Política

DATA A DEFINIR

Lula adia reunião que teria participação de Eduardo Riedel e Reinaldo Azambuja

Encontro aconteceria na semana que vem, em Brasília; redução do ICMS dos combustíveis seria um tema abordado

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O governador de Mato Grosso do Sul Reinaldo Azambuja e o eleito Eduardo Riedel, ambos do PSDB, iriam participar de uma reunião com o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, dia 7, na quarta-feira que vem, mas o encontro foi adiado para a uma data ainda a se definir.

"Essa reunião foi adiada a pedido do presidente eleito. O governador Ibaneis Rocha, do MDB [Brasília] que é o presidente do Fórum dos Governadores tá vendo qual a próxima data, nós temos algumas agendas que envolvem a transição do atual", afirmou Azambuja, na manhã desta terça-feira (29), em Campo Grande, numa coletiva sobre questão salarial dos servidores estaduais.

Riedel e Azambuja iriam a Lula junto com outros governadores que participam do fórum.

A ideia de promover uma primeira audiência de trabalho com o eleito Lula terá como principal tema a redução do ICMS, medida que fez cair preço dos combustíveis e também afetou nominalmente a arrecadação tributária.

Pelos cáculos de Azambuja, a regra da redução do imposto deve gerar perdas milionárias aos cofres de MS a partir do ano que vem, estreia de Riedel no comando do Estado.

Os governadores buscam um encontro com Lula por diálogos, já que, embora as tentativas, tais reunião não aconteciam com Bolsonaro, que sempre rejeitou esses eventos.

Em entrevista publicada ontem pelo jornal Estadão, Eduardo Riedel, que defendeu a reeleição de Jair Bolsonaro no primeiro e segundo turno das eleições, afirmou que aceita trabalhar com Lula em busca de uma agenda de desenvolvimento do país clara e compartilhada com os estados, dentro de critérios de responsabilidade fiscal.

 

ELEIÇÕES 2026

Prazo para tirar e regularizar título de eleitor vai até 6 de maio

Primeiro turno das eleições 2026 será realizado no dia 4 de outubro

12/04/2026 12h00

Eleitores podem regularizar o título eleitoral até o dia 6 de maio

Eleitores podem regularizar o título eleitoral até o dia 6 de maio Arquivo/ Correio do Estado

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Os eleitores têm até o dia 6 de maio para tirar o título de eleitor, atualizar dados cadastrais, transferir o domicílio eleitoral ou regularizar pendências na Justiça Eleitoral.

Quem estiver com o título cancelado ou com alguma pendência não poderá votar nas eleições deste ano. O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro. 

Quem precisa tirar o título?

O voto é obrigatório para quem tem acima de 18 anos de idade. É facultativo para pessoas analfabetas, maiores de 70 anos e jovens de 16 e 17 anos. Estrangeiros e cidadãos em serviço militar obrigatório não podem se alistar para votar.

Como posso solicitar o título de eleitor?

Veja as formas de solicitação:

- Autoatendimento Eleitoral: disponível no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE);
- Cidadão pode ir a um cartório eleitoral ou postos de atendimento da Justiça Eleitoral.

O TSE alerta que aqueles que optarem pelo atendimento on-line precisam ir a um cartório ou posto de atendimento para a coleta da biometria.  

Confira os documentos necessários para tirar o título:

Documento oficial de identificação com foto (carteira de identidade, carteira de trabalho ou passaporte);
Comprovante de residência recente;
Comprovante de quitação do serviço militar para homens que completam 19 anos no ano do alistamento.
É importante que o documento de identificação permita a comprovação da nacionalidade brasileira e contenha foto. 

ELEIÇÕES 2026

Flávio diz que não apenas Bolsonaro, mas todos perseguidos subirão rampa do Planalto

Pré-candidato também participou de um café da manhã com mulheres e disse que o PT vai ser "irrelevante" a partir de 2027

11/04/2026 22h00

Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência da República

Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência da República Andressa Anholete/Agência Senado

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, afirmou que, se vencer a eleição deste ano, o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), vai "subir a rampa" do Palácio do Planalto com "todas as pessoas perseguidas" em janeiro do ano que vem.

As declarações ocorreram neste sábado, 11, em entrevista a jornalistas em Porto Alegre (RS). "Se Deus permitir, nós vamos vencer essa eleição no 1º turno. Há projetos tramitando no Congresso Nacional, não é uma anistia, mas é zerar o jogo de verdade, para fazer justiça não só ao presidente Bolsonaro, mas à Débora do Batom", declarou Flávio, ao mencionar a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, condenada a 14 anos de prisão pela participação dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

O senador prosseguiu: "O Congresso entende isso, só que, ainda, uma parte dele tem um certo medo de votar um projeto como esse. Porque claramente não é inconstitucional. A anistia é de competência exclusiva do Congresso Nacional".

Na sequência, Flávio disse acreditar que, após as eleições de outubro, o Congresso vai aprovar a anistia aos condenados pelos atos golpistas. "É por isso que eu falo: não apenas o presidente Bolsonaro, mas todas as pessoas que foram perseguidas vão subir a rampa junto com a gente em janeiro do ano que vem", afirmou.

Flávio está na capital gaúcha por ocasião do lançamento da pré-candidatura do deputado federal Zucco (PL-RS) ao governo estadual. Mais cedo, ele também participou de um café da manhã com mulheres e disse que o PT vai ser "irrelevante" a partir do ano que vem.

Além de apoiar Zucco, Flávio Bolsonaro também endossa as pré-candidaturas dos deputados Marcel Van Hattem (Novo-RS) e Sanderson (PL-RS) para o Senado.

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