
  • Junior Mochi (MDB)
  • João Henrique (PL)
  • Gerson Claro (PP)
  • Londres Machado (PP)
  • Antonio Vaz (Republicano)
  • Tiago Vargas (PSD)
  • Rafael Tavares (PRTB)
  • Renato Câmara (MDB)
  • Amarildo Cruz (PT)
  • Neno Razuk (PL)
  • Marcio Fernandes (MDB)
  • Lia Nogueira (PSDB)
  • Roberto Hashioka (União Brasil)
  • Professor Rinaldo Modesto (Podemos)

REFORMA ADMINISTRATIVA

Riedel inicia mudanças no secretariado e ex-titulares podem voltar ao 1º escalão

Viviane Luiza e Jaime Verruck são cotados para reassumir antigas pastas e Dr. Luiz Ovando tenta "cavar" vaga na Saúde

13/10/2026 07h45

Derrotados nas urnas, Viviane Luiza e Jaime Verruck podem voltar e Dr. Luiz Ovando quer vaga

Derrotados nas urnas, Viviane Luiza e Jaime Verruck podem voltar e Dr. Luiz Ovando quer vaga Foto: Montagem

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A reeleição do governador Eduardo Riedel (PP) abriu uma nova fase de movimentações políticas em Mato Grosso do Sul, com antigos integrantes do primeiro escalão interessados em retornar à gestão e aliados buscando espaço na administração a partir de janeiro de 2027.

Apesar das articulações, Riedel já declarou que não pretende distribuir cargos apenas para atender a interesses partidários. Ele afirmou que a definição da equipe será precedida por uma avaliação da estrutura administrativa e das necessidades do segundo mandato.

No entanto, a primeira mudança já ocorreu na Comunicação, com a entrada de Frederico Felini no lugar de Frederico Fukagawa, mais conhecido como Tico. A nomeação de Felini foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) no dia 6 deste mês, dois dias depois da reeleição do governador, enquanto outras secretarias estratégicas entraram no radar das articulações de bastidores.

Conforme apuração do Correio do Estado, entre os nomes cotados para retornar está o da ex-secretária estadual da Cidadania, Viviane Luiza (PSDB), que deixou o comando da Pasta em abril para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.

A reportagem obteve informação de que ela, que obteve 45.083 votos nas eleições do dia 4 de outubro, mas não conseguiu se eleger, pois os colegas de chapa deixaram a desejar na conquista de votos, é considerada um ativo importante para a gestão estadual e há movimentações para que reassuma a Secretaria Estadual de Cidadania (SEC), atualmente comandada por José Francisco Nogueira.

Outro que também pretende voltar é o ex-titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck (Republicanos), que também saiu para concorrer a deputado federal, mas não obteve sucesso, mesmo tendo conseguido nas urnas 49.585 votos.

O nome dele é praticamente certo para retornar à Semadesc, que atualmente é dirigida por Artur Falcette.
Já na Secretaria Estadual de Saúde (SES), o deputado federal Dr. Luiz Ovando (PP), que não conseguiu renovar o mandato, está tentando “cavar” uma vaga na Pasta, chegando a divulgar release se oferecendo para o cargo e dizendo que, por ser médico de formação e do mesmo partido do governador, seria a melhor escolha para substituir Maurício Simões Corrêa, que já demonstrou interesse em não continuar.

Mais uma secretaria que entrou nas articulações políticas é a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), pois, nos bastidores, há um movimento para que um coronel da Polícia Militar assuma o comando em substituição ao atual titular Antonio Carlos Videira, que também já revelou que não pretende continuar.

MSGÁS

A reorganização administrativa também poderá atingir o comando da Companhia de Gás de Mato Grosso do Sul (MSGás), atualmente presidida pela economista Cristiane Alkmin Junqueira Schmidt, nomeada em 2024.

Nos bastidores políticos, há avaliações de que a permanência da dirigente poderá ser revista diante dos desgastes e questionamentos que marcaram episódios de sua gestão, considerados fontes de dores de cabeça para o governador.

Entre as situações que provocaram repercussão estão os questionamentos públicos sobre despesas com viagens e a transparência das informações da estatal. 

Outro episódio foi a participação dela na campanha presidencial de Ronaldo Caiado (PSD), para a qual foi anunciado o seu afastamento temporário da presidência da companhia em agosto deste ano.

* Saiba 

O governador reeleito Eduardo Riedel já criou um grupo de trabalho responsável por discutir o planejamento estratégico da administração de 2027 a 2030 sob a coordenação do vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, com prazo final até o início de dezembro deste ano.

pesquisa

Flávio tem 48% e Lula 45%, em empate técnico, aponta BTG/Nexus

Considerados apenas os votos válidos, com exclusão dessas respostas, Flávio registra 52% e Lula, 48%

13/10/2026 06h56

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, Flávio tem 46% e Lula, 44%,

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, Flávio tem 46% e Lula, 44%,

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O senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, tem 48% das intenções de voto e o presidente e candidato à reeleição pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, tem 45%, segundo a primeira pesquisa BTG/Nexus deste segundo turno, divulgada nesta terça-feira, 13. Os candidatos estão tecnicamente empatados, considerada a margem de erro de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos.

No resultado oficial do primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos e Lula, 45,16%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na BTG/Nexus divulgada nesta terça, os que dizem que não irão votar em nenhum dos dois candidatos, ou votarão branco/nulo somam 5%. Os que não sabem ou não responderam são 2%.

Considerados apenas os votos válidos, com exclusão dessas respostas, Flávio registra 52% e Lula, 48%.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, Flávio tem 46% e Lula, 44%, também em empate técnico. Nenhum, branco e nulo somam 5%, e 4% não sabem ou não responderam.

A Nexus entrevistou 2.002 eleitores por telefone, entre 10 e 12 de outubro, a pedido do banco BTG Pactual. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-07997/2026.

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