Política

Guia

Escolhendo cada produto

Escolhendo cada produto

Redação

26/01/2010 - 07h11
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Para facilitar a escolha do produto para seu pimpolho, recolhemos as dicas dos especialistas e montamos um guia para você: – Xampu – Deve ser neutro. O indicado são aqueles que contêm substâncias desengordurantes e perfumes suaves de baixa concentração. – Condicionador – Esse produto deve ser evitado até os dois anos de idade. Nos bebês, o condicionador é dispensável já que eles têm os fios bem ralinhos e curtos. Caso haja necessidade de desembaraçar o cabelo da criança, prefira condicionadores suaves e aplique-os apenas nas pontas. – Sabonete – Deve ter pH próximo ao da pele (5,5) e ser líquido. O sabonete em barra pode ser contaminado pela manipulação. O sabonete de adulto só pode ser usado depois dos cinco anos de idade. – Talco – Não deve ser usado, mesmo em pequenas quantidades. A maioria das mães usa talco na criança, mas ele pode provocar irritações no nariz e também nos olhos. E como solução, é recomendado, se quiser refrescar o bebê, melhor aplicar amido de milho nas dobrinhas. – Óleo – É indicado para crianças que tenham a pele ressecada. O ideal é que sejam óleos minerais ou vegetais. Óleo mineral, óleo de amêndoas e com vitamina E são os mais recomendados. O uso do óleo dispensa o hidratante. Durante o banho, a mãe pode misturar um pouquinho de óleo à água, ajudando na hidratação da pele do bebê e impedindo que ela perca água com facilidade. – Colônias e perfumes – Enquanto alguns especialistas dizem que as colônias não devem conter álcool nem corantes, outros acreditam que o ideal é evitá-las. Até mesmo os perfumes ditos infantis podem causar problemas alérgicos. – Creme para assadura – É importante para criar uma barreira de proteção na pele do bebê contra as fezes e a urina. Mas devem ser usados com cautela. O excesso pode causar inflamação. Como é difícil de ser removido no banho, não deve ser usado a cada troca de fralda. E é indicado: preferir os que contêm óxidos de zinco e óleos essenciais. – Hidratante – É recomendado para crianças que têm a pele ressecada ou moram em lugares de clima frio. Não devem conter alfa-hidroxi-ácidos, nem filtros solares. Prefira os hidratantes à base de óleos essenciais sem uréia. Antes de usar qualquer produto, lembre-se de procurar um dermatologista. Ele é o único profissional especializado e capacitado para cuidar e tratar deste que é o maior órgão do corpo humano. E independentemente da sua opção, tenha em mente que o que importa mesmo é o amor e o carinho com seu pequeno. O cheiro natural dos bebês é o aroma mais delicioso que você pode encontrar na natureza. Experimente cheirar seu bebê e verá que estes produtos são desnecessários. O amor tem um cheiro especial que é diferente para cada um.

Designado

Bitto Pereira representará OAB Nacional no CNJ

Presidente da OAB-MS foi escolhido por Beto Simonetti, presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil

15/10/2026 17h45

Bitto Pereira, Advogado e presidente da OAB-MS

Bitto Pereira, Advogado e presidente da OAB-MS Divulgação

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Presidente da  Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB-MS), Bitto Pereira será o representante máximo da OAB no Conselho Nacional de Justiça em Brasília, evento que acontece na próxima terça-feira (20). 

A participação de Bitto foi designada pelo presidente do OAB nacional, Beto Simonetti, e confere a Bitto o posto de maior representante da advocacia nacional na 2ª Sessão Extraordinária de 2026. 

"Essa designação é uma das mais honrosas missões institucionais que recebo na minha trajetória na OAB. Portanto, eu compartilho com toda a advocacia sul-mato-grossense, certo de que, muito além de uma distinção pessoal, essa é uma deferência do presidente Simonetti", disse Bitto em uma de suas redes sociais. 

Para Bitto, a representação institucional da OAB no CNJ é muito importante para o aperfeiçoamento do poder judiciário, onde estará "com muita honra representando o presidente Beto Simonetti e a advocacia".

Encontros periódicos, as reuniões reúnem os 15 conselheiros sob a presidência do presidente do STF, Edson Fachin

 


 

 

Repercussão

Alckmin diz que PL apoiou fim da escala 6x1 por 'medo eleitoral' e pretende mudar medida depois

Apesar da mudança de posição, reportagens apontaram que Flávio já estaria sinalizando a aliados e empresários a intenção de rever a PEC caso fosse eleito presidente

15/10/2026 16h09

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República Arquivo

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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, vice na chapa presidencial de Lula (PT), afirmou nesta quinta-feira, 15, que integrantes do PL apoiaram o fim da escala de trabalho 6x1 por “medo eleitoral” e pretendem modificar a medida posteriormente. A fala aconteceu durante entrevista coletiva em Salvador, antes de um encontro com empresários baianos.

“Na realidade, nós sempre defendemos. O presidente Lula sempre defendeu. Eles votaram por medo eleitoral e tem a ideia de mudar em seguida. Essa é a realidade. Então vamos ficar atentos, ficar atentos com a verdade”, afirmou Alckmin.

A crítica ocorre após o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) anunciar, na terça-feira, 13, que votaria a favor do fim da escala 6x1, proposta aprovada pelo Senado na quarta-feira, 14, que reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. Até então, o senador havia classificado a medida como “oportunista”.

Apesar da mudança de posição, reportagens apontaram que Flávio já estaria sinalizando a aliados e empresários a intenção de rever a PEC caso fosse eleito presidente.

Durante a coletiva, Alckmin também defendeu um ajuste fiscal concentrado no combate a supersalários, privilégios e desperdícios, sem impor perdas aos aposentados. “Ajuste fiscal, nós defendemos. Agora, não é possível você faz um ajuste fiscal em cima, por exemplo, do aposentado”, disse. “Nós vamos fazer ajuste fiscal em cima dos supersalários, dos privilégios de 300 000 e 400.000 reais, de desperdício”, acrescentou.

O vice-presidente afirmou ainda que o controle das despesas deve ser acompanhado do crescimento da economia e do emprego, de forma a melhorar a relação entre dívida pública e Produto Interno Bruto (PIB).

Alckmin rejeitou medidas que levem o País à recessão e ao desemprego ou transfiram o custo do ajuste à classe média e à população de menor renda. “Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, a economia crescer e segurar despesa. Aí você melhora a relação dívida PIB”, afirmou.

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