Política

ELEIÇÕES 2024

Lideranças nacionais, Caiado e Lira pedem votos para candidato a prefeito de Figueirão

O ex-prefeito Rogério Rosalin (PP) tem recebo ajuda de políticos de peso na sua campanha para voltar a administra o município

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A campanha eleitoral do empresário Rogério Rosalin, ex-prefeito e agora candidato a prefeito de Figueirão pelo PP nas eleições deste ano, está chamando a atenção das pessoas do seu município e também do resto de Mato Grosso do Sul devido aos nomes de peso da política nacional que estão gravando vídeos para pedir voto para ele.

As pessoas ficam incrédulas que um candidato da pequena Figueirão, de apenas 2.760 eleitores, conseguiu que lideranças políticas nocionais, como o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), fizessem vídeos para a campanha eleitoral do ex-prefeito Rogério Rosalin.

No vídeo feito pelo presidente da Câmara dos Deputados, ele manda um abraço para o amigo Rogério Rosalin e pede votos para o candidato. “Eu queria mandar aqui um abraço para o meu amigo Rogério Rosalim, candidato a prefeito aí de Figueirão pelo nosso 11”, declarou.

Logo em seguida, Arthur Lira pede que os moradores de Figueirão ajudem a eleger o ex-prefeito. “A toda a população desse município aí de Mato Grosso do Sul, se puderem, apoiem e votem em Rogério Rosalin. É 11, Figueirão! Um abraço, amigo e boa sorte. Rogério Rosalin é 11”, finalizou.

 

Por sua vez, Ronaldo Caiado gravou o seu vídeo de apoio a Rosalin demonstrando toda o carisma do povo goiano. “Minha gente amiga de Figueirão! Olha, eu tive a oportunidade de conhecer essa terra maravilhosa e hoje eu quero aqui fazer uma solicitação, um pedido a cada um de vocês”, pediu.

O governador de Goiás completou a gravação elogiando o “amigo” Rogério Rosalin. “Vocês sabem o quanto o Rogério Rosalin é um bom gestor e é uma pessoa competente. Ele tem uma liderança muito forte, ao mesmo tempo em que tem uma força política que vocês sabem aí com a presença também da senadora Tereza Cristina (PP-MS) e dos deputados federais”, pontuou.

Ele acrescentou que é muito importante o envio de emendas parlamentares para o município. “Só assim é possível melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas. Então, o pedido que faço é, olha, dia 6 de outubro, vote Rogério Rosalin. Arrocha, Figueirão!”, brincou.

Histórico

O ex-prefeito de Figueirão, Rogério Rosalin, após concluir o segundo mandato no município, assumiu o cargo de diretor-geral da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul) e, pouco tempo depois, deixou a vaga com a missão de ajudar na campanha de Eduardo Riedel (PSDB) a governador, a convite do então governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e do ex-chefe da Casa Civil, Sérgio de Paula. 

Depois que Riedel foi eleito governador, ele retornou para a Assomasul a pedido do atual presidente, o prefeito de Nioaque, Valdir Junior (PSDB). No governo, ele era um dos coordenadores responsáveis por fazer o diálogo entre a administração estadual com os municípios. 

Rogério Rosalin também foi presidente do PSDB em Camapuã e chegou a trabalhar com a possibilidade de sair candidato a prefeito do município. “Sou de Camapuã, minhas origens são de Camapuã e tem uma questão da gratidão, vivência e amigos”, declarou ano passado antes de decidir concorrer ao cargo de prefeito de Figueirão.

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PODER EM DISPUTA

Crise no STF aumenta o peso das duas vagas de Mato Grosso do Sul no Senado

Eles terão mandatos de oito anos e participarão de decisões sobre investigações, processos e até futuras indicações de ministros

08/09/2026 08h00

Os mais bem colocados nas pesquisas são Azambuja (PL), Contar (PL), Vander (PT) e Soraya (PSB)

Os mais bem colocados nas pesquisas são Azambuja (PL), Contar (PL), Vander (PT) e Soraya (PSB) Foto: Montagem

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A crise provocada pelas suspeitas envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Banco Master aumentou o peso da disputa pelas duas vagas de Mato Grosso do Sul no Senado, pois os eleitos no dia 4 de outubro terão mandatos de oito anos e participarão de decisões capazes de redefinir a relação entre o Congresso Nacional e a Corte.

Afinal, cabe à Casa de Leis sabatinar e aprovar ou rejeitar os nomes indicados pelo presidente da República para o STF, além de processar e julgar ministros do Supremo por crimes de responsabilidade. 

Essas prerrogativas ganharam importância diante das revelações envolvendo mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, e do embate entre Moraes e o ministro André Mendonça.

O Correio do Estado ouviu os quatro candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de intenções de votos ao Senado no Estado. O ex-governador Reinaldo Azambuja e o ex-deputado estadual Capitão Contar, ambos do PL, fizeram críticas à atuação do Supremo, enquanto o deputado federal Vander Loubet (PT) e a senadora Soraya Thronicke (PSB) defenderam a apuração das denúncias com base em provas e sem julgamentos antecipados.

Azambuja afirmou que o Supremo avançou sobre atribuições dos demais Poderes e assumiu um papel político incompatível com a função constitucional da Corte. “Hoje, o STF manda demais. Usurpou espaços dos outros Poderes e assumiu um protagonismo político que precisa acabar”, declarou, completando que Moraes perdeu as condições de permanecer no cargo diante das suspeitas que passaram a ser discutidas publicamente.

“Alexandre de Moraes está, na minha avaliação, numa posição insustentável. A própria imprensa já debate abertamente sua saída”, afirmou Azambuja, completando que: “Se eu chegar ao Senado e tiver que julgar ministros do STF, vamos julgar com rigor, independência e isenção. Ninguém estará acima da Constituição”.

Já Capitão Contar defendeu que o Senado exerça suas atribuições constitucionais diante das suspeitas envolvendo integrantes do STF. “O Senado tem que cumprir o seu papel. Impeachment é uma ferramenta prevista na Constituição e, quando existem suspeitas de que um ministro extrapolou os limites de suas funções, os fatos precisam ser apurados”, afirmou.

SITUAÇÃO

Vander Loubet classificou as denúncias como graves, mas defendeu que os fatos sejam investigados antes de qualquer conclusão ou responsabilização. “As denúncias são graves e exigem a devida investigação e apuração dos fatos. Da nossa parte, da parte do PT, não vamos passar a mão na cabeça de ninguém. Se forem comprovados atos ilícitos por parte do ministro Alexandre, ele terá que responder por isso”, afirmou.

A senadora Soraya Thronicke também classificou as informações como graves, mas pediu cautela antes de qualquer julgamento. “As informações que vieram a público são graves e exigem cautela e rigor técnico na apuração dos fatos, com transparência e sem interferências”, afirmou, dizendo que preservar as instituições “não significa blindar as pessoas, assim como cobrar respostas não autoriza julgamentos antecipados”.

Diplomacia

Relações Rússia-Brasil se desenvolvem com sucesso, diz Putin em mensagem a Lula sobre 7/9

Na semana passada, Lula destacou que mantém boas relações com líderes globais

07/09/2026 22h00

O presidente russo, Vladimir Putin

O presidente russo, Vladimir Putin Foto: Reprodução / Perfil Brasil

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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou em mensagem enviada nesta segunda-feira ao presidente do Brasil e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que as relações entre Rússia e Brasil "estão se desenvolvendo com sucesso no espírito da parceria estratégica". O texto, de felicitações pelo Dia da Independência no Brasil, foi publicado no perfil da embaixada da Rússia no País.

"Os nossos países cooperam ativamente nas mais diversas áreas, coordenam esforços no âmbito da ONU, do #BRICS, do G20 e de outras estruturas multilaterais", pontua o presidente russo.

Na mensagem, Putin chama Lula de "caro amigo" e observa que "nós, sem dúvida, continuaremos o trabalho junto construtivo para fortalecer ainda mais todo o conjunto de vínculos russo-brasileiros mutuamente benéficos. Isso atende plenamente aos interesses dos nossos povos amigos, está em consonância com a construção de uma nova ordem mundial - mais justa e multipolar".

Na semana passada, Lula destacou que mantém boas relações com líderes globais, incluindo Putin, o presidente da China, Xi Jinping, o presidente da França, Emmanuel Macron, o primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, e o presidente dos EUA, Donald Trump, com quem teve atritos recentemente devido à imposição de tarifas pelos EUA a produtos importados do Brasil "Eu não tenho adversários", ressaltou Lula em entrevista à Rádio Progresso.

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