Política

NOVA GESTÃO

Médica que atuou no enfretamento da Covid-19 será secretária adjunta da Saúde municipal

Rosana Leite presidiu Hospital Regional e fez parte do Ministério da Saúde durante pandemia

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Diante da troca de titular da Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande (Sesau), a pasta também terá uma nova secretária adjunta. A cotada para ocupar o cargo é a então secretária extraordinária de enfrentamento da Covid-19, do Ministério da Saúde, Rosana Leite.

De acordo com a pasta, ainda não há uma oficialização do nome de Rosana porque ainda é necessário fazer os trâmites burocráticos para cedência ao município, já que ela é servidora concursada da Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul.

Além de funcionária pública, Rosana também é professora no curso de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). A médica dirigiu o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul até 2021, quando assumiu o cargo no Ministério da Saúde.

A troca acontece dias após a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (Patriota) anunciar que o então vereador Sandro Benites, do mesmo partido, deve assumir da Sesau, substituindo José Mauro Filho, que fez parte da gestão de Marquinhos Trad (PSD) e esteve à frente da pasta por mais de três anos. 

ROSANA LEITE

Formada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em 1997, Rosana possui especialidade em Cirurgia de Cabeça e Pescoço pela Sociedade Brasileira de Cabeça e Pescoço. A médica atuou em sua área de especialização no Hospital Regional de MS.

Já de 2017 a 2018, Rosana foi secretária-executiva da Comissão Nacional de Residência Médica no Ministério da Educação.

Em junho de 2021, Rosana foi anunciada como secretária extraordinária de enfrentamento da Covid-19. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União. 

PEDIDO DE AFASTAMENTO

Conforme já informado pelo Correio do Estado, para assumir o cargo no Executivo Municipal Sandro Benites pediu afastamento de seu cargo na Câmara Municipal. A função deve ser assumida por Paulo Cesar Lands Filho, seu suplente. 

O pedido de afastamento com a confirmação do presidente da Casa de Leis, Carlos Augusto Borges, foi publicado na edição desta segunda-feira (5) do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande).

A exoneração de José Mauro Filho, agora ex-secretário, foi publicada no Diogrande da última sexta-feira (5).

EX-PRESIDENTE

Cirurgia transcorre bem e Bolsonaro segue em observação em hospital

Informações foram divulgadas em boletim médico pelo Hospital DF Star, em Brasília, onde ele foi submetido ao procedimento cirúrgico

01/05/2026 19h00

Reprodução Instagram @jairmessiasbolsonaro

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou por uma cirurgia no ombro direito, nesta sexta-feira, 1.º, que transcorreu bem. Agora, ele segue internado para observação clínica e controle de dor.

As informações foram divulgadas em boletim médico pelo Hospital DF Star, em Brasília, onde ele foi submetido ao procedimento cirúrgico.

Brasil Caiado, cardiologista da equipe médica que atende Bolsonaro, afirmou na saída do hospital que a cirurgia demorou três horas e que não há previsão de alta.

A cirurgia precisou ser autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, porque Bolsonaro cumpre prisão domiciliar.

A defesa havia pedido a autorização em 21 de abril, a partir de exames da equipe médica que acompanha o ex-presidente.

Segundo os relatórios médicos enviados ao STF, Bolsonaro se queixava de "dores recorrentes e intermitentes" no ombro que exigiam uso diário de medicação analgésica.

Conforme o boletim do DF Star, foi realizado um "reparo artroscópico do manguito rotador à direita", relacionado à articulação do ombro direito.

Na decisão, Moraes autorizou Michelle a acompanhar Bolsonaro "durante todo o período da internação, período em que todas as visitas estarão suspensas, inclusive dos advogados e demais familiares, salvo autorização judicial". Ela não poderá usar o celular no leito.

O ministro também estabeleceu que a defesa tem 48 horas após a cirurgia para apresentar ao STF relatório médico detalhado sobre o procedimento realizado pelo ex-presidente.

Moraes ainda determinou que o 19.º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, responsável pela fiscalização da prisão domiciliar, tomasse providências para escolta nos trajetos entre residência e hospital e para "garantir a segurança e a vigilância ininterrupta durante todo o período de internação hospitalar". "Evitando-se o acesso de pessoas não autorizadas e garantindo o cumprimento de todas as medidas cautelares que continuam em vigor", escreveu.

Eleições 2026

Mais de 77 mil pessoas têm 5 dias para regularizar título de eleitor em MS

Quarta-feira (6 de maio) é o último dia para realizar transferência de domicílio, transferir endereço ou local de votação, tirar o primeiro título eleitoral, realizar revisão eleitoral, atualizar dados cadastrais e atualizar cadastro de biometria

01/05/2026 17h00

TRE fez plantão na manhã desta sexta-feira (1°) de feriado, no Memorial da Cultura, para regularização de título eleitoral

TRE fez plantão na manhã desta sexta-feira (1°) de feriado, no Memorial da Cultura, para regularização de título eleitoral MARCELO VICTOR

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Eleições 2026 acontecerão em outubro e milhares de pessoas ainda precisam regularizar o título eleitoral para votar em Mato Grosso do Sul.

Dados divulgados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS) apontam que 77.376 sul-mato-grossenses estão com o título irregular e correm o risco de não votar nestas eleições. Vale ressaltar que este número foi atualizado em 30 de abril de 2026 às 16h43min.

Das 77.376 pessoas, 29.578 são de Campo Grande, 4.370 de Dourados, 3.566 de Três Lagoas, 2.460 de Ponta Porã e 2.076 de Corumbá.

6 de maio, quarta-feira, é o último dia para:

  • realizar transferência de domicílio
  • transferir endereço ou local de votação
  • tirar o primeiro título eleitoral
  • realizar revisão eleitoral
  • atualizar dados cadastrais
  • atualizar cadastro de biometria

Após essa data, o cadastro eleitoral será fechado e não será possível fazer alterações ou transferências. O encerramento ocorre 150 dias antes da eleição, de acordo com a Lei das Eleições nº 9.504/1997.

Com isso, o eleitor tem exatamente cinco dias para ficar em dia com a Justiça Eleitoral.

Caso contrário, não poderá votar nas eleições de outubro, que ocorrerão em 4 de outubro (1° turno) e 25 de outubro (2° turno).

Os motivos que levam um título ser cancelado são:

  • deixar de votar
  • deixar de justificar a ausência às urnas em três eleições consecutivas
  • não comparecer à revisão do eleitorado
  • entre outros

O juiz eleitoral auxiliar da presidência do TRE-MS, Luiz Felipe de Medeiros, ressaltou a importância de estar em dia com a Justiça Eleitoral.

"O mais importante é você estar em dia com a sua situação eleitoral para tomar posse em concurso público (efetivo ou comissionado). Se não estiver com a situação eleitoral em dia, não pode assumir nenhum cargo ou função pública também. Programas sociais de governo também, benefícios sociais que a população tem o direito de receber, também exige a quitação eleitoral e estar em dia com a sua situação eleitoral. Matricular em instituição pública ou universidade também exige a situação regular junto à justiça eleitoral. Emissão de passaporte e regularização de CPF e também são outras situações que exigem estar em dia com a justiça eleitoral", disse.

COMO REGULARIZAR?

A regularização pode ser feita presencialmente, diretamente nos Cartórios Eleitorais.

Em Campo Grande, o eleitor pode regularizar seu título, das 8h às 18h, no Memorial da Cultura, localizado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, número 559, Centro.

No interior de MS, basta se deslocar a um cartório eleitoral mais próximo, na cidade em que reside, das 12h às 18h.

DOCUMENTOS - os documentos necessários para regularização são:

  • documento oficial com foto que comprove sua identidade
  • título eleitoral ou e-Título
  • comprovantes de votação
  • comprovantes de justificativas eleitorais
  • comprovante de dispensa de recolhimento ou, caso não tenha sido dada baixa, os comprovantes do recolhimento das multas

É imprescindível que a população não deixe para última hora e evite filas.

OBRIGATORIEDADE E CONSEQUÊNCIAS

O voto é obrigatório para pessoas alfabetizadas, com idade entre 18 e 70 anos.

Mas, eleitores que não votarem nas eleições ou não justificarem o voto, podem sofrer punições, como não poder:

  • Tirar carteira de identidade ou passaporte
  • Inscrever-se em concurso público, prova para cargo público ou função pública, da União, estado ou município
  • Ser empossado em concurso público, cargo público ou função pública, da União, estado ou município
  • Participar de concorrência pública do governo federal, estado ou município
  • Receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público
  • Renovar matrícula em estabelecimento de ensino público
  • Obter certidão de regularidade do exercício do voto, justificativa ou pagamento da multa no último turno da última eleição ou de regularidade do comparecimento às urnas ou pagamento da multa pela ausência e do atendimento às convocações para os trabalhos eleitorais
  • Obter certidão de quitação eleitoral para fins de instrução de registro de candidatura
  • Praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda

VOTAR SEM O TÍTULO DE ELEITOR

Pessoas que perderam, extraviaram ou tiveram o título de eleitor roubado, podem ficar despreocupadas, pois é possível votar sem o documento.

Para isso, basta saber o local de votação e levar um documento oficial com foto (RG, CNH, passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, entre outros) no dia das eleições.

Também é possível votar com o título de eleitor digital (e-título), disponível nas plataformas iOS ou Android.

Além disso, existe a possibilidade de imprimir seu título eleitoral. É simples: basta preencher o CPF do eleitor, data de nascimento, nome da mãe e nome do pai no site da Justiça Eleitoral.

ELEIÇÕES 2026

Brasileiros vão às urnas em 4 de outubro (1° turno) e 25 de outubro (2° turno) para eleger parlamentares para o mandato 2027-2030).

Os cargos em disputa são presidente da República, governadores, senadores (duas vagas por estado), deputados federais e deputados estaduais/distritais.

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