Política

Eleições 2022

Mesários precisam justificar ausência no 2º turno até esta terça-feira

As justificativas podem ser entregues nos cartórios eleitorais

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Nesta terça-feira (29) é o último prazo para os mesários que não compareceram, em 30 de outubro, no segundo turno das Eleições 2022 apresentarem a justificativa pela ausência.

As justificativas podem ser entregues nos cartórios eleitorais, e o requerimento deve ser destinado ao juiz da zona eleitoral à qual o mesário ausente está vinculado, com a comprovação do fato alegado.

A multa para o mesário que não justificar a ausência varia de 50% a 1 salário mínimo. Se o faltoso for servidor público ou autárquico, a penalidade será de suspensão de até 15 dias.

Além disso, as penas previstas serão aplicadas em dobro se a mesa receptora deixou de funcionar por culpa dos ausentes.

Será também aplicada em dobro a pena ao membro da mesa que abandonou os trabalhos no decurso da votação sem justa causa apresentada ao juiz até três dias após a ocorrência.

Outras obrigações 

Nesta terça-feira (29) também é o último dia para as candidatas, os candidatos, os partidos políticos, as federações e as coligações removerem as propagandas relativas ao segundo turno das eleições e promoverem a restauração do bem em que as propagandas foram afixadas, se for o caso.

No dia 1 de dezembro, é o último dia para a eleitora ou o eleitor que deixou de votar no primeiro turno das eleições apresentar, em qualquer cartório eleitoral, ou pelo serviço disponível no sítio eletrônico do TSE e dos TREs, justificativa fundamentada ao juízo eleitoral.

Em 15 de dezembro é o prazo final, observado o prazo de até 3 dias antes da data da diplomação, para a publicação da decisão eleitoral que julgar as contas das candidatas e dos candidatos eleitos

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ELEIÇÕES 2026

Prazo para tirar e regularizar título de eleitor vai até 6 de maio

Primeiro turno das eleições 2026 será realizado no dia 4 de outubro

12/04/2026 12h00

Eleitores podem regularizar o título eleitoral até o dia 6 de maio

Eleitores podem regularizar o título eleitoral até o dia 6 de maio Arquivo/ Correio do Estado

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Os eleitores têm até o dia 6 de maio para tirar o título de eleitor, atualizar dados cadastrais, transferir o domicílio eleitoral ou regularizar pendências na Justiça Eleitoral.

Quem estiver com o título cancelado ou com alguma pendência não poderá votar nas eleições deste ano. O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro. 

Quem precisa tirar o título?

O voto é obrigatório para quem tem acima de 18 anos de idade. É facultativo para pessoas analfabetas, maiores de 70 anos e jovens de 16 e 17 anos. Estrangeiros e cidadãos em serviço militar obrigatório não podem se alistar para votar.

Como posso solicitar o título de eleitor?

Veja as formas de solicitação:

- Autoatendimento Eleitoral: disponível no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE);
- Cidadão pode ir a um cartório eleitoral ou postos de atendimento da Justiça Eleitoral.

O TSE alerta que aqueles que optarem pelo atendimento on-line precisam ir a um cartório ou posto de atendimento para a coleta da biometria.  

Confira os documentos necessários para tirar o título:

Documento oficial de identificação com foto (carteira de identidade, carteira de trabalho ou passaporte);
Comprovante de residência recente;
Comprovante de quitação do serviço militar para homens que completam 19 anos no ano do alistamento.
É importante que o documento de identificação permita a comprovação da nacionalidade brasileira e contenha foto. 

ELEIÇÕES 2026

Flávio diz que não apenas Bolsonaro, mas todos perseguidos subirão rampa do Planalto

Pré-candidato também participou de um café da manhã com mulheres e disse que o PT vai ser "irrelevante" a partir de 2027

11/04/2026 22h00

Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência da República

Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência da República Andressa Anholete/Agência Senado

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, afirmou que, se vencer a eleição deste ano, o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), vai "subir a rampa" do Palácio do Planalto com "todas as pessoas perseguidas" em janeiro do ano que vem.

As declarações ocorreram neste sábado, 11, em entrevista a jornalistas em Porto Alegre (RS). "Se Deus permitir, nós vamos vencer essa eleição no 1º turno. Há projetos tramitando no Congresso Nacional, não é uma anistia, mas é zerar o jogo de verdade, para fazer justiça não só ao presidente Bolsonaro, mas à Débora do Batom", declarou Flávio, ao mencionar a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, condenada a 14 anos de prisão pela participação dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

O senador prosseguiu: "O Congresso entende isso, só que, ainda, uma parte dele tem um certo medo de votar um projeto como esse. Porque claramente não é inconstitucional. A anistia é de competência exclusiva do Congresso Nacional".

Na sequência, Flávio disse acreditar que, após as eleições de outubro, o Congresso vai aprovar a anistia aos condenados pelos atos golpistas. "É por isso que eu falo: não apenas o presidente Bolsonaro, mas todas as pessoas que foram perseguidas vão subir a rampa junto com a gente em janeiro do ano que vem", afirmou.

Flávio está na capital gaúcha por ocasião do lançamento da pré-candidatura do deputado federal Zucco (PL-RS) ao governo estadual. Mais cedo, ele também participou de um café da manhã com mulheres e disse que o PT vai ser "irrelevante" a partir do ano que vem.

Além de apoiar Zucco, Flávio Bolsonaro também endossa as pré-candidaturas dos deputados Marcel Van Hattem (Novo-RS) e Sanderson (PL-RS) para o Senado.

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