Política

eleições 2026

Em convenção nacional, Fábio Trad reafirma que fará palanque para Lula em MS

Convenção nacional da Federação Brasil da Esperança oficializou candidatura de Lula e Alckmin à reeleição para a presidência neste domingo

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O candidato do PT ao Governo de Mato Grosso do Sul, Fábio Trad, participou, neste domingo (2), da Convenção Nacional da Federação Brasil da Esperança, em São Paulo, onde o partido oficializou a chapa de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin (PSB) na disputa pela reeleição presidencial.

No evento, Fábio Tras destacou o alinhamento político que considera necessário para o Estado e voltou a falar que irá fazer um palanque forte para Lula em Mato Grosso do Sul.

"Aqui, representando o PT de Mato Grosso do Sul, nós estamos muito mais estimulados, animados, com a perspectiva de fazermos um governo estadual alinhado com o governo federal para ter mais entregas, mais resultados, para melhorar efetivamente a vida da nossa gente”, disse.

“Fiquei muito emocionado porque o presidente Lula disse que vai aprofundar as reformas para fazer um quarto mandato da educação, da defesa da nossa soberania, da saúde, da cidadania”, acrescentou.

Ele também afirmou que irá honrar o convite do presidente para ser candidato a governador pelo Estado.

A convenção nacional unifica as legendas PT, PCdoB e PV (que integram a Federação Brasil da Esperança), além de PSOL, Rede, PSB e PDT.

Em Mato Grosso do Sul, a Federação Brasil da Esperança terá, além de Fábio Trad e Dona Gilda para o governo, 9 candidatos à Câmara Federal, 24 à Assembleia Legislativa e ainda o deputado federal Vander Loubet ao Senado e a senadora Soraya Thronicke (PSB) na disputa ao Senado.

Convenção nacional

O PT formalizou a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República neste domingo. Geraldo Alckmin, do PSB, compõe a chapa como candidato à Vice-Presidência da República. 

No discurso de abertura da Convenção Nacional do PT, o presidente do partido, Edinho Silva, ressaltou que as próximas eleições brasileiras terão impacto importante na América Latina e no mundo. E que vai definir a soberania nacional frente a possíveis “intervencionismos”.

No evento, Lula repetiu o discurso de defesa da soberania e disse que não vai deixar nem a China nem os Estados Unidos interferirem em temas como a exploração de terras raras. "Tem muita gente metendo o dedo no nosso nariz", disse, acrescentando: "Essas terras raras, nem chinês, nem americano, nem francês, vão meter o dedo nas nossas terras raras", afirmou

O presidente prometeu mais investimentos na área da Defesa. Ele destacou o tamanho das fronteiras e das riquezas naturais brasileiras. "Eu quero estar preparado para ninguém invadir esse País para levar esse presidente, como eles invadiram (a Venezuela). Eu quero estar preparado para a paz, não para a guerra. Eu quero estar preparado para ninguém ousar se fazer de besta com a gente", discursou.

Ele também prometeu "brigar" com os parlamentares por causa de emendas parlamentares. O petista criticou uma "inversão" no Orçamento, em que deputados podem indicar bilhões enquanto o Poder Executivo tem que fazer cortes milionários em programas de saúde e educação. Ele prometeu até mesmo vetar uma indicação de emendas do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP).

"A minha quarta Presidência é pra mudar muita coisa nesse País. Vai ter briga com emenda parlamentar. Vai ter briga com o papel que tem hoje o Poder Legislativo", discursou a apoiadores reunidos na Zona Norte de São Paulo.

Novato

Renan Santos é oficializado em ato com ingresso de até R$ 7 mil e livro de propostas 'de luxo'

Ingressos mais básicos para o ato, que ocorreu no Komplexo Tempo, centro de convenções na Mooca, zona leste de São Paulo, foram vendidos a R$ 94

01/08/2026 19h00

Foto: Divulgação

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O Partido Missão lançou neste sábado, 1º, a candidatura de Renan Santos à Presidência, em evento marcado pela venda de suvenires como forma de arrecadação de recursos para a campanha dos candidatos da sigla.

Os ingressos mais básicos para o ato, que ocorreu no Komplexo Tempo, centro de convenções na Mooca, zona leste de São Paulo, foram vendidos a R$ 94, enquanto outras categorias saíram por até R$ 7 mil, incluindo, além da entrada no evento, acesso a um mezanino com visão privilegiada, "open bar" e um almoço com lideranças da legenda.

Os suvenires vendidos variaram de itens de moda a pelúcias de onça, mascote da legenda. Além disso, também foi anunciada uma edição "de luxo" do Livro Amarelo, obra que reúne o ideário do partido e serviu de base para o plano de governo de Renan Santos A versão mais cara do livro, como parte de um 'kit para patronos', foi a R$ 7 mil.

O deputado federal Kim Kataguiri foi o responsável por fazer o lançamento da "versão definitiva' do Livro Amarelo no palco, durante o evento. O parlamentar também anunciou a criação da fundação partidária do Missão, batizada de Instituto Livro Amarelo.

Os seis fascículos do Livro Amarelo foram convertidos em 14 capítulos, divididos em três tomos.

A edição mais básica do Livro Amarelo "definitivo" foi vendida a R$ 140. Os seis fascículos da versão anterior também estavam disponíveis por R$ 100 cada, ou R$ 500 se comprados em conjunto

Segundo a legenda, o valor arrecadado será usado para financiar o primeiro ano da fundação partidária. Estreante em eleições, o Missão vai dispor de R$ 3,3 milhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o Fundo Eleitoral. A parcela é menor que a recebida por seus concorrentes, que já contam com bancadas no Congresso, base de cálculo para a distribuição do fundo.

Lançamento de candidatos ao Legislativo e aos governos

O congresso também marcou lançamento de candidatos a cargos do Legislativo e aos governos estaduais.

Em São Paulo, são 72 candidatos à Assembleia Legislativa (Alesp) e 57 postulantes para a Câmara dos Deputados.

O partido ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL) tem a missão de superar a cláusula de barreira para seguir tendo acesso a recursos públicos, como Fundo Partidário, Fundo Eleitoral e tempo de rádio e TV. Para superá-la, é preciso eleger, ao menos, 13 deputados federais, ou obter um porcentual de 2,5% dos votos válidos no pleito para a Câmara, com um mínimo de 1,5% dos votos em ao menos nove unidades da federação.

Como mostrou o Estadão, desde que o dispositivo passou a valer, em 2017, apenas um partido estreante em eleição conseguiu superá-lo, enquanto outros três fracassaram.
 

Declaração

Caiado diz que Lula e Bolsonaro são adversários da população e fala em desordem institucional

Candidato à presidência falou com a imprensa após participar da convenção estadual do PSD em Santa Catarina

01/08/2026 18h00

Candidato à presidência, Ronaldo Caiado cumpriu agenda em Campo Grande recentemente

Candidato à presidência, Ronaldo Caiado cumpriu agenda em Campo Grande recentemente Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O candidato à Presidência da República do PSD, Ronaldo Caiado, disse neste sábado, 1, que seus dois principais oponentes na disputa eleitoral - o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) - são adversários da população brasileira. Caiado falou com a imprensa após participar da convenção estadual do PSD em Santa Catarina, realizada em Florianópolis. O evento oficializou a candidatura do ex-prefeito de Chapecó João Rodrigues ao governo catarinense

Indagado qual dos dois - Lula e Flávio - considera seu maior adversário, Caiado criticou ambos. "Os dois mais rejeitados do País são exatamente o Lula e o Flávio. Então, você não pode ter um país com eleição de rejeitados", afirmou Caiado em entrevista coletiva.

"Hoje o Brasil não pode ter candidatos que um fica brigando com o outro pela mesma causa, o mesmo interesse pessoal, pela vaidade do poder e o povo brasileiro deixado em segundo patamar", prosseguiu. "Os dois são grandes adversários da população brasileira. Um já governou por cinco mandatos (seu partido), o outro já governou. E por que é que não deram conta de resolver?", completou.

Ele lembrou que tanto Lula quanto Flávio já indicaram a indisposição a participar de debates eleitorais e os chamou de "fujões". "O que eu tenho a apresentar não é contra um nem contra outro, é mostrar um caminho outro para o Brasil. Sair dessa vinculação de um com o outro, que nunca foi um traço da política nacional, isso foi criado nesses últimos anos."

O ex-governador de Goiás ainda sustentou que há uma "desordem institucional" no País, em que o cidadão não acredita no Supremo Tribunal Federal (STF), no Congresso Nacional, nem no presidente da República.

"O que é o programa do PSD? É realmente sair dessa discussão estéril, inútil, em que um se alimenta do outro e não fazem nada", afirmou. Em seguida, disse que há uma "briga burra" no País, que fomenta o ódio e que não discute os problemas práticos da vida do cidadão.
 

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